Número de desnutridos cai em 31 dos 79 países atendidos pela FAO
Roma, 11 nov (EFE).- A Organização das Nações Unidas para Agricultura e a Alimentação (FAO) informou que 31 dos 79 países onde atua, registraram uma importante queda no número de famintos desde o início da década 90.
Um relatório publicado hoje destaca o notável progresso realizado por 16 destes países, que já alcançaram o objetivo de reduzir o número de pessoas famintas para o ano 2015 ou se encontram bem encaminhados para alcançá-lo.
“O número de famintos alcançou o recorde histórico de 1,020 bilhão de pessoas”, calcula.
O relatório, apresentado pelo Diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, analisa em detalhes os fatores ocultos por trás do êxito de quatro países que alcançaram importantes avanços frente à fome: Armênia, Brasil, Nigéria e Vietnã.
Diouf explicou que o relatório, “através dos exemplos que oferece, contém uma mensagem de esperança: é possível vencer a batalha contra a fome. O que necessário é ter um compromisso dos próprios Governos dos países em desenvolvimento e um sólido apoio da comunidade internacional”.
Diouf lançou igualmente uma campanha contra a fome na Internet, solicitando ao público apoio para erradicar a fome. O pedido será apresentado aos líderes mundiais na cúpula da próxima semana. É possível participar pelo site http://www.1billionhungry.org.
Segundo o documento, existem quatro denominadores comuns que permitem ter êxito na redução da fome: a criação de um contexto adequado para promover o crescimento econômico e bem-estar pessoal, investimento nos pobres que moraram em áreas rurais e chegar até os mais vulneráveis, assegurar que os benefícios conquistados sejam mantidos e proteção frente às ameaças, e por último, planejar um futuro sustentável.
Como exemplo, citou o “Fome Zero” que o Governo do Brasil introduziu em 2003.
O Governo mobilizou as autoridades locais e às organizações da sociedade civil para apoiar a iniciativa, que incluiu a transferência de fundos com dinheiro para aumentar o poder aquisitivo dos pobres e investir na agricultura familiar.
“A continuação resultou em uma rápida redução na prevalência da desnutrição”, assinala o texto da FAO.
O Programa Nacional de Segurança Alimentar na Nigéria conseguiu duplicar a produção e a presença de pequenos agricultores que praticam a agricultura de sequeiro, ao introduzir melhorias tecnológicas que permitam obter duas ou três colheitas anuais, em vez de uma só.
Como exemplo de consolidação dos avanços conseguidos, o documento explica que quando o vírus da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars) ameaçou Vietnã, o país reorganizou rapidamente a forma de operar do setor avícola, fortalecendo os serviços sanitários para prevenir aquela e futuras doenças de origem animal.
O Governo da Armênia priorizou os investimentos para melhorar sua obsoleta rede de distribuição de água. Hoje em dia “o atual sistema de irrigação funciona com mais de 50% de perdas”, segundo o relatório.
Além dos quatro países mencionados anteriormente, o estudo da FAO analisa a forma como outros três países em desenvolvimento – Argélia, Malawi e Turquia – transformaram seu setor agrícola em importantes motores de crescimento e fonte de exportações, que por sua vez contribuem à redução da fome e da pobreza.
O relatório assinala também que um dos melhores e mais rentáveis caminhos para vencer a pobreza e a fome no meio rural é apoiar os pequenos camponeses.
Cerca de 85% das granjas agrícolas no mundo têm menos de dois hectares, e os pequenos agricultores e suas famílias representam 2 bilhões de pessoas, um terço da população mundial.
Indonésia, México e Serra Leoa são exemplos de países que desenvolveram enfoques inovadores para potenciar e apoiar aos pequenos camponeses. EFE .cps/dm. MATERIAL PRODUZIDO PELO PORTAL DA DW.WORLD.DE
Serviço 102 (Informações)
Quando você precisar do serviço 102, que custa R$ 2,05.
Lembre-se que agora existe o concorrente que cobra apenas R$ 0,29 por
informação fone 0300-789-5900.
Para informações da lista telefônica, use o nº 102030 que é gratuito,
enquanto que o 102 e 144 são pagos e caros.
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Se você tem por hábito utilizar os Correios, para enviar correspondência,
observe que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, num
envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos,
para qualquer lugar/Estado, e bem abaixo do local onde coloca o CEP escrever
a frase ‘Carta Social’, você pagará somente R$0,01 por ela.
Isso está nas Normas afixadas nas agências dos correios,
mas é claro que não está escrito em letras graúdas e nem facilmente visível.
O preço que se paga pela mesma carta, caso não se escreva ‘Carta Social’,
conforme explicado acima custará em torno de R $0,27 (o grama).
Agora imaginem no Brasil inteiro, quantas pessoas desconhecem este fato
e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente?
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será cobrada sempre uma taxa a mais do que uma ligação normal, ou seja, de celular para celular. Mas se acrescentar um número a mais, durante a discagem, lhe será cobrada
apenas a tarifa local normal..
Resumindo:
Ao ligar para um celular sempre repita o ultimo dígito do número.
Exemplos:
9XXX – 2523 + 3 ou sejam: 9XXX-25233
9X7X – 1345 + 5 9XXX-13455
Atenção:
o número a ser acrescido deverá ser sempre o último número
do telefone celular chamado !
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Vale a pena ler e se prevenir.
Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet,
siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site:
1 – Minimize a página.
Se o teclado virtual for minimizado também, está correto.
Se ele permanecer na tela sem minimizar, é pirata!
Não tecle nada.
2 – Sempre que entrar no site do banco, digite SUA SENHA ERRADA na primeira vez .
Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco,
porque o sistema tem como checar a senha digitada.
Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal.
Sites piratas não têm como conferir a informação, o objetivo é apenas capturar a senha.
3 – Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece
o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone;
uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer.
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e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer.
Os 3 pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você jamais
seja vítima de fraude virtual.
SEJA SOLIDÁRIO,
REPASSE AOS SEUS AMIGOS ! ! – (colaboração de servito menezes filho)
No dia 14 de junho de 1881, foi publicada em Berlim a primeira lista telefônica da Alemanha. O catálogo continha poucos números particulares. A grande maioria era de telefones comerciais.
