Lá vem a Secretaria Estadual de Educação em S.Paulo com o Programa Bolsa Formação.
O mesmo programa que o Serra colocou nas Emefes com outro nome e não deu certo.
Um sucesso, faz sentido ampliar e repetir, mas repetir o fracasso, é brincar com coisa séria.
Serão mais de cinco mil estudantes inscritos para ajudar a professora de primeiro ano a não fazer nada na sala de aula.
Na prefeitura, os estagiários não entravam na sala de aula, iam na escola a diretora assinava suas presenças e eles ficavam uma meia hora enrolando, andando de lá para cá e se mandavam a seguir.
Outros entravam na sala e aprendiam como NÃO ensinar.
As pesquisas mostravam o fracasso do programa.Ninguém aprendeu nada.
Sem fiscalizar, pode colocar meia dúzia na sala de aula que nenhuma vai ensinar nada.Mesmo que queira, nesse balaio de gato, esse mar de lama, inviabiliza quaisquer esperança de educador sério.
Na sala de aula, uma professora, fiscalizada, avaliada e bem paga e o suficiente, sempre foi, antes do desastre das gestões anteriores.
Primeira série ainda pior, o aluno se identifica ou não com a professora, duas, diferentes, uma sem menor vontade outra sem nenhuma qualificação vai virar um angú de caroço.
A Secretaria de Educação tem verba, querendo ajudar estudantes com bolsa, que arranje um programa decente.
Programa Lorota, a gente não aguenta mais.
Pedimos a Ouvidoria do Aluno durante os últimos 8 anos incessantemente, uma instância onde a corporação não metesse o bico, até agora todos se fizeram de surdos.
Em compensação, proliferaram Projetos Lorota, mirabolantes e caros.
Ái de nós?
Arquivo de março, 2007
MAIS UM PROJETO LOROTA?
CPI da Criança na Câmara Municipal de S. Paulo
Nesta 5ª feira (29), a CPI da Criança recebeu novas denúncias contra o atendimento oferecido aos alunos com deficiências físicas ou mentais. O caso exemplar é o da entidade Naceme (Núcleo Assistencial à Criança Excepcional Mundo Encantado), que mantém convênio com a prefeitura. As mães dos alunos denunciam maus-tratos contra os alunos e até mesmo irregularidades tanto no atendimento quanto na prestação de contas.
Também foram apresentadas as denúncias contra a entidade CACP (Centro de Apoio Comunitário de Perus) por maus-tratos praticados contra crianças menores de 10 anos. O NAPA (Núcleo de Apoio a Pais e Alunos) está acompanhando este caso.
A CPI da Criança aprovou requerimento para ouvir todas as pessoas e entidades envolvidas no (Centro de Apoio Comunitário de Perus): Conselho Municipal da Criança, Conselho Tutelar de Perus, Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, 46º Distrito Policial e Ministério Público.
CPI do desrespeito encerra fase de reuniões temáticas
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura situações de desrespeito contra crianças e adolescentes, idosos e portadores de necessidades especiais no município de São Paulo realizou, nesta quinta-feira (29/03), no plenário 1º de Maio da Câmara Municipal, sua 6ª reunião ordinária.
“Vamos aprofundar a investigação e partir para as fiscalizações”, explicou o vereador Paulo Fiorilo (PT), que é presidente da Comissão e tem coordenado todas as reuniões ordinárias. Além dele, participaram das discussões nesta quinta-feira a vice-presidente da CPI, vereadora Marta Costa (PFL), o relator, vereador Cláudio Prado (PDT), e os vereadores Atílio Francisco (PRB) e Mara Gabrilli (PSDB), que integram a CPI. As vereadoras Soninha (PT) e Noemi Nonato (PSB) também prestigiaram os debates.
Instituições Conveniadas
O tema que motivou maior debate foi a situação dos convênios mantidos pela Prefeitura com mais de 30 instituições especializadas no atendimento de pessoas com diferentes limitações, causadas pela surdez, pela cegueira ou pela paralisia cerebral.
Segundo relato feito por mães e representantes de organizações não-governamentais (ONGs), em algumas instituições há denúncias de atendimento inadequado ou insuficiente, de irregularidades como má utilização dos recursos do convênio e até de maus tratos praticados por profissionais contra crianças especiais.
Leia mais aqui.
continua…
Postado por: Mauro A. Silva – Movimento Comunidade de Olho na Escola Pública
Cremilda Dentro da Tribuna da Cidade – 29/03/2007

continua…
Deu na Assembléia Popular (28/03/2007):
Excepcionalmente, a Cremilda não pode comparecer à Assembléia Popular de hoje.
Vejam os destaques dos oradores:
Saúde e educação
Também do Movimento pelos Direitos da População em Situação de Rua, Ana Cristina Silva falou do descaso dos governantes em relação à educação e à saúde da população de rua e dos cidadãos de maneira geral. Ela relatou o caso de um morador de rua que “não foi atendido em um hospital porque estava com mau cheiro”.
