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Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 01:42

Relações entre classes sociais, setores da economia e organizações civis

O noticiário mostrado no vídeo acima relata o desempenho dos setores da economia brasileira em relação ao primeiro semestre deste ano.
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Estudar a sociedade e tentar resolver seus problemas não é uma tarefa fácil. Para pelo menos diminuir essas dificuldades, os sociólogos dividem a sociedade em diversas categorias e tentam entender o mais detalhadamente possível cada uma delas. Em países como o Brasil, a divisão da sociedade em classes se baseia em princípios estabelecidas por Karl Marx. Embora estejamos acostumados a ouvir dizer que as classes sociais são três (classes alta, média e baixa), a sociologia atual considera sete categorias: classe alta alta, classe alta, classe média alta, classe média, classe média baixa, classe baixe e miseráveis. Os principais fatores que servem como base para esta divisão são os salários e o poder aquisitivo ou “poder de compra”.  

Classes sociais e castas

Não se deve confundir “classes sociais” com “castas” - como as castas que são mencionadas na novela “Caminho das Índias”, da Rede Globo de Televisão. Uma classe social é um conjunto de pessoas ou famílias com vários aspectos sociais comuns entre si, mas considerando-se principalmente as similaridades econômicas, sendo que, mesmo raramente, um membro da classe baixa pode ascender apara a classe média ou mesmo para a classe alta. Numa casta isto nunca acontece: nesta, os pobres não têm a mínima chance de melhroar suas condições de vida.

A doutrina de Karl Marx e as divisões das classes sociais

Existem vários conceitos sobre divisões de classes sociais. Em países como o Brasil, predomina a que se baseia na doutrina marxista (do economista e sociólogo alemão Karl Marx, autor de “O Capital”). Segundo Marx, em qualquer país, capitalista ou não, existem a classe dominante e as classes dominadas. Enquanto a dominante controla direta e/ou indiretamente o Estado(*), as dominadas se limitam a apenas reproduzir a estrutura social imposta pela dominante.

Divisões das classes sociais e setores da economia

A classe alta alta é constituida por pessoas e famílias que se destacam social e economicamente. Geralmente são grandes empresários e famílias ricas, às quais costumamos chamar de “famílias tradicionais”.

A classe alta é composta por profissionais e pessoas públicas (políticos, etc.) que recebem altos salários e outros benefícios financeiros.

A classe média alta é composta por pessoas que recebem salários considerados médios altos. Na classe média estão as pessoas que recebem salários considerados razoáveis, porém inferiores aos que são recebidos pelos membros da classe média alta. Os membros da classe média baixa são os que recebem salários muito baixos mas não chegam a ser trabalhadores braçais.

A classe baixa é composta por trabalhadores braçais. É a que costuma ser chamada de “classe trabalhadora” – a meu ver, uma expressão pejorativa, pois parece considerar que somente essas pessoas trabalham.

Abaixo da classe baixa está a classe dos miseráveis. Seus membros são os desempregados e as pessoas e famílias que permanecem em constante estado de pobreza.

A divisão da sociedade também está relacionada à divisão da economia, que considera basicamente três setores. O primeiro setor, também conhecido como “setor primário” ou “setor público”, é o poder público, isto é, são os governos federal, estaduais e municipais.

O segundo setor - ou “setor secundário” – é o setor privado. Como o próprio nome idnica, é composto por empresas privadas. É o setor que recebe os produtos naturais (matéria prima) providenciados pelo setor primário para transformá-los em produtos (máquinas, aparelhos elétricos, eletrônicos, veículos, vestuário, alimentos, etc.) destinados aos consumidores. Nos países desenvolvidos, é um setor que apresenta porcentagens elevadas. No Brasil, destacam-se neste setor a indústria e a construção civil.

O terceiro setor envolve a sociedade civil organizada. São organizações não governamentais (ONGs), organizações sociais (OSs) e as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips). São sociedades civis e fundações sem fins lucrativos que atuam através de parcerias e contratos com os governos e empresas, têm finaliades semelhantes e recebem recursos públicos para a realização de atividades sociais.

As ONGs surgiram no mundo durante a década de 1940. No Brasil, a maioria delas sugiu a partir dos anos 1970, e a partir de 1990 suas prinipais ações se caracterizaram na forma de parcerias com os governos federal, estaduais e municipais e empresas públicas e privadas.

As OSs e as Oscips atuam dentro das esferas do Direito Público e do Direito Privado. Enquanto as OSs realizam as teses publicadas pelo Direito Público, as Oscips estabelecem as relações entre pessoas representantes dos dois Direitos. Para as OSs, existe uma lei federal que estipula o contrato de gestão através do qual a entidade pode gerir patrimônio público cedido pelo governo federal, estadual ou municipal.

