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26/08/2009 - 21:19

ARTIGOS PUBLICADOS: Puxão de Orelha

PUXÃO DE ORELHA

 

Dia 29 de março de 2003, estivemos no Haras Mineral para assistirmos a palestra/curso de dois juizes internacionais.

 Isso mesmo! Gente, um deles, montador consagrado, esteve em Beja – Portugal – na qualidade de membro do júri do campeonato mundial de equitação de trabalho.

O outro palestrante, veterinário reconhecido, ativo julgador em nossas exposições, nas aprovações de garanhões e, juiz convidado da última exposição internacional de Lisboa. 

Dito isto, que por si só, enaltece nossas cores, preciso contar que lá estiveram poucos criadores, “um punhadinho só”. Aliás, havia mais curiosos -  no bom sentido -   que criador.

Confesso, fiquei perplexo. Não era possível acreditar naquilo que meus olhos viam. Palestrantes desse jaez e, onde estavam os que se intitulam criadores e críticos veementes no mundo do nosso cavalo? Ora, não é crível que quase a totalidade dos criadores esteja senhor do rumo da criação de cavalos Lusitanos. E, em especial “este” cavalo, que vem passando por uma reavaliação inconteste.

Veja-se que há um letra “S” bi-campeão em Portugal e uma letra “T” campeã no Brasil, acompanhada de seu reservado,  também da letra “T”.

Diga-se que a meses passados, outro palestrante nos brindou com uma bela orientação.  Teria este esgotado o assunto? Não! O assunto não se esgotou. Sempre se aprende mais uma coisinha. Por exemplo: alguém sabe a finalidade da atribuição de nota para o conjunto formal? Eu sei, estive lá e não connnnnto!!! Pronto!!!

Perderam os ausentes, pois nessa fase de implantação de um biótipo mais adaptado ao padrão da raça, penso, não se pode perder nenhuma oportunidade de ampliar conhecimentos. Tivessem os criadores Alemães, Italianos, Espanhóis, Mexicanos,  Americanos, e outros, a oportunidade que foi dada aos criadores Brasileiros, por certo eles não deixariam ela passar ao derredor.

         depois…Como é fácil reclamar de decisões, de posições, de julgamentos e outros quitais.

Todos pedimos para que nos proporcionassem esses cursos, como fomento e orientação, até porque é letra imperativa de nossos estatutos. Mas,  deu no que deu.

Ah! Não foi só isso que perderam. Perderam também um belo churrasco, saboroso e fraterno, com a inenarrável simpatia do casal Lolinha e Wilson Ricciluca.

Entretanto, peço que insistam na realização desses cursos, pois temos outros “experts” do mundo do cavalo Lusitano para enriquecerem nossos conhecimentos sobre esse que é indubitavelmente “O SENHOR DOS CAVALOS”.

Quem sabe um dia… 

 

Eduardo Caldas Rebouças

 Março/2003 

Autor: ecreboucas@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal Tags:


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