A putaria continua: Uniban expulsa a “puta” e MEC se pronuncia.
O Cara chegou em casa e pegou a mulher com outro no sofá. Ficou puto da vida. Então resolveu o problema: Vendeu o sofá!
A aluna sofreu Bullying, foi hostilizada, humilhada e exposta de todas as
maneiras por conta de uma bobagem. A selvageria dos alunos passaria em branco não fosse a repercussão e a dimensão que o caso ganhou na mídia. Então a universidade criou uma sindicância e fez as contas: Punir todos os alunos pode dar prejuízo no caixa já que eles podem mudar de universidade, punir só a garota deixa nossos baderneiros felizes e uma mensalidade a menos nem é assim tão sentido no balanço. Expulsou a garota.
A UNIBAN é a rabeira do ENADE, em 2.008 foram avaliados os cursos de biomedicina e farmácia da Uniban-ABC, em ambos os casos a instituição ficou com conceito 1. Então a aluna nem perdeu grande cousa, alias pode mesmo é estar ganhando, caso matricule-se num curso bem avaliado pelo mercado.
A instituição, que já não tem uma boa imagem ganhou destaque negativo na mídia, como mostra a imagem do twitter do programa fim de expediente da radio CBN. a garota ganhou mais um motivo para processar a universidade e com mais chances de receber uma reparação monetária que pode até custear seu curso de turismo noutra universidade.
Entre todos os envolvidos, só quem pode mesmo ganhar alguma coisa é garota, espero que fique a lição: Vivemos num país livre e democratico e universidade não é seminario.
MEC ENFIM DÁ SINAL DE VIDA
O MEC, finalmente levantou-se de seu berço esplendido onde parecia querer ficar deitado eternamente, eis o pronunciamento do MEC:
O Ministério da Educação vai pedir explicações à Universidade Bandeirante (Uniban) sobre a expulsão da estudante Geisy Arruda, ameaçada de agressão por colegas depois de ir à faculdade com um vestido curto. A secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari, disse ao jornal O Estado de S.Paulo que a instituição será notificada oficialmente, dentro de um processo de supervisão especial que pode ser aberto a qualquer momento quando há denúncias.
“Uma universidade tem uma obrigação educacional que precisa estar presente em todos os momentos. É um local não apenas de convivência, mas de formação de valores. Esse caso me parece ter um forte caráter de gênero”, afirmou Maria Paula. “O MEC tem o dever de pedir explicações. Seria a mesma coisa em um caso de racismo.”
A secretária ressalta que todas as informações que teve até agora vieram das reportagens de jornais e da nota paga publicada pela Uniban hoje para justificar a expulsão de Geisy. Por isso, não pode adiantar que medidas poderiam ser tomadas. Isso será feito depois de ouvir a instituição.
Um ex-aluno da universidade, formado em letras, ficou indignado e protestou:
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“O pior pecado depois de pecar é a publicação do pecado” (Machado de Assis)
Claro que sou a favor da liberdade de imprensa e que muitos pecados devam ser publicados, porém, no caso “UNIBAN”, a sequência de vários “pecados” ganhou a imprensa que transforma isso em valor ($), pois dá audiência e não há nenhum caso “Nardoni” ou algo um pouco mais ensanguentado para ser notícia e q melhor e mais
Francisco, não é nescessario que haja sangue para algo se tornar noticia. E só dá audiencia por conta do interesse popular, tanto que não é exclusividade brasileira não. A noticia ganhou o mundo e o mais importante jornal da terra, o influente New York times. Existe aí até o componente extremamente positivo de trazer a baila a discussão sobre a qualidade destas instituições de ensino que pegam alunos a laço e vendem o diploma ao invés da formação. Passar quatro ou cinco anos frequentando uma universidade não é nem de longe sinonimo de educação ou formação profissional.
Há braços!
“O pior pecado depois de pecar é a publicação do pecado” (Machado de Assis)
Claro que sou a favor da liberdade de imprensa e que muitos pecados devam ser publicados, porém, no caso “UNIBAN”, a sequência de vários “pecados” ganhou a imprensa que transforma isso em valor ($), pois dá audiência e não há nenhum caso “Nardoni” ou algo um pouco mais ensanguentado para ser notícia e que “venda” mais. Triste é o país que faz isso com a educação – virar negócio.
Sou ex-funcionário da Uniban e atualmente aluno em outro Campus da Instituição, assim, posso ser crítico o suficiente com relação à Universidade, porém, evito ser injusto com esse ou com aquele, aliás, nem quero julgar e sim gostaria que a imprensa que se diz tão investigativa e imparcial fizesse de fato e honestamente o papel dela, inclusive no fato ocorrido.
Vejo constantemente, principalmente nos últimos dias que tem feito muito calor, mulheres com roupas mais curtas do que a que a aluna em questão disse que usou, e nunca vi uma só sendo hostilizada. Claro que há um “Uau”, um “Nossaaa”, tanto quando as meninas olham um rapaz muito bonito, quanto quando os rapazes olham uma menina muito bonita, mas não passa disso, nunca passou disso.
Cabe justamente aí a investigação:
- Se isso nunca acontece com pessoas com roupas mais curtas e com moças até mais belas do que ela, por que aconteceu isso com ela???
- Ouço o tempo todo as alegações dela e chego a me apiedar (de verdade), uma vez cheguei a lembrar do caso daquela menina que participou da morte dos pais e que a imprensa mostrou o advogado dela mandando ela chorar na frente das câmeras – como disse não quero fazer julgamentos – mas, por que não ouvem os diversos alunos envolvidos no suposto escândalo para saber o que houve para que eles tratassem essa moça com tanta diferença em relação à outras?
Acho que, a partir dessas investigações, consigam chegar a uma forma mais verdadeira e democrática para apurar e transmitir os fatos… Dessa forma que vem acontecendo, todos estão errados e erram cada vez mais… inclusive a Universidade que jamais deveria ter expulsado a aluna, muito menos ainda quando não se te a devida apuração e divulgação (na mesma imprensa) dos fatos.
TUDO ERRADO.
Francisco Roberto Coelho
Educador
Concordo plenamente com a posição do educador Francisco Roberto Coelho e quero registrar, como jornalista independente, não fazer parte dessa mesmice enfadonha de “tudo pela audiência”. Investiguei e, sem muito sacrifício, cheguei a verdade dos fatos, qual seja, tudo não passa de grande armação (com apoio de advogados) visando indenização, exposição na mídia, fama e, consequentemente, dividendos financeiro.
Sem excluir as responsbilidades da Universidade, bem como sua visão míope e tacanha, antes, durante e depois dos fatos, concluo que as perdas reais foram debitadas aos mais de sessenta mil alunos e alunas que, compulsoriamente, carregarão em suas respectivas carreiras profissionais, um diploma cuja universidade esta desmoralizada publicamente, nacional e internacionalmente.
Ahhhh!
Somente o jornal FOLHA LESTE, periódico de tiragem reduzida e alcance limitado (São Miguel Paulista zona Leste) publicou om artigo. Nem esse Blog ou Blig que se diz independente e “vanguardista” teve coragem de publicá-lo, inlfelizmente.
Ela vai pousar p Playboy, já está ganhando uma grana em programas de todas as emissoras. Voltar p faculdade prá quê? Os alunos a promoveram, na verdade. Vcs acham que ela vai querer voltar? Acho que não vai nem” precisar “de uma idenização. Vulgar, com total falta de “bom senso” para frequentar uma faculdade, essa garota tá pouco se lixando p estudos. A mídia está se refestelando com a bagunça.