Graças ao esforço de um grupo de pais.Da Giulia do Educaforum e de um casal de professores, a diretora da Escola Estadual Lucas Rosquel Rasquinho, Zona Sul de São Paulo, foi EXONERADA.
Numa reuinião na COGESP o Senhor José Benedito prometeu tomar providencias. Não era a providencia que esperávamos, que era exonerar a bem do serviço público, não apenas do cargo de direçao.
Foi a providência possível…Motivos e fundamentos tinha.
Para o lugar dela foi uma diretora com o discurso sadio de uma pessoa séria e capacitada.
O problema é que a diretora ficou com a vice da diretora exonerada.
Um legitimo TIRA A MOSCA E DEIXA O BOLO. Sendo a vice, cargo de confiança da diretora, ia ficar dificil implantar mudanças decentes com uma par assim tão disparatado. A diretora e a vice olhando cada uma para um lado a escola ia emperrar.
Depois de muita luta e muitas queixas, vem a boa noticia:
A Diretora exonerou a vice. Agora ela pode escolher entre as professoras, uma que queira trabalhar pela escola.
Graças a Deus. Nem tudo está perdido.
Valeu, José Benedito !!!Valeu professores Fátima e Paulo.
Valeu Manuel Tertuliano, do Forum em Defesa dos Direitos das Crianças de Marcilac.Valeu Educaforum…
Uma luta desigual, mas valeu !!!!
Agora é só a comunidade juntar forças com esse casal de professores herois que comeram o pão que o diabo amassou. Juntar forças com a direção reescrever a história dessa escola.
Fazer a Escola Lucas Rosquel Rasquinho o símbolo da resistencia dos pais em conjunto com os dois professores, contra a corrupção a covardia e a impunidade.
NOSSA, QUE BOM PODER ELOGIAR….
Arquivo de fevereiro, 2009
NEM TUDO ESTÁ PERDIDO….
A ESCOLA PÚBLICA DE SÃO PAULO DESCOBRIU SUA FUNÇÃO
Já que escola pública não ensina o que precisa.Ninguém cobra e ninguém avalia, então descobriram uma função para ela.Arrecadar mais e mais dinheiro do povo.
Ano passado as mães insistiram em mandar seus filhos para a escola. Para resolver essa questão cruciante, as escolas da Zona Sul, região da Diretoria de Ensino Sul 3 lançou a moda que pegou rapidinho.Transformou a escola em parque de diversões. Instalou brinquedos alugados no páteo e cobrava ingresso dos aluno.Era pula-pula, carrinho de algodão doce, piscina de bolinha…
Os alunos que não podiam pagar podiam entrar na escola, mas ficava olhando, um aluno relatou que um aluno muito pobre, nem nenhuma chance de pagar nenhum brinquedo, mas chupava a barra da camiseta enrolada entre os dedos, enquando seus olhos pulavam ávidamente de um brinquedo qualquer para os carrinhos de algodão doce ou maçã do amor.Ele literalmente chupava o dedo enquanto quem podia brincava e se deliciava com a guloseimas.Aula mesmo, nada, nadinha.
Agora a Secretaria de Educação lança a moda do ESCRAVIÁRIO.
Ela contratou milhares em São Paulo, agora vai para cidades do interior.Tem 840 vagas para alunos trabalharem como estagiário
Esses estagiários tomarão conta das salas de computadores e orientarão os alunos.Para concorrer a essa vaga com esse salário ínfimo ela cobra 12.00, doze reais por aluno.
Por conta do desemprego os pais se forçam a pagar esss doze reais na esperança do filho ganhar alguma coisinha…
São centenas de milhares de candidatos, enchendo a burra da secretaria de educação de São Paulo de grana.
Se não tiver a sala de computação o jovem escraviario que deverá ser aluno da escola, faz serviços burocráticos…
Não é uma beleza ???
Explora os jovens alunos, pagando 340, 00 por mes para exercer a função burocrática.
Aula não começou, mas aqui em São Paulo principalmente os ESCRAVIÁRIOS DO PROGRAMA ACESSA ESCOLA, já estão trabalhando nas Secretarias da Escola.
Então é isso, vendem uniforme, vendem carteirinhas, cobram prova
Se a escola não é dos alunos.Nâo se acha na obrigação de ensinar, então que seja uma excelente arrecadadora de verba.
O trouxa do contribuinte paga imposto e não cobra ensino de qualiadade, entao pode pagar os ” por fora” todos que a secretaria de educaçao inventar.
A escola pública de São Paulo, descobriu sua função.
CAÇA NÍQUEL
Conselho de Escola e o voto-de-cabresto

Fevereiro tem Carnaval… os jornais e TVs só mostram “peitos” e “bundas”… Mas a maior degradação moral contra nossas crianças está acontecendo nas escolas públicas: as diretoras estão manipulando as eleições dos conselhos de escola.
O Conselho de Escola é o órgão máximo da escola. Sua função é de atuar, articuladamente com o núcleo de direção, no processo de gestão pedagógica, administrativa e financeira da escola…
A lei determina que o Conselho de Escola deve ser formado por representantes de alunos, pais, professores e funcionários, sendo que cada segmento deve realizar sua eleição em assembléia independente.
Tem muita direção escolar que não cumpre a proposta pedagógia… que pratica todo tipo de desmando… que não presta contas dos gastos…
São estas direções escolares que não querem ser fiscalizadas…
São estas direções escolares que manipulam o processo eleitoral do conselho de Escola… também intimidam alunos, pais, professores e funcionários…
São estas direções escolares que praticam o voto-de-cabresto nas escolas públicas.
