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24/01/2009 - 07:31

Crianças, best-seller de Laurentino Gomes( veja email) e Como Emagrecer

Falta de brincadeira afeta o comportamento das crianças

Pesquisa mundial revela que as mães já notaram isso e começam a mudar o cenário
Reprodução
As brincadeiras e toda riqueza de aprendizado que essas experiências possibilitam, tanto para os filhos quanto para os pais, estão ficando em segundo plano
As crianças precisam brincar mais. E sabe quem acha isso? As próprias mães – e não só as brasileiras, mas aquelas da África do Sul, Argentina, China, Estados Unidos, França, Índia, Reino Unido, Tailândia e Turquia também. Uma pesquisa que acaba de ser realizada nestes dez países, a pedido da marca de sabão em pó Omo, aponta que a proteção da infância é uma das principais preocupações das entrevistadas: 79% delas acreditam que o hábito de aprender brincando foi perdido e 92% dessas mulheres chamam para si o dever de restaurar essa tradição.

“As brincadeiras e toda riqueza de aprendizado que essas experiências possibilitam, tanto para os filhos quanto para os pais, estão ficando em segundo plano” , constata o psicólogo Waldemar Magaldi, de São Paulo.

A ausência desse potencial lúdico tem relação direta com a avalanche de crianças com distúrbios de aprendizagem ou com transtornos comportamentais. Atualmente, cerca de 7% das crianças brasileiras sofrem com algum tipo de problema desse tipo. Uma infância estimulante exige passatempos apropriados (eles variam de acordo com a faixa etária). “Quando essas atividades são feitas, também, na companhia dos pais, a criança tem chance de experimentar formas saudáveis de competição”, afirma a pedagoga Karen Sacchetto. “Trata-se de uma simulação que ajuda a trabalhar os medos e a insegurança, deixando os pequeninos muito mais à vontade para enfrentar os desafios”.

“Além disso, a maioria das atividades exige bastante concentração para ser realizada. Só isso já chega a ser desafiante, principalmente entre os mais agitados”, diz Karen.

Mas nada de isolar a criança de outros pequenos. A convivência com a mesma idade é fundamental para desenvolver o emocional infantil. “Entre iguais, ela precisa se virar, encontrando maneiras de se expressar e fazer valer aquilo em que acredita”, explica Waldemar.

Vínculos mais fortes

“Mostre a seu filho que ele tem condições de ficar um tempo sozinho, ainda que sob supervisão no caso dos mais novinhos”, sugere Karen. “Essa atitude aparentemente desprendida é uma estratégia poderosa para reforçar os vínculos familiares e fortalecer a confiança do seu filho”.

Caso isso aconteça de forma tranqüila, as chances de que a criança venha a desenvolver um comportamento equilibrado são enormes. “As relações emocionais em família antecedem quaisquer outras, servindo de modelo para o comportamento mantido fora de casa”, completa Waldemar.

“Não dá para tratar as crianças como adultos. É preciso respeitar os interesses próprios de cada idade e vibrar com as novas descobertas e estar por perto encaminhado as próximas” , diz Karen. A seguir, ela indica uma série de sugestões superdivertidas para você pôr em prática com seu pequenino aprendiz. Aproveitem!

De 1 ano a 1 ano e meio

A criança imita sons e reconhece objetos.

Adora brincar de espalhar e guardar tudo. Claro que do jeito dele.

Sugestões de brinquedos: Caixote com objetos de formas geométricas (cubos, círculos e triângulos de plástico ou feltro), potes e panelinhas com tampas.

De 1 ano e meio a 2 anos

A criança já reconhece algumas cores e formas. Sabe procurar e encontrar objetos que guardou. Gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos. Adora descobrir como as coisas funcionam.

Sugestões de brinquedos: Brinquedos de montar, bichinhos de plástico, cubos com formas vazadas para encaixar peças similares, carrinhos, caminhões e chaves.

De 2 anos a 2 anos e meio

Após os 2 anos a criança começa a descobrir o prazer de brincar com o outro. Ela já é capaz de assimilar muitas palavras ao mesmo tempo, construindo frases completas. Reconhece cores e formas. Compreende perfeitamente o significado da palavra NÃO. Classifica formas, cores e espessuras.

Sugestões de brinquedos: Blocos lógicos: encontrados em lojas de brinquedos educativos. Esses brinqudos possuem quadrados, círculos, triângulos e retângulos nas cores primárias, com diferentes tamanhos e espessuras. Ofereça ainda blocos de madeira com diferentes formas e tamanhos para fazer torres e pequenas construções.

