Francamente, não estou interessado no que cada um pensa ou deixa de pensar sobre os EUA. Mas já deu pra perceber que toda a “nação” anti-eua estaria votando em Barak Obama. Agora, vejam só a palavra do nosso presidente Lula Molusco em Havana:
Da mesma maneira que o Brasil elegeu um metalúrgico, a Bolívia um indígena (Evo Morales), a Venezuela (Hugo) Chávez e o Paraguai um ex-bispo (Fernando Lugo), acho que será uma coisa extraordinária se na maior economia do mundo um negro for eleito presidenteEm apenas um parágrafo ela mostra toda confusão mental de um sujeito irracionalmente anti-eua. Primeiro ele compara o presidenciável norte-americano a um monte de filhos de putas amantes de ditaduras que vivem falando merda sobre os… americanos!
Segundo que, de acordo com seu pensamento, Lula Molusco pensa que o povo americano, elegendo Obama, estará dando uma lição nos… americanos!
Terceiro (este é o pior da série) ele compara tudo que a américa latina tem de pior ao candidato democrata mencionando a cor de sua pele, bandeira que nem a campanha de Obama levanta. Afinal, os EUA são um país racista que tenta deixar de ser; o Brasil não é um país racista, mas tem uma vontade louca de ser.
Não acho legal ser comparado com os sujeitos acimas. Fosse eu afro-negão, estaria muito puto.
Conclusão: o problema do pensamento anti-eua é achar que os americanos são… brasileiros!


Antológica a reflexão do nosso desprovido amigo Boko Moko.
Acabei de assistir parte deste discurso no Jornal Nacional, e soou ainda pior com a cara de estúpido que é peculiar ao nosso presidente apedeuta.
Acrescentaria apenas que, se o mundo anti-americano está com Obama, é melhor estar contra o negão.