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18/12/2008 - 14:08

Igreja e sociedade em meio às rápidas transformações sociais

Por Flávio Conrado

Este texto foi apresentado na mesa redonda CONFERÊNCIA DO NORDESTE – 45 ANOS DEPOIS, realizada no VI Fórum Popular de Reflexão Teológica de 15 a 17 de novembro de 2007, em Olinda, PE.

No meio evangélico em geral, e mesmo entre as novas gerações de cristãos comprometidos com as lutas sociais, se desconhece o significado e o valor da Conferência do Nordeste, experiência expressiva da Igreja evangélicabrasileira para pensar o lugar e o papel da igreja evangélica e dos cristãos no Brasil de hoje1.

Acredito que estamos num momento muito especial de redesco brir e recriar um protestantismo relevante para o contexto brasileiro. São muitas as articulações, os espaços, as redes, os fóruns, as publicações, que levantam a suspeita de que algo está acontecendo, emergindo aqui e ali, de um despertar consciente para um novo olhar sobre a contribuição que a Igreja Evangélica deve dar nesse momento da vida social e política do Brasil.

Nesse sentido, eu ouso afirmar que estaríamos vivendo numterceiro momento de reconstrução da visão de mundo do protestantismo brasileiro, ou seja, significa que estamos sendo desafiados substantivamente quanto aos nossos valores e estruturas que conformam nossa presença na sociedadebrasileira e quanto à nossa relação com o projeto de nação. O que eu quero dizer é que nós estamos redefinindo ou favorecendo o surgimento e consolidação de novas formas de responder às demandas da esfera social e política. Obviamente que essa reconfiguração religiosa também vai se conformando nos embates específicos que se dão no campo religioso na disputa por hegemonia. Por isso, essa reconstrução não se dá fora dos contornos em que estão postos os conflitos religiosos, políticos, sociais e culturais, mas interage com eles.

Quais foram, no Brasil, esses outros dois grandes momentos de reconfiguração da visão de mundo protestante? Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Atualidade, Crítica Cristã Tags:
17/12/2008 - 18:01

Cristãos evangélicos e os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos*

Flávio Conrado

Em 1948, logo após a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) no pós-Segunda Guerra Mundial, foi proclamada a Declaração Universal de Direitos Humanos. Este ano haverá milhares de eventos e campanhas em todo mundo para celebrar os 60 anos do documento. A própria ONU preparou uma campanha para comemorar a data, sob o tema “Dignidade e Justiça para Todos”. A declaração, segundo a ONU, é o documento mais traduzido no mundo, existindo em mais de 360 idiomas. Sua vocação e alcance universais são indiscutíveis. Sendo de tal importância, faz-se necessário que os cristãos evangélicos promovam e aprofundem a reflexão sobre ele e sobre seu conteúdo. O que são direitos humanos? Há alguma relação entre os direitos humanos e a Bíblia? Seus princípios são compatíveis com os ensinamentos e a agenda de Jesus? Os cristãos devem se preocupar com esse assunto? A missão da igreja passa pela promoção dos direitos humanos?

Procuro aqui apenas sugerir algumas pistas para a reflexão a respeito desse tema urgente.

Direitos humanos… humanos direitos
Quando se fala em direitos humanos é muito comum o desconhecimento do assunto. No Brasil, as pessoas geralmente associam direitos humanos à defesa de “bandidos”. Por isso, é muito importante compreender o que é e quais são os objetivos da Declaração Universal dos Direitos Humanos?