Os primeiros nomes a constar deste primeiro catálogo dos “participantes da instituição de conversa à distância” não foram poupados do sarcasmo da opinião pública, que ria do “livro dos 94 tolos” e ironizava os que “se deixavam levar pelas bobagens vindas da América”.
Grande parte dos estabelecimentos comerciais da época considerava a inovação supérflua: “Nós temos um sistema de mensageiros bem extenso. Para que há de nos servir a conversa à distância?”, perguntavam alguns.
Mas nem todo o empresariado se mostrou tão cético em relação à novidade. A primeira edição da lista telefônica berlinense já contou com o registro de vários bancos, hotéis e lojas.
Um dos primeiros a embarcar na modernidade de então foi o tradicionalíssimo confeiteiro Kranzler, que logo percebeu a duplicação de seu movimento depois dos novos pedidos por telefone. Logo, fazer parte da lista não era tolice alguma, como queria acreditar parte da população.
No início, devido ao aumento constante no número de interessados, o catálogo de participantes era atualizado uma vez ao mês. Em 1889, havia dez mil aparelhos instalados e, em 1898, havia mais telefones em Berlim que em toda a França.
Quanto mais espaço o telefone tomava no cotidiano da cidade, mais urgente tornava-se a necessidade de aprender a lidar com o novo aparelho. Um manual de instruções acompanhava a invenção, explicando passo a passo como utilizar o “falador à distância”. As ligações eram feitas, nesta fase inicial da telefonia, apenas por intermédio de uma central, que tornava possível o contato entre dois participantes da rede.
Reflexos dos tempos
Para facilitar a comunicação e evitar mal-entendidos, foi criado a partir de 1890 um código de nomes relativos às letras do alfabeto: partindo do A até o Z. As listas telefônicas, na década de 1930, refletiram os tempos antissemitas que viriam. Em 1933, o correio da cidade de Rostock recebeu a seguinte comunicação: “Frente às mudanças ocorridas na Alemanha, não creio ser oportuno manter nomes judeus em nosso código de letras. Suponho que estes possam ser substituídos por nomes alemães adequados.”
Ao referir-se à letra D, passou a ser necessária a explicação “D de Dora”, no lugar de “D de Davi”, e “S de Siegfried” substituiu “S de Samuel”. A partir de 1939, passou-se a exigir que os judeus fossem registrados de maneira especial nas listas telefônicas. Os homens eram obrigados a carregar o pré-nome adicional “Israel” e as mulheres foram forçadas a acrescentar “Sara” em seus nomes.
Durante a Segunda Guerra Mundial não foram publicadas listas telefônicas. Depois de 1945, era possível adquirir um catálogo telefônico apenas em troca do pagamento de oito quilos de papel.
Em 1965, as listas ainda eram vendidas na Alemanha por cerca de cinco marcos (pouco mais de 2,50 euros). Hoje, não é mais necessário pagar pelo livro telefônico (Telefonbuch) e qualquer cidadão pode recebê-lo em casa ou apanhá-lo nos correios.
Em todo o território alemão, a editora da Deutsche Telekom (DeTeMedien) publica hoje 125 versões dos tradicionais catálogos de telefone (total 32 milhões de exemplares) e 106 volumes de Páginas Amarelas (Gelbe Seiten). Outras editoras também disputam o mercado com edições próprias.
O avanço das tecnologias de informação também tem propiciado outras formas de consulta de números de telefone, como CD-ROM, DVD e internet. MATÉRIA PRODUZIDA POR DW WORLD.DE
Somente na semana passada, 53.314 automóveis entraram na lista de recall em quatro campanhas feitas pelas empresas Fiat, Peugeot, Citroen e até mesmo a luxuosa Ferrari. Ao todo, 21 modelos da marca ícone do luxo, que custam entre R$ 1,38 milhão e R$ 1,9 milhão, terão de ser levados às concessionárias por causa de um problema que pode até provocar incêndio.
Além disso, a Honda convocou um recall para 5.027 motocicletas. Este ano, já somam 77.011 o total apenas de carros envolvidos em recall, ante 5.217 no período de janeiro a março do ano passado. O dado do primeiro trimestre de 2008, porém, não retrata o que ocorreu ao longo dos nove meses seguintes. As montadoras convocaram no ano passado 969,5 mil veículos para conserto ou verificação de defeito de fábrica, quase quatro vezes mais do que as 256,3 mil unidades incluídas em recall em 2007. Ao todo, foram 27 campanhas de recall.
O número de carros de diferentes anos de fabricação que tiveram de voltar às concessionárias corresponde a mais de 30% das vendas de veículos novos no País em 2008, que foram 14,5% maiores que em 2007.
Também foram convocadas 291,1 mil motocicletas, o que eleva para 1,26 milhão o total de veículos em recall no ano passado, segundo o site Estradas.com. ”O aumento exacerbado da produção pode ter contribuído para o número maior de recalls”, diz Francisco Satkunas, da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil). O recall normalmente é feito quando envolve itens que colocam em risco a segurança do usuário ou por prevenção.
Até setembro, o ritmo de produção das montadoras e das empresas de autopeças estava acelerado e só caiu após a freada nas vendas, quando o crédito ficou escasso por causa da crise financeira internacional.
Nos Estados Unidos, as montadoras convocaram em 2008 um total de 10,2 milhões de veículos, 30% a menos do que em 2007. O volume equivale a 75% das vendas totais no país, que somaram 13,5 milhões de carros, 18% a menos do que no ano anterior.
A montadora com maior número de carros envolvidos em recall no Brasil em 2008 foi a VW, com 751,8 mil veículos. Em seguida veio a GM, com 70,4 mil unidades. A Fiat não fez nenhuma convocação em 2008. Na semana passada, porém, começou a chamar 52.983 donos do modelo Punto para substituição do fecho do cinto central traseiro.Redação de Bondenews.
Aprendizagem Profissional está em consulta pública
A população tem até o dia 10 de abril para encaminhar sugestões ao anteprojeto de lei do Programa Nacional de Aprendizagem Profissional, que trata da contratação de jovens aprendizes entre 14 e 18 anos nos setores público e privado. O documento está disponível na página do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na internet e as novas propostas podem ser encaminhadas para o endereço eletrônico
Enviado por:
João Rocha - Categoria: Saude, Utilidade Pública
Os bens apreendidos com acusados de cometer crimes serão cadastrados pelo Judiciário e ficarão disponíveis para consulta pelos juízes em um banco de dados. Lançado hoje pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Sistema Nacional de Bens Apreendidos (SNBA) vai permitir que os magistrados obtenham informações detalhadas sobre os bens, como valores, localização, data de apreensão e destinação. O juiz auxiliar da presidência do CNJ, Rubens Curado, disse que o banco de dados ajudará a evitar a depreciação de bens apreendidos.
