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25/11/2009 - 15:17

NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO E MAIS NOTÍCIAS

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Revisão do código de trânsito endurece multas e limita tráfego de motos

Comissão da Câmara aprova texto, mas mudança ainda depende do Senado; veja os principais pontos

Proibição de motociclistas passarem entre veículos

Punição para quem recusar teste do bafômetro

Autor: João Rocha - Categoria(s): Educaçao, Governo, Justiça, Notícias, Politica, Twitter Tags:
23/11/2009 - 13:19

DIREITO AO ABORTO

Direito ao aborto não existe na maioria dos países do mundo

 

Ter ou não a criança? A resposta a essa pergunta pode mudar a vida de uma mulher, mas a maioria dos países não dá a elas o direito de ter essa escolha. Todos os anos, milhares morrem em clínicas clandestinas de aborto.

Uma mulher pode decidir se quer ou não ser mãe? Pode interromper uma gravidez não desejada sem humilhação e sem sofrer qualquer tipo de represália? As respostas a essas perguntas vão determinar o relacionamento dela com sua própria sexualidade e com os homens, bem como seus planos para o futuro, sua carreira e sua autoestima.

Para muitas mulheres essa liberdade não existe. Na maioria dos países em desenvolvimento, o aborto é rigidamente proibido e continua – apesar dos grandes riscos que oferece para as mulheres – sendo praticado.

Ao menos 70 mil mulheres morrem a cada ano em consequência de um aborto. Cerca de 8 milhões sofrem em todo o mundo com sequelas originadas de complicações. Os números são de um estudo do Instituto Guttmacher, de Nova Iorque, publicado em outubro. 

Mesmo se considerando que em quase todos os países industrializados os abortos podem ser realizados dentro de altos padrões de segurança médica, em nem todos esses países eles são permitidos.

Nos EUA, a guerra entre militantes pró e contra o aborto provocou há poucos meses o assassinato de um médico, conhecido por ser dono de uma clínica de abortos. E mesmo na liberal Europa, países como Irlanda, Portugal e Malta continuam proibindo o aborto.

Já na China, mulheres foram obrigadas a abortar porque nenhuma família deve ter mais do que uma criança.

Direito por uma saúde reprodutiva

Isso tudo acontece apesar das fundamentais decisões tomadas na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento de 1994, promovida pela ONU no Cairo. Toda pessoa tem direito a uma saúde reprodutiva – isso foi deduzido pelos países participantes a partir do pacto social firmado e reconhecido por eles como um direito humano básico.

“A saúde reprodutiva implica portanto que as pessoas estejam aptas a ter uma vida sexual satisfatória e segura, que tenham a capacidade de reproduzir-se e a liberdade de decidir fazê-lo se, quando e quantas vezes desejarem”, afirma o documento final do encontro.

Implícito nesta última condição está “o direito de homens e mulheres de serem informados e de ter acesso a métodos de planejamento familiar de sua escolha”, continua o texto.

Mesmo que a interrupção da gravidez não seja incentivada como método de planejamento familiar, ela é aceita, desde então, no âmbito da ONU. Pois, conforme as recomendações firmadas no Cairo, caso a interrupção seja realizada, ela deve ser feita por profissionais e sob condições higiênicas.

Para aplicar essas decisões, a convenção estipulou que os países industrializados devem disponibilizar anualmente a países em desenvolvimento 5,7 bilhões de euros para o fomento de programas de esclarecimento e educação contraceptiva.

As metas definidas no Cairo, entretanto, até hoje não foram alcançadas, como lembrou recentemente em Berlim a diretora do Fundo de População das Nações Unidas, Thoraya Ahmed Obaid.

Durante o governo Bush, os EUA saíram do financiamento dos programas de planejamento familiar porque as recomendações do Cairo não estão de acordo com ideais cristãos fundamentalistas. Por isso, os EUA retiraram a sua ajuda a projetos de assistência ao desenvolvimento que incluíam esclarecimento sobre métodos contraceptivos.