Referências:

  • Almanaque Abril 2001 – Editora Abril, São Paulo, SP
  • Wikipedia
  • Brasil Escola (www.brasilescola.com)

 (*) “Estado, neste caso, não é a unidade da federação (UF). É a instituição organizada política, social e jurídicamente, cujas leis são estabelecidas através de uma constituição (no caso do Brasil as constituições Federal e Estaduais) e cujo governo possui soberania reconhecida municipal, estadual, nacional e internacionalmente.  

Autor: Elias Alves - Categoria(s): Ciência, Ciências humanas e sociais, Comunicação, Conhecimento, Desemprego, Economia, Emprego, Informação, Política, Sociedade Tags:
26/06/2009 - 03:13

As Diferenças Entre o BRIC e os Blocos Econômicos


O vídeo mostra um excelente trabalho escolar. Resta-nos esperar que esses sonhos se concretizem
(vídeo de Rds2591)

Existem muitos sites, principalmente blogs, fornecendo informações erradas sobre o BRIC. A maioria deles se refere a esse grupo de países como se fosse um bloco econômico. Na verdade o BRIC é uma associação comercial internacional que se difere dos blocos econômicos em vários aspectos, especialmente em relação à sua formação e aos seus objetivos.

Um bloco econômico (como o Mercosul, por exemplo) se forma a partir de decisões dos próprios governos dos países que o integram. Seus principais objetivos são o estabelecimento de relações comeciais privilegiadas entre os países membros e ao mesmo tempo em relação a outros blocos econômicos, visando principalmente a diminuição ou eliminação de tarifas alfandegárias para facilitar a inclusão dos serviços e bens produzidos por cada país no comércio internacional.

As associações comerciais internacionais como o BRIC não se formam apenas a partir de decisões dos governos dos países que as integram, mas principalmente a partir de orientações de institituições financeiras internacinais que atuam como gerenciadoras dos grupos. No caso do BRIC, a instituição financeira é o Goldam Sachs, um banco de investimentos internacionais. O nome do grupo é uma junção das letras iniciais dos nomes dos quatro países que o integram: Brasil, Rússia, Índia e China.

Origem e finalidades do BRIC e responsabilidades dos países membros

O BRIC foi criado através um acordo de cooperação mútua proposto pelo Goldman Sachs em 2002, considerando o Brasil, a Índia, a Rússia e a China como os principais países emergentes do mundo. Os países emergentes – ou “países em desenvolvimento” – são aqueles cujos padrões de vida da população são relativamente baixos mas ao mesmo tempo possuem uma base industrial em desenvolvimento e um índice de desenvolvimento humano (IDH) que varia entre o médio e o elevado. O IDH é um sistema de medida comparativa que inclui três itens básicos – recursos econômicos, níveis de educação e esperança média de vida – para avaliar o bem estar da população.
Para planejar a formação do grupo, o banco Goldman Sachs considerou várias características comuns entre os quatro países. Dentre elas, destacam-se boas reservas de recursos minerais e registros de grandes investimentos estrangeiros no mercado de capitais (bolsa de valores).

Num bloco econômico, os países que o integram têm o objetivo de realizar um esforço comum visando a queda de barreiras tarifárias. Num grupo como o BRIC, os países assumem obrigatoriedades específicas. O Brasil, por exemplo, é responsável pelo fornecimento de produtos alimentícios; a Rússia tem que fornecer petróleo e gás natural, a Índia se compromete a fornecer mão de obra e a China se encarrega do fornecimento de tecnologia. Entretanto, o principal interesse do Goldman Sachs está no fato de que o banco prevê que o Brasil, a Rússia, a Índia e a China se tornarão grandes potências econômicas dentro de alguns anos se mantiverem o atual nível de desenvolvimento dos recursos econômicos e dos investimentos em suas respectivas bolsas de valores.

Conclusão

Escrever um artigo ou publicar ifnormações sobre qualquer tema é algo que exige muita responsabilidade. É necessário que o autor tenha certeza sobre a veracidade das informações contidas no texto. Portanto, é necessário que ele faça uma pesquisa bem fundamentada, com base em dados provenientes de fontes seguras, confiáveis. Muitas pessoas - inclusive estudantes, candidatos a cargos oferecidos em concursos públicos e as que simplesmente querem se manter bem informadas - buscam informações no que escrevemos. Uma informação equivocada fará com que essas pessoas aprendam de forma equivocada, e isto as prejudicará. Além disso, não basta o autor ter ceteza do que escreve em seu artigo: é preciso que ele cite as fontes ou referências das quais obteve informações ou se baseou para produzir seu texto. A citação das fontes ou referências auxiliará os leitores que desejarem confirmar as informações ou obter outras mais detalhadas. 