Em uma segunda etapa do projeto o sistema deverá permitir o leilão eletrônico dos bens. A arrecadação obtida deverá ser revertida para ações de combate à criminalidade. De acordo com Curado, a criação do sistema era uma meta estabelecida pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), coordenada pelo Ministério da Justiça e integrada por vários órgãos, dentre os quais, o CNJ.
“O sistema demonstra, pela sua origem, que é essencial a cooperação entre as instituições. Trata-se de mais uma ferramenta que a Justiça coloca à disposição dos magistrados para aperfeiçoar e modernizar o serviços judiciais”, afirmou o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.
SEBRAE ORIENTANDO O PEQUENO EMPRESÁRIO
Agência FAPESP – Do design de uma embalagem, passando pela concepção de um produto diferenciado a transformações tecnológicas, inovar contribui para projetar micro e pequenas empresas para o futuro, com o desenvolvimento dos seus negócios.
Com essa perspectiva, será veiculada a partir de 18 de maio, em emissoras do Brasil inteiro, uma série com 120 episódios do programa Inovar – A Rede de Conhecimento do Sebrae.
Com duração de três minutos, a série destacará casos de sucesso de empresários pelo país e será transmitida de segunda-feira a sexta-feira por um período de seis meses. O objetivo do programa, parceria do Sebrae com a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), é mostrar aos empresários de empreendimentos de micro e pequeno porte o papel da inovação como motor dos negócios.
“Queremos que o ouvinte saiba que se pode inovar sem ter à disposição grandes recursos tecnológicos e financeiros. Uma boa idéia significa um primeiro passo para inovar”, disse Clarice Veras, coordenadora nacional dos Programas de Rádio do Sebrae.
Uma das novidades em relação ao programa está na integração de mídias, especificamente do rádio com a internet. Além de divulgar o portal do Sebrae, o programa estará associado a um blog. “O blog servirá como espaço de interação com os empresários e o site do programa. Trará informações complementares aos episódios no rádio”, explicou Clarice.
O programa de rádio também promoverá uma ligação com o Projeto Call Center do Sebrae. Por meio do telefone 0800 570-0800, os ouvintes poderão opinar sobre a série e buscar mais informações sobre assuntos veiculados no rádio e a respeito dos serviços e projetos da instituição. O programa ainda divulgará o atendimento presencial das unidades do Sebrae pelo país.
Criado pelas Unidades de Atendimento Individual e Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, com apoio da Unidade de Marketing e Comunicação, o programa terá base em depoimentos reais de empresários que, de alguma maneira, inovaram em seus negócios. Boa parte dos três minutos da produção dará espaço aos relatos empresariais.
MOLHOS DE TOMATE QUE OFERECEM PERIGO À SAÚDE
A associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Pró-Teste, analisou
trinta marcas de molhos de tomate industrializados.
Dessas marcas, apenas oito são recomendadas ao consumo pela Pró-Teste.
Dos enlatados, o Jurema Salsatelli foi apontado como o melhor do teste.
Já o Cepera foi classificado como a escolha certa, o que significa melhor
relação custo x benefício.
Os outros cinco avaliados positivamente foram: Knorr-Cica Pomarola, Sendas,
Great Value, Luppini Pronto e Fugini.
Entre os molhos de caixinha, somente um é recomendado: Knorr-Cica Pomarola, considerado como a escolha certa e o melhor do teste.
Durante o teste, foram encontrados pêlos de roedores em duas marcas:
Tomatino (em lata) e Arisco Tarantella (em caixa ).
Em dezesseis molhos foram encontrados fragmentos de insetos e larvas e, em
alguns casos, o bicho foi encontrado inteiro..
São eles: Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé,
Peixe Tomatelli, Tomatento, Predilecta (todos em lata), Etti Salsaretti, Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe Tomatelli, Quero e Tomatino ( em caixa).
Além disso, foi realizada uma avaliação para determinar possíveis
contaminações que o produto pode sofrer. As marcas foram submetidas a
temperaturas ideais para o desenvolvimento de microorganismos. Cinco delas produziram gás e estufaram:
Comprebem, Extra, Predilecta, Quero Marinara e Tradelli.
As marcas que representam risco saúde:
Comprebem, Extra, Quero Marinara, Predilecta, Tradelli e Tomatino (todos em
lata) e Arisco Tarantella (em caixinha).
VAMOS REPASSAR AOS NOSSOS AMIGOS.
A Pró-Teste já entrou com ações nos Fóruns Central e do Jabaquara, em São
Paulo, pedindo para tirar de circulação os produtos reprovados. O intuito é que
haja a busca e a apreensão desses molhos de tomate nos supermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Extra e Pão de Açúcar), Carrefour e
Wal-Mart (Big), conforme solicitado nas ações.
Confirme esta notícia no site da Pró-Teste: http://www.proteste.org.br/map/src/436351.htm
PRO TESTE quer impedir fabrico de molhos
A Associação entrou com uma ação pedindo que os molhos não sejam produzidos até que os problemas relativos à higiene estejam sanados.
A PRO TESTE ajuizou uma ação civil pública contra Coniexpress Indústria Alimentícia, Unilever e dois outros fabricantes de molhos, na 1ª Vara Cível do Fórum do Jabaquara, em São Paulo, para que as empresas deixem de fabricar, distribuir e comercializar os molhos de tomate que se encontram inadequados para o consumo. O pedido se deve ao resultado do teste que encontrou risco de deterioração, fragmentos de insetos e até presença de pêlos de roedores nos molhos fabricados por estas empresas.
Se o pedido for aceito, até que os problemas relativos à higiene e às boas práticas de produção sejam sanados, estes molhos que podem ser vetores e possíveis causadores de doenças, estarão fora do mercado.
Em três ações anteriores, que estão tramitando, a entidade já havia solicitado à Justiça a retirada das prateleiras dos supermercados desses alimentos nocivos à saúde. O Ministério Público já se manifestou favorável numa dessas ações.
