Mistério a ser desvendado
Pesquisadores ainda precisam avançar muito no estudo do cérebro para produzir drogas capazes de evitar o Alzheimer
- Ao receber um diagnóstico de doença de Alzheimer, paciente e médico estão diante de um desafio gigantesco. Para o portador, inicia-se uma contagem regressiva que pode levar, em casos mais extremos, a um estado vegetativo. Pouco a pouco, ele perde a capacidade de realizar tarefas simples, como tomar banho e se alimentar sozinho, e até de lembrar o nome dos filhos. Para o especialista, significa estar frente a frente com uma doença complexa e que ainda apresenta várias incógnitas.
A grande dificuldade no combate à enfermidade é entender o seu mecanismo. Com essa lacuna, fica muito complicado avançar em direção à cura. Até agora, sabe-se que os pacientes, a uma certa altura da vida, começam a ter acúmulo de placas neuríticas, compostas pela proteína beta-amiloide. A proteína é a principal suspeita de causar inflamação e degeneração neural (morte dos neurônios). Essa teoria, entretanto, ainda não é conclusiva.
– Há pessoas que têm depósitos das proteínas no cérebro e ainda não desenvolveram a doença. Obter o diagnóstico precoce a partir de exames que detectam essas proteínas é uma equação que só será solucionada em alguns anos, caso esse grupo desenvolva a doença – pondera Jeanette Farina, neurologista e coordenadora do Núcleo de Neurologia Cognitiva do Hospital Moinhos de Vento.
Para marcar a luta contra o mistério que mobiliza especialistas, a Academia Brasileira de Neurologia (ABN) está liderando uma campanha para esclarecer a população sobre tratamentos e novas perspectivas. A principal meta de pesquisadores do mundo inteiro é descobrir como reduzir o depósito dessas placas no cérebro. Estudos recentes começaram a desenvolver compostos à base de lítio que podem impedir o aumento do acúmulo das beta-amiloides.
– A angústia que o Alzheimer causa é fruto da falta do que fazer contra ele. Para as doenças do coração, por exemplo, a medicina tem tratamentos, sabe como detectá-las precocemente e até preveni-las. No Alzheimer, os remédios têm atuação limitada, e não há evidências do que fazer para a prevenção. E, para piorar, só chegamos ao diagnóstico quando o paciente já está doente há alguns anos – enumera o neurologista Ivan Hideyo Okamoto.
Hoje o principal tratamento é focado nos sintomas, e as drogas têm bons efeitos por um ou mais anos. São quatro substâncias, vendidas de R$ 200 a R$ 300 cada ou distribuídas pelo governo. Com o tempo, entretanto, o paciente retoma a trajetória de degeneração.
– A solução definitiva para a enfermidade, que seria evitar o seu início, ainda está distante. Precisaremos de uma mudança radical na forma como entendemos o funcionamento do cérebro. O que sabemos hoje não é suficiente para produzir drogas capazes de evitar a doença – opina Márcia Lorena Fagundes Chaves, diretora da ABN e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). MATERIAL PRODUZIDO E PUBLICADO PELO PORTAL ZERO HORA/VIDA.
O repórter viajou a convite da Academia Brasileira de Neurologia
daniel.cardoso@zerohora.com.br
O Globo
Manchete: Honduras cede e promete suspender estado de sítio
Embaixador americano na OEA diz que volta de Zelaya foi uma irresponsabilidadeAs empresas que, há dois anos, ganharam a concessão de rodovias federais oferecendo pedágios baratos agora pedem reajustes alegando problemas administrativos e burocráticos, como a demora do governo em desapropriações. Com isso, dizem, houve atraso de até 18 meses na instalação de praças de pedágio e as empresas querem compensar perdas. (págs. 1 e 21)
Sob forte pressão interna e externa, o presidente interino, Roberto Micheletti, recuou, pediu desculpas à população e admitiu a possibilidade de revogar, até o fim da semana, o estado de sítio decretado na véspera, restringindo as liberdades individuais. De manhã, os primeiros alvos do decreto foram a Rádio Globo e a TV Cholusat Sur, o Canal 36, emissoras pró-Zelaya, invadidas e fechadas por militares. Em reunião de emergência do Conselho Permanente da OEA, o embaixador dos EUA, Lewis Amselem, disse que o retorno de Zelaya a Honduras foi “irresponsável e tolo” e pediu que ele pare de tentar chamar a atenção a qualquer custo. (págs. 1, 26 e 27 e editorial “Sem mocinhos”)
Amorim: sair da embaixada seria ‘covardia’
Retirar os diplomatas brasileiros de Honduras e suspender o abrigo a Zelaya seria uma covardia e um incentivo a novos golpes de Estado na América Latina, avaliou o chanceler Celso Amorim. Ele acusou o governo interino de ter dado uma bofetada na comunidade internacional ao barrar a missão da OEA. Já o governador José Serra classificou de “tremenda trapalhada” a decisão do governo de abrigar Zelaya. (págs. 1 e 27)