40 milhões decidiram abortar

Outros governos mantêm leis que proíbem o aborto. Polônia, Nicarágua e El Salvador até mesmo enrijeceram suas leis contra a pratica do aborto nos últimos anos.

Entretanto, cresce a resistência daqueles que lutam pelo direito de auto-determinação das mulheres. No Malawi, país no sul da África, a influente organização Women in Law in Southern Africa está agindo contra o governo para tentar abolir a pena de prisão de sete anos a que mulheres que abortam estão sujeitas.

O governo mexicano introduziu uma lei com prazos para uma descriminalização do aborto, e a mais alta corte do país rejeitou recursos contra a decisão. Um recurso tramita na Corte Europeia de Direitos Humanos contra rígidas leis irlandesas contra o aborto. A decisão é aguardada para o dia 9 de dezembro.

Independentemente do que a política decidir: os abortos  continuarão existindo. Mas o número de interrupções de gravidez tem diminuído há anos. De acordo com estimativas internacionais, eles são menos quatro milhões de casos nos últimos 14 anos.

Cerca de 40 milhões de mulheres se decidiram por um aborto em 2003, apesar de um melhor acesso a anticoncepcionais e melhor informações também nos países industrializados.

Na Alemanha

Na Alemanha não há um direito ao aborto, mas no último ano mais de 100 mil mulheres decidiram interromper sua gravidez. Nenhuma delas tem que temer um processo por causa disso, caso tenham feito o aborto dentro das primeiras 12 semanas e depois de ter comparecido a uma consulta especializada.

Determinadas instituições são credenciadas pelo governo a dar consultoria a grávidas para “encorajar o prosseguimento da gravidez e indicar as perspectivas para uma vida com criança”.

Esses departamentos fornecem à gestante um documento que confirma a consulta e atesta o desejo da paciente. Um aborto em uma época mais avançada da gestação também não é punido, caso um médico tenha atestado haver perigo que a criança nasça com malformação que acarrete sérios problemas de saúde ou psicológicos para a mãe. MATERIAL PRODUZIDO PELO PORTAL DW.WORLD.DE

Autora: Ulrike Mast-Kirschning (md)
Revisão: Alexandre Schossler

Autor: João Rocha - Categoria(s): Mulher, Notícias, Opiniao, Politica, Saude, Twitter Tags:
23/11/2009 - 08:05

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Autor: João Rocha - Categoria(s): Governo, Notícias, Politica, Twitter Tags:
22/11/2009 - 02:13

LISTA DE DESEJOS FEMININO

LISTA DE DESEJOS FEMININO
 Lista Original
Eu quero um homem que…
1.. Seja lindo,
2. Encantador,
3. Financeiramente estável,
4. Um bom ouvinte,
5. Divertido,
6. Em boa forma física,
7. Se vista bem,
8. Aprecie as coisas mais finas,
9. Faça muitas surpresas agradáveis,
10. Seja um amante criativo e romântico.
 
Lista Revisada aos 32 Anos
Eu quero um homem que…
1. Seja bonitinho,
2. Abra a porta do carro
3 Tenha dinheiro suficiente para jantar fora com certa frequência
4. Ouça mais do que fale,
5. Ria das minhas piadas,
6. Carregue as sacolas do mercado com facilidade,
7. Tenha no mínimo uma gravata,
8. Lembre de aniversários e datas especiais,
9. Procure romance pelo menos uma vez por semana.
 
Lista Revisada aos 42 Anos
Eu quero um homem que…
1. Não seja muito feio,
2. Espere eu me sentar no carro antes de começar a acelerar,
3. Tenha um emprego fixo
4. Balance a cabeça enquanto eu falo,
5. Esteja em forma ao menos para mudar a mobília de lugar,
6. Use camisetas que cubram sua barriga,
7. Não compre cidra achando que é champagne,
8. Se lembre de abaixar a tampa da privada (já tá bom, né? Esquece o Romance….)
 
