Arquivo da Categoria televisão
19/06/2009 - 17:06

Na década de 70, uma atriz e bailarina foi destaque não só na abertura do Fantástico como em novelas do horário das sete horas: Estúpido Cupido, Te Contei e outras e nos anos seguintes sumiu das vistas do grande público. Nascida no Rio de Janeiro em 1949, Heloisa Millet foi descoberta por Ziembinski, trabalhou em novelas, cinema, até que casou com o escritor Carlos Pacini e foi morar em Goiás onde descobriu um novo talento: a pintura.
Sua última participação em novelas foi em 1982 em Terras do Sem Fim e Estúdio A…Gildo. Já no cinema, ela gravou até 2003, participando de As Tranças de Maria. Numa entrevista a revista contigo em 1994, Heloisa disse estar gostando da nova vida e ao que tudo indica não voltará mais as telas.
Fontes: wikipedia, site memória da TV, imdb (em inglês), elenco brasileiro
Autor: Fada Básica - Categoria(s): que fim levou, telas e palcos, televisão
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18/06/2009 - 17:06

Por Maria de Fatima Dannemann
“Vende-se um véu de noiva” é a novela que o SBT começa a exibir no lugar de “Revelação”. Mais uma vez, a esposa de Silvio Santos, Íris Abravanel, assina o roteiro da trama , um remake da novela radiofônica de Janete Clair, na qual foi baseada (também de Janete) “Véu de Noiva”, exibida pela Globo entre 1969 e 1970. A trama da novela foi modificada e atualizada mas gira em torno do mesmo tema: um noivado desfeito às vésperas do casamento obrigando a noiva a se desfazer de seu véu. No elenco: Roberto Lopes, Marcela Muniz, Tânia Bondezan, Marcos Winter, Moacyr Franco, Daniela Franco entre outros.
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Empolgando bem menos do que o BBB, mas com o mesmo “shape”, apesar do cenário ser totalmente outro e os confinados terem mais o que fazer além de ficar o dia todo em piscina ou festas, A Fazenda, reúne famosos (ou projetos de famosos) que estão sendo obrigados a tirar leite de vaca, dar comida aos animais, catar ovos e cuidar da horta além de cumprir provas que podem mandar alguem para o “caminho da roça” (o paredão versão country). Dos 14 participantes, três já saíram, uma delas por vontade própria, Bárbara Koboldt, que foi substituída por Fabiana Alvarez. Os ingredientes são semelhantes aos de todos os realities que se prezem: o bad boy, a sedutora que se faz de durona, etc. Mas talvez por isso falte alguma coisa no show, além de que o apresentador, Brito Junior, não consegue empolgar ninguém.
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“Jogo Duro”, o reality que a Globo está apresentando aos domingos “depois do Fantástico” é outro programa que não é grande coisas. A cada de semana, um grupo de participantes participa de provas mirabolantes estilo Indiana Jones, se aventurando entre cobras, sapos, ratos, baratas e outros bichos nojentos e peçonhentos, tendo que recolher dinheiro podendo ganhar até R$ 30 mil. Paulo Vilhena, apesar de bonitinho, é outro apresentador que não empolga e o programa, que deve ser pré-gravado, também é sem-graça e há uma nítida falta de calor humano. O quadro “Faustolândia” (nova versão das Olimpíadas do Faustão) pelo menos é engraçado.
Autor: Fada Básica - Categoria(s): telas e palcos, televisão
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05/06/2009 - 11:56

