Mais um projetinho da série de coletâneas da Poplist: versões de standards. Já tenho uma quantidade razoável delas em meu computador (o costume de colecionar versões é velho), mas comecei por “Solitude” porque achei essa foto do acervo da George Eastman House perfeita pra capa.
A seleção tinha que começar com Billie Holiday, que foi como me apaixonei pela música. Repeti da outra coletânea a versão-homenagem de Sam Cooke, coloquei os de sempre: Amstrong, Nina, Mingus. E duas surpresas: a primeira é Leny Eversong, que é uma cantora brasileira dos anos 50 que nunca tinha escutado e que fiquei com vontade de conhecer mais. A segunda, que usei para fechar a coleta, é uma versão em português de “Solitude” cantada por Gal Costa.
1- Billie Holiday
2- Herbie Hancock
3- Dr. John
4- Nina Simone
5- Sam Cooke
6- Duke Ellington e Louis Armstrong
7- Django Reinhardt
8- Leny Eversong
9- Charles Mingus, Duke Ellington, Max Roach
10- Tony Bennett
11- Peggy Lee
12 – Gal Costa
Entrou no ar a funcionalidade de enviar os seus posts do BliG para seu Twitter. Caio explica direitinho como fazer a configuração no Metablog, mas resolvi escrever esse post pra comemorar. Dá também pra configurar o blog pra postar um resumo diário ou semanal de seus tweets, ou optar por transformar todos os tweets em um post. E ainda tem um widget pro blog com os seus últimos posts no Twitter.
Pra você não perder a viagem, aqui vai minha homenagem a Michael Jackson.
As minhas fitas VHS eram cheias de especiais de Michael Jackson que passavam na tv. O gosto veio de minha mãe, que adorava “I’ll be there”. É tocar e eu lembrar dela.
Da fase criancinha (quando ele era criancinha, não de quando ele pegava criancinhas), eu curtia mesmo “I want you back”.
“Thriller”, um dos discos de minha infância, já seria totalmente irresistível pra mim, mas ainda contar com Vincent Price é muito golpe baixo pro meu coração. Não achei vídeo decente pra embedar, então clique aqui para ver no canal oficial de Michael no YouTube.
Há quem diga (e eu concordo) que Michael chupinhou todo o look sapato-preto-meia-branca e movimentos de Bob Fosse. No trecho em que o coreógrafo dança em “O pequeno príncipe“, de 1974, tem até moonwalking.
AH! E em 1993, no meio da maior marofa que eu já enfrentei na vida, eu estava no Morumbi pra ver Michael. “Dangerous” foi o único álbum dele lá em casa que não era de minha mãe, pedi de amigo secreto para um colega de inglês metaleiro que disse que só resolveu me dar o LP porque tinha participação especial de Slash.
Uma das ações dos 50 anos da Barbie é o blog da boneca, que escreveu hoje sobre o “vazamento” das fotos da Barbie Bella e do Ken Edward, baseado na série de livros e filmes de sucesso “Crepúsculo”.
É bem bonitinho o jeito que eles personificam a boneca, vale a pena conferir. A ação tem também um Twitter. As duas páginas são atualizadas diariamente com notícias sobre a doll mais famosa do mundo. Sim, a vida de plástico é bem movimentada, principalmente quando se comemora 50 anos.
A outra página é um museu virtual da Barbie, que replica um pouquinho do que é o Museu Encantado da Barbie, que pode ser visitado gratuitamente em São Paulo no Shopping Cidade Jardim. O museu tem mais de 500 bonecas, é lindo demais! Olha só uma mostra:
@rbanffy duvidou e aqui estão as provas: As Sexy Dolls, “versão-brasileira-herbert-richards” das Pussycat Dolls, fizeram uma cover de “Buttons” chamada “Tire a minha roupa baby”. É clicar no botão de play e conferir.
Primeiro foi o poster da Virgin pra você descobrir o nome de 75 bandas. Depois, um quiz promocional do lançamento do M&M de chocolate amargo para você adivinhar o nome dos filme de terror. Agora é esse da Empire, com 50 filmes dos quais só consegui encontrar 31. Quem quiser se aventurar é só clicar na imagem abaixo. O sistema é legal porque você pode salvar o jogo e voltar depois, estou com ele há dias em uma das abas do Firefox.
Eu queria ter a paciência de editar vídeos como esse, que reune as 100 frases mais famosas do cinema em 200 segundos. Tem até filmes mais recentes, como “Sangue negro” e “Onde os fracos não têm vez”.
Em uma lista de discussão que participo fazemos ocasionalmente projetos de coletâneas musicais. Eu, que cresci fazendo fitas k7 para mim e para os amigos, adoro todo o processo de procurar as músicas, escolher uma ordem. Desta vez, a idéia era ver os estilos musicais, e escolhi os standards de jazz (segundo o site Jazz Standards, “um standard é uma composição sempre muito estimada e muito utilizado em repertórios musicais”).
