O apresentador do Programa Balanço Geral da Rede Record, se defendeu das críticas que recebeu. Demonizou o aluno de Ribeirão Preto que revidou a uma agressão da professora. Esse aluno tem que sair da cidade com a família, transformado que foi em monstro pelo Balanço Geral.
Depois de rebater as críticas e para mostrar outro caso de professor “coitadinho”, que foi agredido por aluno, mostra este caso mais escabroso ainda, mais tendencioso ainda.
O professor mostra um pequeno ferimento no rosto, depois de relatar uma luta corporal e demorada que teve com um aluno da sétima série.
O professor, com aparência de pessoa de porte avantajado…
Perguntamos então: – Com quantos ferimentos estaria esse aluno?
O professor conta que o aluno foi impedido de entrar na sala ao lado, e foi tirar satisfações com ele, onde entraram em luta corporal.
O professor alega que não tinha nada com a proibição já que a decisão foi em conjunto.
Então, se foi em conjunto, ele estava junto nessa decisão ilegal e imoral de impedir aluno de assistir aulas?
Se o aluno foi tirar satisfações “com ele”, não seria por ser ele o líder dessa decisão normalmente feitas nos Conselhos de Escola, onde se reúnem quase sempre os piores professores? Os mais intolerantes e os que barganham com a direção as decisões que prejudicam os alunos?
O apresentador diz que o aluno em questão não foi encontrado para dar sua versão… Ora, se o aluno aparecesse ele seria execrado e seria mais um que a família teria que se mudar de cidade.
O Balanço Geral poderia, se quisesse, ouvir os alunos da classe… se fosse até a porta da escola… Não foi porque não queria, mesmo, apresentar a outra versão.
O lado positivo desse caso é que a Secretaria de Educação prometeu apurar.
Esperamos que apure mesmo e já, de cara, puna esse professor nos rigores da lei, já que ele confessou, diante das câmeras, que a decisão de impedir o aluno a assistir aula foi em conjunto.
Um grupo de pessoas que se reúnem para violar a lei… como é que se chama mesmo?
Corja? Súcia? Quadrilha? Já que perguntar não ofende….
Nesse caso o Balanço Geral, programa da Rede Record que cobre a região de Bauru, foi tentar consertar um erro com outro erro.
… e FICOU PIOR A EMENDA
Arquivo de fevereiro, 2008
FICOU PIOR A EMENDA…
ALELUIA, A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DESMENTE A APEOESP
A APEOESP divulga os dados que a maioria dos professores da rede estadual do ensino de S.Paulo, ou sofreram ou assistiram uma ato de violência contra o colega.Os dados eram de 87 por cento
Quem atua na defesa de direito de aluno denuncia sempre que é um dado mentiroso.A imprensa divulga os dados da APEOESP como verdade e não ouve os pais.
Vem a Secretária de Educação e desmente com muita coragem os dados da Apeoesp e declara na Rede Globo de Televisão que são apenas O,O8 por cento, a gente arrisca ainda menos.
A cada 2 mil alunos agrididos, 2 revidam. A imprensa ignora o motivo. Ignora que é um revide, uma REação e divulga o caso isolado demonizando o aluno.A ponto da familia do aluno ter que se mudar de cidade, quando é cidade do interior.São 2 casos de aluno que revidam para 2.000 casos de aluno que sofre a agressão e não revida.Registra o caso na Secretaria de Educação e não dá em nada. Não dá em nada, quando o aluno é agredido, isso quando o professor agressor não é promovido.
Nunca vimos um caso de professor agressor, que a imprensa divulgasse e dissesse do professor o que diz do aluno quando é o aluno que agride.Aliás o caso de professor que agride dificilmente é divulgado e mesmo assim de modo bem superficial,um comentário que passa desapercebido quase sempre.
Tem até apresentador como o caso do Datena que espuma e pede o rebaixamento da idade penal e pena de morte, quando é o caso de aluno supostamente agressor.
Por ser um fato inédito, uma Secretária de Educação desmentir a Apeoesp, a gente cumprimenta satisfeito essa conduta.Espera ainda mais.Espera-se que a Secretaria acorde e de espaço para os pais denunciarem com a punição para os professores culpados.Só assim a violência na escola dimuniu.Diminuindo s violência contra alunos, e que os pais possam cobrar aulas de qualidade, dando sugestões e participando sem medo de represálias e revanches tão a gosto dos maus profissionais que não se interessam que a escola ande.
Que demita o atual Ouvidor que só ouve o lado dos professores e que
crie uma OUVIDORIA DO ALUNO
O CABRITO TOMANDO CONTA DA HORTA.
O prof.Mario Sergio Cortela,declarou uma vez na TVCultura, que professores da Escola Pública são a elite gananciosa. Nunca vi uma avaliação tão forte e tão verdadeira.
No interior o caso é ainda mais grave.
Aluno que revidar agressão, se o seu caso vir à tona, tem que mudar de cidade. No mais legitimo estimo nazista.Sem nenhum direito de defesa ou quem sabe, Estilo da Ditadura,contestar, agredir ou ofender agente do governo era crime, muitos morriam sob tortura ou desapareciam.