A afirmação fundamental que constitui a base principal de toda a agenda dos direitos humanos é: “Todos os seres humanos são livres e iguais em dignidade e direitos”. Esta afirmação define que cada ser humano possui valor intrínseco, ou seja, não é necessário nenhum atributo ou ser nada mais do que se é para ser respeitado e valorizado. Isso significa que todos, sem exceção alguma e sem precisar de explicação adicional, possuem determinados direitos que são, portanto, universais. Não há justificativa alguma, então, para a exclusão ou para a discriminação. Se todos são iguais em valor, é preciso incluir todos no conjunto de direitos que protege e garante a liberdade e a dignidade de cada ser humano. Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Atualidade Tags:
17/12/2008 - 17:42

Oportunidades de reevangelização numa sociedade cada vez mais midiática

Mark Carpenter

Se “reevangelizar” significa semear o evangelho uma segunda ou terceira vez, parece não haver ferramenta melhor que a internet para disseminar com insistência e ubiqüidade. A proliferação de novos canais de comunicação — assim como a facilidade de acesso a esses canais — cria um ambiente que predispõe a formação, erudição e até persuasão dos usuários. Todavia, a mera democratização da informação nem sempre produz como resultado uma sociedade mais bem informada, pois dificilmente conseguimos valorizar a informação bruta que chega sem referência de veracidade, relevância ou contexto.

Uma das características observáveis numa população que compõe uma sociedade midiática que se familiariza com a internet é sua crescente inclinação para questionar toda informação que não possua comprovação de credibilidade.

Por este motivo, a quantidade maior de canais de comunicação e o acesso mais amplo das pessoas a esses canais não representam “a priori” um poderoso novo palco para a exposição da história ou da natureza do evangelho. As oportunidades existem, sim, mas apenas para os mensageiros dispostos a observarem as mais novas regras do jogo e a constatarem como as pessoas percebem e consomem aquilo que realmente faz diferença em suas vidas. Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Atualidade Tags:
17/12/2008 - 17:31

A participação dos evangélicos na política brasileira

Robinson Cavalcanti

Há quarenta anos vivíamos o fim de um paradigma: a hegemonia das igrejas históricas no protestantismo no Brasil, e um “destino manifesto” civilizatório (protestantismo = democracia + progresso). O Estado Laico, os colégios inovadores, a ética do trabalho e do abandono dos vícios caminhavam juntos nessa construção, com os nossos intelectuais orgânicos e a ação aglutinadora da Confederação Evangélica. A “derrota dos comunistas”, em março de 1964, fora lida como resultado do Dia Nacional de Jejum e Oração liderado por setores “renovados” em 15 de novembro de 1963, que também abandonaram o seu passado e fizeram as pazes com o autoritarismo, cooptados pelo regime. Mais do que o adesismo de uma minoria de inocentes úteis, áulicos ou oportunistas, a ideologia que vivia a triunfar é a da alienação: “política não é lugar para crente”. A ideologia do “destino manifesto” civilizatório foi esquecida, desconhecida pelas novas gerações. Concentramo-nos em debates sobre o milênio e a tribulação, pois, quando não se atua neste mundo, se pensa no “outro” mundo. A construção de um pensamento evangélico latino-americano foi deixada de lado, pela importação de correntes teóricas e dos setores mais conservadores dos Estados Unidos. O evangelicalismo das missões viu triunfar o fundamentalismo.
Nesse regime militar, nova geração (a maioria de igrejas históricas) retomaria a reflexão e a ação, dentro dos espaços da pastoral estudantil, das agências de serviço, das escolas de pensamento, em ministérios não-denominacionais. A Teologia da Missão Integral foi uma lufada de ar fresco em um contexto estéril, preocupado com a “salvação das almas”. Desse espaço sairiam os criadores de movimentos apontando para a responsabilidade social e política dos cristãos, em campanhas como “Evangélicos pela Constituinte”, “Diretas Já”, eleições presidenciais de 1989, “Fora Collor”, e na proposta do MEP; do setor pentecostal — que não tinha passado de engajamento — se desenvolveu a noção de “candidaturas oficiais”, sob o lema “Irmão vota em irmão!”. Retornamos à ordem constitucional, as eleições se tornaram uma rotina, a imprensa e a cátedra são livres, bem como a sociedade civil. As regiões continuam desiguais; não foi fechado o fosso que separa os privilegiados dos apenas incluídos, dos marginalizados e excluídos. Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Atualidade Tags:
13/12/2008 - 14:22

A contemporaneidade dos dons espirituais

Leitura Bíblica: 1ª Corintíos 12.1 a 11
“A outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.” V. 10.

