01. – Evolução e novas descobertas da Ciência Médica.
e Finanças continuem não se concretizando, para atender interesses escusos e localizados, de
pessoas físicas ou jurídicas que só concentram riquesas e ampliam a miséria e a pobreza.
aplicados. a cada ano, para a prevenção e manutenção de GUERRAS e que esses mesmos recursos
sejam investidos e alaocados na aquisição de alimentos para MATAR a FOME de mais de 800
milhões de FAMINTOS, NO MUNDO INTEIRO. Precisamos de um Mundo mais Humano e Solidário.
e não contuem como seus Agentes e Alimentadores e que esses organismos não tenham liberdade excessiva
para gastar bilhões de Reais ( ou US$) do Tesouro ( do povo ), sem fundamentada justificativa escrita e
absoluta transparência para os seus atos, além do exercicio de uma fiscalização mais severa e competente do Congresso Nacional.
05. – Que o Brasil perca imediatamente a LIDERANÇA MUNDIAL da mais alta Taxa SELIC e fique com classificação
de juros reais próximos da Rússia, da China, da Inglaterra, da União Européia ( 27 países), da Índia e
dos Estados Unidos e de outros países.
06. – Que a área economica do governo mostre e fundamente porque os juros reais não podem ficar em torno de 3 a 4%
ao ano, acima da inflação, como já ocorre em mais de 80 países, que estão economizando bilhões de dólares com encargos
financeiros que iam para a agiotagem e que estaão sendo afunilados para aplicações na Produtividade que gera e garente mais EMPREGOS, RENDA E CONSUMO
E MELHOR DISTRIBUIÇÃO DAS RIQUESAS NACIONAIS.
07. – Que o Governo amplie os investimentos na Educação, na Ciência & Tecnologia e Comunicação e cumpra o compromisso de ” Um Laptop para
cada Criança ” nas Esolas Públicas do Ensino Fundamental. Como diz um recente comercial de John Lennon em voz sintética e que está sendo
exibido nsos Estados Unidos: ” Imagino que todas as crianças, não importa em que lugar do mundo, possa ter acesso ao conhecimento. Teriam uma
chance de aprender, sonhar e realizar o que quiserem”. “Tentei fazer isso com a música, mas agora você pode fazer isso de uma maneira diferente.
Você pode doar um lapstop a uma criança e pode mudar o mundo”, diz o músico, fazendo um jogo de palavras com uma de suas canções mais famosas,
Imagine, de 1971. Os laptop XO americanos são produzidos no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a um custo de menos de 200 dólares.
08. – Que a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) amplie rapidamente as exigencias e rigores na Fiscalização do Mercado Financeiro, de Ações e de Como-
dities, para a total Transparência e proteção dos Investidores honestos, criando um verdadeiro banco de informações diárias e online sobre os pápeis
negociados no mercado de bôa e má qualidade. O que aconteceu com a Bovespa, é um exemplo recente e claro da irresponsabilidade do mercado.
09. – Que o governo continue incentivando a Produção de Alimentos, com OFERTA sempre acima da PROCURA, para que o Arroz, o Feijão, o Trigo e outros grãos e
alimentos não sejam os responsáveis pelo aumento da Inflação, no país que tem diversidade climática e a maior área arável do Mundo e 12% ( doze por cento)
da Água do planeta.
10. – Que o governo incentive o aumento da Produção de Grãos para exportação e Venda Direta para a FAO ( organismo da ONU ), para distribuição aos países mais pobres,
beneficiando os produtores nacionais com o aumento das garantias dos prêços mínimos para os Produtores. A FAO dispôe de mais de US$ 30 bilhões anuais para a
aquisição de alimentos, correspondendo a mais de um terço das receitas da agricultura e pecuária do Brasil. Que o governo entenda a importancia das hidrovias e ferro
vias para o desenvolvimento sustentável, no País de dimensão continental como o Brasil.
11. – Que os organismos oficiais de crédito, principalmente Banco do Brasil, BNDES, Caixa Federal, Banco do Nordeste, Banco da Amazonia, sejam totalmente Transparen_
tes e passem por permanentes Fiscalizações sobre os créditos e financiamentos liberados e sôbre a reciprocidade que proporcionarão para o crescimento do País, com
se transformem em futuros Esqueletos que irão desaguar nos Cofres do Tesouro Nacional ( do povo) , como já aconteceu nos últimos quinze ( 15) anos. Que esses
organismos de crédito barato deixem de privilegiar empresas que optaram pela Especulação ( agiotagem ) em detrimento da Produção, como aconteceu com o Fundo
de Madoff, que manteve a farça desde 1999, sem ser molestado pelo FED ( Banco Central americano ).
12. – Que os Governos da União, dos Estados e dos Municipios, não entendam como competência Administrativa e Gerencial o aumento irresponsável do Endividamento,
mas o rigor nos gastos quantitativos e qualitativos é que são necessários.
13. – Que na próxima reunião do G-20, em Londres, o governo brasileiro defenda medidas objetivas para acabar com a Especulação com a Moeda, com Ações, com as
Comodities e outros papéis controlados pela especulação financeira internacional e cartelizada, além de acabar com os Paraísos Fiscais.