Com base no princípio da precaução é pedida a proibição de fabricação desses molhos enquanto não forem feitos novos testes comprovando que foram sanados os problemas de higiene detectados.
Apenas oito molhos tiveram avaliação positiva na avaliação feita pela PRO TESTE.
Vera Lúcia Ramos
Assessora de Imprensa PRO TESTE
e-mail:imprensa@proteste.org.br
Tel (11) 5573-3595 r. 202; (21) 9419-8852
da Folha Online
O Ministério do Desenvolvimento Social detectou 2,2 milhões de famílias que não recebem o benefício do Bolsa Família apesar de reunirem todas as condições de perfil e de renda, revela reportagem de Eduardo Scolese na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
A situação foi descoberta pelo próprio ministério após um pente-fino realizado no final do ano passado no Cadastro Único, banco de dados alimentado pelas prefeituras e que reúne famílias com renda per capita de até R$ 120. A inscrição nesse cadastro é o primeiro passo obrigatório para que famílias com renda de até meio salário mínimo possam acessar o benefício.
As famílias estão na “fila” e sem vaga para atendimento no principal programa de transferência de renda do governo federal, que hoje atende cerca de 11 milhões de famílias. O custo anual para incluí-las de uma vez no Bolsa Família é de R$ 2,2 bilhões, e não há previsão orçamentária para isso neste ano.
Com base na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), do IBGE, e em pedidos e reclamações que chegam a todo momento do interior do país, o governo já estimava em cerca de 2 milhões o número de famílias nessas condições.
Leia a reportagem completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.
Você está na estrada, quando alguém em outro carro, dá sinal sobre um problema no seu carro, e segue adiante. Você acredita que é alguém bem intencionado e, vendo que o carro foi embora, você pára no acostamento para ver o que há de errado. Nesse momento, outro carro que estava te seguindo e você não percebeu, pára logo atrás. Você é apanhado completamente desprevenido pelos comparsas que estão nesse carro.
A Polícia Rodoviária informa que se trata de uma quadrilha bem organizada, que já está agindo há algum tempo e que eles não estão conseguindo pegar.
Cuidado, não caia nesse golpe. NÃO PARE. Se for o caso, espere até chegar a um posto ou restaurante, ou peça ajuda à Polícia, pelo celular.
Novas normas para a CNH entram em vigor dia 1º
Novas normas para quem for tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) entram em vigor nesta quinta-feira, 1º de janeiro de 2009. A Resolução 285 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prevê maior carga horária para os Cursos de Formação de Condutores.
O curso teórico, atualmente com 30 horas/aula passará a ter 45 horas/aula e o de direção veicular, hoje com 15 horas/aula, será composto de 20 horas/aula. O curso teórico vai abordar, entre outras situações, situação de risco, equipamentos do condutor, motociclistas, condução de motocicletas com passageiro e cargas, cuidados com vítimas de acidentes e as consequências do consumo de bebidas alcoólicas.
De acordo com a resolução, passa a ser permitido ao curso de direção para motocicletas a realização de aulas em vias públicas, após as aulas em circuito fechado. A lei ressalta que todos os candidatos deverão realizar a prática
O PROCESSO DE SOLICITAÇÃO DE PASSAPORTE - inicia com o acesso ao site do Departamento de Polícia Federal www.dpf.gov.br. No site, clique no link “Informações gerais e requerimento de passaporte” e em seguida selecione a localidade onde deseja requerer o passaporte. Existem dois modelos do documento, o passaporte comum padrão ICAO, cor azul e o passaporte modelo antigo padrão não-ICAO, cor verde. Verifique o seu modelo de passaporte no site.
Leia as informações e clique em “emissão do passaporte”. Preencha o formulário com seus dados e ao final digite o código de segurança e clique em confirmar. Serão exibidos três botões, inicialmente clique em “gerar protocolo”, depois “gerar GRU” (guia para pagamento da taxa) e finalmente em “fechar”. Caso haja dúvidas sobre o preenchimento dos seus dados, ligue para 0800-9782336 ou entre em contato pelo e-mail cau.cti@dpf.gov.br. Outros esclarecimentos aqui.
Após a inclusão dos dados será emitida a Guia de Recolhimento da União (GRU). O boleto deve ser pago, respeitando sua data de vencimento. A taxa de concessão de passaporte comum ICAO, cor azul, é de R$ 156.07, já a concessão de novo passaporte sem a apresentação do anterior (válido ou não) custa R$ 312,14. Nas unidades que emitem o passaporte antigo (cor verde) a taxa é de R$ 89,71, e R$ 179,42, para pedir a renovação ou outro passaporte sem a apresentação do documento antigo.
Por fim, compareça ao posto do DPF munido da documentação original exigida (veja abaixo), GRU paga e protocolo da solicitação. Em algumas unidades do DPF é necessário fazer o agendamento prévio. Verifique no site se é preciso agendar o atendimento no posto escolhido.
DOCUMENTOS
O interessado em obter o passaporte comum deve ser brasileiro nato ou naturalizado. Para realizar o pedido é preciso comparecer em quaisquer das unidades descentralizadas ou postos de atendimento do Departamento de Polícia Federal e apresentar em original os seguintes documentos:
Carteira de Identidade Civil (RG) e Certidão de Casamento com a devida averbação, se for o caso, para as pessoas que tiverem o nome alterado em razão de casamento, separação ou divórcio;
Carteira de Identidade Civil (RG) ou Certidão de Nascimento para os menores de 12 anos;
Título de Eleitor e comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos, se houve). Na falta dos comprovantes, declaração da Justiça Eleitoral de que está quite com as obrigações eleitorais, ou justificativa eleitoral;
Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório, para os requerentes do sexo masculino a partir de 01 de janeiro do ano em que completam 19 anos até 31 de dezembro do ano em que completam 45 anos;
Certificado de Naturalização, para os Naturalizados;
Comprovante de pagamento da taxa em reais, por meio da guia GRU (Guia de Recolhimento da União), que deverá ser preenchida pela internet, sendo necessário o CPF do requerente ou responsável, código da receita e da unidade arrecadadora conforme tabela das receitas existente na própria guia;
Apresentar o Passaporte anterior, quando houver (válido ou não). A não apresentação deste, por qualquer motivo, implica em pagamento da taxa em dobro;
O brasileiro que tiver seu passaporte válido inutilizado por qualquer repartição consular ou de imigração estrangeiras, no Brasil ou no exterior (por negativa de visto ou deportação), não está impedido de requerer um novo passaporte. Basta apresentar o passaporte, válido ou não, para cancelamento.