Fatima Dannemann
O que Susan Boyle e Ronaldo têm em comum? Aparentemente nada. Mas, na prática são ídolos que de repente mudaram sua relação com a mídia ou parte dela. Ronaldo, agora, só aparece na Globo “a paisana”, sem o uniforme do time ao qual está contratado, que agora é exclusividade do SBT. O próprio dono da emissora lembrou no sábado “o que é que nós somos? Corinthians”. Susan foi aplaudida pelo público, fenômeno na Internet, mas se tornou meio arredia e a mídia logo apontou outros favoritos ao concurso de calouros que ela participou. Não deu outra. Um grupo de dança ganhou a final, Susan ficou em segundo, surtou, foi internada.
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A mídia dá mas as vezes toma. Um caso nunca explicado de como os ídolos consagrados pelo público – ou até pela mídia – que de repente se tornam malditos é o do boneco Fofão. Sucesso nos anos 80 no programa Balão Mágico, o Fofão ganhou destaque, programa próprio, ascendeu aos mais altos limites da glória. Foi quando, “de repente”, um boato começou a tomar conta do Brasil de norte a sul: o Fofão teria sido desenhado pelo diabo em pessoa e dentro haveria um punhal que tomaria a alma das crianças. Niguem sabe quem começou a espalhar essa história. Mas, o fato é que o Fofão caiu em desgraça e o boneco sumiu de circulação. Nada ficou provado, hoje poucos se lembram.
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Enquanto Ronaldo e o Corinthians se tornam exclusivos da emissora de Silvio Santos, a Globo já adota outro “ídolo”, esse ligado, atualmente, ao time do coração da rede carioca, o Flamengo. Adriano, chamado “imperador do Rio”, já ganhou entrevista exclusiva com direito a lágrimas e muita pieguice nos programas de esporte globais, já ganhou destaque no Fantástico e sua família já apareceu (para “variar”, chorando de “alegria”, pois a mídia sabe como explorar a emoção das pessoas e nunca com risos, sempre com lágrimas, naquela do óoo coitadinho). Até quando? Bom, pelo menos até a Seleção que vai a Copa de 2010 (se o Brasil for classificado, claro) for convocada…
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Caetano Veloso, em uma matéria no programa Aprovado, TV Bahia, falou sobre como será o panorama cultural no futuro. Muito do que ele falou, já acontece. Hoje, a Internet consolidou a Globalização e muito do que é ou se torna famoso foi consagrado pela net em blogs ou no You Tube e similares. Muitas das músicas que a moçada ouve em mp3 e mp4 vêm diretamente de programas de compartilhamento e passam longe da massificação programada pelas gravadoras que impõem a presença de gente como Sandy, no quadro Soletrando do Caldeirão do Huck, de Daniel, num elenco de novela, ou mesmo de Ivete Sangalo e Claudia Leite onde der para elas aparecerem – sejam como cantoras (maravilhosas, e isso ninguém precisa de mídia para avaliar) ou sejam como “ótimas” mães. Para Caetano, isso já está mudando e é o que incomoda a industria existente: Susan Boyle foi vítima dessa falta de alinhamento com os “padrões” que a mídia e a industria (incluindo ai gravadoras, editoras, provedores, etc) quer para seus (dela) ídolos: feia, pobre, mocoronga, apesar da voz lindíssima. Enquanto isso procuram até hoje uma sucessora para Billie Hollyday. Mas será que isso é possível?
Autor: Fada Básica - Categoria(s): telas e palcos, televisão
Tags: idolos, ronaldo, susan boyle
24/05/2009 - 20:55

Telas e Palcos
Guerra de realities: nem acabou Aprendiz 6, e a Record anuncia A Fazenda. Na Globo comenta-se a volta do radical e polêmico No Limite. Zeca Camargo já estaria treinando para comandar o programa.
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Sessão da tarde: nunca se viu tanta reprise e tanta violência num mesmo horário. Será que a Globo não sabe que existe algo mais do que ação e filmes da Barbie em Hollywood?
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Ridícula. Assim podemos resumir a participação da “papagaia” Maria Loura no programa Mais Você. Colocar um ator fazendo transformou a ave numa drag queen. Lamentável.
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Violência nas novelas da Record está excedendo todos os limites. Poder Paralelo, Caminho do Coração parte 3, só falta escorrer sangue na sala dos espectadores.
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Se for igual ao livro “Anjos e Demônios”, com Tom Hanks que estreou sexta passada, vai ser muito chato. Dan Brown força a barra mesmo. E não convence.
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As emissoras de televisão resolveram fazer verdadeira apologia da cirurgia bariátrica como “única forma de emagrecer”. Resultado: os médicos agora atendem de 10 em 10.
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Débora Secco vai se casar. Isso é quase fato consumado. A questão é se ela vai morar no Qatar. Para quem gosta de aparecer como ela, há quem ache uma tarefa impossível.
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E Raj, heim? Ganhou a preferência da mulherada do Brasil inteiro, mesmo que ele não tenha sido exatamente correto com Duda. É só conferir Caminho das Índias e ver.
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Escalado para ser o galã da vez, o Bahuam de Marcio Garcia acabou meio apagado e sem muita função na história. Parece que agora vai virar bandido. Será?
Autor: Fada Básica - Categoria(s): Cinema, televisão
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22/05/2009 - 20:47

Nos anos 60, uma família futurista apareceu nos desenhos animados. George, Jane, Judy, Elroy, alem do cachorro Astro e da robô-doméstica Rosinha moravam numa espécie de torre, usavam engenhocas de todo o tipo para cozinhar, dormir, teletransportar, receber e enviar mensagens em episódios muito engraçados. Produzida pela Hannah-Barbera de 1962 a 1963, foi exibida na TV Excelsior, e depois de 1985 a 1987, sendo que a versão produzida nos anos 80 fora exibida pelo SBT. Ganhou também versão revista em quadrinhos e seu sucesso se deve por introduzir no imaginário popular o que seria o futuro da Humanidade (que aliás ainda nem aconteceu).
O desenho acabou sendo uma espécie de parceria com Os Flintstones, também da Hannah-Barbera mas retratando uma típica família americana na idade da pedra, e em alguns desenhos especiais as duas famílias se encontraram em aventuras muito engraçadas. Para quem gosta de desenhos a moda antiga, os desenhos estão disponíveis em DVD.
Autor: Fada Básica - Categoria(s): que fim levou, televisão
Tags: anos 60, desenhos, hanna barbera, jetsons
22/03/2009 - 13:52

