Fui na minha dentista querida hoje, Dra Laura Amoedo, e ela me chegou com a seguinte boa-nova: ELA ESTÁ PRESTES A USAR AQUELA TECNOLOGIA NOVA DA PAPAÍNA, OU SEJA, AQUELA MENOS INVASIVA PARA TRATAR AS CÁRIES, SEM PRECISAR TANTO DA INTERVENÇÃO DA BROCA!!!!!!! Isso , para quem tem que sofrer no dentista, é o auge da revolução… Parece besteira para alguns, mas, não tem nada melhor do que vislumbrar um futuro com menos presença daquelas brocas malditas… E conseqüentemente com menos dor… Já tem tanta dor psicológica no mundo, legal eliminar pelo menos a maioria das dores físicas… Já é um começo… E um alívio!
Arquivo de novembro, 2004
NOVIDADE
TÃO PERTO, TÃO LONGE
Pois é… É aquela história. Seria tão melhor e mais fácil esquecer uma pessoa do que ter que ficar convivendo com ela e não poder se aproximar… Ter vontade de abraçar e não poder, ter vontade de beijar e não poder, ter vontade de fazer um carinho e não poder, ter vontade de sair com essa pessoa pra curtir e não poder, desejar a pessoa e não poder fazer nada… É o equivalente a estar com muita sede, e ter um copo d”água bem na sua frente… e não poder beber. Diante disso, não é bem melhor e mais fácil esquecer? Apagar da memória a existência dessa pessoa? Sem falar com ela é ruim, falando com ela é ruim. E mesmo sabendo que quando estamos juntos é bom, é gostoso em todos os sentidos, a pessoa não quer ficar junto porque “as pessoas podem pensar algo”, “vai dar motivo de fofoca”, ” os outros vão jogar energia negativa” “os outros vão achar que estamos namorando”, “os outros vão se meter na minha vida”. Legal isso, né, esse “desprendimento”, pensar sempre primeiro no que os outros vão pensar ou achar, pra depois viver… Desculpinha gasta… E por sinal, bastante hipócrita. Ambos solteiros e donos de seus próprios narizes. Vai ver que que só rola isso porque sou eu. Beleza. Não se fala mais nisso. E eu não estou aqui falando isso em tom de cobrança, nem com ele, nem com ninguém, enfim. É desabafo. É vontade reprimida. É saudade reprimida.
Agora, que é preciso se inventar rapidamente uma fórmula ou algum remédio pra apagar urgentemente uma memória afetiva, ah, isso é essencial. Uma grande afeição passa a ser um grande castigo. Sem razão.
E não está sendo questionado aqui nada de profundidade de relacionamento (que “relacionamento” A palavra chega a soar pesada), nem é intenção se “discutir o relacionamento”, como é moda. É que dói estar com a pessoa e não estar. Ter que manter a distância quando se quer encurtá-la . Manter postura de amiguinho e ser por dentro um amante, o que outrora era real e agora é reprimido, castigado, camuflado, cuidadosamente oculto… até de nós mesmos. Isso é a grande frustração.É muito triste viver assim.
É como nosso amigo Djavan já dizia, desde os idos dos anos 80, tão sabiamente:
“SABE LÁ
O QUE É MORRER DE SEDE EM FRENTE AO MAR
SABE LÁ…”
Hello again!
Estou renovada, após dez dias de pausa na minha vida… Pronta pra recomeçar a batalha!
Obrigada a todos pela presença!

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