O escritor Tércio Pacitti, em seu livro “ Construindo o Futuro através da Educação”, Editora Thompson, 2002, traz o seguinte pensamento: “Se você pensa que a educação é cara, experimente a ignorância.” ( Emil Sarhat ).  E Paulo, o Apóstolo dos Gentios, diz: “A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.” (I Co 12.1). Ignorar é desconhecer ou distorcer, fazer mau uso, abusar. É importante saber que os dons são diferentes, mas o propósito é o mesmo a edificação dos santos no Corpo de Cristo, a Igreja. Dons não são medalhas para ostentação, são ferramentas para o serviço do cristão. Todas as vezes que um dom é usado de forma distorcida, para ostentação ou vanglória, ele é retirado; porque o dom é inerente ao Espírito Santo, ao serviço a Cristo e as realizações ao Pai. Existe uma dimensão trinitária na prática dos dons espirituais: I Co 12.4,5 e 6. A perspectiva dos dons é Cristocêntrica, quem fala pelo Espírito Santo glorifica a Jesus e O Confessa como Senhor. (I Co 12.3)

Vimos no editorial do Domingo 22.04, O Dom, a dádiva do Espírito Santo, o doador dos dons, o capacitador para o serviço; vimos, também, a variedade dos dons a serem exercidos no Corpo de Cristo, a igreja, para edificação dos remidos e para a Glória de Deus; e o fruto do Espírito – fruto aqui usado como a resultante, a decorrência, o que acontece quando se tem e se é guiado pelo Espírito Santo! Você como cristão e cristã vai manifestar sempre: “amor, alegria e paz; longanimidade, benignidade e bondade; fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gálatas 5.22) Aqui reunidos em três grupos de três aspectos cada: Em relação à vida: “Amor, alegria e paz”; em relação aos irmãos e ao próximo, “longanimidade, benignidade e bondade”; e, em relação a você mesmo, na sua persona, no seu caráter, “fidelidade, mansidão e domínio próprio.” E a Bíblia diz, pelos lábios de Jesus, “pelos seus frutos vós os conhecereis”; é estranho que não tenha o Mestre dito: “Pelos seus dons…” Todavia, não queremos ser e, pela Graça de Deus, não somos “ignorantes” quanto aos dons do Espírito Santo, I Co 12 ou aos dons de Cristo, Efésios 4.7,11-13: É ler e observar. A cristandade hoje se identifica e, em alguns casos, se distingue doutrinariamente em três grupos com relação aos DONS ESPIRITUAIS: Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Teologia Tags:
13/12/2008 - 14:19

Igreja e contemporaneidade

O sentido de “contemporaneidade”
1. A contemporaneidade pode ser “física” e “psicológica”. Todas as pessoas e instituições existem num tempo concreto, que partilham com todos os outros e que constitui o enquadramento temporal do seu existir e agir. Nesse sentido nenhuma realidade pode deixar de ser “contemporânea”, no sentido em que existe num tempo concreto, onde interage com todas as outras realidades.
A “contemporaneidade psicológica” supõe a inteligência e a liberdade, a capacidade de transformar o “tempo físico” em “tempo humano”, discernir o sentido das coisas. O “tempo psicológico” é o lugar da cultura através da qual o homem dá sentido à vida e à história, capta a inevitável inter-penetração do passado e do futuro com o presente histórico. O “tempo psicológico” supõe uma leitura cultural do “tempo físico”, onde a herança do passado não se renega e as “utopias” de um futuro desejado e procurado, ultrapassam a fisicidade do tempo. A cultura proporciona uma “leitura crítica” do tempo físico. O homem é a sua medida, pois só ele consegue harmonizar a perenidade do seu mistério com a precariedade do tempo que passa. A essa harmonia, vivida não apenas individual mas comunitariamente, chamamos civilização.
Tanto a recusa do “tempo físico” como a sua absolutização, como se toda a compreensão do homem a ele se reduzisse, são limites da cultura e da liberdade. O tempo humano é, necessariamente, psicológico, porque introduz na interpretação do tempo que passa, as lições da tradição e a utopia da esperança. Só neste contexto tem sentido definir a “contemporaneidade” da Igreja. É por isso que o Concílio Vaticano II nos lançou o desafio de ler no tempo que passa, “sinais dos tempos”, isto é, portas abertas à esperança da salvação.
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Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Teologia Tags:
05/12/2008 - 18:16