Não sei como qualificar o regime politico que impera nas escolas públicas, se é NAZISMO OU DITADURA, mas com certeza não é democracia.Aluno não tem nenhum direito de defesa.
Como professoras e diretoras de escola pública no interior são bem relacionadas e tem parentes influentes na cidade, o aluno que cai em desgraça e revida agressão é punido junto com sua familia.Não tem mais espaço para eles na cidade.São exilados, sem o beneficio do asilo politico.
Aconteceu em Limeira.Lembram aquele aluno que a professora o esqueceu de castigo atrás da porta? A escola fechada com ele dentro.O aluno pequeno, vomitou na delegacia de policia em aparente estado de choque.
A professora foi afastada por uns dias e não teria sido descontada, apenas descansou.Voltou com festa para a escola e a familia do aluno teve que se mudar.
Agora é o caso do aluno de Ribeirão Preto.O aluno e a professora foram ouvidas pelo Balanço Geral, programa da Rede Record de televisão.O que prevaleceu foi a versão da professora, segundo ela o aluno a agrediu sem mais nem menos, segundo o aluno, ela partiu para cima dele ameaçando mata-lo e xingando sua mãe de (p…) coisa que adolescente costuma se ofender terrivelmente.
No programa a Apeoesp junto com o apresentador dando o tom. Aparentemente ditando a fala do apresentador, mandando na imprensa, assim como manda no governador José Chirico Serra
Enquanto isso a escola pública vai deformado cidadãos, dando maus exemplos e não ensinando nem o minimo
A Apeoesp é um sindicato, para defender direito de professores, o que é legitimo,mas mandar na Secretaria de Educação em S.Paulo, desmoralizar o governador e influenciar a imprensa, é como diz o ditado
O CABRITO TOMANDO CONTA DA HORA.
Claro que não dá certo….
QUEM PAGA É O TROUXA DO CONTRIBUINTE…..
O Kit que a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo vai entregar nas escolas está redondinho. Nâo deve ter custado pouco, está muito bem elaborado, além do programa a ser seguido tem sugestões de como ministrar as aulas. Tem sugestões de exercicios, tudo bonitinho.
Mesmo quem não tenha feito pedagogia mas com o minimo de boa vontade pode ministrar uma aula de qualidade com as orientações das cartilhas.
Se fosse para melhorar a qualidade do ensino, todo o gasto seria justo e lógico.
A Apeoesp e as professoras não querem.Esse Kit derruba por terra um monte de argumento, inclusive o de que o professor está mal preparado.
Cobrar de um trabalhador que ele siga um roteiro ou uma programação é o minimo para que um trabalho seja bem feito, é básico. Professora não se imagina uma trabalhadora, ela se acha uma abnegada, uma santa e cobrar a sua produção é uma heresia.
Para uma professora que mais falta do que vai na escola, quando vai não faz nada, o programa é um problema sério.
Lembro dos Kits da Progressão Continuada que o Governador Mário Covas enviou para as escolas.Eram cartilhas coloridas explicando o que era a Progressão Contiuada, um para cada pai.Tinha também os Kits para os Conselhos de Escola e Apms com fita de video explicativo.Era a Progressão Continuada passo a passo, qualquer um poderia entender.
A Progressão Continuada era para o professor ensinar, não era nem para aprovar sem que o aluno soubesse e nem para reprovar, era para ensinar.Se o aluno não aprendesse determinado ponto o professor tinha a obrigação de agendar uma aula de reforço fora do horário de trabalho.A aula de reforço o professor ganhava com um adicional de 30 por cento.
Então ficou mais fácil receber as aulas e aprovar o aluno sem que ele soubesse nada.Se o aluno fosse reprovado o professor tinha que explicar na SEE.
Claro que os professores que não queriam nada passaram a dizer para os pais que tinha uma tal Progressão Continuada que impedia o professor de reprovar e de ensinar.
Para a mentira colar, tiveram que dar fim nas cartilhas.
Com as cartilhas na mão os pais iam entender afinal o que era a Progressão Continuada.
No momento que chegavam as cartilhas para os pais, eu estava na frente da Escola Estadual Adolfo Trípoli. Essas cartilhas nunca chegaram nas mãos dos pais.Os professores convenceram até a imprensa que Progressão Continuada era Promoção Automática e a responsável pelo fracasso da escola
Então como jogaram fora as cartilhas da Progressão Continuada, vão jogar fora os Kits para orientar os professores.
Lembrando que são milhares, sem contar o custo para elaborar as ditas cujas.Vão para o lixo….
Na verdade,não vai ter problema, ninguém vai cobrar aula de qualidade e nem a escola vai ser fiscalizada.
QUEM PAGA É O TROUXA DO CONTRIBUINTE …
Diretoras que desrespeitam as leis
O Editorial “Autonomia ou anarquia?” (Folha de São Paulo, 26/02/2008) nos induz a uma falsa conclusão: a culpa do fracasso escolar estaria na autonomia curricular das escolas.
