Bem, a todos aqueles que respeitam, dignificam e reconhecem meu árduo trabalho, o meu muito obrigada de coração. Essas pessoas fazem tudo valer a pena, e engrandecem mais e mais a suor nosso de cada dia, em retorno à dedicação com que fazemos nosso trabalho.
Quanto à “meia dúzia de quatro ou cinco” descontentes…
Estou no patamar em que me encontro por merecimento e reconhecimento, inclusive, no caso do Fantasma da Ópera, pelo reconhecimento dos diretores estrangeiros, Guy Simpson, nosso maestro australiano, Denny Berry, coreógrafa oficial americana, e Arthur Masella, diretor geral americano, e pela diretora-residente, Tânia Nardini. E pela própria – e QUERIDÍSSIMA – Edna D”Oliveira. Graças a Deus e muita dedicação, estou onde me encontro atualmente. E com direito a elogios rasgados- com testemunhas- a respeito de minha interpretação e minha leitura da personagem Carlotta Giudicelli. Fui chamada de Diva algumas vezes seguidas, aliás um dos momentos mais gratificantes de minha carreira.
Respeito todas as opiniões, ciente de que nem Jesus agradou a todos.
E só venho dizer uma coisa: antes de agredir com críticas nem um pouco construtivas, quem o fez me faça o digníssmo favor de subir ao palco, ser selecionado no meio de tantos, ser respeitado por todos os diretores e coreógrafos e, acima de tudo, faça melhor. Dê-se ao respeito ao invés de sentar o belo(?) traseiro em uma poltroninha em frente a um computador para apontar defeitos alheios, quando poderia estar gastando o tempo melhorando a si própria.
Tenho muito orgulho do que faço, e ninguém jamais poderá abalar a confiança que tenho no que acredito e no que faço com tanta dedicação.
Beijos, com muito carinho,
Cidalia Castro
