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07/02/2009 - 08:01

Lambuze-se – Lábios – Infertilidade – Cuidados com o BEBÊ – Ciúme – Gravidez – Um Pouco de Machismo -

INFERTILIDADE
Casal não deve associar infertilidade à punição

Pessoas que enfrentam problemas para engravidar costumam criar modelos ideais de maternidade e paternidade

“>luciana_leis at hotmail.com


Reprodução
Não há respostas precisas sobre quando a gravidez irá acontecer, ela não é previsível ou controlável
Quando um casal se depara com uma dificuldade para engravidar, se depara também com uma série de questionamentos. Primeiro, eles buscam entender qual a parte do corpo que não está funcionando direito: ambos se submetem a uma série de exames, muitas vezes, doloridos ou constrangedores, para entender o porquê o bebê não vem. Passada essa fase, começam os questionamentos individuais.

Por mais que o médico apresente um diagnóstico físico para o problema, os casais costumam formular muitas indagações pessoais sobre “o porquê que estão tendo que passar por isso”. Nos casos onde não existe uma causa física para o problema – infertilidade sem causa aparente – esses questionamentos costumam vir com maior força.

Diante do vazio de respostas, cada pessoa busca preencher essa falta com um recheio muito particular, na maioria das vezes, busca no passado situações onde acredita ter errado e por isso agora está sendo punida.

É comum aparecerem pensamentos de que não se consegue engravidar devido a brigas anteriores com familiares, abortos cometidos no passado, traição do companheiro (a), sentimentos hostis vivenciados… Enfim, qualquer coisa que possa justificar para si, “tamanho castigo”. Parece que há um resgate, no caso das mulheres, do modelo de ideal de mãe: Maria, mãe de Jesus, elas começam a pensar que precisam ser quase perfeitas para gerarem como ela.

Percebemos também que alguns casais passam a acreditar que todas as áreas de suas vidas precisam estar equilibradas para a gravidez acontecer, como se um desequilíbrio em qualquer setor pudesse desencadear a infertilidade. É fato que uma pessoa em equilíbrio têm melhores condições emocionais para gerar um filho, mas o que chama a atenção é esse modelo ideal que os casais costumam criar (e se cobrar) para atingirem a gravidez.

100% não existe…

Um casal não precisa estar 100% feliz no casamento para um filho vir, 100% satisfeito nas relações familiares ou com seu desenvolvimento pessoal para isso acontecer. O ideal é algo diferente da realidade e podemos estar um pouco descontentes com algumas coisas em nós ou em nossas relações, mas, mesmo assim, o bebê pode acontecer, pois todos somos, de alguma forma, faltantes em algo.

Não há um porquê para a vivência da infertilidade, não há respostas precisas sobre quando a gravidez irá acontecer, ela não é previsível ou controlável. No entanto, enquanto ela não acontece, podemos ir além do sofrimento – já que esse é inevitável – e utilizar essa experiência como parte do amadurecimento pessoal e do casal.

Casais que vivenciam a infertilidade acabam tendo um tempo maior para desejarem o filho e pensarem seus papéis de pais e sua vida conjugal em relação aos casais que engravidaram sem nenhuma dificuldade. Muitos estudos com famílias que utilizaram tecnologias de reprodução assistida apontam que essas famílias possuem pais mais dedicados, mães mais afetivas e desempenhando melhor sua função maternal, quando comparadas às famílias que conceberam naturalmente.

Desta forma, percebe-se que o sofrimento trazido com a dificuldade de gravidez gera amadurecimento e pode contar a favor para a constituição da nova família.

*Luciana Leis é psicóloga da Clínica Gera, especializada no tratamento de casais com problemas de fertilidade . Da Redação de Bondenews.

 CUIDADOS COM O BEBÊ

da Folha de S.Paulo

Pais, especialmente os de “primeira viagem”, costumam ter dúvidas sobre os cuidados que devem ser tomados com a higiene dos utensílios usados na alimentação do bebê.

Saiba mais sobre infância e maternidade

SXC
Limpeza de utens�lios para a alimentação do bebê precisa de atenção; mamadeira e chupeta devem ser esterilizadas até 9 meses
Limpeza de utensílios para a alimentação do bebê precisa de atenção; mamadeira e chupeta devem ser esterilizadas até 9 meses

Uma delas diz respeito à necessidade de reservar uma panela só para a papinha. Para Maria Amparo Martinez Descalzo, pediatra do Hospital Santa Catarina, esse procedimento não é necessário. No entanto, panelas antiaderentes devem ser evitadas até os dois anos porque, ao serem aquecidas, podem liberar substâncias tóxicas para o bebê.