Isto é pura bobagem.
O que de fato acontece é que as escolas públicas atuam como verdadeiros feudos das diretoras. Elas fazem sua próprias leis, cobram taxas ilegais dos alunos, e ilegalmente suspendem e expulsam alunos… O próprio presidente do sindicato dos professores já disse que “não interessa o que diz a lei…” (assista ao vídeo aqui).
Escolas fora-da-lei
A Secretaria Estadual de Educação também é conivente com este feudalismo que impera nas escolas públicas. A Secretaria não fiscaliza e nem pune os abusos que as escolas praticam contra alunos, pais e comunidade. Por exemplos:
1. O professor que chamou um aluno de “bicha” foi promovido a coordenador pedagógico (Caso EE Octacilio de Carvalho Lopes);
2. A dirigente regional de ensino da Leste-4, que assinou o relatório “é normal professor chamar aluno de bicha”, simplesmente foi transferiada para outra diretoria de ensino;
3. Escola punia alunos com o “castigo do elástico” e o “paredão pedagógico”. A diretora ameaçou o Jornal da Tarde por ter publicado a reportagem. Mesmo assim, a diretora já voltou à escola. (Caso EE David Eugênio dos Santos);
4. Diretora chamou polícia para prender aluna que estava sem o uniforme. A lei estadual 3913/1983 proíbe a exigência de uniforme. “não interessa o que diz a lei…”. A Secretaria não puniu a diretora. (Caso EE Brasílio Machado).
5. Escola cobrava 1 real para aluno fazer prova. O governador falou em crime e chantagem. A secretária de educação afastou a diretora. O sindicato de professores e o sindicato dos diretores exigiram a recondução da diretora e que não houvesse nenhuma punição. O governo de SP sucumbiu ao crime e à chantagem. A diretora voltou e nada lhe aconteceu (Caso EE Maria da Glória Costa e Silva);
6. Escola impedia alunos de entrarem de chinelo. Visita do secretário-adjunto colocou ordem na casa. A Secretária Maria Lucia Vasconcelos mandou questionários a todas as escolas pedindo explicaçoes sobre as cobranças ilegais de taxas e uniformes. A secretária foi demitida. Hoje, a escola cobra até taxa de matrícula (R$ 10,00). (Caso EE Beatriz Lopes);
7. Escola suspendeu uma classe inteira e expulsou uma aluna sob a falsa alegação de que ela teria colocado fogo em um cesto-de-lixo. Provocada pelo Educafórum, a Secretaria interviu e exigiu que a aluna fosse reintegrada à escola. Abriu-se processo administrativo contra a diretora em 29/08/20007. A aluna foi denunciada pelo Ministério Público em 26/11/2007. O juiz inocentou a aluna e desmoralizou a escola em 25/02/2008. O processo administrativo contra a diretora está dormindo em alguma gaveta da 3ª Comissão Processante. (Caso EE Padre Josué Silveira de Mattos).
Jornalismo Investigativo???
O jornal Folha de são Paulo deveria abandonar a cômoda posição de porta-voz da secretaria de educação e partitr para um verdadeiro jornalismo investigativo.
O caso da publicação e distribuição da “Revista do Professor” e do “Jornal do Aluno” daria uma boa invesigação. Por exemplo:
1. Por que atrasou a distribuição destas publicações?
2. Qual foi o custo do 150 carros contratados para distribuir as publicações no sábado (11)e domingo (12) antes do início das aulas?
3. Os professores não tinham conhecimento do material.
4. Por que a Secretaria não publica o material na internet? alguém está recebendo “direitos autorais”?
5. A secretaria contratou alguma “ong” para elaborar o material pedagógico?
6. A Imprensa oficial tem algum vínculo com ong que edita fascículos ou material pedagógico?
7. Quem é o atual diretor da Imprensa Oficial?
A quem interessa sonegar as informações sobre as escolas?
A secretaria sonega dados básicos, como o número de professores em cada escola e o números de faltas nestas mesmas escolas. Também sonega os dados do Saresp por escola. Isso sem falar que a Ouvidoria da Educação não divulga os relatórios das denúncias contra as escolas.
E a Folha não cobra transparência deste governo. Editorias “indignados” não vale. Queremos ver uma efetiva ação judicial.
Quem vai fiscalizar as escolas públicas?
O jornal Folha de São Paulo cumpre o mesmo roteiro da Secretaria de Educação: ignora completamente as mães e os pais dos alunos.
Não adianta falar em “proposta pedagógica” se não tem quem fiscalize o mais básico: a presença do professor em sala de aula.
Ao ignorar os 6 milhões de alunos e os seus repecivos pais, a Folha e a Secretaria compactuam com o mau corporativiso de maus professores que não querem ninguém fiscalizando o seus péssimos serviços.
Estamos enganados?
Ou será que a Folha de São Paulo acha que uma meia dúzia de jornalistas, que estudaram em escola particular, são capazes de fiscalizar 5.350 escolas públicas paulistas?
Poastado por Mauro A. Silva – Movimento Comunidade de Olho na Escola Publica
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