3 anos

Nesta fase, papais e mamães precisam ter bastante disponibilidade para responder a todos os questionamentos da criança – Como? Quando? E a preferida: Por quê? Apesar da linguagem ainda estar em desenvolvimento, seu vocabulário já é bastante extenso. Consegue comunicar-se com perfeição. A coordenação motora fina está mais segura. É nesta fase que a lateralidade (destra ou canhota) normalmente se define.

Sugestões de brinquedos: Cubos de tecido, onde cada lado existe um treino motor como zíperes, botões e ganchos para abrir e fechar. Cubos com tamanhos decrescentes e que encaixam-se um dentro do outro, para serem empilhados.

4 anos

Agora a criança apresenta maior coordenação global e conseqüentemente coordenação fina. Começa a se interessar por brincadeiras coletivas e demonstra maior equilíbrio.

Sugestões de brinquedos: Jogos em equipe com uso de bola e bastões, bicicleta, trabalhos manuais, com tesoura de ponta redonda e sob superevisão de adultos.

5 anos

Treinamento e motricidade já bem definidos. Descobre a satisfação em tentar resultados diferentes e conseguir realizar trabalhos esteticamente bonitos. A gama de opções cresce bastante. Torna-se mais sociável, descobrindo o prazer de brincar em grupo.

Sugestões de brinquedos: Modelagem em massinha, argila ou gesso, canetas e caderno de desenho, quebra-cabeças, pular corda, jogos coletivos com regras e objetivos mais elaborados.

6 anos

A criança já é capaz de realizar diversas tarefas sozinha: troca a própria roupa, escova os dentes, dá laço em tênis. Bastante independente, já conhece a função de cada objeto. Surge um interesse maior por jogos eletrônicos e computador. Há bastante polêmica neste sentido, mas bem dosada a tecnologia estimula o raciocínio e o desenvolvimento de estratégias.

Sugestões de brinquedos: Jogos eletrônicos, Jogos em computador, bonecas, palavras cruzadas, jogos com figuras e letras que representem a letra inicial do objeto.

7 a 9 anos

Raciocínio lógico pode ser usado quase em sua totalidade, permitindo o trabalho com jogos de estratégias simples.

Sugestões de brinquedos: Jogo da velha, jogo de damas e trilha

10 a 12 anos

Com o pensamento lógico desenvolvido em sua plenitude, pode-se usar jogos mais complexos e estratégias que necessitem de abstração.

Sugestões de brinquedos: Estratégias de guerra, batalha naval, jogos de tabuleiro que forcem cálculos, previsões, custos e lucros Jogos de conhecimento geral com perguntas e respostas das mais diversas áreas.

(Fonte: Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem-estar)

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Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin, diz livro

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009 16:36 BRST

Por Mike Collett-White

LONDRES (Reuters) – Um novo livro sobre Charles Darwin diz que um ódio passional à escravidão foi fundamental para que ele desenvolvesse a sua teoria da evolução. A teoria foi contra a suposição de muitos à época de que negros e brancos eram de diferentes espécies.

“Darwin’s Sacred Cause” (a causa sagrada de Darwin) é um dos primeiros entre as dezenas de trabalhos sobre o cientista do século XIX que deverão ser lançadas em 2009, bicentenário de seu nascimento e quando se completam 150 anos da publicação do revolucionário “A Origem das Espécies”.

Os autores do livro, Adrian Desmond e James Moore, também acreditam que ele será um dos mais polêmicos, porque explora o que chamam de humanitarismo de Darwin e contesta a noção de que suas conclusões tenham sido resultado apenas da busca científica.

“Deve haver razões para ele ter chegado a imagens da origem comum da evolução quando não havia precedentes para tanto na zoologia de seu tempo”, disse Desmond à Reuters. “Isso vem do antiescravagismo.”

“Ninguém duvida que as ilhas Galápagos, os tentilhões, as preguiças gigantes e as tartarugas gigantes tenham sido absolutamente fundamentais para seus pontos de vista e para o que ele estava interessado.”

“Mas é preciso observar um certo princípio norteador. Cada navio levava mais de um naturalista naqueles tempos — por que nenhum deles chegou a essa idéia da origem comum, ainda que a maioria deles tivesse exatamente a mesma evidência?”

Moore disse que o livro não pretendia simplificar o argumento para “sou contra a escravidão, portanto sou evolucionista”. E acrescentou: “Esse não é um argumento reducionista. Estamos ressaltando que era preciso que Darwin acreditasse em uma ‘ciência da fraternidade’ para ver a origem comum. Não podemos descobrir de onde mais ele teria tirado isso.”

Desmond e Moore voltam ao naturalista 18 anos após lançarem “Darwin”, a aclamada biografia do homem que chegou à conclusão de que todas as espécies evoluíram de ancestrais comuns.

Como o próprio cientista sabia, suas teorias foram revolucionárias.