14. – Que o Governo, através de severa tributação, limite a entrada de Capital Especulativo no País, de curto e médio prazo, que fazem uma sangria na poupança interna
países e não transfira muito importancia para as chamadas Agencias de Risco e Analistas Satánicos e deploravéis.
15. – Que a INTERNET passe a exercer um importante papel nas sugestões e fiscalização de atos ou ações dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, na
intransigente defesa dos interesses da SOCIEDADE CIVIL E PERCA O MEDO DE REIVINDICAR DIREITOS E DEVERES.
FELIZ ANO NOVO, COM MUITA SAÚDE, PAZ E SOLIDARIEDADE HUMANA.
Transparencia para prestaçao de contas do governo em um unico local e de fácil assimilação para leigos e entendidos no assunto.
O POVO MERECE MAIOR TRANSPARENCIA PARA AS CONTAS PUBLICAS.
Como já acontece na maioria dos países do mundo, a transparencia das Contas Públicas deixou de ser um favor para se tornar em uma obrigação do Estado perante a sociedade civil. Diante disso, em apenas duas páginas, no máximo, o governo poderia fazer a prestação de Contas de 2008, especificando, com clareza, o seguinte (comparando com o ano anterior):
01. – Montante das Receitas Administradas, inclusive da previdencia, especificando as fontes geradoras, ANOS 2007/2008.
02. – Produto Interno Bruto e PIb per capita do Brasil e por região norte, nordeste, sul, sudeste, centro oeste, para se saber as disparidades , em dolar e em reais, ano 2007/2008.
03. – Exportações e Importações, individualizando os principais produtos importados/exportados e valores em reais em 2007/ 2008.
04. – Total das reservas internacionais, em 2007/2008, em dólares , rentabilidade e despesas geradas para mante-las e aonde e em que estão sendo aplicadas. Quanto custou ao Tesouro. em 20072008, a manutenção das reservas em juros e demais encargos de administração .
05. – Montante de juros nominais e encargos financeiros pagos em 2007/2008 pelo Tesouro Nacional.
06.- Montante da dívida do Tesouro Nacional em 2007/2008, em US$ e Reais.
07. – Montante das receitas do agro negócio em 2007/2008, por produto, em Reais atualizados.
08. Qual o valor em Reais e participação porcentual no PIB das principais atividades produtivas, em 2007/2008.
08.- Qual foi a participação do BNDES no montante das liberações de créditos e financiamentos em 2007/2008. Idem Banco do Brasil, Banco do Nordeste , Caixa Economica e Basa. Volume de recursos que esses bancos lançaram em créditos incobraveis em 2007/2008.
09. – Quais os trinta maiores devedores do BNDES e qual o volume de créditos transferidos para as contas de Creditos Incobraveis e Creditos de liquidação duvidosa, em 2007/ 2008.
10. – Qual o montante de investimentos feitos pela Caixa Federal em habitação e sanemanto básico e do sistema financeiro em geral, em 2007/2008. Qual o montante de recursos da Poupança nos bancos privados e volume de aplicaçoes que fizeram em habitação em 2007/2008.
11. – Qual foi o total da produção de grãos do país, por produto e por hectares, em Reais, em 2007/ 2008 .
12. – Qual foi a Receita do País com turismo de estrangeiros em 2007/2008 e despesas de brasileiros com o turismo externo e quantidade de turistas que entraram e brasileiros que sairam do pais. Qual foi a renda total do turismo em 200/2008 e por regiao do país.
13.- Qual foi o montante de gastos do Governo com o funcionalismo público na ativa, aposentados e inativos em 200/2008.
14. – Qual era a quantidade de funcionários terceirizados no serviço público em 2007/ 2008 e o montante de recursos pagos pelos orgaos oficiais , para esses contratos. E qual o montante em quantidade e em reais de ações que correm na justiça, contra o Governo, em decorrencia de calotes de empresas terceirizadas nos seus fuincionários.
15,- Qual o montante de salarios anuais pagos, de funcionarios na ativa em 2007/2008.
16.- Quantidade de funcionarios comissionados sem nenhum vinculo com o serviço público em 2007/2008 e lotados em órgaos da aministração direta e indireta.
17.- Porque o Governo não utiliza parte das reservas internacionais que rendem pouco mais de 4% ao ano, para a amortização de dívida mobiliária que gera encargos de 13,75% ao ano.
18.- Porque o Brasil continua pagando as maiores taxas de juros reais do pleneta e atraindo especuladores do mundo inteiro, enquanto mais de 80 pais já pagam juros reais entre 1 e 4% ao ano e o BR 7,75%.
19.- Em quais investimentos Diretos de curto, medio e longo Prazos, os brasileiros estao investimendo os mais de US$ 150 bilhoes lá fora.
20.- qual o volume de recursos liberados pelo BNDES para empresas brasileiras investir lá fora, em 2007/2008.
21.- Volume de recursos que saiu do Pais, em 2007/2008, a qualquer título, identificando os remetentes.
22.= Saldo dos Investimentos estrangeiros que ficaram no País em 2007/2008 e em que modalidade estão sendo aplicados. Os recursos sairam para pagar emprestimos externos, a juros de 2 a 4% ao ano e aplicados aqui a 13,75% ao ano. Foi um ganho de bilhoes de reais sem capital proprio.
23.- Qual o montantes da divida dos trinta maiores devedores do BNDES e por ramo de atividade.