O caso da Escola Estadual Homero Vaz do Amaral (Nota 2,37 no Idesp-2007) é um exemplo da falta de democracia, falta de respeito à Constituição Federal, ao Estatuto da Criança e do Adolescente e as demais leis:
- No dia 17/02, mandaram os alunos entregarem bilhetinhos aos pais, informando-os de que haveria eleições do Conselho de Escola e da APM (Associação de Pais e Mestres) no dia 19/02.
- No dia 19/02, os pais foram surpreendidos: a diretora é que estava “escolhendo” os pais que seriam do Conselho de Escola e da APM…
- Um pai reclamou e exigiu que a eleição fosse democrática;
- A diretora disse que era ela que mandava na escola e chamou a polícia para prender este pai…
Postado por Mauro A. Silva – Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública
Artigo 331 é usado para calar alunos e pais
Existe tudo bonitinho na Constituição Federal, que temos o direito de opinião e expressão… Até a criança e adolescente ganhou o direito de opinião e expressão e o direito de ser respeitado por seus educadores… A criança e adolescente foi trasformada em sujeito de direitos e deveres… Mas, na verdade, só lhes são exigidos os deveres.
Aí vem uma lei usadíssima em toda escola pública… uma lei que “derruba” todas as outras leis que garantem ao cidadão o “juris esperneandis”… E vem a famigerada frase colocada em todas as escolas:
Art. 331 – Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela:
Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, ou multa
(Código Penal, decreto lei nº 2848 de 1940)
Nas escolas públicas, o cidadão tem que acatar abusos de toda ordem… Não tem Cristo que convença as autoridades de que, na função do funcionário de escola pública, não está garantido que ele tem que gritar com os pais e alunos e que não precisa cumprir sua obrigação…
Com essa “lei”, qualquer crítica a professor ou direor foi trasformada em “Crime de Lesa Magestade”. O funcionário da escola pode tudo… os pais e alunos não podem nada.
Em São Paulo, a polícia militar é, com frequência, chamada pela escola para autuar os pais ou alunos que não querem acatar ordem absurda, ou que reagem ao desrespeito na mesma proporção.
Na última sexta-feira (20/02), um pai esclarecido quase foi preso. Ele é membro da Executiva do Forum em Defesa dos Direitos de Criança e Adolescente do Marsilac; e foi surpreendido com um monte de policiais chamados pela direção da Escola Estadual Homero Vaz do Amaral. O pai, que também é funcionário público, contestava a irregularidade do Conselho dessa escola.
Tudo errado, tudo ilegal e irregular.
Como a direção escolar nunca é cobrada, a diretora chamou a Ronda Escolar, que veio com reforço policial para prender o pai que questionava um direito líquido e certo.
O pai conta que a diretora se alterava e não respondia ao questionamentos dele. Quando ele viu aquele monte de policia entrando, ele assustou-se. Achou que tinha algum bandido escondido na escola ou algo assim para justificar aquele monte de policia.
Logo percebeu que era com ele, quando um sargento se dirigiu e ele e pergunta o que ele estava aprontando…
Em se tratando de um pai esclarecido ele não se apavorou com os policiais e explicou que se havia algum tipo de crime não era ele que estava cometendo.
Agora, imaginem um pai simples ou mãe de periferia… imaginem a diretora chamando um monte de policia para eles… Basta a diretora dizer que foi desacata… É CANA DURA!!!
E as direetora chmama a políca a toda hora…
Não temos policiais suficientes para atender a população. Mas, para atender ao chamado de uma diretora de escola, a polícia chega em questão de segundos.
Assim vai essa lei do Desacato… desacatando todo direito que tem o povo brasileiro de espernear…
Nem se consegue convencer as professoras e diretoras e demais funcionários da escola de que eles também têm o dever de tratar as pessoas com urbanidade e respeito…
Professores, diretores e funcionários não podem ofender pais e alunos.
É díficil convencer que “dar uma aula mediocre – e outras violências mais, não é estar no exercício de sua função nem em razão dela”…
A lei do Descato( artigo 331 do Código Penal) é o que se pode chamar de LEI DA MORDAÇA.
Um lei que e uma excrecência… e o Dr Helio Bicudo já se pronunciou contra ela várias vezes… Mas, como ela é aplicada sempre contra o pequeno e o pobre, esta “lei” ela vai ficando.
Essa é a lei do mais forte.
Chega de *brincadeirinhas* contra nossas crianças…
Dessa vez não “colou” a desculpinha esfarrapada: a professorinha que colou a boca das crianças de 6 e 7 anos foi afastada e vai responder processo por agressões e maus tratos.
Mas esta professora só foi punida porque isto aconteceu em Manaus, capital do Amazonas… se fosse aqui em SP, a professorinha até poderia ser promovida a coordenadora pedagógica…
Leiam mais aqui:
- Professora é afastada após colar boca de crianças em Manaus (AM)(Folha Online, 18/02/2009)
“Ela afirmou ainda que usou a fita adesiva para calar as crianças como uma “brincadeira” e justificou o castigo como um “gesto impulsivo”
- Mãe acusa professora de usar fita crepe para calar aluno em SP (Folha Online, 06/12/2004)
“A professora admitiu, por meio da diretoria da escola, ter usado a fita crepe, mas diz que agiu por brincadeira”.
- “É normal professor chamar aluno de “bicha”, diz secretaria” (caso EE Octacílio de Carvalho Lopes, Jornal da Tarde, 24/03/2005).
“Na investigação feita pela Diretoria de Ensino, foram ouvidas várias pessoas, entre elas o próprio professor – que admitiu ter se referido ao aluno como “bicha”, o que classificou de “brincadeira”
Postado por Mauro A. Silva – Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública
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Notas das escolas pública de SP no Idesp 2008
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