Quanto ao BRIC e os blocos econômicos, minha opinião pessoal é de que só existem duas semelhanças: a promessa de um mundo melhor e os sonhos das populações dos países envolvidos. Resta-nos esperar pelo dia – que a realidade nos mostra que ainda está muito distante – em que essas promessas e esses sonhos possam ser transformados em realidade.

Referências:

  • Brasil Escola
  • Diário Digital (edição de 24.06.2009)
  • Almanaque Abril (Editora Abril – São Paulo, SP)

 

Autor: Elias Alves - Categoria(s): Comunicação, Conhecimento, Cultura, Informação, Sociedade, Tecnologia, blocos econômicos Tags: , , , ,
25/06/2009 - 02:29

Cientistas japoneses criam robô com emoções humanas

Este é Kobian, o robô que se emociona.
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Cientistas da Faculdade de Ciências Avançadas e Engenharia da Universidade de Waseda, em Tóquio, Japão, criaram um robô capaz de expressar emoções humanas. Kobian demonstra ter sentimentos como alegria, prazer, tristeza e mais outros quatro tipos de emoções. Às vezes ele revela sensações como susto.
Graças a um recurso que envolve pequenos motores no “rosto”, Kobian pode mexer os olhos, as sobrancelhas e as pálpebras. Além disso, os cientistas da Univeridade de Waseda o programaram para adotar certas posturas corporais que dão mais realismo aos seus sentimentos. Quando está triste, por exemplo, Kobian fica cabisbaixo e põe as mãos sobre a cabeça.
Os cientistas não pretendem parar por aí. O projeto continua em desenvolvimento para que Kobian possa atuar na área de enfermagem. Espera-se que suas emoções facilitem sua interação com os pacientes.
Referência: Uol Tecnologia/Diário Digital – edição de 24.06.2009
Autor: Elias Alves - Categoria(s): Ciência, Comunicação, Cultura, Saúde, Sociedade, Tecnologia, Vida Tags: , , , ,
14/06/2009 - 02:41

Mamute – o ancestral do elefante

Desenho de Elias Alves

O aspecto dos mamutes (ver desenho acima) demonstra claramente que eles foram ancestrais dos elefantes. Entretanto, eram bem maiores e mais peludos e suas presas também eram bem mais longas do que as dos seus descendentes que vivem na África e na Ásia. As orelhas se assemelhavam mais às do elefante asiático do que às do africano.

Esses detalhes são conhecidos porque, apesar dos mamutes estarem extintos há mais de 30 mil anos, têm sido descobertos vários corpos em excelente estado de conservação na Sibéria. O primeiro foi econtrado em 1748. Outros têm sido descobertos durante o século XX, a maioria deles a partir de 1950. Em março de 2007, os cientistas encontraram o corpo de um filhote cujo estado de conservação permitiu até mesmo revelar que se tratava de uma fêmea que tinha um ano de idade quando morreu (ver vídeo abaixo).

Esse excelente estado de conservação se deve ao fato de que os corpos dos mamutes são sempre encontrados debaixo de grossas camadas de gelo. A Sibéria é uma região que se extende em três direções: dos montes Urais, na Rússia, até o oceano Pacífico; do oceano Ártico até o centro-norte do Cazaquistão, e daí até as fronteiras do Cazaquistão com a Mongólia e a China. O território totaliza cerca de 10.007.400 quilômetros quadrados e seu clima é predominantemente polar, com temperaturas que variam de cerca de 60 graus abaixo de zero no inverno a aproximadamente 10 graus abaixo de zero no verão. Esses níveis de temperatura tão baixos tornam muito fácil entender como corpos de animais mortos há mais de 30 milênios se mantêm tão bem conservados: eles permaneceram supercongelados durante todo esse tempo, e isto tem facilitado os estudos dos cientistas. Num território tão extenso e com temperaturas tão baixas, com certeza a Sibéria ainda guarda muitos corpos de mamutes e outros animais pré-históricos à espera de descobertas.

Corpo de um filhote de mamute encontrado na Sibéria em 2007. Era uma fêmea e tinha aproximadamente um ano de idade quando morreu.
(Vídeo de “escritorbr”)
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Referência: Enciclopédia Vonhecer – Volume II – Editora Abril – São Paulo, SP.