24. Qual foi o investimento do Governo, com recursos do Tesouro (realizado) em 2007/2008, em Educação, Saúde, Rodovias, Ferrovias, Hidrovias, Habitação, Saneamento, Portos, Aeroportos, Irrigação, Agricultura Familiar, Desenvolvimento Agrário, Trasnporte Urbano de qualidade, em Programas Sociais individualizados ( PROuni, Bolsa Familia, Bolsa Escola e os demais ).
25.- Montante da dívida mobiliária de Estados e Municipios para com o Tesouro Nacional, individualizando Estados e Municipios , juros anuais e compromissos vencidos e vincendos.
26.- Qual o saldo de 2007/2008 dos depositos em Poupança, em FGTS e em Depositos bancários à vista. E qual o saldo de recursos disponiveis no sistema financeiro público e privado ,
Os dados já existem e podem ser coletados facilmente por quem entende e a sociedade civil não precisa ficar “garimpando ” para encontra-los. Com esses dados e outros que o governo achar importantes, a sociedade passará a saber, em detalhes, para onde estão indo os recursos que estão sendo transferidos ao Tesouro Nacional e com grande sacrificio.
INTERNAUTAS, NÃO PERMITAM QUE O TESOURO NACIONAL CONTINUE DESVIANDO RECURSOS DA PRODUÇÃO PARA A ESPECULAÇÃO.
ABUSOS DO BANCO CENTRAL
Concordo plenamente com o pensamento de Fernando Cardim, da UFRJ, na entrevista de hoje, no Valor Economico. O Banco Central tem que entender que o seu papel é de defensor da moeda e não dos especuladores, como vem agindo até hoje e o Tesouro desviando recursos para o capital volátil improdutivo e esquecendo as prioridades nacionais. “
Valor: O BC deve atuar mais pesadamente no câmbio, para evitar uma desvalorização exagerada?
Cardim: Eu tenho defendido o controle de capitais há muitos anos, inclusive nos períodos em que a inundação de aplicações em busca dos juros que o BC oferecia gentilmente parecia satisfazer a todos. O BC não deveria queimar reservas para permitir saída de capitais a níveis mais baixos, nem permitir que a volatilidade implique custos importantes para a economia real, mas, sim, criar dificuldades para essas saídas, especialmente de residentes. Bilhões de dólares do TESOURO NACIONAL ( DO POVO) continuam alimentando fartamente a especulação e faltando para a PRODUÇÃO, com geração de EMPREGOS, RENDA E CONSUMO. ENQUANTO ISSO, OS INGLESES VÃO REDUZIR AS TAXAS DE JUROS NOMINAIS PARA 1,5%, MAS AO ANO E NÃO AO MES E 900% MENOR DO QUE A NOSSA, DE 13,75%.
O senador José Sarney (PMDB-AP) e o deputado federal Michel Temer (PMDB-SP) venceram nesta segunda-feira respectivamente as eleições para a Presidência do Senado e do Congresso, em um processo que expôs, mais uma vez, a fragilidade partidária brasileira, na avaliação de cientistas políticos.
Segundo eles, a escolha do representante das duas casas não segue regras de consistência partidária, mas sim de “conveniências”. Um sinal dessa consistência partidária seria os parlamentares de uma agremiação votarem em bloco no candidato do próprio partido ou em outro.
“Como os partidos não são consistentes, temos como resultado uma escolha baseada nas preferências pessoais de cada político, e não em um projeto em comum”, diz o cientista político Fábio Wanderley dos Reis, professor da Universidade Federal de Minas Gerais. “É o clientelismo puro.”
A título de comparação, o professor lembra que, nos Estados Unidos, a escolha do líder do Congresso acontece “sem sustos”, pois lá é legítimo que o partido que detém a maioria na casa eleja o principal representante.
“No Brasil, cada um vota por si. Por isso temos um processo com campanhas, propagandas, traições. O que não deveria acontecer no processo de escolha para um cargo tão importante”, diz. “A cada dois anos é a mesma turbulência.”
Momento delicado
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 No Brasil, cada um vota por si. Por isso temos um processo com campanhas, propagandas, traições. O que não deveria acontecer no processo de escolha para um cargo tão importante.

Fábio Wanderley dos Reis, cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais
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As figuras de presidente da Câmara e do Senado têm um forte peso no mundo político. Além da projeção que se ganha entre os colegas e na mídia, eles também coordenam a pauta do que será discutido pelas casas. Cabe a eles definir o que é ou não prioridade.
O cientista político da Universidade de Brasília Leonardo Barreto diz que, apesar da importância dos cargos, o Legislativo passar por momento “delicado”, no qual é “ofuscado” pelo Executivo.
“Por ser extremamente fragmentado, o Congresso não consegue se posicionar de forma contundente sobre diversas matérias. É quase impossível constituir uma maioria sólida”, diz.
Além disso, existe um forte elo entre o Executivo e o Legislativo: as Medidas Provisórias. Criadas nos anos da ditadura para que o Executivo pudesse legislar a despeito do Congresso, elas foram mantidas pela Constituição de 1988, desde que seguissem os critérios de urgência e relevância.
Tanto deputados quanto senadores apontam o excesso de Medidas Provisórias apresentadas pelo Executivo como principal responsável pela paralisia legislativa. Não há tempo hábil, dizem, para discutirem os projetos da casa.