Ele derrubou os humanos de seu pedestal ao sugerir que compartilhamos ancestrais com macacos e lesmas, acabou com as pesquisas científicas sugerindo que brancos eram de uma espécie superior aos negros e contestou suposições criacionistas.

Desmond e Moore argumentam que o seu ponto de vista é importante porque mostra que Darwin foi movido por desejos e necessidades humanas, e lança nova luz sobre trabalhos atacados até hoje por serem considerados moralmente subversivos.

Droga spice é proibida na Alemanha

A “mescla de ervas” que está em moda no país nos últimos meses representa alto risco para a saúde, adverte o governo alemão.

 A produção, a posse e o comércio da droga conhecida como spice serão considerados crime a partir desta quinta-feira (22/01) na Alemanha, segundo um comunicado do Ministério alemão da Saúde. A droga ganhou grande popularidade entre os jovens na Alemanha, onde estava sendo vendida como uma mistura natural de ervas, contornando, assim, as leis antidrogas.

No entanto, testes mostraram que spice contém uma substância sintética potencialmente prejudicial, que produz os mesmos efeitos da substância natural psicoativa da cannabis, planta da qual se produz a maconha. Mas spice é quatro vezes mais forte, advertem estudiosos.

Efeitos colaterais

“A droga spice não é inofensiva e deve ser retirada de circulação rapidamente”, disse a ministra da Saúde alemã, Ulla Schmidt. Já a encarregada do governo no combate às drogas, Sabine Bätzing, afirmou que “vender spice como um cigarro inofensivo de ervas é fraudulento”.

Testes mostraram que fumar a droga pode causar alucinações e levar a efeitos colaterais mais fortes, como ataques de pânico e náusea. O consumo pode levar a problemas cardíacos, de circulação e no sistema nervoso, explicou a encarregada do governo alemão para o combate às drogas, Sabine Bätzing.

A proibição, que prevê uma multa para aqueles que a desrespeitem, ficará em vigor por 12 meses, até que seja sancionada uma lei permanente. DWWORLD.DE

No ‘ano Euclides da Cunha’, ensaios abordam sua vida e obra

 

Paulo Roberto Pereira*, JB Online

 

RIO – Na véspera de se completarem 100 anos de morte de Euclides da Cunha foi lançado, em 2008, o livro Discurso, ciência e controvérsia em Euclides da Cunha (Edusp, 192 páginas, R$ 35), organizado por Leopoldo M. Bernucci. A obra é o resultado de um encontro internacional promovido pela Universidade do Texas, em Austin, em que 12 especialistas se reuniram para tratar dos mais controvertidos temas ligados aos estudos euclidianos.

O ensaio inicial, “As biografias de Euclides da Cunha”, de Frederic Amory, discute com serenidade a questão espinhosa do casamento de Euclides e, particularmente, do papel do sexo em sua vida. O professor americano faz um importante levantamento das principais biografias de Euclides, destacando, sobremaneira, os excelentes trabalhos de Sylvio Rabello, de Olímpio de Souza Andrade e, mais recentemente, de Roberto Ventura, que a mão do destino, como já fizera com José Guilherme Merquior, levou tão jovem.

Flerte com a ciência

Em “Cientificismo e aporias em Os sertões”, Leopoldo M. Bernucci, organizador da modelar edição de Os sertões, de 2001, da Ateliê Editorial, coloca em discussão a questão do uso da ciência por Euclides da Cunha em seu livro vingador. Bernucci defende que, independentemente da crítica que se possa fazer ao cientificismo de Os sertões, o livro sobreviverá, antes de tudo, como um monumento artístico. Por outro lado, lembra que os temas que percorrem a obra “podem abrir um caminho para as relações sempre instigantes entre a linguagem de Euclides e as ciências”.

Já em “Informando o corpo do homem da caatinga”, Sara Castro-Klarén faz uma leitura da paisagem em Os sertões, demonstrando a intenção de Euclides em configurar um discurso ascético que se imbrica com o discurso cristão sobre a privação e o discurso geológico sobre as ruínas da terra. Assim, segundo a autora, é possível analisar a caatinga, que forjou a sociedade sertaneja, como metáfora ampliada do corpo em sofrimento, que organiza a representação da paisagem no livro.

Em “Os sertões: história e romance”, Luiz Costa Lima retoma os juízos críticos que consideraram a obra-mestra do escritor fluminense como um livro que é, ao mesmo tempo, obra de ciência e de literatura, para rastrear, nesse hibridismo, a confluência entre história, literatura e ficção. Costa Lima parte da linha interpretativa que vai de José Veríssimo a Olímpio de Souza Andrade, para concluir que não é excludente em Os sertões o núcleo científico da vestimenta literária. Contudo, mantém o ponto de vista, já defendido em seu livro Terra ignota: a construção de Os sertões, de que “torna-se simplesmente inaceitável admitir ver em Os sertões uma obra simultaneamente de história e literária (para não dizer, ficcional!)”.

