29/08/2009 - 00:31
Desde o dia em que o cantor norte-americano morreu – ou quando pelo menos sua morte foi anunciada – tem ocorrido muita polêmica a respeito: algumas pessoas acreditam e outras até afirmam que o “rei do pop” está vivo. Será?
Segundo uma matéria publicada no “IOL”, o autor de um blog (Liveleak”) garante que verificou a matrícula de pelo menos um dos vídeos, que mostra um homem saindo do veículo que transportava o corpo de Michael, sugerindo que esse homem é ele. O vídeo pode ser visto no site http://www.youtube.com/watch?v=5iSXUCf2D4c, onde o leitor porde também acessar os outros.
O Caso Jim Thompson
Bem, se o personagem é realmente Michael Jackson ou não, eu não sei. Assisti a alguns dos vídeos, mas confesso que não me convenceram. Mas ele poderia estar vivo? Para responder a tal pergunta, limito-me a dizer que existem muitas histórias de mortes forjadas, mas a maioria delas ainda se limita a meras expeculações. Uma delas se refere a Elvis Presley. Dizem que o “rei do rock” estaria vivendo em algum lugar na América do Sul – alguns afirmam que o país é a Argentina. Porém, também existem casos confirmados.
Há uma delas, porém, que considero no mínimo bem intrigante: a que se tornou mundialmente conhecida como o “Caso Jim Thompson”.
Jim Thompson era um empresário norte-americano que vivia em Bangkok, na Tailândia, desde 1945, quando chegou àquele país duas semanas depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Viveu na capital tailandesa por 22 anos, e durante esse tempo trabalhou para revitalizar a indústria de seda local. Interessou-se tanto pelo produto que chegou a fundar sua própria fábrica. Foi também um grande incentivador e divulgador da arte e da cultura daquele país.
O mistério sobre Thompson começou em maio de 1967, quando deixou Bangkok e foi para o planalto de Cameron, na Malásia. Dizem que ele pretendia apenas passar umas férias ali. No entanto, o empresário nunca mais voltou, nem para a Tailândia, nem para os Estados Unidos. Simplesmente desapareceu. Dizem que sua morte chegou a ser anunciada, mas o corpo jamais foi encontrado.
Existem algumas teorias a respeito desse desaparecimento. Algumas dizem que alguém descobriu que, após o fim da guerra, Thompson vinha atuando como agente da OSS (atual Cia, a Central de Inteligência Americana), e que foi morto por inimigos. Outras dizem que ele não morreu, mas que depois que sua condição como agente secreto foi revelada, foi viver longe da Tailândia sob outra identidade.
Uma terceira corrente de pensamento sustenta que o empresário teria morrido mesmo em 1967, embora não se possa dizer exatamente onde e como. Os que defendem essa hipóstese sustentam que, de outra forma, teria sido reconhecido em algum lugar, pois ele era uma celebridade internacional com fotos publicadas em jornais frequentemente.
O fato mais intrigante no caso Thompson é que muitas pessoas afirmaram que ele havia deixado o hotel onde se hospedara, no Planalto Cameron, na Malásia, dizendo que ia fazer uma caminhada. Dizem que ele deixou seus pertences no hotel e consideram isto como uma prova de que pretendia voltar ao mesmo depois da caminhada. Mas não voltou.
O desaparecimento de Thompson é real. O que não se sabe é se houve uma morte forjada ou não, ou se ele realmente morreu em 1967. A diferença principal entre este caso e o de Michael Jackson é a de que apenas se supõe que o empresário tenha morrido em 1967, embora jamais se tenha encontrado uma evidência de sua morte, uma testemunha, etc. No caso do cantor, a morte foi anunciada, houve cerimônia funeral e uma extensa programação em sua homenagem, tudo demonstrando nitidamente a oficialização do fato.
Talvez o mistério não esteja em se saber se Michael está morto ou vivo. Creio que o maior mistério, supondo que haja alguma possibilidade de que ele não tenha morrido, é o motivo pelo qual sua morte seria forjada. Thompson era supostamente um agente secreto (o que também não sei se foi comprovado). No caso do cantor, qual seria o motivo?
Autor: Elias Alves - Categoria(s): Internet, Música, Mistério
Tags: "mortes" forjadas, expeculações, Jim Thompson, Michael Jackson, Mistério, morte
28/08/2009 - 04:32
A adesão do minimalismo ao finger food se comprova como sinônimo de elegância neste vídeo do Buffet Colonial (São Paulo, SP).
