Vídeo copiado do Blog Idéias
Arquivo de agosto, 2009
Vídeo da Semana
Musa do Brasileirão – Musa do Sport é Campeã – Veja as fotos
Wanessa Mattos, musa do Sport é a Campeã.
Wanessa Mattos venceu na final as musas do Corinthians, Goiás e Santos.
Veja mais fotos das belas musas.
Site: Musas do Brasileirão
Wanessa Mattos
Dar balas e arredondar troco é ilegal
A falta de troco no comércio é um problema tanto para lojistas quanto para consumidores. De um lado, estão as entidades do varejo, que reivindicam medidas enérgicas para a circulação do dinheiro, e o próprio Banco Central, que promove campanhas para as moedas “aparecerem”. De outro, está o cidadão que adora um cofrinho, junta as “pratinhas” e, com isso, dificulta o troco.
Quem nunca passou pela dúvida de aceitar ou não uma bala de troco no lugar dos centavos, ou mesmo arredondar o valor? “O fato de o caixa trocar a moeda por balinhas já é errado. Imagina quando ele nem dá a bala, pede para arredondar o valor e fica por isso mesmo? Como se fosse natural”, reclama a funcionária pública Rosali Ramos.
Sua irmã, Raquel Ramos, também não fica satisfeita com a solução que o comércio dá para a falta de moedas. “Quando o valor é menor, com moedas de R$ 0,01 ou até mesmo de R$ 0,05, fico sem troco”, disse. Sua irmã, porém, faz o contraponto: “Acho que parte do problema é dos próprios consumidores, que guardam as moedinhas”.
Só que a prática de dar mercadoria como troco é ilegal. Segundo a coordenadora interina do Procon de BH, Maria Laura Santos, o Código de Defesa do Consumidor veta a prática. “Se o comerciante empurrar outra mercadoria em vez de pagar o troco, está levando vantagem excessiva. Obriga as pessoas a consumirem o que não queriam”, diz. Mas a prática é tão usual que poucos reclamam.
É que pode sair mais caro. “Procurar a Justiça pode trazer prejuízo muito maior do que o que a pessoa sofreu. O consumidor deve recusar troco em qualquer coisa que não seja dinheiro”, orienta o advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Alessandro Gianeli.
Como o dinheiro não se desvaloriza mais da noite para o dia, aumenta a tentação de juntar trocados em casa. “Com a economia estável, o consumidor guarda moedas no cofrinho para economizar ou até colecionar, o que dificulta operações tradicionais do varejo”, diz a economista da Fecomércio, Silvânia Araújo. O problema é comum em comércios como padarias.
Fonte: Super
Dorme ao volante e acaba no Detran
O eletricista Saulo Fernando Batista Lima, de 28 anos, queria esquecer os problemas particulares e saiu para beber com amigos. Após passar a noite inteira em uma festa, o homem voltava para casa, no início da manhã de ontem, quando acabou flagrado pela Polícia Militar dormindo ao volante no cruzamento da rua Modestino Gonçalves com a avenida Contagem, no bairro Boa Vista, região Leste de Belo Horizonte. O eletricista foi detido e teve a carteira apreendida.
Lima engrossa as estatísticas de motoristas dirigindo com sintomas de embriaguez pelas ruas de Belo Horizonte. De acordo com o delegado de plantão do Detran, Ramon Sandoli, em 24 horas – das 8h30 de sábado, às 8h30 de ontem – foram registrados cerca de 20 casos apenas na capital. Segundo a Polícia Civil, a média de casos por dia, nos finais de semana, é de 16 casos.
O cabo Camilo de Freitas, do 16º Batalhão da PM, contou que Lima foi submetido a exame de bafômetro que constatou que ele estava com 1,03 mg de álcool por litro de ar expelido. O nível é três vezes maior do que o limite determinado pela Lei Seca para que seja constatado crime de trânsito.
Como foi
De acordo com Camilo, o motorista conduzia um Gol pela rua Modestino Gonçalves, parou no cruzamento e não movimentou mais o veículo. O cabo disse que em um outro carro atrás estava um policial militar a paisana que buzinou para que Lima saísse do local e, como não obteve resposta, foi até o veículo do suspeito. “Ele estava dormindo sobre o volante”, afirmou Camilo. Ele disse que, ao acordar, Lima apresentava hálito etílico e fala desconexa, mas obedeceu às determinações dos policiais.
Visivelmente constrangido, o eletricista não quis conversar com a reportagem. Ele disse apenas que estava com problemas e saiu para beber. Segundo o homem, ele sabia dos riscos de dirigir embriagado, mas não pensou nisso antes de sair de casa. De acordo com a PM, o motorista seria encaminhado para o plantão do Detran-MG. O Gol seria liberado para um parente.
Fonte: Super
Suplementares não respeitam usuários
Quem precisa utilizar as linhas de ônibus suplementares da capital tem muitos motivos para reclamar. Irregularidades como descumprimento de itinerários e horários, motoristas que não param nos pontos de embarque e falta de fiscalização por parte da BHTrans fazem parte do dia a dia dos usuários.
Em Venda Nova, por exemplo, os micro-ônibus de linhas como S61, S63 e S64 tiveram os itinerários alterados em maio, para fazer integração com o metrô, na estação Vilarinho. No entanto, a maior parte deles não respeita a determinação e “corta” caminho, deixando de passar pelo terminal. Passageiros que desceriam na estação de metrô são deixados a até quatro quarteirões de distância. Outros usuários que poderiam estar no terminal Vilarinho aguardando a chegada do ônibus também ficam prejudicados.
A irregularidade pôde ser comprovada pela reportagem no embarque na linha S64 (Circular Venda Nova), na rua Padre Pedro Pinto. Em vez de o motorista respeitar o trajeto oficial e virar na avenida Doutor Álvaro Camargos, em direção ao metrô, ele foi direto para o ponto final, ao lado do Hospital Risoleta Neves. O condutor do suplementar alegou que estava autorizado pela BHTrans a não passar pelo terminal nos horários de maior movimento, para não descumprir o horário de saída. Porém, a suposta autorização não está especificada no quadro de horários dentro do veículo.
A dona de casa Suely Luíza da Silva, de 55 anos, conta que já teve que andar três quarteirões com a mãe de 83 anos, que tem dificuldades de locomoção, porque um condutor da linha S64 não quis ir até a estação. “Peguei o ônibus apenas porque passaria dentro da estação e minha mãe não precisaria mais andar. Além de cometer a infração, eles nos xingam, são extremamente grossos. Não tratam o usuário de forma profissional.”
A aposentada Darci Rezende Bicalho, 69, diz que o desrespeito ao itinerário é constante e não acontece somente nos horários de pico. Segundo ela, os idosos são os mais prejudicados. “Os motoristas de suplementares não param para idoso nos pontos. Tem dia que chego a chorar de desespero porque fico até uma hora tentando embarcar e não consigo. Outras vezes, peço a alguém mais jovem para dar sinal para mim porque só assim o micro-ônibus para”, disse a passageira, revoltada.
Sem horários A reportagem também checou o cumprimento dos horários. Após permanecer por cerca de uma hora no cruzamento da rua Padre Pedro Pinto com a avenida Doutor Álvaro Camargos, foi observado que, de dez suplementares das linhas S63 a S64 que passavam pelo local, apenas quatro respeitaram o itinerário correto.
Fonte: Super