No ano passado, a Câmara dos Deputados aprovou, em Plenário, 209 matérias, sendo 51 delas Medidas Provisórias. Entre 2007 e 2008, o volume de Medidas Provisórias chega a quase um terço do total das medidas aprovadas.
Para o professor da UNB, existe uma “supremacia” do Executivo, seja pelo excesso de Medidas Provisórias ou pelo fato de o Palácio do Planalto controlar o orçamento.
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 Temos um Congresso com uma parcela de culpa, na medida em que são incapazes de se unir em torno de uma causa.

Leonardo Barreto, cientista político da Universidade de Brasília
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“Ao mesmo tempo, temos um Congresso com uma parcela de culpa, na medida em que são incapazes de se unir em torno de uma causa”, diz Barreto.
Irritação
Ainda de acordo com Barreto, tanto o senador Sarney quanto o deputado Michel Temer assumem o posto em um momento de “irritação” nas duas casas.
Como exemplo, ele cita um fato recente: em novembro, o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN) decidiu devolver ao Executivo a Medida Provisória que trata das Filantrópicas – um gesto raro na Casa e que foi considerado como um “desafio” ao presidente Lula.
O professor da UNB diz que um país, para ser governado, requer uma parceria entre Executivo e Legislativo. “O problema é que, no Brasil, os termos dessa parceria estão equivocados. Estão baseados em uma política de clientela que é muito cara ao país”, diz.
A mudança, segundo Barreto, depende de uma reforma política, capaz de reduzir o número de partidos. “Só assim as negociações políticas acontecerão no atacado e não no varejo, como hoje”, diz.
Balanço 2008 DO DEPUTADO FEDERAL MOISÉS AVELINO, DO TOCANTINS
Municípios representados por Avelino são beneficiados com milhões
O deputado Moisés Avelino assegurou junto a sete ministérios do Governo Federal, recursos da ordem de R$ 16 milhões para os municípios que ele representa no Tocantins. Esse é o resultado de um dos itens de um balanço das atividades do deputado no decorrer de 2008 que contabiliza ainda, outros R$ 600 mil em fase de liberação.
Parte desses recursos, oriundos do Ministério das Cidades foram destinados a ações de infra-estrutura urbana e construção de casas populares. Outra parte foi conseguida junto aos ministérios da Integração Nacional, Saúde, Educação, Turismo, Desenvolvimento Social e da Cultura. Os recursos liberados por esses ministérios destinam-se a canalização de córregos, estruturação de unidades de atenção especializada em saúde, estruturação da rede de serviços de proteção social básica, preservação de bens culturais de natureza material, investimentos na área do turismo e fomento a projetos em arte e cultura.
Na avaliação do deputado, o trabalho foi considerado muito produtivo, embora o ano de 2008 tenha sido um ano atípico, em razão das eleições municipais, o que obrigou a maioria dos parlamentares a conciliar as obrigações da Câmara com o apoio aos companheiros das bases em campanha. Para 2009, a meta de Avelino, quanto ao item Captação de Recursos nos Órgãos Federais, para os municípios tocantinenses é duplicar o êxito conseguido em 2008.
O balanço tem como tópicos, Visita às Bases, Articulação Política, Encaminhamento de Solicitações ao Governo do Estado e Captação de Recursos nos Órgãos Federais. Da Assessoria de Comunicação.
‘PÁTRIA MADRASTA VIL’
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. .. Exagero de escassez… Contraditórios? ? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários.
Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade’ .
A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.
Fed: SISTEMA REGULATÓRIO DOS EUA MOSTRA FRAQUEZA
Agencia Estado
A atual turbulência nos mercados financeiros revelou “fraquezas significativas” no sistema regulatório dos Estados Unidos que devem ser abordadas em vários níveis, afirmou ontem o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans. Durante encontro da American Economic Association, ele afirmou que o trabalho atual das autoridades regulatórias falhou em limitar a tomada excessiva de risco ou em detectar vulnerabilidades sistêmicas.
“Esses fracassos pedem uma reavaliação dos papéis da disciplina do mercado e em nossas estruturas regulatórias no apoio ao funcionamento eficiente dos mercados financeiros”, disse ele. Entre as questões mais óbvias com as quais as autoridades regulatórias precisam lidar estão práticas descuidadas referentes a empréstimos para hipotecas. Segundo Evans, existe a necessidade de uma supervisão mais próxima de organizações que possam representar uma ameaça à estabilidade do sistema financeiro.
“Questões sobre mudanças no tratamento direcionado a casas de clearing, bolsas, fundos de hedge e investidores de ações privadas devem ser estudadas cautelosamente”, disse ele, acrescentando que capital adequado, bom gerenciamento de risco e supervisão prudencial são essenciais. Segundo Evans, o Fed precisa se esforçar mais para comunicar melhor mudanças em suas políticas sob circunstâncias extraordinárias. Ele destacou ainda que mais estímulo público está previsto nos próximos meses. As informações são da Dow Jones.
