O recente incidente jurídico envolvendo as Justiças do Paraná (Federal) e do Rio de Janeiro (Vara Criminal) sobre o destino de traficantes perigosos (como se algum não fosse…) agitou a mídia nacional.
A reação do Governador do Rio pareceu, a princípio, uma demostração de zêlo com seu Estado e coragem, mas não passa de uma declaração inequívoca de incompetência gerencial.
Pelo raciocínio do nosso Governador, em breve teremos TODO o sistema carcerário brasileiro (450.000 detentos) em Catanduvas…
Pergunto: Qual o problema de recebê-los aqui no Rio? Nossos presídios não são confiáveis? Agora, porque não são confiáveis? Por incompetência administrativa, ora…
Este fato, aliás, ilustra muito bem uma postura dos nossos governantes que está se tornando usual: Transferir a terceiros (neste caso aos paranaenses) uma responsabilidade própria.
O sistema carcerário já foi objeto aqui no Blog de discussão parecida, mas sobre celulares nas prisões. O Estado exigia que as operadoras colocassem bloqueadores de sinal nos presídios. Mas porque?!! Tem celular dentro de um presídio?!!! Quem deixou entrar?!! Acho que na Europa e nos EUA não acontece isso…
Não se deixem enganar…










em uma recente faxina…) “é uma moda para prostitutas que qualquer mulher pode usar.” A Daspu parece ter uma puta organização ( trocadilho inevitável!) e faz parte de um amplo movimento que convida a um novo olhar sobre a prostituição e luta por um outro lugar, onde não faz sentido o estigma da puta, nem tão pouco o posição de vítima para a prostituta. Para esse movimento a prostituição é uma opção e a prostituta deve ser reconhecida como uma cidadã com os mesmos direitos, inclusive trabalhistas.
Vejam esta:
