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14/09/2009 - 05:50

VEJA QUANTO O GOVERNO MOBILIZOU NA CRISE E O DESEMPREGO NOS PAÍSES RICOS

Brasil mobilizou R$ 483 bilhões em medidas de combate à crise

Reais

Para analistas, montante foi suficiente para ‘blindar’ economia

Um ano depois do agravamento da crise financeira internacional, as medidas anticíclicas adotadas pelo governo brasileiro somam R$ 483 bilhões, o que, na visão de economistas, mostrou-se “suficiente” para blindar a economia nacional de um impacto maior.

Desse total, R$ 15 bilhões sairão diretamente do caixa do governo, por meio da redução de impostos. Outros R$ 6 bilhões de gastos para construção de casas também estão previstos no orçamento deste ano.

A maior parte das medidas, no entanto, não teve impacto fiscal. Cerca de R$ 289 bilhões foram colocados à disposição do mercado pelo Banco Central, principalmente pela redução do compulsório bancário – dinheiro que pertence às instituições financeiras que fica retido pelo BC.

Esses recursos não entram na contabilidade fiscal do governo e nem chegaram a ser totalmente utilizados. Mas, segundo o economista-chefe da Gradual Investimentos, Pedro Paulo Silveira, foram “essenciais” em um momento delicado da crise.

“O crédito no país secou em poucos dias. A reação do BC no início desse processo foi crucial”, diz o economista.

Fôlego

Com a quebra do banco americano Lehman Brothers, em setembro do ano passado, as instituições financeiras no Brasil e no mundo reduziram os empréstimos, prejudicando o caixa das empresas.

PRINCIPAIS MEDIDAS

Na esfera do Banco Central (compulsório, leilões de câmbio, etc.): R$ 289,15 bilhões

Crédito para exportadores via BNDES: R$ 5 bilhões

Crédito para setor agrícola via Banco do Brasil: R$ 6 bilhões

Crédito para empresas (BNDES e Banco do Brasil): R$ 19 bilhões

Crédito para aquisição de bens de consumo (Caixa Econômica Federal): R$ 2 bilhões

Medidas de isenção fiscal: R$ 15 bilhões

Liberação de FGTS: R$ 10 bilhões

Adicional para o BNDES: R$ 100 bilhões

Captação do Tesouro no exterior: R$ 1 bilhão

Aumento do seguro-desemprego: R$ 2,2 bilhões

Pacote habitacional: R$ 34 bilhões

Total: R$ 483,35 bilhões

Uma das primeiras medidas anunciadas pelo governo brasileiro, a liberação do compulsório – que no total somou R$ 100 bilhões – deu fôlego ao mercado de crédito no país.

O economista Celso Grisi, do Instituto de Pesquisas Fractal, diz que a liberação do compulsório e o aumento da verba para empréstimos via BNDES (R$ 100 bilhões) conseguiram manter o mercado interno “ativo”.

“Não importa tanto se o dinheiro foi realmente utilizado. O fato de ter sido colocado à disposição é que permitiu ao Brasil passar pelo auge da crise sem pânico”, diz.

Impostos

Preocupado com a queda no consumo, o governo decidiu, a partir de novembro, reduzir impostos sobre alguns produtos, como automóveis, eletrodomésticos e materiais de construção.

Na avaliação de Grisi, a escolha desses setores foi “acertada”. “Não apenas porque estimulam outros setores da indústria, mas também por serem grandes empregadores”, diz.

Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a isenção de IPI sobre o setor automotivo ajudou a “salvar” até 60 mil empregos (diretos e indiretos) no primeiro semestre deste ano.

Uma das críticas ao programa de desoneração fiscal implementado pelo governo diz respeito ao “efeito antecipação”: a redução dos impostos teria apenas antecipado a decisão de compra, sem exatamente estimular a criação de um novo público consumidor.

