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30/06/2009 - 07:31

NOTÍCIAS DE TERÇA FEIRA

30 de junho de 2009

O Globo

 

Manchete: Revés histórico enfraquece os Kirchner para eleição de 2011

A antecipação das eleições legislativas na Argentina, aprovada em março, numa manobra do governo para ganhar o pleito, acabou se transformando na maior derrota já sofrida pelo casal Kirchner desde que chegou ao poder, em 2003. Numa eleição fundamental para a sucessão presidencial de 2011, sete de cada dez eleitores votaram contra os candidatos kirchneristas, enfraquecendo a liderança de Néstor e Cristina pelos próximos dois anos. Depois de ter governado o país durante seis anos com maioria na Câmara e no Senado, o casal K ficou sem o controle do Congresso, perdendo 17 deputados e pelo menos quatro senadores. Embora eleito deputado, Néstor Kirchner foi o maior derrotado e renunciou à presidência do Partido Justicialista. Cristina admitiu que seu governo será forçado a negociar com a oposição. (págs. 1, 23 e Joaquín Morales Solá, 7)
Golpes e contragolpes
Tal como o casal Kirchner, que antecipou eleições e acabou derrotado nas urnas, o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, tentou uma manobra para se manter no poder e terminou deposto por militares. Mas o golpe em Honduras isolou o país e pôs lado a lado EUA, Cuba e Venezuela. (págs. 1, 24 e editorial “Inaceitável”)

 

 

Lula pede ao PT mais empenho por Sarney

O presidente Lula pediu ao PT e a aliados mais empenho em defesa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB), envolvido nos escândalos da Casa. Senadores querem a saída de Sarney, mas o Planalto, não. “O apoio ao presidente Sarney é absoluto”, afirmou o ministro José Múcio. O senador Tião Viana (PT) disse que o ex-diretor Agaciel Maia oferecia empréstimos a fundo perdido a parlamentares. (págs. 1, 3 e 4)
 
 

 

Megafraudador pega 150 anos de cadeia

A Justiça americana condenou ontem a 150 anos de prisão o gestor Bernard Madolf, de 71 anos, autor da maior fraude da história de Wall Street, estimada em US$ 65 bilhões. Ele, que já estava preso, confessou o crime. (págs. 1 e 21). COMENTÁRIO : UM BOM EXEMPLO PARA A JUSTIÇA BRASILEIRA, CONSIDERANDO A RAPIDEZ DA DECISÃO.

Lula prorroga e amplia lista do IPI menor

O governo anunciou ontem a prorrogação do IPI reduzido para carros e eletrodomésticos. Além disso, foi ampliada a lista de materiais de construção e de bens de capital (máquinas e equipamentos) com imposto menor para estimular a economia. Banco do Brasil e Caixa Econômica vão oferecer mais crédito para micro e pequena empresa. (págs. 1, 17 e 18, Míriam Leitão e editorial “Teste fiscal”)

Mas as contas públicas…

Em maio, o superávit do setor público para pagamento de juros despencou 91%, para R$ 1,119 bilhão, na comparação com abril. Com isso, no ano, o resultado fica em 2,28% do PIB, abaixo da meta. (págs. 1 e 19). COMENTÁRIO :SE O NOSSO PAÍS PRATICASSE JUROS REAIS MENORES, O PROBLEMA NÃO SERIA TÃO SÉRIO.

 

Começa disputa por espólio do rei do pop

Sem perda de tempo, os pais do cantor Michael Jackson, morto no dia 25, começaram a se movimentar para garantir o controle do espólio do astro, avaliado em cerca de US$ 800 milhões: a mãe de Jackson, Katherine, conseguiu na Justiça a guarda provisória dos três filhos do cantor; seu pai anunciou a fundação de uma nova gravadora, que controlaria os direitos autorais e artísticos da obra do cantor. A cerimônia de entrega dos BET Awards, dedicados à arte negra, foi a primeira grande homenagem a Jackson. (págs. 1 e 26)

 

Folha de S. Paulo

A principal medida não antecipada foi a queda na TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), usada nos empréstimos do BNDES ao setor produtivo. Fixada em 6,25% ao ano desde 2007, ela cairá para 6% amanhã.
Pontos como prazo maior para o corte do IPI na venda de carros já haviam sido antecipados. O pacote custará pelo menos R$ 3,34 bilhões.
As isenções ocorrem num cenário de queda de receita, que fez o superávit primário ficar em 2,28% do PIB -a meta é 2,5%. Em maio, a economia do governo para pagar juros de sua divida foi de R$ 1,1 bilhão, o valor mais baixo desde 2001. (págs. 1 e Dinheiro)

O Estado de S. Paulo

Manchete: Obama lidera reação a golpe em Honduras
Americano critica situação ‘ilegal’; condenação é generalizada
O presidente dos EUA, Barack Obama, chamou de “golpe” a deposição do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, ocorrida no domingo. Ele afirmou que Zelaya “continua sendo o presidente”, puxando o coro internacional unânime de condenação à ruptura. “Temos de exigir a volta do governo eleito. Senão, daqui a pouco (os golpes) viram moda outra vez”, disse o presidente Lula, que manteve no Brasil o embaixador em Honduras. Já a Venezuela e seus aliados bolivarianos, aos quais Honduras havia se unido, retiraram seus embaixadores de Tegucigalpa. Mesmo sob crescente isolamento internacional, Roberto Micheletti, presidente designado pelo Congresso, disse que só deixará o poder após novas eleições e que a deposição de Zelaya “salvou Honduras do chavismo”. Na capital, houve choques entre manifestantes e o Exército. (págs. 1, A10 e A11)

 