Taxação da poupança pode ser engavetada
A oposição e os aliados – sobretudo o PMDB – já avisaram ao governo que dificilmente o projeto para taxar cadernetas em 22,5% passará no Congresso. A pressão é por engavetar o texto. (págs. 1 e 19)
Dilma está curada, dizem os médicos
O Hospital Sírio-Libanês divulgou nota em que afirma que a ministra Dilma Rousseff, que fez tratamento contra um câncer linfático, está
“livre de qualquer evidência de linfoma” e com saúde excelente. (págs. 1 e 4)
Servidores da Justiça terão de trabalhar 8 horas
Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) obriga servidores do Judiciário a cumprir jornada de 40 horas semanais, ou oito horas diárias. Em alguns estados, eles trabalhavam seis horas. (págs. 1 e 3)
Irã desafia mundo e testa mísseis que chegam a Israel (págs. 1 e 28)
Folha de S. Paulo
Em reunião da Organização dos Estados Americanos, o representante dos EUA, W. Lewis Amselem, condenou os golpistas por expulsar diplomatas e chamou o retorno de Zelaya de “irresponsável e tolo”. (págs. 1 e Mundo)Embraer vende à Argentina aviões com suspeita de sobrepreço
Tudo bem condenar o golpe, mas é demais deixar o hóspede virar dono da casa. É covarde e indecente convocar protestos refugiado na embaixada brasileira. (págs. 1 e A2)
Há suspeita de superfaturamento na venda de 20 aviões E-190 da Embraer à Aerolíneas Argentinas por US$ 700 milhões (R$ 1,2 bilhão), dos quais 85% serão financiados pelo BNDES, disse o jornal “La Nación”.
BC começa a desmontar iniciativas contra a crise
O valor máximo de um avião desse modelo é de US$ 30 milhões, US$ 5 milhões a menos que o fixado. A Aerolíneas nega irregularidade, e a Embraer diz não haver sobrepreço. O BNDES afirma que o contrato não foi fechado e, se o for, será em “condições de mercado”. (págs. 1 e B8)
O Banco Central identificou “sinais de normalização” da economia e modificou as regras para recolhimento de dinheiro dos bancos, o depósito compulsório.Brasil vai trocar de embaixador em Washington
O BC limitou o abatimento desse recolhimento à compra de carteiras de bancos pequenos. A medida se estendia aos médios. (págs. 1 e B1)
Calote de empresa diminuiu. (págs. 1 e B7)
O embaixador do Brasil nos EUA, Antonio Patriota, vai substituir Samuel Pinheiro Guimarães na secretaria-geral do Itamaraty, informa Sérgio DávilaO Estado de S. Paulo
Manchete: EUA condenam Zelaya e criticam ‘os que o ajudaram’
Na OEA, presidente deposto, apoiado pelo Brasil, é chamado de irresponsávelGoverno usa depósitos judiciais para obter superávit
Guimarães pode se tornar ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. Os diplomatas Vera Machado e Mauro Vieira estão cotados para o lugar de Patriota. (págs. 1 e A10)
O retorno de Manuel Zelaya a Honduras foi uma titude “irresponsável” e “idiota”, segundo disse o representante dos EUA em reunião na Organização dos Estado Americanos, Lewis Anselem. “Ele deve parar de agir como se estivesse estrelando um filme antigo”, acrescentou o diplomata, que também criticou “os que facilitaram sua volta” – a Venezuela ajudou Zelaya e o Brasil o abrigou em sua embaixada em Tegucigalpa. Para Washington, Zelaya só poderia ter voltado se houvesse acordo com o governo de facto, para evitar violência. Ontem, forças hondurenhas, baseadas no estado de sítio, invadiram e depredaram uma emissora de rádio e uma de TV pró-Zelaya, informa a enviada especial Denise Chrispim Marin. (págs. 1 e A13 a A15)
Com a queda da arrecadação de impostos e o aumento dos gastos, o governo poderá contar com o repasse de depósitos judiciais de tributos e contribuições federais para chegar o mais próximo possível do superávit primário, informa a repórter Edna Simão. Só no primeiro semestre, a Caixa Econômica Federal detinha R$ 31,5 bilhões em depósitos judiciais. Ainda não há um cálculo de quanto seria repassado. (págs. 1 e B1)Censura ao ‘Estado’ faz 60 dias e pode ter nova decisão
Número
R$ 1,75 bilhão foi o repasse da CEF ao Tesouro em depósitos judiciais em agosto
A censura ao Estado, determinada por decisão judicial liminar a pedido da família Sarney, completa hoje 60 dias. Amanhã, o novo relatar do caso, desembargador Lecir Manoel da Luz, deve se manifestar e pode suspender a proibição. Para Paula Martins, da ONG pró-liberdade de expressão Artigo 19, o caso é “paradigmático” da falta de um padrão claro sobre os direitos nessa área. (págs. 1 e A12)
Irã testa mísseis que poderiam atingir Israel
