25/11/2008 - 21:54
Saiu no jornal O Globo deste Domingo (23/11) com o título “Carioca não gosta de sinal fechado”, página 15, uma matéria onde diz que: “Em esquinas do Rio, para muitos motoristas o vermelho significa ordem para avançar, até quando o peigo se torna iminente. E, em vez de atenção, o amarelo indica que é preciso acelerar…”
Tudo bem, quem de nós gosta realmente de pegar um sinal fechado !! Só que existe um problema que passa desapercebido pela maioria das pessoas e motoristas também. Vocês repararam quantos sinais existem por aí ?? Cara, é uma orgia de sinais de trânsito !! Aqui na Almirante Cochrane, na Tijuca, em menos de 100 metros existem 03 sinais, sendo que 02 desses ficam cerca de 6 metros um do outro !! Haja saco. E para piorar, a maioria deles não é realmente sincronizada. Tem cruzamento amplo, com visibilidade e muitas vezes trânsito de fraco a moderado com sinais também.
Em Copacabana ou em Jacarepaguá o que acontece é um acinte. Em Copa você mal contorna a esquina e existe um sinal para pedestres que na maioria das vezes fica a menos de 20 metros do outro. Pode acontecer até um acidente ali…
O que deveria se fazer (na minha opinião) é uma campanha para se respeitar faixas de pedestres. Pronto! Poupariamos energia elétrica, a poluição visual seria bem menor e o trânsito fluiria melhor, fora os custos com manutenção que seriam menores. Porra, a campanha do uso do cinto de segurança deu certo, é só ter boa vontade.
Dêem a opinião de vocês, será que estou errado !?
Autor: De adamich - Categoria(s): Notícias, Sem categoria
Tags: Carioca, carros, sinais de trânsito, trânsito
25/11/2008 - 21:09
No post “Um alerta…” de minha autoria, surgiu uma saudável discussão.
Neste contexto, um dos administradores deste Blog usou essa sua prerrogativa e alterou o conteúdo do Post, inclusive a autoria do mesmo.
Considerando que esta foi a segunda interferência da mesma pessoa em post alheio, efetuei sua exclusão como administrador, reclassificando-o como colaborador.
Como tampouco sou DONO deste Blog, submeto minha atitude aos demais membros da comunidade.
Minha linha de argumentação é que a manifestação de opiniões é sempre salutar, independente do nível da discussão. Quando a situação ultrapassa esta regra social e descamba para a adulteração de material alheio, o Blog perde credibilidade perante um público cada vez mais numeroso.
Considero inaceitável o comportamento do colega blogueiro e, solicito ao nosso presidente de honra, Darth Pinto, reunião do conselho para deliberar minha ação.
Me comprometo a não postar até uma decisão final sobre o assunto, ficando em condições de igualdade com o colega.
Atenciosamente,
Rocco Sifreddi
Autor: Rocco - Categoria(s): Opinião, Pessoal
Tags: Blog
25/11/2008 - 20:23
Esse é somente para maiores. Trata-se de um forum onde uma maluquinha colocou uma questão razoavelmente simples e pediu opiniões. Elas vão na figura abaixo. Para ampliar e tornar mais legivel é só clicar na imagem.

Eu fico com o realista.
Autor: Boko Moko - Categoria(s): Cultura, Sexo
Tags: Cachorra, Experiente, Inocente, Puritana, Vovô
25/11/2008 - 14:49
Outro dia encontrei com um antigo colega de trabalho, o Marimbondo.
Lembramos de uma estória que já haviam me pedido para postar aqui, mas faltava riqueza de detalhes e por acaso o Marimbondo estava junto neste dia, e lembrou de tudo.
O Marimbondo não é lá muito estudado, mas é um cara safo na vida e atento ao que se passa ao redor.
Bem, vamos lá…
Fazem alguns anos, eu trabalhava numa conhecida loja de Motos no Rio de Janeiro.
Como são somente motos caras, logicamente os clientes são de um poder aquisitivo maior, então não raro se podia ver carros como BMW, Mercedes, Audi e afins (as motos são normalmente o 2º veículo) em um bairro como Saint Christopher, apesar de que os jogadores do Vasco também contribuem para este desfile de máquinas…
E são pessoas que se vestem bem, coisa e tal – a falada “boa aparência” – e aquele lance todo de egos inflados, cada um leva uma cachorra mais maravilhosa que a outra, “a minha moto tem mais cromado”, “as vadias dizem que esta dá mais tesão porque trepida mais”, e por aí vai…
Um destes se destacava especialmente porque é um cara gente boa (claro, dá uns chiliques de vez em quando porque isso é parte do repertório dos mais abastados) e tem um marketing pessoal excelente: Sabe colocar a voz, sabe falar com várias pessoas como se desse atenção para cada uma delas em especial, e além disso é um cara viajado.
Vamos chamá-lo de “Carlisranho”, pra não identificar.
Então, no meio de uma conversa tipo “variações sobre variedades” comigo, veio o assunto do tempo. O atmosférico, pra ser mais preciso. E “vai chover”, “é tá esquisito”, “este tempo anda maluco”, “assim não tem saúde que agüente”, “é o efeito estufa”, “el niño e la niña”, e… Segue o diálogo:
Carlisranho: Pô, cara, ontem eu assisti a um filme muito legal, negócio de “Dia de amanhã”, que ia congelando tudo…
Eu: AH, você diz “O dia depois de amanhã”…
Carlisranho: Isso… Puxa, achei o filme muito bom!
Eu: Efeitos legais, né?
Carlisranho: Ah, legais, mas eu acho bacana é como eles fundamentam cientificamente os acontecimentos. Falaram sobre uma possível nova era glacial!
Eu (animado com a direção da conversa): É rapaz… Inclusive dizem que eras glaciais são um evento cíclico na história da terra, e a primeira que conhecemos bem se não me engano culminou com a extinção dos mamutes e outras espécies…
Carlisranho: Isso aí mesmo!!! Esta primeira aconteceu quando o sol explodiu!!!
Eu:..?
Marimbondo:..?
Carlisranho: Ei, quanto tá esse pneu pra CBR 600?

Autor: Darth Pinto - Categoria(s): Contos & Causos
Tags: dia depois de amanhã, explosão, glaciação, sol, terra
25/11/2008 - 14:07
Vamos nós com os paradoxos temporais.
O filme “Em Algum Lugar no Passado”, cujo protagonista é o Super-Homem, é um clássico que esconde uma questão temporal bem do jeito nerd de ser.
Logo no início, o super-homem ganha um relógio de presente de uma velha, que lhe fala pra voltar no tempo e o devolver para ela mesma quando jovem.
É o que ele faz. O super-homem volta no tempo, encontra a velha lá (novinha, é claro) e a presenteia com o relógio.
Mas agora fudeu! Quem fabricou o relógio? De onde ele veio? Em qual loja foi comprado? É de bom gosto dar um relógio velho (uns 80 anos) pra uma mocinha?
Durmam com mais esse barulho.
Autor: Boko Moko - Categoria(s): Cinema, Cultura
Tags: Paradoxo, Passado, Super-homem