Neto de Sarney também vendia seguro de vida no Senado

A empresa de José Adriano Sarney, neto do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), atuou também na venda de seguro de vida para os funcionários da Casa, além de oferecer empréstimos consignados. A informação foi confirmada por uma empresa que era parceira de José Adriano no negócio. O neto de Sarney, no entanto, negou – disse que não tinha autorização para isso. (págs. 1 e A4)

PSDB leva senador ao Conselho de Ética

Partido pede investigação sobre número de parentes e afilhados políticos nomeados funcionários do Senado. (págs. 1 e A4)

Jornal do Brasil

A morte de um gaúcho por gripe suína trouxe à tona uma questão crucial para que a doença não se torne letal: o diagnóstico precoce, que depende não só das autoridades sanitárias mas também de quem adoece. Os antivirais só tem eficácia se tomados até 48 horas após o aparecimento dos sintomas. Por isso é importante procurar o médico o quanto antes, mesmo que pareça, ser apenas uma gripe sazonal. Na Europa, uma pessoa desenvolveu resistência ao Tamiflu. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

Confirmada a saída de Mangabeira

Conforme antecipou o Informe JB do dia 17, o ministro Mangabeira Ubger deixou a Secretaria de Assuntos Estratégicos, pois não conseguiu ampliar sua licença da Universidade de Harvard. (págs. 1, País A6 e Informe JB A4)

Correio Braziliense
Manchete: Congresso esbanja com planos de saúde…

Cuidar da saúde custa muito, especialmente quando o dinheiro é do contribuinte. Nos últimos cinco anos, o Senado aumentou em 122% as despesas médico-odontológicas de parlamentares, funcionários, dependentes, ex-senadores e agregados. Os gastos saltaram de R$ 29,1 milhões em 2004 para R$ 64,8 milhões em 2008. No mesmo intervalo de tempo, a inflação acumulada foi de 26%. “Esse valores chamaram mesmo a atenção. Vamos ter que dar uma olhada, sim”, reconhece Heráclito Fortes (DEM-PI), senador que pretende auditar os planos de saúde da Casa. A Câmara dos Deputados também registra uma escalada de gastos com consultas. No ano passado, o parlamento consumiu R$ 41 milhões dos cofres públicos em tratamentos médicos. Nos seis primeiros meses de 2009, as despesas já chegaram a R$ 29,6 milhões, o equivalente a 72% do total de pagamentos em 2008. (págs. 1, 2 e 3)

Arrecadação: Planalto frita chefe da Receita

Presidente Lula e ministra Dilma Rousseff querem fora do cargo a secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que tem respaldo de petistas. Queda na arrecadação é o motivo para a insatisfação do governo. (págs. 1 e 14)

 

Valor Econômico
Bradesco quer participar da Porto Seguro

O Bradesco e a seguradora Porto Seguro negociam uma associação. As conversas ocorrem há meses, mas agora estão em estágio mais avançado, segundo apurou o Valor. Os dois lados já teriam trocado versões de contrato. Não está em discussão a transferência do controle da Porto Seguro. Jayme Garfinkel, controlador, já se manifestou contrário à venda da empresa. Se a negociação prosperar, o Bradesco passará a acionista minoritário, com posição relevante na Porto Seguro. Para um analista, o modelo de negócio que faria sentido seria fundir a Porto e a carteira de seguros de automóveis da Bradesco Segu0ros. (págs. 1 e C3)

Brasil volta a ser prioridade para a Bayer

A Bayer está vendo o Brasil como uma grande oportunidade para crescimento – de novo – depois de décadas em que o país ocupou posição secundária nos planos da empresa. “A América Latina é uma das regiões com grande futuro e o Brasil é um dos países-chave dessa estratégia”, disse Richard Pott, do conselho de administração do grupo alemão, que atua nas áreas agrícola, química e de saúde, e faturou 32 bilhões de euros no ano passado. Para ele, a diversificação dos negócios da Bayer revelou-se acertada na crise. (págs. 1 e B7)

BIS defende que produtos financeiros sejam regulados como remédios (págs. 1 e C2)

 

Preços em queda

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) encerrou o mês de junho com deflação de 0,1%, após uma queda de 0,07%, em maio. Foi o quarto mês consecutivo de deflação. No ano, o índice acumula queda de 1,24% e alta de 1,52% em 12 meses. (págs. 1 e A7)

Apelo às massas

Grandes redes de laboratórios de análises clínicas – como Dasa, Fleury e Biofast – criam bandeiras específicas, com preços mais baixos, para chegar aos clientes das classes C e D. (págs. 1 e B6)

Estrangeiros avançam na cana

A francesa Louis Dreyfus, primeira empresa estrangeira a entrar no ramo sucroalcooleiro no país, em 2000, pode tornar-se a segunda maior companhia nesta safra, se concluir a aquisição da Santelisa. Há dez anos, o setor era 100% nacional, com gestão predominantemente familiar. (págs. 1 e B12)

Brasilveículos terá corretores

A partir de julho, o Banco do Brasil passará a vender seguros de automóveis por meio de corretores independentes, estratégia inédita no banco até agora. A expectativa é que o novo canal responda por 10% dos negócios já no primeiro ano. A meta é ocupar a terceira colocação no segmento. (págs. 1 e C5)

Tijolos de papel

Os ativos financeiros com lastro imobiliário, que já atraíam pela isenção fiscal, tornaram-se ainda mais interessantes com a redução dos juros. O estoque de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) cresceu mais de 80% em 12 meses, superando R$ 13 bilhões. (págs. 1 e D1)

Ideias

Delfim Netto: conservadorismo institucional do BC deve ser temperado com “ousadia cuidadosa e ceticismo esclarecido”. (págs. 1 e A2), PORTAL DA RADIOBRAS/EBC.

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Autor: João Rocha - Categoria(s): Notícias Tags:


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