Quem foi criança nos anos 80 ainda se lembra de Dengue, um dos personagens do Xou da Xuxa. Interpretado pelo ator Roberto Berttini, Dengue dividia o palco com a tartaruga anã Praga, as paquitas, Xuxa e os baixinhos que participavam do programa que durava toda a manhã, todos os dias da semana, na Rede Globo. Amigo de muitos anos de Xuxa, Roberto é um ator circense que deixou o Mato Grosso aos 16 anos para viver em São Paulo e antes do programa da loira, trabalhou com Bozo. Ficou na Globo até 93 mas não conseguiu emplacar seus projetos. Acabou se mudando para Cerejeiras, em Rondônia, onde mantem um escritório para venda de shows de artistas nacionais. Na cidade, ele é considerado ilustre, segundo o site Ego publicou há alguns meses, mas ele sonha retomar o antigo personagem.
Praga a tartaruguinha teve menos sorte. O ator Armando Moraes morreu em 2006.
Autor: Fada Básica - Categoria(s): memoria, que fim levou, televisão
Tags: anos 80, dengue, xuxa
03/02/2009 - 11:58

Os canais abertos não andam fazendo justiça com as aventuras de Jenny ou mais precisamente Uma Robô Adolescente atualmente relegada as madrugadas e ainda assim só uns poucos dias por semana. É pena… O desenho é engraçado e a menina que é o único robô no mundo do modelo XJ9 fica igualzinha a uma adolescente de carne e osso o que é ainda mais divertido.
Na Wikipedia, olha o que dizem sobre o assunto:
My Life as a Teenage Robot (ou Uma Robô Adolescente) é um desenho animado. Jenny é uma garota como as outras. Ela é o único robô no mundo do modelo XJ9. Sua mãe, a senhora Wakeman, sempre aplicou seus conhecimentos científicos para criar poderes contra os vilões do planeta. Acabou inventando-a e agora tem que cuidar de uma adolescente. E a vida de Jenny também não é fácil, afinal para ser robô, estar na puberdade, salvar o planeta e ainda levar uma rotina normal na escola são necessários superpoderes mesmo.
(veja matéria completa clicando aqui)
A Dra Wakeman chegou a criar 8 robôs antes de Jenny, que tem 2 m de altura e 200 kg e que tem como arquiinimigadas as Primas Crusty. Quem acordar de madrugada e der sorte, confere o desenho…
Os fãs de Jenny criaram blog, forum, comunidade no orkut. É só conferir.
Autor: Fada Básica - Categoria(s): desenhos animados, televisão
Tags: desenho animado, madrugada, robô adolescente, televisão
27/01/2009 - 17:52

Maria de Fatima Dannemann
Ano Novo, lista de indicados ao Oscar e novidades na telinha. Ou coisas nem tão novas como as tradições de cinco mil anos mostrada como historinha para boi dormir na novela Caminho das Indias. Tudo carnavalizado em ritmo de superprodução numa trama cheia de sub-tramas e personagens secundários. Se Glória Perez não se perder, vem outro sucesso a vista, apesar da dúvida: depois da trama enxuta e do minimalismo de A Favorita os espectadores da Globo se reacostumam com o kitsch de peruas e/ou suburbanas que Madame Perez costuma explorar em suas histórias?
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Melhor ficar com a reprise de Mulheres Apaixonadas, no Vale a Pena ver de novo e ver Suzana Vieira vivendo na fantasia o mesmo que ela viveu na vida real. Na trama, levada ao ar a primeira vez no inicio desta década, Lorena dispensa Expedito (Rafael Calomeni) depois de tomar um corno do rapaz com sua ex-nora Marina (Paloma Duarte, aliás sumida das novelas). A realidade foi mais cruel com Suzana, uma das melhores atrizes brasileiras. Mas, ao que tudo indica, ela tirou de letra e se recupera dos revezes do ano passado.
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Falando em trapalhadas, o Big Brother Brasil começou bizarro com dois grupos na mesma casa, um casa de vidro de onde saiu mais uma loira a pulso de chapinha no cabelo, Josiane, embora todo mundo garanta ter votado em Mayra (baixinha, morena e de cabelo curto). Saiu Michele detonada pela panelinha do lado B que agora negocia com a Playboy e mostra o quanto ela era “santinha”. Priscila, a vencedora entre as mulheres do primeiro paredão do BBB, ao contrário, vai mostrando tudo e aprontando todas sem medo de ser feliz. No que vai dar o BBB, aguardemos…
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Enquanto isso, quem chega tarde em casa, esnoba as Indias, esnoba o BBB, esnoba até a violenta novela Chamas da Vida, da Rede Record e sintoniza no SBT para assistir Revelação, escrita pela primeira-dama da rede, Iris Abravanel. Impressões de quem viu: a novela é agua com açucar mas é boazinha.
Autor: Fada Básica - Categoria(s): Notícias, cultura, opinião, televisão
Tags: BBB, Caminho das Indias, Novelas, opinião
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