Explorando vozes contemporâneas do conflito de Canudos, Antônio Dimas, em “Três exemplos em espiral”, discute como frei Pedro Sinzig, Olavo Bilac e Machado de Assis trataram o líder Antônio Conselheiro, afirmando terem sido eles “vozes dissonantes que se engulharam com Canudos e com a sua repercussão negativa”. No caso de frei Pedro Sinzig, conclui que a “solidariedade humana e cristã” desse frade alemão acabou por fazê-lo compreender o sertanejo e sua luta. Quanto a Bilac, não o perdoa porque, nas suas crônicas, o poeta zombava de maneira galhofeira e sensacionalista do arraial de Canudos e do seu líder. Com respeito a Machado, embora os estudiosos vejam com “muita compreensão” a sua posição ante os eventos canudenses, afirma Dimas que, “ao contrário do que se quer, Machado aderiu, sim, à política do governo republicano que aniquilou os sertanejos insurretos”.

Rastros em Borges

Peter Elmore, em “Renan, Euclides, Cunninghame Graham, Borges: a chave gnóstica”, analisa como a figura de Antônio Conselheiro encontra-se contaminada pelo gnosticismo filosófico-religioso do início do cristianismo, pelo uso que o escritor brasileiro fez da monumental obra de Ernesto Renan, História das origens do cristianismo e, em especial, do sétimo volume, Marco Aurélio e o fim do mundo antigo. Por outro lado, Peter Elmore revela rastros que Os sertões deixaram em alguns autores como Cunninghame Graham e Jorge Luis Borges.

Valentim Facioli em “Os sertões: consórcio de ciência e arte (a in/de-formação do Brasil)” analisa a trajetória intelectual de Euclides e a fatura compósita de seu livro. A sua leitura centra-se na crítica euclidiana às alegadas razões republicanas de modernização do estado brasileiro para justificar o massacre de Canudos. O desequilíbrio social entre os diversos brasis denunciado por Euclides é que permite a Valentim Facioli expressar sua indignação com a permanência das injustiças sociais no nosso país, na entrada do século 21.

Em “A poética das ruínas n´Os sertões”, Francisco Foot Hardman examina, na obra euclidiana, a chamada poética das ruínas, filiada à estética do sublime, que se disseminou no movimento romântico do século 19. Segundo Foot Hardman, há não só dominância, mas permanência dessa visão das ruínas da história em toda a produção de Euclides. Num exercício de diálogo intertextual, utilizando poemas euclidianos e a magnífica prosa de Os sertões, demonstra como “não havia registro estável, nem representação acabada” que pudesse traduzir o genocídio perpetrado contra os sertanejos de Canudos.

Em “Os sertões: o nascimento de uma nação”, Lourival Holanda parte da forma literária construída por Euclides para afirmar que, mesmo considerando o viés científico e o de denúncia, é pela qualidade literária que Os sertões se mantém como obra seminal da cultura brasileira. Lembra que “Euclides, antes que um historiador é um artífice literário” que emprega como estratégia narrativa a inversão, transformando Canudos em símbolo contra os descaminhos da nascente República.

José Carlos Barreto de Santana que, no seu livro Euclides da Cunha e as ciências naturais, já estudara a aproximação entre o registro científico e a linguagem literária, discute em “Ciência e arte: aspectos da construção do discurso científico em Os sertões”, o emprego das ciências naturais por Euclides, em que o meio físico da região definia o homem que ali vivia e combatia, em que a natureza já antropomorfizada, dotada de vontade e sentimento, participava da luta.

 

Luiz Fernando Valente, em “Os sertões: entre a memória e a história”, comenta a recepção da obra de Euclides na cultura brasileira, propondo novo caminho interpretativo na dicotomia memória/história. Euclides seria o “guardião da memória nacional” em que sua obra, convertida em um monumento literário, é também a de um historiador que redigiu “uma verdadeira suma da nacionalidade brasileira”.

Finalmente, Renata Wasserman, em “Mapeando Os sertões: congruências”, parte do tema da identidade nacional, para analisar como Os sertões, mesmo inclassificável dentro da teoria dos gêneros por sua estrutura híbrida, serviu de modelo e estabeleceu um diálogo frutífero com obras como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, e A guerra do fim do mundo, de Mário Vargas Llosa. Ao examinar a relação que afeta a estrutura constitutiva de Os sertões, como relato não romanesco, e o de Grande sertão: veredas, como ficcional, Renata Wasserman conclui que o tema central que une e separa esses dois textos é o de “uma identidade nacional contestada”.