Conforme legislação, outros documentos poderão ser exigidos.
Outras informações
É obrigatória a presença do requerente na unidade do DPF, inclusive menor de 18 anos. As coletas de digitais, assinatura e fotografia serão realizadas nas dependências da Polícia Federal, por meios eletrônicos. Nas unidades que ainda emitem o passaporte do modelo antigo é preciso, além dos documentos, levar duas fotografias 5×7, com data.
O passaporte será entregue pessoalmente a seu titular, mediante apresentação de documento de identidade e assinatura de recibo. Busque seu passaporte no horário e local indicados. O prazo de entrega é de no máximo seis dias úteis.
A validade do passaporte é de até cinco anos. Expirado o prazo de validade deverá ser solicitado um novo documento.
Não há renovação nem prorrogação de passaporte, se o seu está com prazo de validade expirado ou prestes a expirar e você deseja obter um novo documento de viagem, serão exigidos TODOS os documentos originais relacionados.
Sob protestos de montadoras, começam a entrar em vigor, a partir do próximo ano, resoluções que tornam obrigatória a instalação de vários itens de segurança nos automóveis. Quatro equipamentos – freio ABS, air bag, rastreador e terceira luz de freio (brake light) – vão encarecer os preços dos carros em quase R$ 4 mil. Para executivos do setor automobilístico, a segurança é importante, mas cabe ao consumidor optar por ter ou não os sistemas em seus veículos.
Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a crise, o presidente da Fiat, Cledorvino Belini, demonstrou preocupação com iniciativas que vão encarecer a produção, como o projeto que torna obrigatório o rastreador. A norma passa a vigorar em agosto. Segundo o executivo, o item elevará os custos, por veículo, entre R$ 600 e R$ 800.
Em janeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) deve aprovar a obrigatoriedade de todos os carros, inclusive os populares, de saírem de fábrica com ABS (sistema antibloqueio de frenagem) e air bag, bolsa inflável que evita o choque do corpo com o volante ou pára-brisa. Hoje, como opcionais, os dois itens custam entre R$ 2,8 mil e R$ 3 mil.
A instalação será escalonada e cada empresa pode determinar os modelos que receberão os equipamentos primeiro. A partir de janeiro de 2011, 20% dos veículos sairão de fábrica com ABS, porcentual que sobe para 40% em 2013 e 100% em 2014. Para o air bag, a exigência começa em 15% dos carros em janeiro de 2012, vai para 30% em 2013 e para 100% no ano seguinte.
O escalonamento foi um pedido da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A mesma norma será adotada para o rastreador, mas em prazo mais curto. Em agosto de 2009 a exigência de air bag vale para 20% da produção total de automóveis e comerciais leves, porcentual que sobe para 40% em fevereiro de 2010 e 100% em agosto do mesmo ano. Esse item custa entre R$ 100 e R$ 200.
Maria Inês Dolci, coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pró-Teste), critica a demora para a obrigatoriedade de instalação dos itens em todos os carros novos. ?O governo não deveria aceitar um prazo tão longo, pois muitas vidas poderiam ser preservadas?, afirma Maria Inês. A Pró-Teste defende que o governo reduza os impostos cobrados dos automóveis para incentivar a instalação de equipamentos de segurança. Montadoras foram procuradas, mas não comentaram o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
CVM lança novas regras para emissão de títulos
AE - Agencia Estado
RIO - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou ontem minuta com novas regras para dar mais transparência às operações de emissão de títulos. Pela proposta, os investidores passarão a conhecer até mesmo os salários de diretores e membros do conselho de administração de grandes empresas antes de adquirirem os papéis. Também terão acesso a dados mais claros sobre a empresa ou administradora que emite ações sabendo, por exemplo, se a instituição é estrangeira, nacional ou nacional com sede no exterior.
A minuta deve ficar em audiência pública até março de 2009. Depois disso, passará por trâmites processuais, para se tornar regra apenas a partir de 2010, para empresas e entidades que negociam ações e outros tipos de títulos. A remuneração dos executivos está entre os assuntos mais polêmicos da nova minuta, que substituirá a Instrução 202 de 1993, que estabelece as regras de registro de empresas ou entidades que realizam emissões.
Para a categoria de grandes emissores e grandes empresas podem ser conhecidos os valores recebidos individualmente pelos integrantes do conselho de administração e da diretoria. No caso de empresas ou emissores de médio porte, por exemplo, serão conhecidos a remuneração total da diretoria e do conselho de administração. Hoje, as informações fornecidas pelas empresas mostram apenas o total pago em remuneração de executivos, sem divisão entre conselho e diretoria. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
DIREITOS BÁSICOS DOS CONSUMIDORES
Proteção da vida, saúde e segurança Antes de comprar um produto, ou utilizar um serviço, você deve ser avisado, pelo fornecedor, dos possíveis riscos que possa oferecer à sua saúde ou segurança.
Educação e divulgação Você tem o direito de receber orientação sobre o consumo adequado e correto dos produtos e serviços, além de ter asseguradas a liberdade de escolha dos produtos e serviços e a igualdade nas contratações.
Informação Você tem o direito de ser informado de maneira adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem.
Proteção contra a publicidade enganosa e abusiva O Código garante a proteção do consumidor contra métodos comerciais desleais, práticas e cláu-sulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços.
Modificação das cláusulas contratuais O Código tornou possível a mudança de cláusulas que estabeleçam pres-tações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos posteriores que as tornem excessivamente onerosas.
Reparação dos danos O consumidor passou a ter direito à reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos.
Acesso à Justiça O Código garante ao consumidor, que tiver seus direitos violados, o acesso à Justiça através dos órgãos judiciários, administrativos e técnicos e, assegura a proteção jurídica aos necessitados.
Facilitação da defesa dos seus direitos O Código de Defesa do Consumidor facilitou a defesa dos direitos do consumidor, permitindo até mesmo que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos.