Descalzo aconselha o uso de panelas de alumínio, aço inox ou ferro, que devem ser lavadas com água e detergente.

Já as chupetas e mamadeiras precisam ser muito bem lavadas com água e detergente. O bico da mamadeira deve ser limpo também com uma escovinha apropriada. Segundo a pediatra, muitas mães usam uma escova para limpar a mamadeira, mas se esquecem do bico. “Aí não adianta, porque os restos de comida não saem.”

Esses objetos precisam ser esterilizados após cada uso até o bebê ter seis meses, e uma vez ao dia até completar nove.

Deve-se colocá-los em uma panela com água fervente por dois minutos, desligar o fogo após esse tempo e deixá-los mais cinco a dez minutos na panela tampada. Após esse tempo, devem ser retirados com uma pinça e deixados para secar naturalmente. Segundo Descalzo, não é recomendável usar panos porque pode haver contaminação.

Serviço:

 

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MULHERESS CIUMENTAS
As mulheres são mais ciumentas?
É evidentemente ‘doentio’ sentir-se compelido a manter uma ligação que, em vez de oferecer satisfações, aprisiona a pessoa nos tormentos do ciúme
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É evidentemente ‘doentio’ sentir-se compelido a manter uma ligação que, em vez de oferecer satisfações, aprisiona a pessoa nos tormentos do ciúme.
O mito social leva a este pensamento, mas este julgamento talvez resulte de uma falsa interpretação dos fatos. Por exemplo, crimes passionais cometidos por mulheres ciumentas atraem muita atenção. Isso pode sugerir que as mulheres estão mais sujeitas aos desatinos do ciúme.

Mas na realidade, a cada dez homicídios cometidos por ciúme apenas um ou dois são cometidos por mulheres. Outro pensamento que também leva a crer que as mulheres têm mais razões reais para sentir ciúme é a idéia de que os homens são notoriamente infiéis. Por outro lado, o ciúme da mulher está ligado ao medo do homem se apaixonar por outra.

É evidentemente ‘doentio’ sentir-se compelido a manter uma ligação que, em vez de oferecer satisfações, aprisiona a pessoa nos tormentos do ciúme. Muitos maridos sentem ciúme das amigas da mulher, assim como muitas mulheres sentem ciúme dos amigos do marido. Em geral esse tipo de ciúme não advém de nenhuma suspeita concreta de infidelidade sexual (que seria cabível apenas se a pessoa rival ou a infiel tivesse orientação homossexual).

A causa do ciúme provavelmente está ligada à insegurança da pessoa ciumenta: ela sofre ansiedade por sentir-se excluída da ligação afetiva da pessoa amada com alguém. É relativamente comum, por exemplo, que a mulher tenha ciúme da amizade entre o marido e uma companheira de infância ou dos tempos de solteiro.

A mulher sabe que nunca poderá ter papel na história de vida que os dois comungam. Se não estiver convencida de seu próprio valor e da importância afetiva que tem para o marido, a mulher pode sentir-se vagamente ameaçada e ir acumulando hostilidade, consciente ou não, contra o marido, seu amigo ou ambos.

A personalidade da pessoa ciumenta apresenta características de timidez e também relacionada com sentimentos de insegurança. O tratamento do ciúme doentio é possível. Se a origem do ciúme for algum sentimento de inferioridade e de insegurança básica da pessoa, é possível melhorar a confiança dela em si mesma por meio de técnicas de psicoterapia e mediante atitudes corretas de apoio afetivo no meio familiar.

Uma vez reduzido o sentimento de insegurança, talvez ela consiga alívio para a aflição do ciúme. Só quem confia em si mesmo pode confiar em outros, de modo que parece lógico começar pelo fortalecimento da autoconfiança.