COMENTÁRIO: OS AMERICANOS DEMORARAM, MAS ATÉ QUE ENFIM COMEÇARAM A RECONHECER O ERRO QUE O FED COMETEU POR MAIS DE UMA DÉCADA, TRABALHANDO A FAVOR DA ESPECULAÇÃO FINANCEIRA E CONTRA A SOCIEDADE CIVIL E SEM RECEBER NENHUMA PENALIDADE PELOS ATOS IRRESPONSÁVEIS QUE COMETEU. O MERCADO ERA TOTALMENTE LIVRE E PROSTITUIDO E TINHA OS BANCOS CENTRAIS COMO GRANDES ALIADOS DA ESPECULAÇÃO INTERNACIONAL. ESPERAMOS QUE NA PRÓXIMA REUNIAO DO G-20, EM LONDRES, OS AGENTES DO ESTADO CRIEM INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ACABAR COM O CAPITAL DE CASSINO E DE MOTEL, COM OS ABUSOS NOS ATAQUES ATAQUES A MOEDAS, ÀS COMODITIES, OS PARAISOS FISCAIS E LIMITEM AS TAXAS REAIS DE JUROS, PARA BENEFICIAR ESPECIALMENTE OS MAIS POBRES E INDEFESOS. O MUNDO NÃO PODE CONTINUAR VIVENDO EM FUNÇÃO DE ESPECULADORES CARTELIZADOS E IMPRODUTIVOS.
JOAO DA ROCHA
ENQUANTO AS TAXAS DE JUROS ESTÃO BAIXANDO NO MUNDO, O BRASIL CONTINUA ATRAINDO ESPECUILADORES DO MUNDO INTEIRO, COM RECURSOS QUE CUSTAM, EM MÉDIA 4% AO ANO E PARA APLICAR AQUI A 13,75%. TEM PARAISO MELHOR?
LONDRES (Reuters) – O Banco da Inglaterra cortou a taxa de juro em meio ponto percentual para o patamar recorde de baixa de 1,5 por cento nesta quinta-feira, à medida em que a autoridade monetária luta para evitar que a Grã-Bretanha entre em uma longa recessão.
Após a decisão, analistas disseram esperar novo corte na taxa básica de juro no próximo mês.
A taxa de juro britânica já caiu 3,5 pontos percentuais desde outubro do ano passado. Os formuladores de política monetária foram pegos por uma severa desaceleração e decidiram usar todas as ferramentas para reanimar a economia, que encara a primeira recessão desde 1992.
O juro na Grã-Bretanha nunca havia caído abaixo de 2 por cento, nem mesmo durante a Grande Depressão dos anos de 1930, o que ressalta a escala da atual crise que afeta diversas economias no mundo.
O patamar atual do juro na Grã-Bretanha é o menor desde que o banco central foi fundado, há mais de 300 anos.
Nos Estados Unidos, o juro básico está entre 0 e 0,25 por cento.
Economistas disseram que o BC britânico irá cortar o juro novamente no próximo mês e a taxa pode chegar a ficar abaixo do patamar de 1 por cento.
“Eles ainda estão no clima de corte do juro”, disse Alan Clarke, economista para Grã-Bretanha do BNP Paribas.
O Banco da Inglaterra, entretanto, deu poucas pistas sobre qual será seu próximo passo. A autoridade monetária disse apenas que ao mesmo tempo em que a recente desvalorização da libra esterlina e os cortes de juros e impostos irão impulsionar a atividade econômica este ano, ainda há um risco da inflação ficar abaixo de sua meta, a não ser que o juro fique abaixo de 2 por cento. E parece que a redução de juros vai continuar na Inglaterra, na União Europeia ( 27) , nos Estados Unidos, na China, na India, na Russia, no México e em mais uns trinta países e somente o Brasil será o Paraíso para o Capital de Cassino e de Motel.
SAIBA O QUE É HAMAS
Partido político, movimento de assistência social e grupo militar: as várias faces do Hamas, organização palestina que não reconhece a existência do Estado de Israel e controla a Faixa de Gaza.
O Hamas é uma organização radical palestina que não reconhece a existência do Estado de Israel e que, desde junho de 2007, controla a Faixa de Gaza. Hamas é a abreviatura para Harakat Al-Muqawama al-Islamia (Movimento de Resistência Islâmica).
O Hamas é, ao mesmo tempo, um partido político e um movimento militar, as Brigadas Qassam. São elas que organizam os ataques com mísseis contra Israel.
As origens do grupo remontam à Irmandade Islâmica, organização fundamentalista criada em 1928 no Egito. Com o início da primeira Intifada (insurreição, em árabe) contra Israel, em 1987, a Irmandade Islâmica criou um braço armado, o qual chamou de Hamas.
A organização ficou conhecida somente em 14 de dezembro de 1987, quando o nome Hamas surgiu num panfleto em que o grupo anunciava sua luta contra Israel. O Hamas prega o fim do Estado de Israel e a sua substituição por um Estado palestino que ocuparia a área onde hoje estão Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia.
Apesar das posições radicais do Hamas, Israel no início apoiou o braço político-assistencial do grupo, numa tentativa de enfraquecer a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), então liderada por Yasser Arafat e sediada em Túnis.
A intenção era mostrar que havia forças nas zonas ocupadas que poderiam representar melhor os palestinos do que a OLP. Anos antes, Israel já havia tentado provar que a OLP não era o único representante dos palestinos.