Qualidade dos serviços públicos Existem normas no Código de Defesa do Consumidor que asseguram a prestação de serviços públicos de qualidade, assim como o bom atendimento do consumidor pelos órgãos públicos ou empresas concessionárias desses serviços.
Direito de arrepender-se Se você comprar um produto ou contratar um serviço, que não apresentem nenhum defeito, e quiser devolver a mercadoria ou desfazer do negócio, é importante saber que o único caso em que é permitido desistir por motivo alheio ao produto, ou serviço, é quando a compra é feita fora de estabelecimento comercial. Nas vendas por telefone, reembolso postal, telemarketing, Internet, ou em domicílio, você tem o prazo de 7 dias para cancelar a compra ou a prestação de serviço.
É o chamado prazo de arrependimento.
Para efetivar a desistência você deverá:
a- devolver o produto ou mandar parar o serviço;
b- comunicar por escrito sua vontade de desistir do negócio;
c- documentar a entrega do pedido com data, assinatura de quem recebeu e carimbo da empresa.
Assim você terá direito a receber o que já pagou com juros e correção monetária, inclusive o reembolso das despesas pagas pelo envio do produto à sua residência. E, atenção: O prazo é contado a partir da assinatura do contrato ou do recebimento do produto ou serviço.
Direito de ser respeitado (Danos Morais) Respeito é bom e todo mundo gosta. Mais que um ditado popular essa deveria ser a primeira regra de comportamento social.
É a base da Ética e da Cidadania. Entretanto, a falta de respeito tem se tornado cada vez mais freqüente em todos os setores da sociedade, inclusive nas relações de consumo.
Constrangimento, discriminação e humilhações, tem levado muitas pessoas a buscarem na Justiça indenizações por danos morais, para situações que afetam a honra, a dignidade e o caráter do consumidor. Entre os muitos casos que tomei conhecimento, um mostra bem a que ponto chega a falta de respeito ao consumidor. Trata-se da humilhação a que foi exposta uma empregada doméstica, que foi fazer compras com a filha de 8 anos num supermercado grande rede de supermercados. A menina, que voltava da escola, carregava sua mochila nas costas. Ao passar pelo caixa, mãe e filha foram abordadas agressivamente pelo segurança do estabelecimento e acusadas de furto. Aberta a mochila da criança, ficou provado que nada havia sido roubado.
Depois do escândalo, do constrangimento, restou apenas um simples pedido de desculpas. Casos como este acontecem todos os dias em todo o país. E muita gente que passa por essa vergonha, engole o desaforo, a dor, a angústia e vai chorar em casa.
Mas, é preciso acabar com os abusos e exigir respeito. É uma questão de cidadania, uma vez que essa atitude fere não apenas o Código de Defesa do Consumidor, mas a própria Constituição, que desde 1988 prevê ações por danos morais.
A indenização pode ser pedida por qualquer pessoa que sofra uma acusação indevida ou tenha passado por alguma situação de constrangimento ou humilhação, que de alguma forma possa prejudicar a sua imagem, como por exemplo, ser maltratado num estabelecimento comercial; ficar preso em portas automáticas de bancos; ter seu nome incluído em listas de maus pagadores, mesmo que esteja em dia com os pagamentos; cobranças indevidas ou feitas de forma agressiva ou constrangedora, até resultados errados de exames de laboratório, como teste de HIV, que podem trazer sérios problemas à pessoa. Em geral, são ações demoradas, cujos valores são definidos pelos juízes. Embora, a indenização em dinheiro não vá diminuir a dor ou a humilhação do consumidor, é uma forma de compensar a vítima e punir o infrator para que não repita o erro.
Direito de reclamar Não se deve ter vergonha de reclamar.
Estudos relatam que 90% dos brasileiros não reclamam. Preferem ficar com o prejuízo. Isso faz com que muitas empresas se sintam no direito de explorar o consumidor. Mas, depende apenas do consumidor a mudança dessa situação. Não basta conhecer seus direitos.
Você deve exigir que eles sejam respeitados.Prazos para reclamar O prazo para reclamar de vícios fáceis de se notar em produtos ou serviços é de:
a- 30 dias para produtos ou serviços não-duráveis. Por exemplo: alimentos, serviço de lavagem de roupa numa lavanderia;
b- 90 dias para produtos ou serviços duráveis. Por exemplo: eletrodomésticos, reforma de casa, pintura de carro.
No caso de eletrodomésticos, hoje em dia, são bastante comuns as promoções para a venda produtos com garantia de até dois anos, nesse caso, prevalece a garantia do fabricante.
c- se o defeito for difícil de perceber (vício oculto), os prazos começam a ser contados da data em que o vício foi notado;
d- no caso de acidentes de consumo, ou seja, acidentes causados por produtos defeituosos, o prazo para pedir indenização à Justiça é de cinco anos.
Esses prazos são contados a partir da data do recebimento do produto ou do término do serviço. Para assegurar os seus direitos, o consumidor deve tomar algumas precauções; por exemplo, na hora de instalar um eletrodoméstico ou ligar um brinquedo, deve seguir todas as instruções do manual de instalação, ou procurar a ajuda de uma assistência técnica autorizada, para que o lojista ou o fabricante não possam alegar que foi causado pelo consumidor.
Como reclamar Muitas pessoas se queixam de que não conseguem resolver os problemas de consumo, apesar de reclamarem e até brigarem, seja com o dono da loja, seja com o responsável pela assistência técnica.
A reclamação pode até começar comum telefonema ou uma conversa pessoal, mas, quando não se chega a um acordo, é importante torná-la oficial. A questão é que não basta apenas reclamar, é preciso saber reclamar.
Para que as reclamações sejam bem sucedidas, existem algumas regras:
1- Reclamar por escrito: carta, fax, telegrama, cartão, e-mail, ou até bilhetes. Mas sempre por escrito, pois é um documento e faz muito mais efeito que um telefonema, uma conversa ou mesmo uma discussão, dos quais não se pode guardar uma cópia; 2- A reclamação deve conter data e, se possível, até a hora em que foi entregue. Assim ninguém pode alegar que não a recebeu;
3- Se for enviada pelo correio, deve ser colocado o aviso de recebimento (AR), que é uma forma de pressionar a empresa a dar uma resposta;
4- Verifique no Código de Defesa do Consumidor em que artigo se enquadra o seu caso;
5- Para escrever uma reclamação não é preciso ser advogado, nem usar palavras difíceis. Qualquer pessoa pode fazer isso.
