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07/12/2008 - 16:51

Papa e Obama condenam os paraísos fiscais

O QUE SÃO OS PARAÍSOS FISCAIS

R.- São pequenos  Estados nos quais  as empresas multinacionais, o sistema financeiro, estabelecem  sucursais, ou as pessoas físicas depositam seus recursos aproveitando-se de impostos muito baixos ou inexistentes praticados pelos respectivos governos. Exemplo: Bahamas, Hong Kong, Libéria, Luxemburgo, Suiça e outros. É tambem uma grande fonte de lavagem de recursos de origem desconhecida ( corrupção e drogas)

Para o Papa Bento XVI, acabar com os Paraísos Fiscais, é restaurar a Sáude da Economia Mundial, além de acabar com o suporte à praticas financeiras e economicas imprudentes e que desempenham importante papel nas desigualdades sociais. Por movimentar grande fluxo de capitais, através da concentração de riquesas, os recursos das nações  empobrecidas são transferidos para o Mundo Rico ( através da corrupção).

O Ataque aos recursos transferidos para os Paraísos Fiscais é uma tendencia mundial e hoje também está partindo do presidente eleito dos Estados Unidos, Obama, que alegou brechas na Lei e que facilitam a sonegação de mais de US$ 100 bilhões ao ano. Alemanha, Inglaterra e uma infinidade de outros  países querem acabar com essas facilidades de  desvios de dinheiro público ( CORUPÇÃO ) e com a legalização de recursos do tráfego internacional de drogas. Bilhões de dólares que estão circulando nas sédes e filiais desses Cassinos Financeiros, poderiam estar gerando e circulando riquesas e acabando com as gritantes desigualdades socias. Basta sòmente que na próxima reunião do  G- 20 esta iniciativa se torne concreta. A vontade é exclusivamente política.

 

Autor: João Rocha - Categoria(s): Economia, Finanças, Governo, Opiniao Tags:


1 comentário para “Papa e Obama condenam os paraísos fiscais”

  1. A conjuntura global atual, configurada em torno de degenerações ambientais e crises nos setores sociais, políticos e econômicos motivam e criam as condições adequadas ao surgimento de sistemas e líderes inovadores que proporão soluções revolucionárias. Exemplo cabal disso, foi o contexto da Segunda Grande Guerra Mundial, 1939-1945, na verdade no período compreendido entre as duas grandes guerras, 1929-1932, com a ascenção ao poder de Aldolph Hitler e seu partido nacional-socialista alemão. Naquele período, culminando com a Segunda Grande Guerra, Hitler aproveitou a crise social e econômica vivida pelo povo alemão para sugerir a pseudo-nobreza e supremacia de uma “raça” ariana, onde, em meio a uma intensa e “fanática” propaganda nazista, propusera a conquista do mundo, de suas riquezas e a submissão das chamadas “raças impuras” ao império alemão, que deveria durar 1000 anos. A consequência direta fora o aniquilamento de 6.000.000 de judeus e de 30 a 50 milhoes de mortos e feridos no conflito.

    visite meu blog e faça sua análise desses temas: http://www.freeblog.com.br/lhenriquesantana

    Quero, através desta exposição, afirmar a necessidade de estarmos atentos às soluções mágicas prováveis de surgirem em meio às crises mundiais de hoje. Relações entre Igreja e poder político, imprensa e autoridades religiosas são um estímulo ao surgimento de sitemas e líderes carismáticos com altíssimo espectro de atuação global. Tais líderes terão em suas mãos poderosos instrumentos de manipulação das massas, moldando valores, comportamentos e controles sobre a visão de mundo de grupos e instituições. Corrupção, impunidade, guerras e catástrofes ambientais são o “tempero” mágico para o clamor das massas por um novo “messias”.

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