Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá não aceitaram a retirada de amostras de seu sangue para a análise do DNA. Por isso, os técnicos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) promoveram a coleta de fios de cabelo e de saliva do casal. Do material coletado, será extraído o DNA para a realização de exames comparativos. Também presente na coleta do material, o promotor Francisco Cembranelli disse que a medida, solicitada pela defesa do casal, não deve afetar em nada os trabalhos da acusação.
“A acusação não foi baseada em amostras de sangue. Estou aqui por determinação da Justiça”, disse. O promotor avalia que ainda este mês deve ser definida a data do julgamento de Alexandre e Anna Carolina no Tribunal do Júri.
Leia a reportagem completa aqui
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá não aceitaram a retirada de amostras de seu sangue para a análise do DNA. Por isso, os técnicos do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML) promoveram a coleta de fios de cabelo e de saliva do casal. Do material coletado, será extraído o DNA para a realização de exames comparativos. Também presente na coleta do material, o promotor Francisco Cembranelli disse que a medida, solicitada pela defesa do casal, não deve afetar em nada os trabalhos da acusação.
“A acusação não foi baseada em amostras de sangue. Estou aqui por determinação da Justiça”, disse. O promotor avalia que ainda este mês deve ser definida a data do julgamento de Alexandre e Anna Carolina no Tribunal do Júri.
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Músico irá apresentar clássicos que o tornaram conhecido nos anos 70 e 80.
Tatiana cavalcanti
Da Redação do Diário de Guarulhos
O cantor mineiro Beto Guedes irá se apresentar gratuitamente nesta quarta-feira (27), às 20h, no Teatro Adamastor Centro, com melodias do novo álbum “Em Algum Lugar”, além de clássicos como “Sol de Primavera”, “Amor de Índio” e “O Sol da Terra”.
Guedes irá gravar em dezembro um DVD em Belo Horizonte, cidade onde iniciou a carreira, com algumas das músicas que foram ofuscadas por seus grandes sucessos. O músico solicitou aos fãs que ajudassem na escolha do repertório e a resposta do público o surpreendeu. “Foi além do esperado, até agora milhares de pessoas votaram, o que estimula bastante a gente”, afirma Beto Guedes ao Diário de Guarulhos.
Desde sua adolescência, Beto Guedes tocou em diversas bandas e aos 18 anos participou do V Festival Internacional da Canção, com sua composição “Feira Moderna”, em parceria com Fernando Brant. A música mineira sempre exerceu grande influência em seu trabalho, bem como os choros que o pai compunha. Entretanto, quando perguntado quem é sua maior influência, a resposta é imediata: “Inegavelmente são os Beatles”. Posteriormente, o músico participou do Clube da Esquina, que o projetou nacionalmente. Atualmente segue a carreira solo e seus long plays (LPs) foram relançados em CD.
Beto Guedes já se apresentou em Guarulhos e garante que adorou. “Gostei muito do carinho do público”.
SERVIÇO
Beto Guedes – Onde: Teatro Adamastor Centro (Av. Monteiro Lobato, 734, Macedo). Hoje, às 20h. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro meia hora antes da apresentação.
Publicado em 26 de outubro de 2009 | por marianadelfini às 23h27
A idade dos espectadores de Mamonas Para Sempre (o Doc) era o que me intrigava quando cheguei no Reserva Cultural, onde o filme foi exibido nessa segunda-feira ao meio dia. Quando os Mamonas surgiram, conquistaram fãs de todas as idades, inclusive crianças. Hoje, treze anos depois de sua morte em um acidente de avião, eu imaginava que encontraria os alunos da Faculdade Cásper Líbero e do cursinho Objetivo – instituições que ficam no prédio da Gazeta, onde está o cinema – matando os últimos minutos de suas aulas para chegar a tempo do filme.
Mas não havia tantos deles na sala, menos de dez. Os outros, que completavam o número de mais ou menos 40 espectadores, eram senhoras por volta dos seus 50 anos, senhores em torno dos 60, jovens beirando os 30. Ou seja: fãs de todas as idades, mais velhos. A sala estava vazia, provavelmente por conta do horário. Pela reação do pouco público, rindo das piadas espontâneas de Dinho, vocalista da banda, e dos outros moços, fiquei imaginando como deve ser divertido assistir ao filme com lotação máxima do cinema. Pois este é um filme para fãs.
Esta última observação é de Tainá Nascimento, de 23 anos, que via o primeiro de seus quatro longas diários na Mostra. Como estuda à noite, ela começa na primeira sessão, interrompe a maratona para as aulas e às vezes vê outro filme depois da obrigação. O curso em que está inscrita denuncia-se na tatuagem no braço esquerdo: um filme que se desenrola do ombro, até quase a altura do cotovelo. Tainá é estudante de Cinema.
“Gostei do filme. É um documentário bem tradicional, mas que atende ao seu público”, ela diz. “Vale para quem era fã deles na época”. Ela se inclui nesse grupo; aos 10 anos de idade em 1996, adorava o quinteto de Guarulhos. A morte deles, ela conta, é a de que mais se lembra. Seu pai foi acordá-la com todo cuidado para dar a notícia: Filha, tenho uma coisa importante para te dizer. “Parecia que tinha morrido alguém da família”.
Escolheu esta sessão para começar a segunda-feira porque fazia tempo que não via nada sobre eles. E gostou de ter revisto coisas de que não se lembrava e outras que, quando pequena, não percebia – como a personalidade dos integrantes, esboçada em um dos momentos do documentário de Claudio Kahns.