Celso Marzano, urologista e terapeuta sexual para o site www.sitemedico.com.br

Sexo&Comportamento-Folha de Londrina

Como evitar a gravidez na adolescência?
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“Ouvi dizer que durante a menstruação podemos ter relações sexuais sem perigo de engravidar. Quais os dias mais seguros para ter relações sem nenhum risco de engravidar? E como uma garota pode saber se está no período fértil?” Estas são as perguntas mais frequentes sobre o tema gravidez que receberam o maior número de visitas na Biblioteca Virtual em Saúde Adolec Brasil. Elas retratam dúvidas semelhantes às ouvidas por profissionais de diferentes áreas que trabalham em serviços de atendimento a jovens. Os relatos mostram que meninos e meninas tomam a iniciativa de buscar informações sobre prevenção à gravidez, mas nem sempre conseguem articulá-las.

“Em geral, eles não têm a informação completa, o que também acontece com adultos, sabem muitas coisas misturadas. Podem conhecer os métodos, mas não sabem usá-los”, diz a pediatra e médica de adolescentes Regina Katz, do Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Nesa/Uerj). Segundo a médica, há um grande desconhecimento do corpo: “A adolescente demora muito a se saber grávida, mas este não é um problema só dela, deve envolver os dois.”

Principais dúvidas

Entre outras atividades, o Nesa/Uerj oferece o Programa de Orientação em Saúde e Sexualidade. O atendimento é feito por estudantes de diferentes áreas da universidade. De acordo com a instituição, 40% dos adolescentes que procuram o serviço não tiveram relações sexuais.

As principais dúvidas apresentadas são sobre o funcionamento do corpo, a maneira correta de colocar a camisinha, os riscos do coito interrompido e as doenças sexualmente transmissíveis. Segundo a equipe de atendimento, os meninos costumam dizer que as meninas sabem pouco sobre o ciclo menstrual. Elas, por sua vez, acham que podem usar sempre a pílula do dia seguinte.

Para a médica Vania Cristina Chuva, que atua como técnica do Programa do Adolescente nas secretarias municipal e estadual de Saúde do Rio de Janeiro, meninos e meninas costumam ter as mesmas dúvidas, entre as quais saber se há risco de engravidar se transarem sem penetração ou se praticarem o coito interrompido. “É comum também acharem que não vão engravidar em uma só relação sexual”, completa. Ela observa, no entanto, que os meninos, em geral, não se sentem responsáveis pela contracepção.

Vania Chuva diz que as meninas demoram muito a entender o uso dos métodos, principalmente das pílulas: quando começar a tomar, qual o prazo de parada, o que fazer se esquecer… “Na minha experiência de atendimento, as adolescentes, quando estão namorando e consideram um relacionamento sério, param de usar a camisinha.”

Gravidez desejada

A assistente social Fernanda Graneiro, coordenadora da Atenção Primária do Nesa/Uerj, ressalta que o maior problema observado não é a falta de informação: “Não basta ter qualquer informação, mas sim aquela que faça sentido para os jovens.” Ela acompanha um grupo de adolescentes grávidas ou com filhos recém-nascidos que participam de reuniões semanais nas quais são discutidos temas relacionados a sexualidade, gênero e relacionamentos.

“Quando pergunto às meninas que chegam ao atendimento por que estão grávidas, elas me respondem o que pensam que eu gostaria de ouvir: ‘porque estourou a camisinha’, ‘porque esqueci de tomar a pílula’… Depois vêm as outras falas, que mostram o desejo de ficar grávida, de testar o corpo, saber o que ele responde”, relata.

A médica e professora Maria Helena Ruzany acrescenta que é bastante comum entre as jovens grávidas a referência a alguém na família que teve filho mais cedo, frequentemente a própria mãe da adolescente. Também são comuns os relatos sobre amigas grávidas ou que tiveram filhos recentemente. A professora cita o caso de uma garota que disse a uma amiga participante de um projeto do Nessa/Uerj: “Este ano vou engravidar.”

De acordo com as profissionais, esse desejo teria maior repercussão em comunidades mais pobres, nas quais a gravidez pode representar uma mudança de status social. “Elas deixam uma posição social de ‘namoradeiras’ e passam para um status de mãe, sem dúvida com maior respeito comunitário”, diz Maria Helena Ruzany. Vania Chuva acrescenta: “Já atendi adolescentes que me procuravam porque queriam ficar grávidas e não conseguiam. Tinham receio de serem inférteis.”

Para ela, a primeira gravidez é mais difícil de ser evitada porque, na maioria das vezes, é desejada, e torna-se um projeto de vida. Regina Katz observa, no entanto, que os projetos de vida mudam com o tempo, especialmente na adolescência.