O Irã testou ontem seu míssil de mais longo alcance – com capacidade para atingir Israel, bases militares americanas no Oriente Médio e parte da Europa -, três dias depois de os Estados Unidos e seus aliados revelarem que o país está construindo secretamente outra usina de enriquecimento de urânio. A Casa Branca classificou o teste de provocação. (págs. 1 e A16)
Eleição: Iniciativa popular veta os ‘fichas-sujas’
Congresso recebe hoje o projeto que proíbe candidatura de réus. (págs. 1 e A4)
Jornal do Brasil
Manchete: Jogos vão gerar dois milhões de empregos
Se Rio sediar Olimpíada, benefícios vão até 2027, prevê estudo da USP
Foto legenda: No comando
Encomendado pelo Ministério do Esporte, estudo da Universidade de São Paulo prevê que, se for escolhido cidade-sede da Olimpíada de 2016, o Rio contabilizará mais de 2 milhões de empregos até 11 anos depois das competições. A cidade tem previsão de investimento de quase R$ 30 bilhões, o que deve gerar 120 mil empregos por ano até a realização dos Jogos e mais 130 mil empregos anuais até 2027. Em Copenhague, onde na sexta-feira será escolhida a cidade-sede, os responsáveis pelo projeto Rio-2016 contam com algumas armas para convencer os integrantes do Comitê Olímpico Internacional: Pelé, o presidente Lula, um filme do cineasta Fernando Meirelles e painéis com imagens de cartões-postais cariocas. (págs. 1 e Esportes D3 a D6)
Negócios à vista – Hildelene Lobato Bahia assumiu ontem o posto mais alto da Marinha Mercante brasileira: será a primeira comandante de navio, da Transpetro, cargo até então ocupado apenas por homens.
“Não é uma questão de gênero, mas de capacidade”, elogiou Sérgio Machado, presidente da empresa que comprou 26 mil toneladas de aço importado da China e da Coreia do Sul. (págs. 1 e Economia A18)
Inadimplência de empresas cai
A volta do crédito e a melhora das condições de consumo dos brasileiros derrubaram em 12,7% a inadimplência das empresas no mês passado, de acordo com a pesquisa da Serasa Experian. É um reflexo da retomada da capacidade de pagamento do consumidor. (págs. 1 e Economia A19)
Terra ficará 4°C mais quente
A temperatura global deve subir 4 graus até meados da década de 2050, caso sejam mantidas as atuais tendências de emissões de gases do efeito estufa. O novo estudo é compatível com as piores previsões da ONU feitas no ano passado. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)
Correio Braziliense
Manchete: Mais uma chance para fantasmas do Senado
Um mês é pouco tempo para o Senado identificar os servidores que recebem sem trabalhar ou são beneficiados pelo nepotismo. Todos os funcionários da Casa, efetivos ou comissionados, deveriam informar até a última sexta-feira, dia 25, os dados pessoais para o recadastramento conduzido pela Diretoria-Geral. Mas apenas 64% seguiram a determinação. Em vez de cortar o salário dos funcionários que não aparecem para trabalhar, o Senado adiou o prazo e vai esperar até 16 de outubro para que os desavisados se manifestem. A moralização das contratações provoca bate-boca entre senadores — há denúncias até de funcionários presos que recebem salário —, aflige servidores temerosos de perder regalias e preocupa o sindicato da categoria, favorável ao recadastramento. (págs. 1 e 2)
Bancários: Paralisação afeta caixas eletrônicos
A greve dos bancários compromete os terminais de autoatendimento. Há risco de faltar dinheiro nos caixas eletrônicos, segundo a entidade que representa os trabalhadores. No Distrito Federal, 200 agências tiveram fechamento total ou parcial. As negociações salariais foram retomadas, mas não há previsão para o fim da paralisação. (págs. 1 e 20)
Lei de diaristas gera polêmicas
Substitutivo ao projeto de lei que normatiza o trabalho desses profissionais prevê três dias da semana sem vínculo empregatício e piso nacional de R$ 31. Proposta original era de dois dias, sem fixar valores. (págs. 1, 12 e 13)Bafômetro ganha força no STJ
Superior Tribunal de Justiça nega habeas corpus a um motorista que se recusou a fazer exames do teor de álcool no sangue com o argumento de que não poderia produzir provas contra si próprio. Questão vai ao Supremo. (págs. 1 e 15)
Valor Econômico
Manchete: Acaba a exclusividade nos cartões de crédito
O governo deve anunciar amanhã o pacote de medidas para estimular a competição no mercado de cartões de crédito. Das oito iniciativas previstas, cinco começarão a ser executadas imediatamente. A principal autoriza os lojistas a aceitar as duas maiores bandeiras de cartão de crédito – Mastercard e Visa – sem ter de assinar contratos de exclusividade com Redecard e Visanet, respectivamente, que dominam o credenciamento. A Redecard, que opera com as bandeiras Mastercard e Maestro, já está fazendo isso e a Visanet decidiu que promoverá a abertura em julho de 2010.Usinas tentam adiar prazo de pagamento