É complicado trabalhar com uma lista gigante de músicas que se gosta, então pra tentar restringir coloquei como regra não repetir nenhum intérprete. Ainda assim, complexo: como escolher entre gravações matadoras de músicas que coleciono? A idéia de poder depois disso fazer coletas de diferentes versões de uma música, o próximo projeto da lista, só já deu uma aliviada. E assim ficou minha coleta:
1. Take the A train – Duke Ellington Orchestra + Betty Roche: “Take the A Train” eu tinha que pegar com Duke Ellington mesmo (pra mim, Duke é o senhor e Mingus é seu profeta)
2. Blue skies – Johnny Hartman: “Blue Skies” está tranquilamente entre as minhas músicas favoritas de todos os tempos, ficou com Johnny Hartman porque a gravação de Sinatra que tenho é muito chiada
3. Don’t get around much anymore – Harry Connick Jr: Amo, amo amo “Don’t get around much anymore” e adoro como Harry Connick Jr começa deprê a música até que ela explode
4. A fine romance – Lena Horn: Lena Horn nem entra na minha lista de favoritas, mas não resisto ao deboche dessa versão de “A fine romance”
5. They can’t take that away from me – Sarah Vaughran: Sarah Vaughan ou me irrita, ou me ganha, mas adoro o jeito que ela desafina em um ponto chave da música para adequar a cantoria à letra
6. On the sunny side of the street – John Pizzarelli: John Pizarelli, fã confesso de Nat King Cole, é um de meus cantores fanhos favoritos
7. I get a kick out of you – Frank Sinatra: Escolhi Sinatra para “I get a kick out of you” porque ele vai com fé cantando “I get no kick from cocaine…”, trecho que foi substituído por conta da censura
8. Do nothing till you hear from me – Nina Simone: O mundo podia acabar enquanto Nina Simone canta “Do nothing till you hear from me” e você nem ia ligar
9. Nature boy – Etta James: Etta James faz você procurar um par para dançar “Nature boy”
10. I’ve got you under my skin – Dinah Washington
11. Waters of march – Jane Monheit: A versão de “Waters of March” de Jane Monheit para mim é A versão
12. Blues in the night – Dr John: Dr John brinca com “Blues in the night” tem um disco só com Johnny Mercer, um de meus letristas favoritos
13. Night and day – Ringo Starr: Sim, eu coloquei Ringo Starr cantando “Night and day”, que é bem bonitinho, ele gravou pros pais dele
14. You’re the top – Cole Porter: Muito bonitinha também é a versão de “You are the top” cantada pelo hômi, Cole Porter
15. He loves and she loves/How long has this been going on – Michael Feinstein: Michael Feinstein dá um climão Broadway pra “How long has this been going on” que eu não consigo resistir
16. Solitude – Sam Cooke: Sam Cooke faz você esquecer que “Solitude” é música de fossa das mais pesadas
17. One for my baby – Johnny Mercer: Johnny Mercer aparece cantando uma de suas letras mais bonitas, “One for my baby (and one more for the road)”
18. Lush life – Nat King Cole: “Lush life” é super conhecida na versão de Johnny Hartman, mas essa versão de Nat King Cole dá uma dor no coração tão grande que substituí a mais famosa sem dó
19. Round Midnight – Miles Davis: “Round midnight” entra em minha lista de músicas que prefiro sem vocal, entra Miles Davis pra defender
20. Mood indigo – Charles Mingus: Mingus desconstrói com respeito “Mood indigo”
21. The Christmas Song – Mel Tormé: Músicas de natal são quase que obrigatórias no repertório dos cantores, então fui de Mel Tormé e sua “The Christmas Song”
22. These foolish things – Peggy Lee: Peggy Lee faz interpretações mais safadas, mas essa de “These foolish things” é tão sofrida quanto pede a letra
23. Someone to watch over me – Blossom Dearie: Dá vontade de carregar Blossom Dearie no colo por causa dessa versão de “Someone to watch over me”
24. You go to my head – Louis Armstrong: I <3 Louis Armstrong + “You go to my head”, é uma das músicas que coleciono
25. Love for sale – Billie Holiday: Billie Holiday canta “Love for sale” com a tristeza de quem sabe como é difícil viver de vender amor
26. Summertime – Caetano Veloso: Adoro a versão malemolente e preguiçosa de “Summertime” de Caetano
27. Skylark – Aretha Franklin: Toda coletânea que eu puder encaixar Aretha, eu encaixo, ainda mais se tiver coisas lindas como “Skylark”
28. Just one of those things – Anita O’Day: Pra fechar
OK, 28 músicas, 28 intérpretes… E cadê Ella Fitzgerald? Bem, a primeira dama da canção tem privilégios. Montei uma coletânea com as mesmas músicas da primeira, com uma exceção: Ella nunca gravou “Águas de março”, então tive que colocar “Wave” no lugar. Na capa, detalhe de uma foto de Herman Leonard com Duke Ellington olhando muito apaixonadamente para Ella cantando no palco. Benny Goodman também está na mesa.
Não é só a MAC que está com uma linha de maquiagens da Hello Kitty. A H&M (AMOAMOAMO) também está com makes da gatinha. Esse quarteto eu ganhei de Ligelena, que com certeza foi popotizada pelo PURO PODER DO GLITTER!
As cores das sombras são bem fraquinhas, o que fica mesmo são os brilhos. Adorei, porque faz tempo que queria comprar umas sombras brilhantes da Contem 1g, mas sempre ficava com a cobra no bolso na última hora.