Educação da criança deve começar dentro de casa
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A educação boa e completa que desejamos para uma criança tem que começar no seu principal e primeiro núcleo de convivência, que é a família
É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e a convivência familiar e comunitária (art.4º do Estatuto da Criança e do Adolescente).

A educação boa e completa que desejamos para uma criança tem que começar no seu principal e primeiro núcleo de convivência, que é a família. Seguido pela escola que, de um modo geral, é o seu segundo núcleo de convivência em ordem de importância.

A escolha da primeira escola de uma criança, geralmente traz uma preocupação cuidadosa para os pais. Tudo não passa de um preparo e o primeiro dia de aula se torna um momento cheio de expectativas, emoções e ansiedade, que segue, com a adaptação da criança na escola. Os vínculos afetivos, as amizades e em especial os diferentes estímulos para o seu desenvolvimento escolar se desenvolvem aos poucos, com o decorrer do tempo e com a adaptação da criança na escola.

Sabemos que a educação nos primeiros anos de vida começa dentro de casa, antes mesmo de a criança freqüentar uma escola. Essa é uma tarefa simples, mas exige muito cuidado e atenção. Ela não deve se restringir somente em escolarizar, deve abranger todas as ações e estímulos saudáveis para o crescimento físico e o desenvolvimento neuropsicomotor inerente dessa fascinante fase da vida, que é a infância.

Dessa forma, uma combinação de estímulos provenientes principalmente de casa e da escola vai refletir e permitir a formação da inteligência, da personalidade e do comportamento da criança, ajudando a formar o gosto pela leitura, a espiritualidade, a capacidade de aprendizagem e outras aquisições.

Seguindo esse raciocínio, é de extrema importância um estímulo de boa qualidade em todos os aspectos, desde o nutricional até o cultural, para que a criança tenha a chance de poder desenvolver, da melhor forma possível, suas próprias potencialidades, ou seja, tudo aquilo que lhe está programado geneticamente! BONDENEWS

*Por Fátima Parente, médica pediatra e especializada em neonatologia.