Provamelmente você já ouviu falar no minimalismo como técnica utilizada em artes plásticas, na música, em design, na literatura, etc. A novidade, agora, é o minimalismo em gastronomia.
Na verdade o minimalismo é uma técnica resultante de movimentos artístico-culturais que ocorreram em vários períodos ao longo do século XX. Tratava-se de uma nova forma de exprimir elementos especialmente nas artes visuais, na música e – como não poderia deixar de ocorrer – na tecnologia.
Como os artistas nunca param de nos surpreender, o minimalismo ressurge no século XXI para dar um “toque especial” ao “finger food”. O “finger food” é o que o próprio nome em inglês já sugere: alimento para ser comido com o uso dos dedos (”finger” significa “dedo”; “food” quer dizer “alimento”).
Como se costuma dizer muito atualmente, “a fila anda”. Com o avanço da globalização e do desenvolvimento tecnológico que favorece a aceleração da informação digital, principalmente através da internet, o setor gastronômico também já percebeu que é preciso inovar sempre. As empresas, as entidades filantrópicas, as cooperativas de atividades de diversos setores, enfim todos estão percebendo que o corporativismo é inevitável e, se realizado com sabedoria, pode se tornar um grande aliado no mundo dos negócios e, consequentemente, no setor de eventos. Mas o corporativismo, para ser bem sucedido, necessita de constantes inovações. E inovar com arte é uma das atitudes mais inteligentes.
Empresas organizadoras de eventos como seminários, workshops, festivais, casamentos, aniversários, festas de formaturas, etc., já estão aderindo a essa novidade. As que a experimentaram garantem que se trata de um novo conceito bem sucedido que permite servir aperitivos em ocasiões especiais com requinte e elegância. Os cardápios são servidos em miniporcelanas e minitaças, e outras delícias minimalistas são dispostas naquelas mesas que, nessas ocasiões, são chamadas de “ilhas gastronômicas”.
Nas artes visuais, o minimalismo já faz parte da cultura japonesa há milênios. São exemplos disso as belíssimas paisagens pintadas em grãos de arroz, que só podem ser vistas com o uso de uma lente de aumento. No caso da gastronomia, trata-se da criatividade em unir esse talento de artistas decoradores ao talento dos profissionais de cozinha, o que certamente contribui para o sucesso de qualquer evento. Afinal, a arte é um dos principais elementos da cultura, e tudo que se relaciona à cultura é sempre muito bem vindo em qualquer ocasião.
Referências:
- “O Minimalismo” – Wikipedia
- “Minimalismo” – Portal Artes
- revista “Free Shop Evenetos” – julho de 2009 – Forma Editora – São Paulo, SP.
Autor: Elias Alves - Categoria(s): Arte, Cultura, Gastronomia, Sociedade
Tags: Arte, finger food, Gastronomia, minimalismo
27/08/2009 - 18:24
Este vídeo – sem áudio, mas as imagens já expressam bem o pensamento do produtor, que se identifica como “lilisarbdhp” - foi publicado no Youtube sob o título “Brasil, um país de dúvidas”.
Problemas sociais no Brasil sempre existiram durante os 509 anos desde o Descobrimento. Porém, preferi iniciar este artigo me referindo à década de 1980 devido a um fato importante ocorrido no Estado de São Paulo em 1983.
O dia 5 de abril daquele ano ainda deve estar bem nítido na memória de muitos paulistas, especialmente os que na época residiam em Santo Amaro. O que era para ser apenas mais uma manifestação de trabalhadores contra o desemprego de repente se transformou numa onda de violência e saques a supermercados, mercearias e lojas que logo se alastrou por vária regiões do Estado.
Não tardou para que o mesmo ocorresse em outras regiões do país. Durante os anos 1980 houve um crescimento sem precedentes no sentimento de insegurança dos brasileiros em razão de atos como saques e vandalismo. Para algumas pessoas, eram “casos isolados”, como costuma dizer o governo atual. Para outras, eram ações comandadas pelo governo federal para desestabilizar os governos estaduais controlados pelos partidos oposicionistas. Havia também os que opinavam que que se tratava de ações incentivadas por partidos oposicionistas contra o governo federal. Mas poderiam também ser simplesmente atitudes insensatas causadas pela insatisfação devido a promessas feitas antes das eleições pelos partidos da opisição e pelo da situação mas nunca cumpridas.