Assim, na abertura do ano euclidiano, o leitor brasileiro tem com Discurso, ciência e controvérsia em Euclides da Cunha, um livro fundamental que lhe serve de passaporte para ingressar com segurança no universo múltiplo de Os sertões.

*Escritor. Publicou recentemente As comédias de Antônio José, O Judeu pela Martins Editora.

REMÉDIOS PARA EMAGRECER

Com tantas opções de remédios para emagrecer, você já começa a se perguntar qual deles vai tomar para perder aquelas gordurinhas. Mas será que é mesmo necessário partir para a medicação? Antes de tomar essa decisão drástica, é bom saber como atuam no organismo e quais são as contra-indicações das principais drogas receitadas pelos médicos.

» Por que eu engordo mesmo comendo tão pouco?

- Antidepressivos: atuam na liberação de serotonina, um neurotransmissor que regula a sensação de saciedade. Remédios como a fluoxetina são indicados para pessoas com problemas de transtorno alimentar. Devem ser ingeridos estritamente com orientação médica.

- Derivados de anfetamina: os mais conhecidos são os princípios ativos femproporex e a anfepramona. Atuam no sistema nervoso central diminuindo o apetite. Podem causar dependência, irritabilidade, insônia, taquicardia, sensação de boca seca, dor de cabeça, constipação, problemas de pressão arterial e alterações de humor.

- Orlistate: a substância ativa do Xenical diminui em 30% a absorção da gordura absorvida pelo intestino. Considerado uma medicação segura, pode ser usado por tempo indeterminado desde que seja acompanhado de dieta.

- Rimonabanto: conhecido como “pílula antibarriga”, o princípio ativo diminui o apetite e a formação de gordura, principalmente na região do abdome. Com a redução da gordura da região, há uma melhora no diabetes, na hipertensão e no nível de colesterol e redução do triglicérides. O uso indiscriminado pode causar sensação de boca seca, náusea e enjôo. É contra-indicado em pessoas com histórico de depressão.

- Sibutramina: atua no sistema nervoso central, aumentando a sensação de saciedade. Baixo risco de dependência e de problemas arteriais. Apresenta probabilidade reduzida de efeitos colaterais como sensação de boca seca, irritabilidade, insônia e taquicardia.

“Os remédios para emagrecer não devem ser tomados para fins estéticos. Quem nunca teve problema com sobrepeso e quer perder 5kg em um tempo curto, deve procurar ajuda em um spa, por exemplo”, comenta Marcio Mancini, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Segundo o médico, dietas radicais a base de remédios em dosagens altas são prejudiciais e, em casos extremos, podem matar. “Além de todos os riscos da alta dosagem, essa pessoa provavelmente irá engordar tudo de novo quando acabar a dieta. O corpo facilita que você ganhe peso novamente porque, para ele, você corre o risco de morrer de inanição”, alerta.

A situação é semelhante a se você estivesse perdido em um lugar inóspito e sem alimentos. Seu corpo perde calorias e gordura em quantidade superior a que está ‘programado’. Quando você volta a comer, todas as portas de seu corpo estarão abertas para que se recupere o que perdeu. “Quem não passa por uma reeducação alimentar, não consegue manter o peso”, alerta Mancini.

“Todo remédio para emagrecer deve ser prescrito junto com uma nova dieta, com uma proposta de reeducação alimentar”, complementa a endocrinologista Mônica Cabral. De acordo com a médica, a perda de peso é alcançada em melhor resultado quando a medicação caminha junto a uma nova dieta. “Os remédios contribuem para acelerar a perda de peso, mas seu uso é temporário”, comenta.

Em casos de obesidade, o médico Marcio Mancini afirma que o uso de remédios deve ser mantido por tempo indeterminado. “A obesidade é uma doença crônica e progressiva e deve ser tratada como uma doença do coração, por exemplo. Não se controla uma pressão alta e se retira a medicação”, alerta.

Serviço:
Marcio Mancini – endocrinologista
 www.monicacabral.com.br

http://www.bbcbrasil.com

26 de janeiro, 2009 – 18h04 GMT (16h04 Brasília)

Estudo liga atividade sexual a câncer de próstata

Um novo estudo inglês sugere que homens que têm uma vida sexual intensa entre os 20 e 40 anos de idade têm mais chances de desenvolver câncer de próstata.

Os pesquisadores da Universidade de Nottingham observaram 840 homens – um grupo de 431 diagnosticados com câncer de próstata e 409 saudáveis.

Os voluntários responderam questionários sobre a frequência das relações sexuais e da masturbação, o número de parceiras e a saúde sexual.

De acordo com os resultados, publicados na edição desta segunda-feira da revista científica British Journal of Urology, 40% dos homens com câncer costumavam fazer sexo mais de 20 vezes por mês entre os 20 e 40 anos, comparados com 32% entre o grupo dos homens saudáveis.

