Quando digo que há uma escória no comando da república as pessoas acham que pego pesado. Olha aí nosso querido presidente (o apedeuta), com quase 7 anos de goverdo, se expondo ao ridículo ao defender o Senador Sarney alegando que o bigodão não deve ser tratado como uma pessoa comum.
Deve sim, lula-molusco! Legalmente, pois nossa constituição garante que todos somos iguais perante a lei. E moralmente, pois um senador e ex-presidente deve ser tratado com rigor ainda maior devido a responsabilidade do cargo que ocupa.
Agora um recado ao fã-clube do apedeuta: Sarney e sua família representa o há de mais podre e fedido na política nacional. O barbudo está de quatro pro bigodudo porque este lhe dá suporte dentro do congresso. O preço disso é bem alto.
O pior é perceber que o apedeuta se mostra bastante a vontade quando sai em defesa de um filha da puta desses. Como dizia Clodovil, boi preto conhece boi preto.
Pra não ficar nenhuma dúvida, o video abaixo é do candidado Lula em 2002, prestes a ser eleito, num discurso a uns pobres coitados no Maranhão. Vejam vocês mesmos como são as coisas:
Agora, um video de 4 anos depois (2006, portanto) na campanha pela reeleição. Nojento não é somente a politicagem suja propriamente dita, mas também as palavras do cara durante o discurso. Vai ser ruim nos livrarmos dessa gente.
Essa é em homenagem ao Zão, nosso correspondente em Brasília…
Lula vai à Inglaterra visitar a rainha; ele a homenageia, troca presentes e lhe pergunta:
- Senhora rainha, como consegue escolher ministros tão maravilhosos?
Ela lhe responde:
- É fácil senhor presidente! Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa conseguir responder, é por que ela é capacitada para ser ministro.
- Quer ver? Vou lhe dar um exemplo. Aí a rainha pega o telefone, liga para Tony Blair e lhe pergunta:
- Tony, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Então quem ele é?
O ministro pensa e pensa, aí lhe responde:
- Senhora rainha, esse bebê sou eu.
Ela diz que a resposta está certa, agradece e desliga o telefone; falando para Lula:
- Viu só? Êle merece ser ministro.
Lula maravilhado com isso, volta ao Brasil. Chama sua ministra Dilma Roussef e lhe pergunta:
- Dilma, seu pai e sua mãe têm um filho. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Então quem ele é?
A ministra pensa e pensa, então lhe fala:
- Senhor presidente, eu vou consultar meus assessores e a base aliada e lhe trago a resposta. Vai à sala de seus assessores e à base aliada e lhes cobra a resposta, dizendo para serem rápidos, que o presidente está esperando. Nenhum sabe a resposta.
Aí um deles lhe diz para consultar a equipe de base que está mais ligada ao povo, e que devem saber dessas coisas.
Seguindo o conselho, Dilma liga para a equipe de base e lhes faz a mesma pergunta. Também não souberam responder e disseram para a ministra perguntar para o ex-presidente Fernando Henrique, dizendo que ele é muito inteligente e que saberia responder a essa pergunta.
Então Dilma liga para o ex-presidente e lhe pergunta:
- Fernando Henrique, aqui é a ministra Dilma Roussef. Eu tenho uma pergunta para você! Se seu pai e sua mãe têm um bebê. E esse bebê não é seu irmão nem sua irmã. Então quem é esse bebê?
O ex-presidente pensa e pensa, e lhe responde:
- Ora senhora ministra é lógico que esse bebê sou eu!
A ministra lhe agradece, desliga o telefone e vai correndo para contar para Lula a resposta da pergunta. Chegando na sala do presidente vai logo falando:
- Se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique.
Então Lula dá um grande sorriso e lhe diz:
- Agora eu te peguei. Sua resposta está completamente errada. O bebê é o Tony Blair!!!
Reproduzo aqui um trecho do post LULA, O TABUÍSTA do Blog do Reinaldo Azevedo. É engraçado (e trágico…):
Como ele deixa claro no discurso, haviam-lhe preparado outra fala. Mas ele acredita nas virtudes da improvisação. E produziu aquela fantástica peça da retórica política e econômica, em que nem o clichê resiste. Para se referir a supostas verdades ocultas, destruiu uma metáfora clássica e conseguiu fundir três outras num emaranhado sem sentido: “As coisas que até então estavam embaixo do armário vêm à tona”. É a sujeira embaixo do tapete misturada às verdades dentro de um armário… submerso — ou não teria como algo vir à tona. A lambança metafórica é emblema de sua confusão mental. Índios que ocupam o Congresso de laptop e celular são, claro, de araque. Nosso índio de verdade é Lula: tudo o que ele sabe vem da cultura oral: contam pra ele. E ele aprende mais ou menos. Ou como explicar a seguinte batatada, que, mesmo dita para artistas, chega a ser ofensiva de tão estúpida: “Vejam que absurdo. Tem agências que medem o risco dos países. Os Estados Unidos quebram e o risco deles continua zero e o nosso que cresce. Essas coisas absurdas de um mundo globalizado”. É mesmo! Que absurdo, não!?
No contencioso com o Equador, há um aspecto grave, que não foi suficientemente destacado pela imprensa: o Banco Central do Brasil é o avalista do financiamento do BNDES àquele país. É algo que o BC teve de aceitar, a contragosto, pois sabia existirem riscos, ainda que distantes, de inadimplência dentro do CCR/ALADI. Uma exceção que transforma a crise, de calote a banco a calote ao Brasil.
Nasce a nova personagem de quadrinhos:
Ela não prega um prego num sabonete; passa o dia inteiro à sombra do marido, que não é de fazer muita sombra.
Ao contrário de outras primeiras-damas que tinham uma função social, ela não tá nem aí pra hora do Brasil e não faz nada! Ela é Dona Marisa, a Inútil…
De uma idéia do Cartunista Flávio, que convidou o Cartunista Verde pra escrever as tiras, nasceu Dona Marisa, a Inútil.