As três medidas restantes serão debatidas no Congresso e estão entre as mais polêmicas, como a possibilidade de o lojista diferenciar o preço para pagamento a vista e o fim da verticalização, que acaba com a presença de Visanet e Redecard em todas as fases da cadeia. Além do credenciamento exclusivo dos lojistas, elas controlam a captura e processamento das transações, o aluguel de terminais, além da compensação e liquidação das transações. (págs. 1 e C1)
Dez usinas hidrelétricas licitadas no governo Fernando Henrique Cardoso, com capacidade para gerar cerca de 2.200 megawatts, não saíram até hoje do papel por falta de licenciamento ambiental. Mesmo assim, as empresas que venceram os leilões terão de pagar pelo chamado uso de bem público cerca de R$ 170 milhões por ano, a partir de 2012. Sem perspectiva de ver os empreendimentos prontos até lá, os vencedores das licitações já estão se movimentando para tentar alterar a legislação e prorrogar o prazo. (págs. 1 e B1)
Brasil vai desenvolver caminhões para MAN
O Brasil e outros países emergentes estão no centro das prioridades da MAN, a fabricante alemã de caminhões que em dezembro comprou a filial brasileira da Volkswagen Caminhões e Ônibus. O presidente mundial da companhia, Hakan Samuelsson, disse ontem que, em quatro a cinco anos, a fatia dos mercados fora da Europa nas vendas da companhia deverá dobrar para 50%. Mas a participação brasileira no novo plano estratégico da MAN vai além. A longo prazo, o desenvolvimento das linhas de caminhões leves e médios do grupo será feito em parceria entre as equipes da Europa e do Brasil. “Nós não teríamos pago tanto dinheiro pela operação brasileira se não tivéssemos percebido esse potencial de desenvolvimento de produtos, além da capacidade de produção”. A MAN pagou € 1,175 bilhão pela unidade brasileira da Volks Caminhões e Ônibus. (págs. 1 e B8)
Investimento público puxa economia do Piauí
No Estado com o terceiro pior Índice de Desenvolvimento Humano do país e um dos mais pobres, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) começam a fazer diferença e a movimentar a economia do Piauí. Um dos exemplos é a massa de 11 mil trabalhadores que constroem casas não só na capital, Teresina, mas também no interior do Estado. As moradias populares são uma das prioridades dos investimentos públicos no Estado em 2009, que somam R$ 1,5 bilhão no total, entre recursos federais e estaduais.Senado dificulta nomeações ao Cade
Entre 2003 e 2008, o Piauí teve o maior crescimento relativo dos investimentos públicos entre todos os Estados. Os investimentos saltaram no período de 4% para 12,6% da receita não financeira líquida. (págs. 1 e A16)
O maior rigor com que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) passou a tratar os casos de fusão de companhias e cartéis está dificultando a aprovação de novos conselheiros pelo Senado. Antes, as sabatinas dos indicados eram mera rotina, mas empresas e seus advogados, contrariados com julgamentos mais duros, passaram a pressionar e reclamar com os senadores. Nos próximos dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará sua 24ª indicação para o Cade. (págs. 1 e A3)
Empresários pressionam por aprovação de Toffoli ao STF
O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, conta com o apoio de diversas entidades do setor privado em sua campanha por uma vaga ao Supremo Tribunal Federal. Os senadores estão recebendo pedidos da Confederação Nacional da Indústria, da Federação do Comércio do Estado de São Paulo e de integrantes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.
Até mesmo um grupo de comunicação, a CDN, foi contratado no esforço pela aprovação de Tolfoli. O indicado tem ensaiado respostas aos possíveis questionamentos da sabatina, que será realizada amanhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em especial quanto à sua ligação com o PT, com o ex-ministro José Dirceu e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os senadores estão sob pressão sem precedentes para aprovar sua indicação ao cargo. Também estão recebendo um kit com o currículo de Toffoli e informações a respeito de ministros do STF que também não concluíram pós-graduação ou tiveram militância partidária anterior. Desde 2000, os senadores rejeitaram apenas duas das 352 indicações submetidas pelo Palácio do Planalto, excetuadas dessa conta as indicações a embaixadas. (págs. 1 e A6). MATERIAL PRODUZIDO PELO PORTAL RADIOBRAS/EBC.