O que é Teologia da Libertação?

Alexandre Marques Cabral *

A palavra teologia vem da conjugação de TÉOS e LÓGOS, dois termos gregos. Poder-se-ia dizer que teologia é todo discurso acerca de Deus. Assim, por exemplo, foi denominado por Aristóteles em seu livro “Filosofia Primeira”, que hoje conhecemos com o nome de metafísica. Para Aristóteles o TÉOS seria objeto de pesquisa da maior de todas as ciências: a ciência do ser enquanto ser – esta que hoje denominamos de metafísica. Portanto, para ser estagirita – Aristóteles, a metafísica, ou seja, a filosofia primeira, é sinônimo de teologia.

Apesar de podermos falar de teologia em um sentido lato, tal como abordamos acima, atualmente o significado deste termo difere-se deste que expusemos. Teologia hoje é o discurso racional acerca de Deus a partir dos dados advindos de um livro revelado: Bíblia, Alcorão, etc. À teologia compete, portanto, a atualização dos dados revelados através do discurso (lógos), segundo as exigências históricas vigentes. Com isso, se mostra o caráter transitório do discurso teológico: a transitoriedade do discurso deve-se à transitoriedade própria da história humana, da cultura e de suas diversas problemáticas. Deus, por isso, deve sempre aparecer ao homem, através do discurso teológico, historicamente situado. Esta, última informação nos leva a perceber a imbricação necessária entre teólogo, revelação e história.

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Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Teologia Tags:
04/12/2008 - 09:40

Quando a Igreja troca a teologia pela tecnocracia: com uma releitura de dois episódios da vida de Jesus

Isaltino Gomes Coelho Filho

Nas décadas dos sessentas aos oitentas, a denominação batista enfrentou um problema muito sério: a influência da doutrina e da liturgia pentecostal. Livros foram escritos, teses foram produzidas, congressos foram realizados e muita discussão se deu ao redor deste tema. Parece-me, porém, que esta situação foi absorvida, após muita tensão. A maior parte dos crentes não está ligando muito para doutrina, mas para celebração. A questão doutrinária tem sido minimizada. E, quanto à liturgia, há igrejas batistas com liturgia mais ruidosa que a de muitas igrejas pentecostais. Não se pode, hoje, dizer que a forma de culto caracteriza a doutrina de uma igreja.

Na presente década, duas são as dificuldades com que lidamos. A primeira é a tendência presbiterianizante em nosso meio, tornando as igrejas locais, que na ótica congregacional são o ponto central da denominação, em satélites da estrutura. No caso batista (não creio que seja assim no presbiteriano) boa parte das instituições só se lembra das igrejas locais para pedir dinheiro, não para ajudá-las. As igrejas são, cada vez mais, pagadoras de contas e não senhoras do processo denominacional. A voz das igrejas é fraca, na denominação batista. E não se diga que elas mandam nas convenções e juntas, devido ao nosso sistema convencional. Isto é uma falácia. Quem comanda a denominação são pessoas que têm capacidade de articulação política e que manobram em bastidores. Nosso sistema, na realidade, não é congregacional. É oligárquico. E muitas vezes, conduzido de forma a-ética e até mesmo anti-ética. Desestabilização de secretários executivos e presidentes, sonegação de plano cooperativo e atitudes mundanas para impor sua vontade, tudo isto sucede em nosso meio. Por vezes de forma como nem no mundo se vê. Foi por isso que um líder da Convenção Batista Brasileira, após ocupar certa função, declarou, desgostoso: “Estou convencido que o reino de Deus não passa pelas nossas estruturas denominacionais“.