Os homens diagnosticados com câncer de próstata também se masturbavam mais (34%) do que os saudáveis (24%) nesta faixa etária.

A pesquisa indica ainda que o grupo dos homens diagnosticados com câncer registrou mais casos de doenças sexualmente transmissíveis.

“Descobrimos uma associação entre o câncer de próstata e atividade sexual e masturbação nos homens entre 20 e 40 anos”, afirmou Polyxeni Dimitropoulou, principal autor do estudo.

“Não há, no entanto, nenhuma relação entre a atividade sexual e o câncer em homens acima dos 40 anos”, acrescentou o pesquisador.

Hormônios

Segundo os pesquisadores, é possível que o alto nível de hormônios seja responsável por um aumento na atividade sexual entre os 20 e 40 anos e também pelo desenvolvimento do câncer de próstata em idades mais avançadas.

“Os hormônios parecem ter um papel importante no desenvolvimento do câncer de próstata, e é muito comum fazer tratamentos para reduzir o nível de hormônios que estimulam as células cancerígenas”, disse Dimitropoulou.

“Da mesma forma, o apetite sexual dos homens também é regulado pelos níveis de hormônio – portanto, o estudo examinou a teoria de que a vontade sexual afeta o risco de câncer de próstata”, completou o pesquisador.

Para John Neate, diretor da ONG Prostate Cancer Charity, que ajuda pacientes e trabalha com pesquisas sobre a doença, as descobertas do estudo precisam de mais provas para que sejam aceitas.

“O papel da atividade sexual vem ganhando cada vez mais atenção na pesquisa sobre o câncer de próstata”, disse Neale. “Infelizmente, esse estudo oferece poucos conselhos práticos para homens que querem reduzir o risco da doença.”

O diretor da ONG acrescentou que os dados do estudo podem não ser precisos, já que se baseia nas respostas dos entrevistados sobre suas experiências de 20 ou 30 anos atrás, e essas informações podem não ser verdadeiras.

“A amostra usada no estudo também é relativamente pequena, o que torna ainda mais difícil chegar a conclusões universais”, concluiu Neale.

Exercícios em excesso podem causar lesões

Atividades físicas excessivas ou mal praticadas podem causar sérias lesões; orientação profissional é indispensável
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Antes dos exercícios é essencial alongar os músculos do corpo para evitar lesões musculares
Quem quer entrar em forma neste verão a qualquer custo e ficar horas na academia em busca de um corpo perfeito, atenção: o abuso dos exercícios pode causar sérios riscos à saúde e lesões que poderão acompanhar o esportista a vida toda. As lesões mais comuns que levam os esportistas aos consultórios médicos aparecem nos joelhos, ombros e coluna, devido à sobrecarga dos exercícios. A maioria deles executados sem a devida orientação.

De acordo com o ortopedista Rene Abdalla, do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, é comum nessa época pessoas se queixarem de dores no corpo. “A ânsia de ter um corpo saudável a qualquer custo, prejudica e muito a saúde. No HCor são atendidos aproximadamente 20 pacientes por semana com queixa de lesões causadas por exercícios mal praticados”, explica Abdalla.

Além dos exercícios praticados na academia, o aluno tem que se atentar a outros itens, presentes no dia a dia, que ajudam com o aumento de lesões. “É importante o esportista se preocupar com a postura durante o dia. No caso das mulheres também com o constante uso do salto alto”, explica o ortopedista.

Tipos de traumas mais comuns

As lesões mais comuns que acometem os esportistas de academia se dão nos joelhos, colunas e ombros (todas ocasionadas por excesso ou exercícios realizados de maneira inadaquada). São elas:

● Tendinite patelar;

● Tendinite de aquiles;

● Inflamações articulares;

● Estiramentos musculares;

● Lombalgia, dores nas costas devido a posição errada

Para prevenir lesões

É fundamental, antes de iniciar qualquer atividade física, procurar um médico, com vivência em traumas do esporte, para receber orientação ideal para cada tipo físico e não exagerar nos exercícios. É importante também iniciar os exercícios de forma gradativa.

“O corpo não está acostumado com exercícios bruscos, pois é uma grande mudança, sem um período adequado para readptação. Por isso o esportista tem de ficar atento com a série de exercícios praticados na academia e procurar uma que melhor se ajuste as suas necessidades, de forma que não agrida o sistema músculo-esquelético”, enfatiza o Abdalla.

Ainda segundo o ortopedista, ao primeiro sinal de dor, pare os exercícios. Se a dor persistir mesmo em repouso, o médico deverá ser procurado e apenas um especialista fará a avaliação adequada e poderá passar um tratamento específico para a situação.