O número de emplacamento de novos veículos, que vinha crescendo de fevereiro a junho, registrou queda em julho, sinalizando um possível desaquecimento das vendas. Na avaliação de Grisi, esse é um efeito “natural e até esperado”.

“O governo ajudou em um momento de emergência, mas o pior já passou. A partir de outubro, o IPI dos carros volta a ser cobrado e caberá às empresas encontrar formas de manter as vendas aquecidas”, diz Grisi.

Investimentos

Ao contrário do que ocorreu na maioria dos países ricos – como Estados Unidos e Japão – os investimentos públicos tiveram peso limitado nas medidas anticíclicas adotadas no Brasil.

De janeiro a julho deste ano, os investimentos do governo federal cresceram 16,7% em relação a 2008, somando R$ 15 bilhões. No mesmo período do ano passado, ou seja, antes do estouro da crise, os investimentos haviam crescido 48% sobre o ano de 2006.

Na avaliação de Grisi, o fato de os gastos com custeio (despesas fixas) terem crescido a uma velocidade maior do que os investimentos “não combina” com um momento de crise.

“O governo não deu a resposta que deveria ter dado no que diz respeito aos investimentos. Ao mesmo tempo, o reajuste do funcionalismo público foi agressivo. Isso vai pesar nas contas públicas”, diz o economista.

Já Pedro Paulo Silveira, da Gradual Investimentos, não vê com surpresa o baixo nível de investimento público durante a crise.

“O governo tem em mãos uma planilha de investimentos de longo prazo que está submetida a questões legais e burocráticas”, diz. “Isso não muda facilmente”, acrescenta.

Um exemplo é o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida – que, apesar de ter sido lançado em meio à crise financeira, só estará totalmente finalizado no final de 2010.

O Globo

 

Manchete: Orçamento tem R$ 10 bi de despesas sem receita

Governo deixa para Congresso resolver como cobrir o rombo

Apesar de ter enviado ao Congresso a proposta de Orçamento apostando num aumento de arrecadação no último ano do presidente Lula, o governo federal não fez previsão de receita para honrar despesas que podem chegar a R$ 10 bilhões. Ficou fora da conta, por exemplo, o repasse para os estados como compensação pelas perdas nas exportações e a previsão para reajuste real aos aposentados que ganham acima do salário mínimo. Com pouca margem para remanejamento, a proposta também não contempla emendas de bancadas parlamentares. (págs. 1 e 3)
 
 
 
 

 

Maior empreendimento hidrelétrico em elaboração no mundo, a usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, enfrenta atrasos na sua licitação.
Há problemas, por exemplo, na definição do cálculo do preço das tarifas, envolvendo gastos na construção de canais. Enquanto o governo estimou o valor da obra entre R$ 17 bilhões e R$ 22 bilhões, empresários do setor elétrico divergem e asseguram que vale, no mínimo, R$ 30 bilhões. (págs. 1 e 17)

 
 
 

 

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou ter obtido crédito de US$ 2,2 bilhões para compra de mísseis terra-ar, sistemas de defesa antiaérea e veículos blindados da Rússia. Um programa nuclear também será desenvolvido com ajuda russa. (págs. 1 e 21)

 

Obituário

Chamado de pai da “Revolução Verde” por ter desenvolvido técnicas agrícolas que ampliaram a produção de alimentos, Norman Borlaug, 95 anos, morreu de câncer. Ele ganhou um Nobel da Paz por ter salvado milhões da fome. (págs. 1 e 15)

Um chinês renascentista

Um dos maiores nomes da arte contemporânea asiática, o escultor chinês Ai Weiwel ganha ampla retrospectiva de sua obra em Tóquio. (págs. 1 e Segundo Caderno)

Folha de S. Paulo
Manchete: Barrichello chega mais

Com a vitória de ontem, no GP da Itália, Rubens Barrichello mantém a vice-liderança do campeonato, agora a 14 pontos do líder Jenson Button. Para o brasileiro não basta vencer as quatro provas restantes. Mesmo nessa hipótese, se Button for segundo em todas elas, ganha o título. (págs. 1 e D1)

Governadores usam R$ 3,6 bi da saúde em outros gastos

Governadores deixaram de aplicar R$ 3,6 bilhões em hospitais e remédios em 2007, informa Ricardo Westin. Relatório do Ministério da Saúde revela que, devido a brechas da lei, foram contabilizados como gastos em saúde pública desde compra de uniformes militares à despoluição da baía de Guanabara.

Dos 27 governadores, 16 não destinaram à saúde o mínimo de 12% determinados pela Constituição. O Rio Grande do Sul investiu 3,75%, enquanto o Amazonas gastou 23,8%. Estados que “maquiaram” gastos suficientes para construir 70 hospitais dizem que a legislação não é clara. (págs. 1 e C1)
 
 
 
 

 

 
 
 

 

 

O Sul, onde Lula tem os mais baixos índices de aprovação, recebeu mais de 70% dos anúncios em jornais sobre o PAC. Já a propaganda do Minha Casa, Minha Vida concentrou-se em SP, em proporção superior à população do Estado. (págs. 1, A4 e A6)
 
 
 
A proposta francesa de transferência total de tecnologia ao Brasil na negociação de 36 caças deve ser vista com cautela, diz o economista Renaud Bellais, especialista em indústria de defesa. Para ele, a França dificilmente vai revelar “tecnologias mais sensíveis”, como aquelas dos radares. (págs. 1 e A10)

 

MEC suspende 10 vestibulares de pedagogia

 

 

 

O Ministério da Educação vai suspender os vestibulares de dez cursos de pedagogia que tiveram notas 1 e 2 em duas avaliações federais.

O objetivo é evitar que alunos entrem em cursos de baixa qualidade. Segundo o MEC, a suspensão dura até que as faculdades provem melhora no ensino. (págs. 1 e C4)
 
 
 
 

 

Os governos dos países poderosos jamais deixaram de intervir na economia, diz a pesquisadora australiana Linda Weiss. Para a especialista em desenvolvimento comparado, na Ásia o ativismo se dá de modo explícito. Já nos EUA, a intervenção ocorre pela “máquina de encomendas” militar. (págs. 1 e A18)

 
 
 

 

 

 

Manchete: Mesmo proibido, nepotismo resiste nos tribunais do País
Conselho Nacional de Justiça tem 39 investigações em andamentoEmbora proibido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) há quatro anos, o nepotismo ainda é prática comum nos tribunais do País. Atualmente, o CNJ investiga 39 casos de contratações de parentes no Judiciário. Cada procedimento envolve contingente variado de contratados que não passaram pelo crivo do concurso público. Só no Tribunal de Justiça da Paraíba, foram identificados 48 apadrinhados e outras 24 admissões estão sob suspeita. “Há resistência às normas contra o nepotismo, não só no Judiciário como em toda a administração pública”, diz o ministro Gilson Dipp, corregedor nacional da Justiça. Para dificultar a descoberta de casos, servidores adotam o nepotismo cruzado – quando um emprega parente de outro e este contrata familiar daquele. (págs. 1 e A4)

Número
48 apadrinhados foram identificados só no Tribunal de Justiça da Paraíba
 
 
 

 

Indústria brasileira prepara retomada

A indústria nacional prepara-se para voltar a crescer. Pela primeira vez desde o início da crise mundial, fabricantes de máquinas têm registrado aumento de consultas de indústrias interessadas em comprar equipamentos mais modernos. A renovação, que indica retomada de investimentos, deve fazer o setor puxar o reaquecimento da economia em 2010. (págs. 1 e B1)

Jornal do Brasil
Manchete: No lugar da PM, Guarda Municipal
Ministério da Justiça quer entregar aos municípios atribuições estaduais

Assim como a repressão ao tráfico de drogas era responsabilidade da Polícia Federal, mas foi dividida com os estados, o pacote de medidas de combate à criminalidade que o Ministério da Justiça enviará ao Congresso tem como foco passar às guardas municipais de todo o país boa parte do poder de repressão à criminalidade que hoje está nas mãos das polícias civil e militar. (págs. 1 e País A5)
 
 
 

 

O governo chinês anunciou que abrirá uma investigação sobre as importações de carros e frangos dos Estados Unidos por suspeita de dumping – vendas abaixo do custo para prejudicar a concorrência. A medida é uma resposta da China à decisão do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de aumentar as taxas de importação de pneus chineses, de 4% para até 35%, tomando crescente a tensão comercial entre os dois países. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

 
 
 

 

Mercado interno ajudou a vencer a crise. (págs. 1 e A8)

 

Correio Braziliense
Manchete: TJDF prepara mutirão para 20 mil processos

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal montou uma força-tarefa para julgar 20 mil processos até o fim do ano. O mutirão é uma resposta à queixa da sociedade sobre a morosidade do Judiciário e atende também a uma resolução do Conselho Nacional de Justiça. Para resolver a pendência, o tribunal baixou uma série de normas. Os juízes deverão dar prioridade aos casos anteriores a 2005, e os servidores terão de reagendar férias e licenças previstas para outubro. “Vamos surpreender. O tribunal está empenhado nesse trabalho”, destaca Nívio Gonçalves, presidente do TJDF. A tarefa, complexa, depende também de fatores externos, como disponibilidade de documentos e até mesmo a localização dos réus. Além de agilizar os processos, o Judiciário brasiliense vai ampliar o atendimento das audiências de conciliação e pretende viabilizar mais de 600 acordos. (págs. 1 e 31)

Caso Villela fica mais embaralhado

Antes concentrada no apartamento da 113 Sul, polícia direciona as investigações para o trabalho de José Guilherme e vai apurar as principais causas defendidas pelo advogado. Adriana Villela não esteve sábado na 1ª DP, como informou o Correio (págs. 1 e 21)

Ministro dá uma mãozinha

Repórter Lúcio Vaz obtém vídeo no qual titular da pasta dos transportes, Alfredo Nascimento, atende pedido de liberação de recursos de um parlamentar para uma obra de R$ 89 milhões. Deputado em questão negocia entrada no partido de Nascimento (págs. 1, 2 e 3)

Ameaça ao preço do pão

Chuva em excesso deve provocar perda de até 25% da próxima colheita de trigo, o que pode elevar o valor do pãozinho. (págs. 1 e 12)

Para limpar mares e rios

Petrobras e UFRJ desenvolvem um detergente criado a partir de bactérias, que promete eliminar manchas de óleo. (págs. 1 e 20)

Valor Econômico
Manchete: Leis de reciclagem criam conflitos com empresas
Grandes companhias como Coca-Cola, AmBev, Petrobras e Shell foram multadas pela prefeitura paulistana por descumprirem a lei que obriga as empresas a recolher 50% das embalagens que usam em seus produtos. No Paraná, as quatro maiores fabricantes de lâmpadas do país – Philips, GE, Osram (Siemens) e Sylvania – acumulam dívidas de quase RS 4 milhões cada uma por não darem a destinação correta a seus produtos.

Enquanto as secretarias de Meio Ambiente usam legislação local ou estadual para fustigar as empresas, os empresários argumentam que essas leis exigem mais do que seria razoável ou possível. As fabricantes de lâmpadas alegam, entre outras razões, que o custo para reciclagem de uma lâmpada pode ser até mais alto do que o de produção. No caso paulistano, “os percentuais de recolhimento são extremamente elevados”, argumentam João Carlos Basílio da Silva, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, e Luiz Carlos Dutra, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla). (págs. 1, B4 e B8)
 
 
 
 

 

 
 
 

 

 

Mas as fontes permanentes de financiamento do banco, como os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), estão secando, o que poderá comprometer os desembolsos nos próximos anos. (págs. 1, A3 e A4). material produzido pelo portal Radiobras/EBC.
 
 BBC Brasil

Atualizado em  16 de setembro, 2009 – 08:57 (Brasília) 11:57 GMT

Desemprego poderia chegar a 10% em países ricos

 

A recuperação da economia mundial não impedirá que o desemprego continue crescendo em países ricos, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo a organização, 15 milhões de empregos desapareceram entre o fim de 2007 e julho de 2009 nos 30 países que a organização engloba – a maioria deles na Europa.

A média de desemprego para a área da OCDE chegou a 8,5% em julho – o índice mais alto desde o fim da Segunda Guerra Mundial -, e pode até se aproximar de 10% de acordo com o relatório, com 57 milhões de pessoas sem trabalho.

Estados Unidos, Irlanda e Espanha foram os países mais atingidos mais cedo e mais duramente pela recessão, em grande parte porque as três economias foram golpeadas pelo colapso da bolha da construção da casa própria.

A recessão espalhou-se rapidamente por outras indústrias e países, tornando-se a mais profunda recessão global do pós-guerra.

Desde o começo da recessão, em dezembro de 2007, o desemprego nos Estados Unidos cresceu de 4,8% para 9,7% em julho – a taxa mais alta dos últimos 25 anos.

Estímulo ao mercado de trabalho

O desemprego aumentou a um ritmo muito menos acentuado em vários outros países da OCDE, inclusive em economias grandes como as da Alemanha, Itália e Japão. Levou mais tempo para que estas três nações sentissem os efeitos do desaquecimento da economia global.

O secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, recomendou aos governos que atuem de maneira rápida e decisiva para impedir que a recessão se torne uma crise de desemprego de longo prazo.

“Emprego é a consequência final da atual crise. É essencial que os governos se concentrem em ajudar os que procuram emprego nos próximos meses.”

Gurría também defendeu uma resposta política coordenada para a crise.

A OCDE disse ainda que no curto prazo as medidas adotadas pela maioria dos países da OCDE para estimular a oferta de empregos teve um papel positivo. Entre essas medidas estariam a redução temporária das contribuições dos empregadores à seguridade social e subsídios no curto prazo para compensar trabalhadores que tiveram que reduzir sua jornada de trabalho e subsídios para encorajar empresas a contratarem funcionários.

“As perspectivas do mercado de trabalho seriam ainda piores se os governos não tivessem adotado política de expansão monetária e (política) fiscal”, disse a OCDE.

A organização estima que os gastos dos governos em projetos contra a recessão vão levar a um aumento de vagas de emprego entre 0,8 e 1,4% a mais do que se não tivessem sido adotadas medidas nesse sentido.

“O maior risco é que parte desse grande aumento do desemprego se torne estrutural por natureza”, disse o grupo.

A OCDE recomendou aos governos que prestem atenção especialmente para impedir uma “geração perdida” de jovens que fiquem desempregados por um longo período.

Um total de 30 países fazem parte da OCDE: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia do Sul, Luxemburgo, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruéga, Polônia, Portugal, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Grã-Bretanha e Estados Unidos.

 

 

 

 

 
 
 

 

Milhares protestam em Washington contra reformas de Obama

 

 

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quase quintuplicou o volume de empréstimos entre 1997 e 2008, tornando-se um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo. Neste ano, deve desembolsar R$ 131 bilhões, dos quais, R$ 25 bilhões apenas para a Petrobras. 

Editorial

O Estado de S. Paulo

Redutos da oposição no Sul e Sudeste receberam no primeiro semestre tratamento privilegiado do governo na distribuição de propaganda de seus três principais programas. 

Chávez gasta US$ 2,2 bi em armas russas

Autor: João Rocha - Categoria(s): Finanças, Governo, Notícias, Politica, Twitter Tags:


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