Evidentemente este não é apenas um problema brasileiro, nem é característico de uma determinada época. Parece-me que basta verificarmos o que a história das manifestações populares e políticas no mundo nos ensina para percebermos que elas tem e sempre tiveram fortes relações entre si. Seja o governo de um país comandado por um partido de “esquerda” ou de “direita”, sempre existe a visão – a meu ver, correta – de que é preciso manter a ordem e a disciplina. O problema é que esta mesma visão também serve como razão para que haja uma reação repressiva que começa com uma aparente tranquilidade e aos pucos se torna rigorosa e, não raramente, extremamente violenta. Isto ocorre porque os que temem perder seus empregos se unem aos desempregados, e essa união forma um contingente que traz preocupações à sociedade e aos governos. Imediatamente, o policiamento, que quase nunca é visto, surge para controlar ruas e praças – uma atitude necessária para proteger a própria cidade, mas que provavelmente tem o objetivo de resguardar os interesses do próprio governo.
Os objetivos e as razões das manifestações públicas
Os participantes das manifestações públicas – no Brasil, popularmente conhecidas como “manifestações de rua” – alegam sempre as mesmas razões: desemprego, necessidade de aumento de salário, falta de segurança pública, falta de segurança no trabalho, problemas na prestação de serviços de saúde, etc. Realmente todos esses problemas de fato existem e são graves. Os desempregados não conseguem retornar ao mercado de trabalho, os que tem empregos constamente correm o risco de perdê-los, os salários dos políticos (que já são altos) são aumenmtados rapidamente e em altas porcentagens enquanto o nível de aumento do salário mínimo, quando ocorre, continua sendo insuficiente. O trabalho e o salário são as principais condições mínimas necessárias para a estrutura da vida cotidiana de qualquer cidadão. Como resultado, vem as manifestações, raramente organizadas como deveriam ser, e portanto servindo apenas para aumentar o caos.
Aspectos sociais do desemprego
O desemprego não significa apenas que o cidadão está deixando de ganhar seu salário. É um fenômeno que tem que ser visto sob vários aspectos sociais. A maioria dos que trabalham veem o indivíduo que não trabalha – ou não consegue trabalho – há muito tempo como um “vagabundo”, pejorativamente. Acontece, porém, que muitos dos desempregados não conseguem voltar a ocupar seu espaço no mercado de trabalho por várias razões, sendo duas as principais: por um lado, não há vagas suficientes para atender a toda a demanda; por outro, falta “qualificação” ou “capacitação profissional”, termos atualmente muito usados por governos e empresas para justificar a carência de contratação.
Isto me faz lembrar um outro fator importante que contribui para o desemprego. A falta de qualificação ou de capacitação provém do baixo nível de escolaridade num país como o Brasil, onde o ensino particular é caríssimo e o ensino público – aquele que é oferecido gratuitamente pelos governos federal, estaduais e municipais – ainda é um dos piores do mundo. Com um nível educacional tão ruim, certamente é grande o número de desempregados e empregados que tem ouvido falar muito em “capacitação” e “qualificação” mas não sabem o que isto significa(*). Mesmo os empregados são, vez por outra, “convidados” a fazer cursos de capacitação. Entretanto, esse “convite” soa para eles como uma ameaça: “ou você faz o curso, ou será dispensado para que seu lugar seja ocupado por quem precisa de emprego e está capacitado”. E quando descobrem o que essas duas palavras significam, tanto empregados como desempregados se sentem inferiorizados, pois seus patrões, governantes, etc., estão lhes dizendo que eles são incapazes, ou pelo menos não tão capazes quanto outros que poderão ser contratados.
Mensagens otimistas
As mensagens aparentemente otimistas do crescimento (ainda insignificante) de índices de emprego que vemos através de noticiários da TV, jornais, internet, etc., parecem contribuir para o crescimento de um sentimento extremamente negativo para quem ainda está desempregado. Ao tomar conhecimento de que pessoas estão sendo empregadas enquanto eles nada conseguem apesar de estar “correndo atrás” há tanto tempo, muitos desempregados sofrem a perda da auto-estima. Eles estão sendo expostos a uma situação de constrangimento por achar que os empregadores os consideram incapazes, ou menos capazes do que aqueles que estão sendo contratados. Aí, vale-nos perguntar: como comseguir a tal qualificação ou a capacitação, se os cursos são caros ou, quando gratuitos, oferecem um número de vagas limitadíssimo?