Abdalla, que realiza mais de 600 cirurgias de joelho por ano, faz algumas sugestões para quem quer começar a prática de atividades físicas:

● Procurar um especialista e pedir orientação para a prática do exercício físico;

● Antes dos exercícios alongar os músculos do corpo para evitar lesões musculares;

● Em esportes envolvendo corridas, escolha um par de tênis adequado, pois devem proteger primordialmente os membros inferiores dos impactos e repetições de movimentos;

● Dê preferência a roupas com tecidos que permitam uma transpiração mais livre (dry-fit). BONDENEWS

26-01-2009 12:58:46
Carmen Miranda é tema de mostra de cinema em Lisboa

 

Lisboa, 26 jan (Lusa) – Carmen Miranda, que completaria 100 anos em fevereiro, vai ganhar uma homenagem da Cinemateca de Lisboa, com a exibição de nove filmes da atriz e cantora em Hollywood, produzidos nos anos 1940 e 1950.

O ciclo “Carnaval com Carmen Miranda” acontece entre 17, 18 e 21 de fevereiro. A programação abre com um curto documentário de Maria Guadalupe e Jorge Ilelli, de 1969, sobre a cantora e prossegue com “Sinfonia de Estrelas” (1943), de Busby Berkeley, filme no auge do Technicolor e um dos mais conhecidos de Carmen Miranda.

No dia 18, será exibido “Copacabana” (1947), filme em preto e branco de Alfred Green, onde Carmen Miranda contracena com Groucho Marx em uma história que acontece num bar de Nova Iorque. Nesta obra, Carmen Miranda canta “Tico-tico no fubá”.

No sábado de Carnaval, 21 de fevereiro, haverá uma maratona de cinco filmes, incluindo “Férias nas montanhas”, (1942), de Irving Cummings, e “A canção da felicidade” (1946), de Lewis Seiler.

Também vai estar em cartaz “O castelo das surpresas” (1953), de George Marshall, o último filme de Carmen Miranda, feito dois anos antes da sua morte, que conta com a participação de Jerry Lewis e Dean Martin.

O ciclo encerra nesse dia com “Uma noite no rio” (1945), de Irving Cummings, e “Serenata Boêmia” (1944), de Walter Lang, musical em que Carmen Miranda interpreta a cartomante Princesa Querida e canta “O que é que a baiana tem”.

Histórico

Carmen Miranda nasceu em 9 de fevereiro de 1909 em Várzea da Ovelha, Marco de Canaveses (norte de Portugal), mas foi no Brasil que passou parte da sua vida, depois de os pais terem se mudado para o Rio de Janeiro.

Com pouco mais de 20 anos, já era uma vedete no Brasil, tanto na música como no cinema, chamando a atenção de Hollywood.

Na década de 1940, foi uma das atrizes mais bem pagas do cinema norte-americano, ao encarnar uma personagem folclórica e garrida, de pronúncia acentuada, em mais de dez filmes, feitos até 1953.

Conhecida a sua dependência de barbitúricos, Carmen Miranda morreu nos Estados Unidos em 5 de agosto de 1955, com 46 anos, de ataque cardíaco, depois de ter participado de um programa televisivo.

Quando o corpo foi trasladado para o Rio de Janeiro, a cerimônia foi acompanhada por cerca de meio milhão de pessoas.

Saiba como reduzir a ingestão de sal

Apenas 25% do consumo diário de sal vêm dos alimentos naturais e do que é acrescentado na hora do cozimento; 75% vêm dos alimentos industrializados
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Uma pessoa saudável deve ingerir no máximo 5 gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá rasa. Mas o brasileiro consome diariamente quase o dobro disso, principalmente porque o cloreto de sódio está presente em muitos alimentos industrializados. “É importante saber que o sal é um alimento essencial para o bom funcionamento do organismo. Ele é uma mistura de cloreto de sódio, iodeto de potássio, ferrocianeto de sódio e alumínio silicato de sódio. Tanto o sódio quanto o potássio ajudam na manutenção da pressão sangüínea, uma vez que regulam a passagem de líquidos pelas células”, afirma o geriatra Eduardo Gomes, especialista em terapia ortomolecular, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.

Segundo o médico, o sódio também atua na transmissão de impulsos nervosos em todo o corpo, permitindo assim o funcionamento do cérebro e o controle de nossas funções vitais. Já o cloro é fundamental para o processo digestivo. No estômago, ele é a base para o suco gástrico, que “quebra” e ajuda a digerir os alimentos. Também aumenta a capacidade do sangue de carregar gás carbônico das células para o pulmão. “O cloreto de sódio está presente em todos os tecidos e fluidos do organismo humano, como o suor e as lágrimas”, diz o médico.

