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Chegamos ao Neolítico (Idade da Pedra Polida), e então os mocorongos descobriram que a semente enfiada na terra virava planta de novo, e alguém batizou de agricultura o início da preguiça da humanidade. Não precisariam mais viver em deslocamento pois agora faziam a comida brotar à sua volta. Também aprenderam a tocar gado (sacaram? Tocar gado… mmmm que merda…).

Mulherada em casa, tudo dominado, a TV não passa nada que preste, então todo mundo fazendo neném. Com o aumento da população, apareceu a família (e obviamente, as sogras), a divisão do trabalho, aprenderam a tecer e a fazer cerâmicas. O homo sapiens sapiens saiu da caverna e inventou a casa, e com isso as goteiras, embaixo das quais colocavam os potes de cerâmica. Aí veio a mulher e encheu o saco do mocorongo, dizendo: “Conserta logo essa porra, esse vaso fica tão feio no meio da sala!” E então os caras aprenderam a pintar a cerâmica e fizeram vasos bonitos. Como não eram mais taaaão primitivos, não tinham mais aquela visão tão prática das coisas que os cercavam e começaram a abstrair, enquanto fumavam uma plantinha safada recém descoberta pelos chineses que a usavam para fazer papel. As figuras eram mais geométricas e simplificadas, e os temas tinham mais a ver com a vida na comunidade que com a porradaria nas caçadas.
Não exatamente nesta ordem, nessa época também descobriram como fazer fogo através do atrito de pedrinhas que vem no isqueiro, e para o espanto dos “Roccos” da época (que bradavam: vocês estão loucos! Fogo não existe, não consta na tabela periódica!!!), eram capazes de fazer o fogo quando e onde queriam. Um dia, com o fogo pegando forte junto de uma pedra, derramou-se uma parte brilhante da pedra e… WOW! Isto é Heavy Metal, cara! Além de armas, aprenderam a fazer esculturas com metal. Hoje em dia, armas e esculturas podem ser estupidamente caras e com funções bem distintas, já que existem colecionadores de armas e assassinos que se valem de esculturas para matar. (mmm… essa também ficou uma merda…)
Nesta época o homem já não se preocupava somente com a funcionalidade do objeto, mas também com seu valor estético. Em outras palavras, começaram uma frescurada que milênios mais tarde iria encher de dinheiro o rabo dos designers.
Criaram também estruturas megalíticas (cromlechs), que incluíam os dólmens – tipo uns superparalelepípedos (caray!) em forma da letra grega pi (π), com dois fincados no chão e um atravessado em cima, sem argamassa – e os menires, que eram só uns “I ’s” grandes pacaray também fincados no chão. Nem preciso dizer (mas já dizendo) que o cromlech mais famoso é o de Stonehenge (não é Steinhaeger não, cambada de pudim de cachaça!). Vale uma visita, ao menos ao site.
O Neolítico se estendeu desde 10.000 aC até 5.000 aC, quando apareceram os instrumentos de pedra polida, a enxada (com o cultivo dos campos) e o tear (pra fazer tecidos, seus burros), a cerâmica mais elaborada e também marcou o início da Arquitetura.
Logo depois veio a chamada Idade dos Metais, durando de 5.000 a 3.500 AC-DC, Iron Maiden, Black Sabbath e Deep Purple, quando começaram a dominar as técnicas de trabalhar os metais, apareceram as primeiras cidades, inventaram o arado, A RODA e a escrita – e aí a pré-história termina.
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Sempre lembrando que a fonte é em http://www.historiadaarte.com.br/