Autor: Elias Alves - Categoria(s): Ciência, Comunicação, Conhecimento, Cultura, Vida Tags: , , ,
11/06/2009 - 14:12

O significado da palavra “gramática”


As “pérolas” do vestibular, vistas por muita gente como “engraçadas”, devem ser vistas como um problema preocupante, pois refletem a profunda gravidade dos problemas causados pelo nível do ensino brasileiro, que continua baixíssimo.
- O vídeo acima é de “pensiipanema” -

Enquanto prosseguem nos setores governamentais de educação do país as aplicações de medidas relativas às mudanças ortográficas – que, a meu ver, não trazem benefício algum e só trazem mais dificuldades de aprendizagem especialmente para os alunos de ensinos fundamental e básico - esquece-se se ensinar aos estudantes, na maioria das escolas públicas e privadas, o verdadeiro sentido da palavra “gramática”. Isto é o que se percebe claramente ao observarmos o desempenho desses estudantes em provas de língua portuguesa nos vestibulares e concursos públicos. Os erros são absurdos, muito mais no que se refere ao uso adequado das regras gramaticais do que em relação às formas de escrita das palavras.

A prova principal de que um enorme número desses alunos encerra o período de segundo grau e busca iniciar um curso superior sem saber pelo menos o que é uma gramática é o fato de que, nas provas do vestibular, a maioria deles a define simplesmente como “um livro de língua portuguesa” ou “um livro no qual se ensina língua portuguesa”. Ou seja, eles demonstram ter duas interpretações equivocadas: a de que a gramática é simplesmente um livro e a de que somente a língua portuguesa possui uma gramática.

O que é uma gramática?

Para tentar auxiliar aqueles que pretendem entender melhor o que é realmente uma gramática, exponho neste texto algumas explicações através do que eu aprendi lendo bastante a respeito – pois acredito que só lendo muito (revistas, livros, jornais, etc.) é que se aprende alguma coisa, especialmente num país como o nosso, onde o ensino nas escolas é tão precário.

Segundo Aurélio Buarque de Hollanda, a gramática é um estudo do tratado da linguagem e de seus regulamentos. Celso Pedro Luft explica que a gramática é um sistema de regras para a montagem das frases de um idioma, qualquer que seja. No nosso caso, nos referimos à gramática da língua portuguesa falada no Brasil.

Gramática Descritiva e Gramática Normativa

Numa definição um pocuo mais detalhada, Luft explica que a gramática é descrita como um sistema de regras cujo objetivo é a análise para interpretação  das formas do idioma, buscando facilitar a comunicação oral e escrita entre as pessoas. Entretanto, isto ainda não é tudo. Há o fato de que a gramática pode ser descritiva ou normativa. É descritiva quando é estudada como uma ciência, ou seja, como uma disciplina orientadora que regulamenta o texto ou o discurso. É normativa  quando estabelece um padrão do que se chama “falar bem” e “escrever bem”. Portanto, a gramática normativa é uma ciência aplicada com uma finalidade estética e, ao mesmo tempo, de clareza quanto ao que se pretende dizer ou informar. Por sua vez, a gramática descritiva se restringe a observações de quem a estuda, estando sujeita a expeculações originadas nos pontos de vista induviduais.

Em resumo, pode-se dizer que a gramática é um sistema de regras para gerar frases bem formadas, relacionando escrita, sons e significados que facilitam o sentido do que se quer dizer. Por isto, a gramática como ciência inclui estudos relativos à fonologia (estudo dos sons), à morfologia (estudo da formação das palavras) e à sintaxe (estudo do uso de palavras adequadas nas frases e no texto quanto ao que se pretende dizer e ao público a que o autor quer se  dirigir[*])

O conhecimento desses detalhes é muito importante no ensino, pois dele dependerá o bom desempenho em qualquer profissão. Mesmo que o aluno não pretenda ser futuramente um professor de português, um jornalista, um escritor, etc., é preciso ter em mente que qualquer profissão que ele pretenda exercer está intimamente relacionada a esses detalhes. Todo profissional necessita, com muita freqüência, escrever cartas, ofícios, memorandos, fazer solicitações, dar explicações, etc., e para isto terá que ter um bom conhecimento de regras gramaticais. Não será possível dominar bem a gramática se não souber o que é uma gramática. Enquanto não forem ensinados esses detalhes tão primordiais, continuaremos assistindo a programas de televisão que mostram as famosas “pérolas do vestibular” como se fossem algo engrassado, mas que na verdade é vergonhoso para o país, e a ver crescer o número de provas com páginas destinadas à redação em branco porque a maoria dos alunos tem vergonha de demonstar que não sabem escrever. 

[*] Exemplo: uso de palavras mais conhecidas por determinados proficionais, como os termos médicos, jurídicos, etc., que devem ser evitados se o texto for dirigido a pessoas que não são profissionais dessas áreas). 

Referências:

  • “Minidiconário Escolar Aurélio Buarque de Hollanda – Século XXI” – Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, RJ.
  • “Novo Manual de Prortuguês”, de Celso Pedro Luft – Editora Globo – São Paulo, SP   

Autor: Elias Alves - Categoria(s): Comunicação, Conhecimento, Cultura, Educação, Informação, Sociedade, Vida, gramáticas, linguagem, ortografia Tags: , , ,
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