O Hamas é considerado uma organização terrorista pela União Europeia, pelos Estados Unidos, pelo Canadá, pelo Japão e, claro, por Israel.
Para muitos palestinos, entretanto, trata-se de uma organização beneficente, que presta ajuda e assistência nos lugares onde a Autoridade Nacional Palestina (ANP) falha.
Foi também graças à atuação do Hamas que foram inaugurados hospitais, jardins-de-infância, escolas e pontos de distribuição de sopa nos territórios em conflito, o que permitiu que a organização ganhasse amparo junto à parte pobre da população palestina.
O Hamas virou um partido político em 2005. Em janeiro do ano seguinte, venceu as eleições parlamentares palestinas, derrotando o Fatah e ficando com a maioria das cadeiras.
Em junho de 2007, a chamada Batalha de Gaza resultou na expulsão do Fatah da Faixa de Gaza, que passou a ser controlada pelo Hamas. Em resposta, o presidente palestino, Mahmud Abbas, retirou representantes do Hamas do governo da Autoridade Nacional Palestina na Cisjordânia.
Além da saída de todas as tropas, o Hamas exige que Israel abra todas as passagens fronteiriças da faixa de Gaza e permita o fluxo de moradores e mercadorias.
Segundo a Polícia francesa, aproximadamente 3.000 pessoas foram às ruas em apoio aos palestinos.
Discussão do sistema financeiro global reaviva idéias de Keynes
O sistema financeiro internacional atual foi resultado da conferência realizada pelos aliados em Bretton Woods, em 1944. Na época, venceu a proposta dos EUA. O mundo errou em não ter adotado o plano britânico de Keynes?
A partir de 1870, o mundo viu a primeira grande onda de liberalização de fluxo de capital, que foi até o início da Primeira Guerra Mundial. Foi a época das grandes exposições internacionais em Londres, Paris, Filadélfia e Chicago. O capital fluía para o Novo Mundo e para as colônias. Principalmente a indústria alemã lucrou com esta primeira onda de globalização. O que faltou à Alemanha foram colônias e o conseqüente status de potência mundial. Esta primeira fase encerrou-se em agosto de 1914.
A segunda fase começou nos anos de 1920, quando empréstimos a curto prazo, tomados dos EUA, cobriram a demanda por financiamento na Europa pós-Primeira Guerra. França e Reino Unido financiaram grande parte da guerra com empréstimos norte-americanos e queriam pagá-los com reparações da Alemanha.
Esta, por sua vez, passou a imprimir cada vez mais dinheiro para pagar os empréstimos com os quais também financiara a guerra.
Hiperinflação, desvalorização cambial e reforma monetária caracterizaram o período após a Primeira Guerra Mundial na Alemanha, que foi seguido por certa prosperidade durante os anos de 1920, também financiada por empréstimos norte-americanos de curto prazo. Após a crise financeira de 1929, os investidores norte-americanos retiraram seu dinheiro de uma hora para outra da Alemanha e as conseqüências são conhecidas.
Padrão-ouro internacional e sistema de câmbio livre
Em julho de 1944, representantes dos países que formavam a Aliança das Nações reuniram-se na pequena cidade de Bretton Woods, no estado norte-americano de New Hampshire. A conferência durou apenas três semanas, mas foi precedida por meses de trabalhos.
Um dos objetivos da reunião que criou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial foi estabelecer garantias para que a depressão de anos anteriores à Segunda Guerra Mundial não se repetisse no período pós-guerra, cujos vencedores já se anunciavam.
Para isso era necessário criar instituições que coordenassem a estabilidade financeira mundial e fomentassem o progresso das nações. Uma das principais questões era coordenar o fluxo internacional de capital que, até a Segunda Guerra, foi conduzido através do padrão-ouro internacional e do sistema de câmbio livre.
John Maynard Keynes
No texto Bretton Woods aos 60 anos, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Fernando Cardim de Carvalho explica que duas propostas dominaram a conferência dos aliados: a britânica, conhecida como Plano Keynes, preparada pelo gigante do pensamento econômico do século 20 John Maynard Keynes e a proposta norte-americana, conhecida como Plano White, que levou o nome de seu autor, Harry Dexter White.
John Maynard Keynes (1883-1946), que afirmava já na década de 1930 que o fluxo de capital procura principalmente países com baixos padrões sociais, propôs a criação de uma Câmara de Compensações Internacionais que centralizaria todos os pagamentos concernentes a exportações e importações.
Não haveria uma moeda real como o ouro ou o dólar, mas somente uma moeda virtual entre os bancos centrais que fariam parte da Câmara, centralizando as transações. Essa moeda se chamaria bancor.
Dessa forma, Keynes queria impedir o problema do ajuste assimétrico, ou seja, economias em expansão importam mais do que exportam. Seguindo o padrão-ouro, estes países com déficit comercial têm de reduzir sua renda para diminuir importações, mas os países com superávit não são forçados a absorver mais exportações. O peso do desequilíbrio cairia assim sobre o país deficitário.
Nova onda de globalização
No final, no entanto, prevaleceu a proposta norte-americana, que reforçou o papel do dólar como moeda nas transações internacionais e que também é vista por críticos como um instrumento da hegemonia dos EUA, que temiam adoção de restrições ao comércio exterior. O plano envolvia a criação de uma instituição que examinaria as condições dos países associados e financiaria o ajuste de curto prazo do problema de balanço de pagamentos, explica Carvalho em seu texto.