Onde reclamar Se você se sentir lesado, procure primeiro se informar consultando órgãos ou associações de defesa do consumidor. A informação pode evitar maiores dores de cabeça e, principalmente, gastos desnecessários. Imagine um consumidor que, sentindo-se lesado por um fornecedor, vai à Justiça e acaba perdendo a causa.
Se tivesse consultado um órgão de defesa do consumidor, provavelmente teria sido informado de que o fornecedor estava cumprindo a lei ou de que suas chances no tribunal seriam reduzidas.
Dependendo da situação, talvez você precise ir a um ou outro órgão de defesa do consumidor.
E para não correr o risco de ir ao lugar errado, é importante saber exatamente onde buscar ajuda.
Estes são os passos que o consumidor deve seguir para encaminhar suas reclamações:
1- Converse com o fornecedor. Os fabricantes são obrigados a responder por seus produtos, mesmo que os problemas tenham surgido durante a distribuição ou comercialização. Pelo menos é o que prevê o Código de Defesa do Consumidor. O artigo 18 diz que todos os fornecedores de produtos ou serviços (indústria, distribuidor, comércio) respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo.
Se você já se informou sobre seus direitos e confirmou que, de fato, o fornecedor agiu errado ou de má fé, e conclui que deve ser compensado, é hora de arregaçar as mangas e ir à luta. O primeiro passo então, é tentar um acordo amigável com a empresa.
Ao fazer a reclamação, conte em detalhes tudo o que aconteceu. Leve a nota fiscal, pedidos, certificado de garantia, contrato, recibos e outros documentos que tiver. Depois de reclamar, guarde com você a prova de sua queixa: protocolo, código de reclamação etc.
Não se esqueça de anotar o nome e o cargo da pessoa que o atendeu. Guarde sempre a nota fiscal dos produtos que você comprou e os recibos dos valores que pagou em caso de prestação de serviços.
Só com esses documentos você pode reclamar de um produto com defeito ou de um serviço malfeito. Muitas empresas já possuem o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) que atende às reclamações e procuram resolver o problema. Você pode encontrar o telefone do SAC nas embalagens dos produtos. Os Serviços de Atendimento ao Consumidor refletem uma mudança no comportamento de muitas empresas, que já perceberam que a conquista do consumidor deve ser feita todos os dias para torná-lo fiel pois, do contrário, podem perdê-lo para o concorrente. O bom atendimento, o produto de qualidade e o fato de escutar ou não o consumidor podem representar o sucesso ou a falência da empresa. O bom atendimento ao cliente é um fator de competitividade.
As críticas e sugestões de consumidores fazem com que a empresa busque sempre se aperfeiçoar.
É uma questão de sobrevivência.
2- Procure um órgão de proteção e defesa do consumidor: Se você não resolver o problema com o fornecedor de um produto ou serviço, procure um órgão de defesa do consumidor. Procon É o mais conhecido órgão público de defesa do consumidor. Já existem Procons em todas as capitais do País e em diversas cidades do interior. O Procon atende e encaminha todo tipo de reclamação nas áreas de: Alimentos, Assuntos Financeiros, Habitação, Educação, Produtos, Saúde e Serviços. Presta informação e orientação ao consumidor, além de tentar solucionar amigavelmente as reclamações (intermediando o contato com o fornecedor).
O Procon também, fiscaliza as empresas, multando aquelas que desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor. Qualquer consumidor pode denunciar uma empresa que infringe a lei, mesmo que ele não seja vítima direta dessa infração, porque isso pode levar à punição da empresa e à prevenção de problemas futuros. Todo ano, o Procon divulga o Cadastro de Reclamações Fundamentadas, a “lista negra” que mostra quais as empresas que foram alvo de mais queixas dos consumidores
3- Procure a Imprensa Cada dia mais os meios de comunicação abrem espaço para que o consumidor possa buscar informações e reivindicar seus direitos.
Atualmente, em quase todos os jornais, há seções de defesa do consumidor. Da mesma forma, a televisão, e principalmente o rádio e, são procurados, por muitos consumidores como uma verdadeira tábua de salvação, dada a credibilidade que têm e confiança que despertam nas pessoas. O poder dos meios de comunicação é um importante aliado dos consumidores pois, levando informação e orientação, presta um serviço fundamental para o desenvolvimento da cidadania.
4- Peça ajuda das entidades de Defesa do Consumidor Associações civis, como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) também podem ingressar na Justiça para a defesa de consumidores. Verifique antes se a entidade trata do assunto em que você está envolvido. Para receber orientação ou fazer uma reclamação, telefone ou vá pessoalmente, forneça seus dados pessoais (nome, telefone, endereço, etc.). Caso contrário, a reclamação não poderá ser encaminhada.
Reclamações anônimas não são aceitas. Você deve ter também os dados do fornecedor: nome, endereço e telefone.
Os outros documentos necessários para resolver seu problema são a nota fiscal, recibo, o pedido, ou contrato e detalhes sobre o produto ou o serviço reclamado além de cópias dos documentos pessoais. Guarde com você os originais dos documentos de compra do produto ou de pagamento de um serviço.
5- Vá à delegacia de Polícia: Os crimes envolvendo as relações de consumo que afetam a saúde pública ou a economia popular também podem ser denunciados nas Delegacias de Polícia, onde é feito um boletim de ocorrência e aberto um inquérito para averiguação dos fatos.
Se for necessário, o delegado encaminhará o inquérito à Justiça, dando início a um processo-crime, que deverá seguir o curso de qualquer processo judicial.
6- Recorra à Justiça Quando todas as tentativas de acordo amigável não derem certo, o consumidor deve recorrer à Justiça, o que pode ser feito de diversas maneiras, conforme o caso.
- Se a causa envolve um valor de até 20 salários mínimos, pode ser encaminhada ao Juizado Especial Cível (antigo Juizado de Pequenas Causas) pelo próprio consumidor, sem a presença de um advogado. Nos Juizados especiais Cíveis os processo corre mais rapidamente que na Justiça Comum.
- Acima de 20 e até 40 salários mínimos, você pode recorrer também ao Juizado Especial Cível, mas terá da assistência de um advogado.