Concordo com ele. Estivesse fisicamente em nosso meio, Jesus Cristo viraria muitas mesas e diria que seu reino se tornou um “covil de aproveitadores“.

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Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Crítica Cristã Tags:
02/12/2008 - 13:50

Picaretas de Cristo

O que você verá é chocante, mas é um pequeno exemplo do que se em falado em nome de Cristo, infelizmente o cristianismo tem afundado num mar de catarse e barganhas, podemos chamar isso de corrupção total e completa da mensagem de Cristo.

Fico imaginando os pais da igreja que viram o movimento começar e a forma como estabeleceram as bases que hoje deveríamos usar, andar hoje por várias igrejas e ver o que acontece hoje.

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Crítica Cristã Tags:
02/12/2008 - 10:15

Malabarismos Malaquianos

Ontem (06/08/06) fui assistir ao culto matinal numa igreja metodista desta cidade, onde estaria pregando um ex-padre católico, agora Pr. L. C.

Ele pregou sobre “Mordomia Cristã” e se saiu muito bem. Conversamos amistosamente depois do culto e comprei o CD que ele gravou para ser vendido após as suas pregações, o qual contém exatamente as três palestras do seminário para o qual ele foi trazido a Terê.

À noite, ele falou sobre “Ofertas” e hoje à noite deve falar sobre “Dízimos”.  Vim para casa,  após a pregação matinal de ontem, com uma boa impressão do pregador… Mas depois de escutar no CD a segunda e terceira partes do seminário, fiquei realmente decepcionada com o mesmo.

Para não ser injusta, vou comentar por alto o que ele falou de bom no culto da manhã de ontem.

Mordomia Cristã – Ele ensinou os ouvintes da igreja a cuidar bem de tudo que Deus nos dá. Cuidar bem do corpo, que é o templo do Espírito Santo. Ter cuidado com a língua, evitando palavrões, fofocas e maledicência. Cuidar bem do cônjuge, cuidar bem dos filhos, lendo a Palavra para eles e fazendo o culto doméstico, evitando xingá-los (para não deixá-los com algum complexo de inferioridade), evitando que vejam filmes ocultistas na TV, pois os satanistas usam esses filmes para destruir nas mentes infantis o temor de Deus. Fazer com que eles acompanhem os pais à igreja, pois a educação familiar anda muito banalizada ultimamente entre os pais crentes, que deixam os filhos à mercê do secularismo, etc. Sem citar a 1 Timóteo 5:8, ele falou exatamente sobre o que Paulo admoestou nessa passagem: “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel”.

Ele também ensinou o crente a valorizar o emprego que tem, sendo honesto com o patrão. A gastar o dinheiro recebido com coisas absolutamente indispensáveis e não superficiais, evitando entrar nas chamadas liquidações, onde o pecado do consumismo leva o crente a comprar coisas desnecessárias, com a ilusão de estar economizando… Coisas que muitas vezes nunca são usadas…

Dedicar menos tempo à TV e mais ao estudo da Bíblia e à oração. Remir o tempo, pois o estudo da Palavra é que leva o crente a se tornar um cidadão perfeito, etc. (Aqui ele usou a 2 Timóteo 3:16,17 sem citar a passagem).

Importante é levar sempre os filhos à igreja e cuidar bem do pastor, que é o “anjo da igreja” e não apenas um funcionário dos crentes. Ele exaltou demais o papel do pastor, usando talvez essa maneira para agradecer o convite para  realizar um seminário nessa igreja… Que é boa, apesar dos “propósitos”… Leia mais »

Autor: azevedothiago81@ig.com.br - Categoria(s): Crítica Cristã Tags:
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