Entidades diretoras do futebol mundial estão se reunindo para estudar algumas mudanças nas regras do futebol. Isso é um sinal pra lá de positivo, pois o esporte mais popular do mundo é também o único que não evolui. E olha que as últimas copas do mundo já demonstraram que existe uma necessidade de mudança, pois os jogos são chatos pra caceta, arrastados pra caralho, cheios de catimba e vence quem botar mais gente na defesa. :(
Provavelmente por esse motivo é que pretendem mexer nas regras do esporte. As mudanças sugeridas são o acréscimo de auxiliares na arbitragem, a expulsão temporária de atletas, maior número de substituições além de ligeira alteração na lei do impedimento.
Francamente, ainda me parece meio tímida as medidas. A FIFA, que não passa de uma velha senhora turrona, se recusa a inserir tecnologia nas peladas alegando uma suposta amarração no andamento dos jogos. Bobagem pura. A tecnologia quando usada pro bem só agiliza as coisas. Nunca as amarra.
O chato é que, infelizmente, ninguém fala na mudança que traria mais benefícios ao futebol: cronômetro controlado por uma mesa, que o travaria sempre que a bola parar.
Todos os esportes que não são contados em sets (como volei e tenis) possuem uma mesa que controla o cronômetro. Quando este zera, o jogo termina. Bem simples. O basquete é assim. O handbol é assim. Até os futebols de salão e de areia são assim! Por que não o futebol de campo?
Acaba aquela palhaçada que é o juiz decidir quando encerra a partida, chutando se dá mais 1 ou 5 minutinhos extras sem nenhuma coerencia com o tempo em que realmente a bola não rolou.
Alem disso, seria o fim da catimba, pois de nada adianta se fingir de machucado se o tempo está parado; e diminuiria os efeitos negativos de alçapões como o do Vasco (São Januário) e o do Palmeiras (Palestra Itália). Esses “efeitos negativos” são gandulas que desaparecem quando o time da casa está ganhando. Picaretagem das grandes pra vencer a qualquer custo.
Por isso que digo: cronômetro travado para a bola parada do futebol. Se alguém escutar essa idéia em algum lugar, podem dizer que ela é minha.
Trabalhar demais leva à demência!

O fato: “O módulo que transportava um satélite para detectar as emissões terrestres de dióxido de carbono, responsáveis pelo efeito estufa, não se separou do foguete de propulsão e caiu nesta terça-feira no oceano, perto da Antártica, em um fracasso de 278 milhões de dólares.” (Matéria mais detalhada em 




Não exatamente nesta ordem, nessa época também descobriram como fazer fogo através do atrito de pedrinhas que vem no isqueiro, e para o espanto dos “Roccos” da época (que bradavam: vocês estão loucos! Fogo não existe, não consta na tabela periódica!!!), eram capazes de fazer o fogo quando e onde queriam. Um dia, com o fogo pegando forte junto de uma pedra, derramou-se uma parte brilhante da pedra e… WOW! Isto é Heavy Metal, cara! Além de armas, aprenderam a fazer esculturas com metal. Hoje em dia, armas e esculturas podem ser estupidamente caras e com funções bem distintas, já que existem colecionadores de armas e assassinos que se valem de esculturas para matar. (mmm… essa também ficou uma merda…)
Criaram também estruturas megalíticas (cromlechs), que incluíam os dólmens – tipo uns superparalelepípedos (caray!) em forma da letra grega pi (π), com dois fincados no chão e um atravessado em cima, sem argamassa – e os menires, que eram só uns “I ’s” grandes pacaray também fincados no chão. Nem preciso dizer (mas já dizendo) que o cromlech mais famoso é o de
Logo depois veio a chamada Idade dos Metais, durando de 5.000 a 3.500 AC-DC, Iron Maiden, Black Sabbath e Deep Purple, quando começaram a dominar as técnicas de trabalhar os metais, apareceram as primeiras cidades, inventaram o arado, A RODA e a escrita – e aí a pré-história termina.
Vocês devem ter lido algo sobre o casal ao lado. O garoto, Alfie Patten, parece que tem 8 mas tem 13. A menina, Chantelle Steadman, tem 15. Ela deu a luz recentemente a uma menininha e o fato deles serem tão jovens acabou gerando notícia.