Lista Revisada aos 52 Anos
Eu quero um homem que…
1. Corte os pelos do nariz e das orelhas,
2. Não coce o saco nem cuspa em público,
3. Não sustente as irmãs, nem as filhas do primeiro casamento
4. Não balance a cabeça até dormir enquanto eu estou reclamando,
5.. Não conte a mesma piada o tempo todo.
 
Lista Revisada aos 62 Anos
Eu quero um homem que…
1. Não assuste as crianças pequenas,
2. Ronque bem baixinho quando dorme,
3. Esteja em forma suficiente para ficar de pé sozinho,
4. Use cueca e meias limpas
 
Lista Revisada aos 72 Anos
Eu quero um homem que….
1. Respire,
2. Lembre onde deixou seus dentes
 
Lista Revisada aos 88 Anos
Eu quero um homem que…
1. O que é um homem, mesmo ???
Autor: João Rocha - Categoria(s): Humor, Mulher, Twitter Tags:
21/11/2009 - 16:45

O QUE É DÉBITO DIRETO AUTORIZADO – DDA

DDA – Débito Direto Autorizado
Opcional, DDA permite ao cliente quitar faturas eletronicamente, entrou em operação nacional dia 19 de outubro.

 

 
O que é

O DDA é um sistema inédito que visa tornar os serviços bancários mais eficientes.
Por meio do DDA, os boletos de cobrança registrada, de todos os bancos integrantes do sistema, que sejam destinados a um CPF/CNPJ cadastrado como sacado eletrônico serão rastreadas eletronicamente pelo(s) Banco(s) onde esse CPF/CNPJ está cadastrado, permitindo sua visualização.

 

O que muda
A emissão física dos boletos de cobrança será substituída por sua apresentação em forma eletrônica para os CPF/CNPJ cadastrados no DDA.

Benefícios aos Cedentes (quem cobra)

  • Economia com a postagem de documentos.
  • Economia com a impressão de papel.
  • Redução de fraudes
  • Redução do prazo para emissão e envio e certeza na entrega da cobrança.

 

Benefícios aos Sacados  (quem paga)
• Facilidade para acessar e pagar seus boletos de qualquer lugar;

• Rapidez, mobilidade e segurança nos seus pagamentos;

• Você pode agendar o pagamento para  débito em sua conta na data prevista;
• Segurança e confidencialidade, reduzindo a circulação de documentos físicos;
• Sustentabilidade: diminuição do uso de papel na emissão dos boletos registrados;
• Você pode se cadastrar no DDA em mais de um banco;

DDA X Débito automático
O DDA é um serviço em que você recebe eletronicamente os boletos emitidos e decide a melhor forma para pagá-los.
O Débito Automático é um serviço em que você autoriza o pagamento das contas de água, luz, telefone, tributos, etc. na sua conta na data de vencimento.

 

Atraso no pagamento
Como já acontece hoje com os boletos em papel, após o vencimento, os pagamentos  deverão ser no banco cedente (cobrador).
A meta da Febraban é que 50% dos boletos passem a ser quitados via DDA até 2012. A entidade estima que, no ano passado, mais de 2 bilhões de boletos tenham sido emitidos.
Em consonância com o atual discurso de responsabilidade socioambiental, a Febraban estima que o uso do DDA permitirá a economia de 1 bilhão de litros de água e a preservação
de 370 mil árvores por ano, decorrentes da diminuição da necessidade de papel, destinado à impressão de boletos. MATÉRIA PRODUZIDA PELO PORTAL TERRA.

 

Para quem não se cadastrar no DDA NÃO haverá mudança.

 

No início, tributos e contas de serviços públicos NÃO estarão no DDA

Autor: João Rocha - Categoria(s): Economia, Finanças, Governo, Notícias, Twitter Tags:
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