O aluno de oito anos, muito machucado, com um braço engessado, hematomas e alguns pontos na fronte descrevia a agressão do jeito dele:
” ele me batia muito e estava em cima de mim, a professora olhava e não foi nem aí…”
O aluno que batia era filho da professora que assistia e segundo a vítima “…não foi nem ai…”
Aluno sofre agressão de toda ordem e de todo grau. Tem seus direitos mais elementares violados dentro das escolas públicas, mas não é privilégio de São Paulo. Temos visto coisas horrorosas de Porto Alegre, Paraná ,Santa Catarina e Rio de Janeiro.
A impressão que passa é que São Paulo por ser o estado de maior importância do pais deu o mau exemplo que agora assola o pais todo.
Se pode em São Paulo, pode em qualquer lugar.
A noticia não causa espanto.Continua nos indignando, mas sem espanto, sem surpresa….já que é o cotidiano da escola pública em São Paulo.
A novidade, foi o modo com que a Rede Record de Televisão mostrou.
Ela entrevistou a diretora, que contou uma estória muito mal contada.Disse que o aluno correndo bateu num pequeno portão que cedeu e ele caiu….
A mãe indignada e o aluno que sofreu a agressão também foi ouvido.
Isso é o que pedimos sempre para a imprensa. Que ouça todos os lados…
Que seja transparente.
Estamos cansados de denunciar que aluno em escola pública não pode revidar, tem que apanhar e ficar quieto
Se revidar as agressões da professora, sejam físicas ou morais, ele passa de vítima a réu, os alunos nunca são ouvidos. Fica valendo a palavra da professora.
Agora essa notícia tinha uma pequena novidade.
Quem olhava era uma professora, adulta, portanto, olhava um aluno de oito anos ser espancado bárbaramente por outro, que era maior em tamanho.A diferença que incomoda é que o agressor era
FILHO DA PROFESSORA.