Surgiu então o FMI, que não tinha uma função de câmara de compensações, mas de fundo de estabilização, dotado de estoque de moedas nacionais definido. As moedas nacionais, notadamente o dólar, continuavam a ser o meio de pagamento das transações internacionais. O FMI só poderia agir sobre os países deficitários que lhe pedissem ajuda, mas não sobre os países superavitários, como havia proposto Keynes.
Bretton Woods também adotou um novo regime cambial. Em 14 de agosto de 1973, o presidente norte-americano Richard Nixon abandonou este regime cambial, que estipulava a onça-troy de ouro (por volta de 31 gramas) a 35 dólares. Desde então, o capital voltou a fluir livremente e o mundo viu surgir uma terceira onda de globalização, que aumentou o endividamento dos países em desenvolvimento.
Ninguém ainda sabe como irá acabar a nova onda globalizante que começou com a desmontagem do bloco socialista, no final dos anos de 1980 e que deverá ser objeto de discussão no próximo encontro do G20, em Washington. O certo é que a exigência do bom e velho Keynes de introduzir controles de fluxo de capital ganha cada vez mais defensores, pois satisfaz o desejo de uma maior justiça social em escala global. FONTE: DW WORLD.DE
Atrasos atingem 62% dos projetos do PAC
O ritmo de execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal bandeira do governo para aliviar os efeitos da crise mundial na economia brasileira, está longe de atender as carências do País. Levantamento feito pelo Estado, com 75 projetos de logística (portos, ferrovias, rodovias e aeroportos), energia (energia elétrica, transmissão e gás natural) e transporte urbano, mostra que 62% dos empreendimentos estão com o cronograma atrasado.
A pesquisa acompanhou apenas obras que constavam do terceiro balanço do PAC, até janeiro de 2008, e do último, até setembro. De acordo com a amostra analisada, os obstáculos ao avanço do programa, que completou dois anos em janeiro, variam de entraves burocráticos, ambientais, ideológicos a questões financeiras.
Muitos dos 11,1 milhões de usuários dos chamados planos antigos, convênios médicos assinados antes da Lei 9.656, de 1998, a dos planos de saúde, não conseguem aprovação para tratamentos e são obrigados a encarar aumentos surpresa e brigas judiciais.
O número de clientes que contrataram serviços antes de 1999, quando a lei entrou em vigor, correspondia a mais da metade do total de usuários há cerca de quatro anos.
O porcentual diminuiu, mas representa ainda 27% dos beneficiários de convênios médicos no País, um contingente que tem ficado de fora de todas as recentes melhorias anunciadas para o setor, como a cobertura de novas tecnologias e o direito à portabilidade, que é poder mudar de planos sem ter de cumprir novas carências (prazo em que alguns procedimentos não são cobertos).
“Ainda é um contingente muito importante e com um perfil muito mais idoso do que o restante”, afirma o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Fausto Pereira dos Santos.
De acordo com dados da agência, do total de planos antigos, 18,7% são de pessoas com 60 anos ou mais. Outro cruzamento de dados da agência mostra que, entre as 722,6 mil pessoas com 80 anos ou mais que têm convênios médicos, 50,3% têm planos antigos.
O CARNAVAL VERMELHO DO MST
Indiscretas, de ordinário, as câmeras de plantão não pouparam o primeiro mandatário do país, devoto do estilo demagogo-assistencialista, na sua última aparição pública.
Desta feita, num palanque mais descontraído da vilegiatura presidencial, Lula deixou-se flagrar distribuindo a mancheias preservativos ao povão das ruas, decerto incitado às fornicações impetuosas e apimentadas da folia baiana.
O episódio, aparentemente inocente e profilático, remete a uma das grandiloquentes lições da história por conter uma grave advertência aos déspotas e governantes carismáticos de todas as épocas: as benesses da caridade do príncipe –das camisinhas às bolsas-de-qualquer-coisa, no nosso caso, tanto quanto o foram, no passado, as promessas de pão e circo premiadas com a guilhotina-, jamais libertarão as plebes desvalidas da miséria crônica e da ignorância crassa .
Como quer que seja, a tradição que se cultua anualmente, no tríduo de momo, chega ao paroxismo da diversão coletiva com suas coreografias esfuziantes e enredos alegóricos, sob o ritmo de baterias não menos frenéticas e ensurdecedoras. Mais do que isso, a grande festa tem o condão de paralisar as atividades menos essenciais deste país tropical e de contagiar a alma do brasileiro cordial, que valoriza a cultura da alegria e curte a exaltação e o delírio efêmeros dessa festa pagã.
Pois muito bem. Á espreita dessa passageira descontração, que embalou momentaneamente o país na mais empolgante e autêntica manifestação da raça, quando menos se esperava, eis que, mais uma vez, o sorrateiro e proscrito MST lançou seu bloco (de invasores) na rua, não para folguedos inocentes, mas para delinqüir com mais ferocidade, espalhando irreparavelmente as sementes do ódio e da violência irracionais contra vidas preciosas e propriedades rurais produtivas.
