7 – Separe os lábios da xota com os dedos e enfie a língua na vagina o mais fundo que você puder. Faça movimentos de entra-e-sai com a língua, imitando uma boa trepada.

8 – Envolva a xoxota toda com a aboca e chupe gulosamente, como quem chupa uma fruta madura, sorvendo cada gota do melzinho dela, sem deixar de trabalhar com a língua.

9 – O grelo é a meta. Somente quem sabe tratá-lo adequadamente é capaz de dar uma chupada inesquecível.
Mais do que nunca, você precisa estar sintonizado com sua parceira, atento às suas reações mais sutis. Esse é o melhor de todos os guias para fazer a coisa certa.

10 – Experimente enfiar um ou dois dedos na vagina enquanto lambe o grelo dela. Mexa lá dentro devagar, faça movimentos lentos de entra-e-sai com os dedos, tente encontrar o Ponto G (uma protuberância na parte anterior da vagina, a uns 5 cm da entrada). Se você fizer isso direito ela vai ficar doida. Se ela lhe pedir para tirar os dedos, tire. Algumas mulheres perdem a concentração quando você faz isso.
Do mesmo modo, você pode experimentar enfiar um dedo no ânus dela enquanto chupa. Mas vá com calma porque nem todas gostam desse tipo de carinho. Fique ligado nas reações dela.

Outra Imagem Didática

11 – Coloque o grelo na boca e chupe suavemente enquanto brinca com a língua na ponta dele.

Alterne as chupadas com lambidas ao longo da fenda da xoxota, nas virilhas, nos grandes lábios… Volte a se concentrar no grelo, vibrando a língua bem rápido.

A alternância é importante pois a manipulação constante do clitóris pode provocar um resultado oposto ao desejado: ele tende a ficar dormente e aí todo o caminho que você construiu rumo ao prazer supremo da sua parceira vai por água abaixo. Mas têm um detalhe: se você perceber que ela está prestes a gozar, não pare nem mude a forma como está fazendo. Mantenha o ritmo e a pressão até o fim.

EXPERIMENTE!!!!

Com Sorvete

Faça da boceta uma taça. Escolha um sorvete bem cremoso e deixe descongelar um pouco, até o ponto em que começa a amolecer. Sabores diversos, para todos os gostos.

Com Geléia ou Chantily

Vale tudo e quanto mais melado melhor. Cuidado para não dar formiga depois.

Carlos Drumonnd de Andrade, nosso poeta maior, era adepto e escreveu um belo poema sobre o tema:

 

A Língua Lambe

A língua lambe as pétalas vermelhas
da rosa pluriaberta; a língua lavra
certo oculto botão, e vai tecendo
lépidas variações de leves ritmos

 

E lambe, lambilonga, lambilenta,
a licorina gruta cabeluda,
e, quanto mais lambente, mais ativa,
atinge o céu do céu, entre gemidos,
entre gritos, balidos e rugidos
de leões na floresta, enfurecidos.