Muito sal

Devido à sua rica composição, a falta de sal no organismo pode, por exemplo, causar distúrbios mentais, hipotireoidismo, abortos espontâneos, nascimento de bebês mortos e de crianças com baixo peso. “Isso não significa que o sal pode ser consumido em abundância. Como qualquer outro alimento, ele precisa ser ingerido na quantidade adequada para produzir benefícios e afastar os riscos ligados ao seu consumo excessivo”, defende Juliana Schmitt, nutricionista da rede de clínicas Anna Aslan da unidade de Porto Alegre.

O brasileiro tem comido sal demais como conseqüência direta da industrialização. Passamos de um país que planta e come o que colhe na lavoura, para um país que se industrializou e, agora, come alimentos processados ou industrializados. Isso pode parecer otimista, pode parecer vantajoso, mas é preocupante, uma vez que passamos a comer sal demais.

Para conseguir consumir o sal na medida certa é preciso saber que o sal é diferente de sódio. Muita gente acredita que são sinônimos e na hora de ler os rótulos dos produtos só levam em consideração a quantidade de sódio, que é apenas um dos componentes do tempero. Essa é uma conduta incorreta, que leva a conseqüências perigosas. Isso porque a pessoa pode fazer o cálculo nutricional do seu consumo diário de sal, tomando como referência o sódio. “Só para se ter uma idéia, de acordo com as diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira, editado em 2006, uma pessoa deve consumir no máximo 5 gramas de sal por dia, o equivalente a uma colher de chá rasa. Ocorre que a quantidade total de sódio nestas 5 gramas é de apenas 2 gramas. (Cada grama de sal contem 400mg de sódio). O problema é que os produtos industrializados se limitam à quantidade de sódio na embalagem — e não de sal —, induzindo o consumidor a achar que está consumindo uma quantidade menor de sal”, alerta a nutricionista.

Praticamente todos os alimentos industrializados contêm sódio. Do pão integral ao refrigerante e até mesmo os sucos artificiais em pó. Os campeões são os embutidos (presunto, salame, mortadela, salsicha) e defumados, os caldos concentrados e temperos prontos, as sopas instantâneas, os salgadinhos industrializados em pacotes, os queijos amarelos, os pratos prontos congelados e as conservas.

“Quem come fora regularmente, tem mais dificuldade para controlar o consumo de sal, mas sempre é possível fazê-lo. A melhor estratégia para conseguir isso ainda é evitar o saleiro, uma vez que os alimentos já são normalmente preparados com mais sal e as saladas podem ser consumidas utilizando apenas o azeite, fazendo com isso, que caia a média de ingestão de sal na refeição”, aconselha a nutricionista Juliana Schmitt.

Cinco passos para reduzir o consumo de sal

1. Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como alho, salsinha, cebola, orégano, hortelã, limão, manjericão, gengibre, coentro e cominho;

2. Evite temperos industrializados como ketchup, mostarda, molho shoyu e caldos concentrados. Atenção para o aditivo glutamato monossódico, utilizado em alguns condimentos e nas sopas de pacote;

3. Cuidado com as conservas como picles, azeitona, aspargo, patês e palmito, enlatados como extrato de tomate, milho e ervilha – alimentos conservados em sal e os salgadinhos como batata frita, amendoim salgado, cajuzinho;

4. Evite carnes salgadas como bacalhau, charque, carne-seca e defumados;

5. Nunca tenha um saleiro à mesa.

Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão

Menos sal

“Embora todos se beneficiem da redução do sal, pessoas com hipertensão arterial, doenças cardíacas e hepáticas que causam retenção de líquidos e insuficiência renal devem reduzir o sal como parte fundamental do seu tratamento, pois o excesso de sal causa maior retenção de água e pode agravar essas condições clínicas”, recomenda nutricionista da Anna Aslan.

Veja a seguir os casos clínicos onde a ordem é reduzir o sal:

● Hipertensão arterial: o cloreto de sódio é um dos responsáveis pela retenção de líquido no organismo. Com isso, há um aumento no volume de sangue que circula pelos vasos sangüíneos, o que eleva a pressão arterial;

● Doenças cardiovasculares: a elevação da pressão arterial também é um fator de risco para as doenças cardiovasculares;

● Problemas renais: o consumo excessivo de sal, ao causar hipertensão, sobrecarrega os rins, alterando a função destes órgãos e colaborando para o acúmulo de substâncias tóxicas no sangue;

● Retenção hídrica: o excesso de sódio no sangue eleva a retenção de água, o que pode provocar, além de inchaço, edemas pelo corpo.

Serviço:

Rede de Clínicas Anna Aslan

 Autor: João Rocha - Categoria(s): Cultura/Lazer, Saude Tags:



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