Nos tempos modernos, não obstante já assentado e consentido que os povos civilizados não mais apelam às armas, nem fazem uso da justiça com as próprias mãos , para resolver questões sociais, o MST, retrógado e alienado, recrudesce seu caráter virulento e destruidor, como já o fez antes, incentivado pela omissão e cumplicidade notórias do poder publico e, pior, recompensado pela inominável impunidade aos seus bafejados e ociosos líderes, que não se pejaram de anunciar, publicamente, a debochada e desafiadora operação “carnaval vermelho”. Nem se duvide que há muito o MST se tornou um ramal do PCC em liberdade.
Sem embargo de políticas de inclusão e de outras garantias sociais que se verificaram na última década do século passado -insertas na Constituição graças ao consenso dos democratas e dos cidadãos livres que combateram e se sacrificaram para depor a famigerada ditadura militar-, é inquestionável que ainda grassam a fome e o analfabetismo, desgraçadamente, em muitos rincões brasileiros.
A razão ? Ora, a resposta é óbvia. Porque tais mazelas foram e continuam sendo os instrumentos do perverso proselitismo doutrinário que visa a armar os espíritos vulneráveis contra tudo e contra todos. Ademais isso, porque o Estado não promove a justiça rápida e severa contra os recalcitrantes infratores e tampouco resgata a incolumidade pública .
Note-se que ao serem flagrados na reincidente prática criminosa, esses grupelhos, de barriga cheia, mantidos à ilharga do erário, e mimados pelas facções governistas, usam o escapismo do velho discurso corrosivo contra as elites reacionárias e a mídia golpista.
Felizmente, algumas camadas do extrato social ainda reagem, sim, conscientes e rebeldes para contestar a cartilha revolucionário-socialista que prega à luz do sol a derrocada das instituições democráticas, o garrote das liberdades individuais, a subversão da ordem, o desacato à justiça, o niilismo das crenças e valores da sociedade mormente da propriedade privada-, enfim, defendem a hegemonia do partido único, onipotente e totalitário, com o esmagamento das minorias dissidentes, no afã de conquista do poder pelo poder, e desse modo nele perpetuarem-se todas as camarilhas e corruptos impunes, com ou sem prorrogação de mandatos.
Na investida carnavalesca que empreenderam às custas da calmaria e do efeito anestesiante dos feriados, o bando de militantes da baderna organizada voltou ao campo, a caráter, não para distrair-se ou participar de inocentes batalhas de confetes e serpentinas, mas para implantar o terror, sob o falso pretexto de reforma agrária, ostentando suas máscaras de justiceiros e fantasias de Robin Hood caboclo.
De tal forma banalizadas e reiteradas que são, sem temor algum das penas da lei, muito pelo contrário, contando com a omissão dos órgãos públicos responsáveis, em todos os níveis, as ações criminosas do MST esnobam a cumplicidade oficial que lhes tem mitigado a fama e incentivado a escalada da criminalidade.
Ademais, é notório que esses energúmenos fanfarrões do asfalto não sabem manejar uma enxada ou plantar uma muda, mas exigem bolsas, mesadas e lotes de terra de graça, com a garantia de financiamentos a fundo perdido, tudo para revendê-los, escancaradamente, em seguida, e partir para outras aventuras no campo, com a certeza de colheita de novas e lucrativas tramóias agrárias, indefinidamente, quantas vezes quiserem.
Na verdade, aos olhos do MST, os proprietários rurais não passam de uns palhaços nesse carnavalesco e tragicômico setor agrícola brasileiro, hoje à matroca do próprio destino, se não fosse o Brasil, até então, o maior produtor de alimentos do mundo.
Tirante a ironia da galhofa, até certo ponto, os inimigos do campo estão certos. São palhaços, sim, porque foram os produtores rurais que construíram e sustentaram suas propriedades, pacientemente, com as mãos calejadas, com o suor e lágrimas de muitas gerações; porque persistem na labuta da roça, sem conforto ou mordomias, apenas com a ajuda e aconchego de suas famílias, de sol a sol, confiando nas benesses da natureza e nos frutos do seu cruento trabalho; porque sustentam os mercados e as exportações de grãos e carne geradoras de divisas cambiais, e com isso ajudam, e muito, o país a se safar da malsinada crise; porque são os provedores, incansáveis e permanentes, dos bens de primeira necessidade às populações urbanas, mas sofrem altas constantes dos seus insumos e nem sempre auferem os preços justos; porque enfrentam sérios reveses na renda mínima dos seus produtos sujeitos às oscilações e manobras dos especuladores nacionais e internacionais; porque nada recebem do poder público, não reclamam subsídios e pagam impostos que vão patrocinar os seus algozes; enfim, palhaços porque respeitam a lei e acreditam na Justiça como último baluarte para livrar os pacíficos produtores rurais do pesadelo das famigeradas invasões do MST, agora na mira do altivo presidente do Supremo Tribunal Federal, que qualificou recentemente o celerado movimento de “ilícito e ilegítimo”. Em boa hora.
É preciso unir o patriotismo e a solidariedade de todas as classes produtoras e cidadãos conscientes deste país para o acionar a justiça e fazer arriar de vez as bandeirolas vermelhas da subversão e da baderna, pois o único caminho que civiliza um país é o do cumprimento estrito da lei. Enquanto é tempo.
Wagner de Barros – Advogado
OAB/GO 3781