- Se o seu caso ultrapassar um pouco os 40 salários, talvez seja mão melhor abrir mão da quantia excedente para resolver o problema mais rapidamente.
- Se seu caso envolver uma quantia muito maior, o jeito será recorrer à Justiça Comum, onde os processos demoram mais e quem perde tem de pagar as custas processuais e outras despesas. A Justiça comum é o caminho para as ações contra Estados e municípios e seus organismos, mesmo em causas menores de 40 salários mínimos.
Se o problema for com a União, autarquias ou empresas federais, você deverá recorrer à Justiça Federal, onde a demora é muito maior, mesmo em causas de valores baixos.
Quem ganha menos de três salários mínimos por mês, pode recorrer à assistência gratuita da Procuradoria de Assistência Judiciária., cujos procuradores, quando necessário, entram com a ação na Justiça e a acompanham até a solução final.. Quando o problema atinge a muitas pessoas, como por exemplo, cláusulas abusivas nos contratos de planos de saúde, riscos à população, poluição sonora provocada por bares ou casas de show, remédios falsificados, entre outros, pode-se recorrer ao Ministério Público, onde atuam os promotores de Justiça.
São eles que instauram inquéritos civis para apurar os fatos punir os responsáveis.
A
proteção ao consumidor É importante que você saiba que o Código protege o consumidor, mas não favorece os maus pagadores.
Quem deve, precisa pagar seus débitos e arcar com a conseqüência de seus atos. Entretanto, por falhas nos sistemas de cobranças, são cometidos erros que prejudicam a vida do consumidor. Quantas pessoas já tiveram seus nomes levados ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) injustamente, tendo de pagar caro para se livrar marca de “maus pagadores”.
Assim sendo, o Código deu ao consumidor o direito de ter acesso às informações sobre si próprio arquivadas nos sistemas de cadastro, que ele faz quando aluga uma casa ou compra a prazo.
As informações que o consumidor colocar na ficha de cadastro não podem ser usadas pela empresa para outras finalidades.
O Código de Defesa do Consumidor assegura:
- a obrigação de ser comunicado da abertura de ficha cadastral, quando o consumidor não tiver pedido;
- o direito de corrigir os dados incorretos;
- a retirada das informações negativas após um período de 5 anos;
Fonte: Salve seu Bolso de Luisa Borges
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Sinalização de vagas para deficientes vai ser padronizada
Credenciais de estacionamento serão fornecidas pelos Detrans dos estados; medida já foi aprovada
A reserva de 5% das vagas dos estacionamentos públicos para idosos e de 2% para deficientes físicos e o credenciamento dos beneficiados serão agora fiscalizados com mais facilidade. Isso será possível com a entrada em vigor de medida já referendada pelo Congresso Nacional, que estabeleceu prazo de um ano para a padronização das placas e a pintura da sinalização horizontal no asfalto.
As credenciais que serão fornecidas pelos Departamentos de Trânsito dos estados (Detrans) deverão ser colocadas no pára-brisa dos automóveis. As vagas especiais, previstas no Estatuto do Idoso, foram estendidas aos portadores de necessidades especiais. Também têm direito de estacionar o carro nas vagas especiais os motoristas que transportem esses usuários. Aqueles que ocuparem as vagas indevidamente serão multados e poderão ter o veículo guinchado para o pátio dos Detrans, de acordo com regulamentação aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito.
Ao comentar a medida, o presidente do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alfredo Peres da Silva, afirmou que isso significa que a sociedade reconheceu a necessidade de garantir o direito aos idosos e deficientes: “É tão pouco dar esse gesto de civilidade a quem tem dificuldades de locomoção.”
Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Peres disse que os especialistas em trânsito gastam muito tempo para planejar a sinalização, na tentativa de criar modelos uniformes para que os condutores identifiquem com facilidade a sinalização. Como exemplo, citou as faixas contínuas pintadas nas rodovias em locais onde é proibida a ultrapassagem. Esses trechos indicam que o motorista não pode ultrapassar veículos, porque não há visão do tráfego que vem em sentido contrário e, portanto, há risco de colisões e de ocorrência de mortes.
Ele informou que no feriado de Natal muitos casos de morte nas estradas foram provocados por ultrapassagem em trechos proibidos. Esse tipo de infração envolve 4% das multas nas estradas, significando 30% do número de mortes em acidentes. Por isso, ele recomenda que os motoristas prestem mais atenção à sinalização horizontal, e não apenas às placas de trânsito.
Segundo o presidente do Contran, muitos municípios já estão em condições de implantar a nova sinalização, mas a maioria, tendo em vista a dimensão do território brasileiro, vai precisar de mais tempo para fazer licitações para o fornecimento de placas ou a pintura dos espaços destinados a idosos e deficientes.
O uso irregular de vagas nos espaços públicos implica multa de R$ 53 (com desconto, quando paga dentro de prazo fixado pelos Detrans) e registro de três pontos na carteira de motorista, além da remoção do veículo. Os infratores arcarão também com os custos do reboque e da estadia do carro nos depósitos dos Detrans.
SE O G-20 CRIAR UM FUNDO COM APENAS 2% DOS LUCROS DO SISTEMA FINANCEIRO, ACABARÁ AS BOLHAS E AJUDAS DOS GOVERNOS 1 week atrás
SE O BR. IMPORTA 70% DOS NUTRIENTES QUE COMPÕEM OS FERTILIZANTAS, COMO PODEMOS NSOS TORNAR GRANDE PRODUTOR AGRÍCOLA E COMPETITIVO ? 2009-10-22
A RECEITA ANUAL DO BRASIL COM A AGRICULTURA É DE R$ 148 BILHOES E AS DESPESAS DO TESOURO COM JUROS E DE MAIS DE R$ 150 BILHOES 2009-10-20
AS TOTAIS DO BRASIL, COM A AGRICULTURA , GERAM EM TORNO DE R$ 148 BILHOES E AS DESPESAS DO GOVERNO, COM JUROS, PASSAM DE R$ 160 BILHOES ANUA 2009-10-20
É MELHOR O BRASIL INVESTIR NA PRODUÇÃO DE EMPREGO, RENDA E CONSUMO, DO QUE EM JUROS REAIS ELEVADOS P/ CONTER INFLAÇÃO. 2009-10-19