Audiência pública para os transportes
Merice Andrade Quadros, da organização não governamental Embu-Guaçu em Ação, citou os problemas que alguns alunos e seus pais enfrentam nas escolas públicas em razão da obrigatoriedade do uso de uniformes que os submete a verdadeiras humilhações. “Muitos alunos não podem permanecer nas salas de aula se não estiverem de uniforme. Porém, muitas crianças têm apenas uma blusa e devem dividi-la com seu irmão”, afirma. E questiona: o que é mais importante, a freqüência às aulas ou o uso do uniforme? Ela convida os responsáveis pela educação a repensarem a medida adotada. Merice pediu a intervenção dos deputados paulistas para melhorar os transportes em Embu-Guaçu e região, realizando uma audiência pública para apurar os problemas enfrentados por moradores dessas localidades, que têm importantes atrações naturais.
Irregularidades no ensino
Mauro Alves da Silva, do Grêmio Social Recreativo Sudeste (SER), denuncia o precário funcionamento das ouvidorias das secretarias estaduais. Conforme legislação existente, a cada seis meses deveria ser enviado ao governador um relatório com todas as reclamações dos cidadãos, mas isso não está acontecendo. Disse que a Secretaria da Educação parece ser “cega, surda e muda”. Apesar de várias reclamações contra dirigentes de escola, o órgão não tem oferecido respostas. Segundo Silva, há diretores que cobram taxas ilegais e não deixam alunos sem uniforme entrar na sala de aula.
Sociedade renovada
Marco Aurélio Cinoqui Amaral, do Rotaract Club São Paulo de Vila Formosa, disse que o jovem não sobe à tribuna para falar besteira, mas para manifestar sua opinião, que é um direito constitucional. Alegou que representa mais de 160 mil pessoas do Rotaract, instituição ligada ao Rotary que promove melhoria de qualidade de vida aos jovens do mundo todo. Cobrou ações governamentais contra a violência. E acrescentou: “Todos os governos devem mudar, pois nenhum é comprometido com a juventude. A sociedade esqueceu que o mais importante é que ela se renove. Somos hoje vítimas dos governos de todos os partidos. Precisamos de uma sociedade justa, que cumpra com seus reais objetivos”.
O programa Assembléia Popular coloca uma tribuna à disposição dos cidadãos que queiram expor sua opinião a respeito de um tema de interesse da comunidade, todas as quartas-feiras, das 12h às 13h. As inscrições podem ser feitas no próprio dia em que os oradores pretendem fazer uso da palavra, das 11h15 às 11h45, no auditório Franco Montoro, no andar Monumental da Assembléia Legislativa. Para isso, os interessados devem preencher um formulário no local, responsabilizando-se pelas opiniões que serão emitidas. É necessária a apresentação de documento de identidade. Cada inscrito pode falar por, no máximo, dez minutos. As sessões da Assembléia Popular são transmitidas pela TV Assembléia aos sábados, às 12h, pelos canais 13 da NET e 66 da TVA.
Será sintoma de mudança? De comando decente? Tomara…
Tentei ligar para a escola Estadual Vianello Gregório em S.Paulo.Não consegui em nenhum dos dois telefones.Estavam indisponíveis.Ligo para a Diretoria Sul 2 e elas se comunicaram com a escola e os telefones foram liberados imediatamente.
Na conversa por telefone e se identificando como Vice Diretora, ela confirmou as denúncias.A escola exige que aluno compre o uniforme e pague a carteirinha.Aluno pequeno, até entra sem a camiseta mas fica de castigo sentado na diretoria.
A vice diretora então explica que essa decisão de impedir aluno de entrar sem a camiseta e a carteirinha está no Regimento Interno.
Tive que dizer para ela que um grupo de pessoas que se reunem para cometer um crime é uma quadrilha.
Nem Conselho de Escola e nem Regimento Interno pode tomar medidas sabidamente ilegais como essas.
Impedir aluno de frequentar escola por não ter dinheiro para pagar camiseta ou carteirinha é ilegal.Inconstitucional.IMORAL.
De volta para a Assessoria da Sul 2 tive a grata surpresa de ouvir que elas tomariam medidas.Que a escola está errada….
Nossa!!! Custei a acreditar.
Normalmente as Diretorias de Ensino ou passam um paninho para a escola ou partem para o ataque.Numa defesa da ilegalidade feroz e insana.
Não só quero registrar esse fato ínédito, como cumprimentar a Secretaria de Educação do Estado de S.Paulo.
Parece que o Comando começa a mudar.
Parece que é uma esperança do fim da impunidade.
Estamos agora esperando o resultado e a punição dessa escola
A contaminação da rede estadual de ensino em S.Paulo se deu justamente pela certeza da impunidade.
Se uma escola cobra camiseta e não acontece nada, a outra cobra camiseta e carteirinha.
Já cobram mensalidades através das carteirinhas de APm, e nesse passo os pobres estariam fora da escola pública de vez…mas os seus nomes constariam nas listas para a verba jorrar na escola.
Hoje temos segundo o Senso Escolar 13.000.000 de alunos fantasmas, no Brasil se não houver um paradeiro, no fim do ano teríamos isso só em S.Paulo
Então é isso, esperança nesse sintoma de mudança, se comando decente.
Tomara…
Graças a Deus, até que enfim, uma luz no fundo do túnel.
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