Escola e campanhas

Na avaliação da médica Luisa Cromack, também do Nesa/Uerj, meninos e meninas se informam de maneiras diferentes. “Tradicionalmente a busca de informações sobre sexualidade é mais frequente entre as meninas. A escola tem um papel fundamental para a prevenção da gravidez na adolescência, desde a informação, desde sempre.”

Um dado importante neste sentido é o fato de as jovens grávidas atendidas pelo Nesa/Uerj que estão na escolaridade correta continuam a estudar depois do nascimento do filho, o que não acontece na mesma escala com as que estavam atrasadas ou tinham muitas dificuldades no aprendizado. Luisa Cromack cita também o papel da mídia e da família nesse processo.

Segundo ela, um caminho importante para a prevenção à gravidez seria garantir espaços individuais para discutir a questão dentro dos ambientes coletivos. As profissionais do Nesa/Uerj acreditam, contudo, que as campanhas publicitárias com este objetivo não devem apontar a gravidez na adolescência como um estorvo, e sim como uma fase importante na vida de adolescentes e jovens de ambos os sexos.

Para saber mais:

Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (Nesa/Uerj)

Biblioteca Virtual em Saúde Adolec Brasil – FONTE : REDAÇAO DE BONDENEWS

 

Um POUCO DE MACHISMO SEMPRE FAZ BEM…

 
MULHERES – Dirigimos melhor…
RESPOSTA DOS HOMENS – Melhor que cegos!
 
MULHERES – Não ficamos carecas…
RESPOSTA DOS HOMENS – Se cabelo fosse bom não nascia embaixo do braço, nem no saco.
 
MULHERES – Temos um dia internacional…
RESPOSTA DOS HOMENS – Os outros 364 são só nossos!

MULHERES – Temos prioridade em botes salva-vidas…
RESPOSTA DOS HOMENS – Nós sabemos nadar!
 
MULHERES – Uma greve de sexo consegue qualquer coisa…
RESPOSTA DOS HOMENS – Inclusive um par de chifre!  (SEM COMENTÁRIOS….KKKKKKKKK)

MULHERES – A programacão da TV é 90% voltada pra nós…
RESPOSTA DOS HOMENS – Nós temos DVD (e sabemos usar!)!

MULHERES – Somos os primeiros reféns a serem libertados…
RESPOSTA DOS HOMENS – Porque nem sequestradores aguentam vocês! (Boooooa…!!!)
 
MULHERES – A idade não atrapalha nosso desempenho sexual…
RESPOSTA DOS HOMENS – Mas atrapalha pra arrumar parceiro sexual! (Boooooooa….!!!!)
 
MULHERES – Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias…
RESPOSTA DOS HOMENS – Caso contrário vocês podem se perder!
 
MULHERES – Se somos traídas, somos vítimas; se traímos, eles são cornos…
RESPOSTA DOS HOMENS – Se somos traídos elas são putas, se traímos somos garanhões!
 
MULHERES – Somos capazes de prestar atenção a várias coisas ao mesmo tempo…
RESPOSTA DOS HOMENS – Mas são totalmente incapazes de executar ao menos uma completa de cada vez! (Nooooooossa…!!!!)
 
MULHERES – 98% da indústria de cosméticos e 89% da indústria da moda são voltadas pra nós…
RESPOSTA DOS HOMENS – 98% da indústria de cerveja e 89% da indústria automobilística são voltadas para nós!

MULHERES – 99% dos homens não cuidam da aparência pessoal…
RESPOSTA DOS HOMENS – 99% da beleza feminina sai com água e sabão! (Booooooa…. !!!)
 
MULHERES – Não nos desesperamos em frente a um campo de grama com 1 bola e 22 mulheres…
RESPOSTA DOS HOMENS – Nós não nos desesperamos frente ao pedal da embreagem! (kkkkkkkkkk….!!!!!)
 
MULHERES – Fazemos tudo o que um homem faz, e de salto alto!…
RESPOSTA DOS HOMENS – Quero ver mijar em pé! (….rsrsrsrs)
 
MULHERES – Podemos dormir com nossas amigas sem sermos chamadas de lésbicas…
RESPOSTA DOS HOMENS – Podemos dormir com suas amigas que elas não contam pra vocês! Uuuhauhauhahuuuu… (colaboração de Luciano Barros)

Veja a seção Mães e Filhos

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Autor: João Rocha - Categoria(s): Cultura/Lazer, Familia, Notícias, Poesia, Saude Tags:


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