Não quero dizer que estes fatos justificam os atos de vandalismo ou de saques, assaltos, etc. Quero apenas dizer que é preciso avaliar uma imensa série de situações que são os pilares para a compreensão dos problemas causados pelo desemprego, pela insegurança no emprego e pelas manifestações provenientes dessas duas situações. Isto me leva a justificar por que tomei como base aquela manifestação em Santo Amaro em 1983. É preocupante o fato de nos lembrarmos que cerca de 600 mil pessoas participaram daquele ato, porque na época, este número representava cerca de 38% da população da cidade, que tinha em torno de 1.600.000 habitantes. Era uma minoria, mas ao mesmo tempo representava mais de 70% da metade da população. Imaginem como seria uma manifestação como aquela com a população de hoje em qualquer cidade brasileira.
(*) “Qualificação” é o mesmo que “aptidão”, “habilidade”, é a condição de quem é “qualificado”, ou seja, “capaz”. “Capacitação” é a condição de quem se torna capacitado, ou seja, em condições de ser qualificado.
Referências:
- “Saques e Desemprego”, de Paula Yone Stroli (pesquisadora do Centro de Estudos de Cultura Contemprânea – CEDEC) e Irlys A. F. Barreira (pesqusiadora assistente do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará – UFC) – revista “Ciência Hoje”, no. 12, Vol. 2 – publicação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) – Rio de Janeiro, RJ;
- “Almanaque Abril 2001 Brasil – Editora Abril – São Paulo, SP.
Autor: Elias Alves - Categoria(s): Comportamento, Conhecimento, Cultura, Desemprego, Direitos e Deveres, Economia, Educação, Emprego, Política, População Brasileira, Segurança, Sociedade, Vida
Tags: ABC Paulista, Desemprego, Emprego, problemas sociais
26/08/2009 - 14:44
O Instituto Euvaldo Lodi (IEL), órgão ligado à Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), oferecerá no próximo mês cursos de curta duração para capacitação em várias áreas de atuação em empresas de portes pequeno e médio.
Os cursos e os períodos em que serão realizados estão no quadro abaixo. Se tiver dificuldade para lê-los, selecione o quadro. Isto fará com que as letras e os números se tornem nítidos.
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Setembro de 2009 – Vitória
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Período de Realização
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Horário de Realização
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Valor
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| 01 – Administração de Pessoal e Rotinas Trabalhistas |
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14 a 18/09/2009
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18h30 às 22h
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R$ 293,00
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| 02 – Interpretação da NBR ISO 9001:2008 |
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14 a 17.09.2009
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18h30 às 22h
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R$ 248,00
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| 03 – Revisão da Norma ISO 9001:2000 para versão 2008 |
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19.09.2009
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8h às 17h
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R$ 96,00
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| 04 – A Secretária em sintonia com o momento |
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21 a 23.09.2009
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18h30 às 22h
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R$ 245,00
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| 05 – Desenvolvimento Pessoal e Profissional para Atendentes e Recepcionistas |
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21 a 23.09.2009
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8h30 às 12h15
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R$ 239,00
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| 06 – Liderança Coaching – Os segredos para gerar resultados extraordinários |
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21 a 24.09.2009
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18h30 às 22h
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R$ 269,00
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| 07 – Desenvolvendo as Habilidades do Supervisor como Líder de Pessoas |
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21 a 24.09.2009
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8h30 às 12h
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R$ 259,00
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| 08 – Relacionamento com o Cliente |
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24, 25 e 26.09.2009
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18h30 às 22h(*) 26.09 das 8h às 17h
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R$ 225,00
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| 09 – Interpretação da NBR ISO 14001:2004 |
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28.09 a 01.10.2009
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18h30 às 22h
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R$ 248,00
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| 10 – Formação de Auditor Interno da Qualidade |
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28.09 a 02.10.2009
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18h30 às 22h(*)02.10 das14h às 22h
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R$ 376,00
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Para maiores informações, os interessados devem enviar e-mail para drh at findes.org.br ou telefonar para (27) 3334-5758, 3334-5756, 3334-5755, 3334-5739 ou 3235-3573.
Autor: Elias Alves - Categoria(s): Conhecimento
Tags: Cursos de Capacitação, Findes, IEL-ES