Arquivo de julho 6th, 2009
VÃdeo da Semana – Tropa Fresca
Velório de cantor é o maior da história
PolÃcia estima que 1 milhão de fãs devem tentar chegar ao local do funeral
O site do ginásio Staples Center na Internet recebeu 1,6 milhão de registros de pessoas, de todas as partes do mundo, que tentaram ser sorteadas para receber um dos 17.500 tÃquetes para a homenagem póstuma que será feita a Michael Jackson amanhã. Cada um dos 8.750 sorteados receberá dois ingressos.
Mas a polÃcia estima que 1 milhão de fãs devam tentar chegar à região do estádio.
A maioria das redes de TV americanas já anuncia a cobertura, ao vivo, daquele que promete ser o maior velório de uma celebridade.
O funeral privado que a famÃlia de Michael Jackson fará antes da cerimônia pública, que começa à s 10h (16h de BrasÃlia), será no Forest Lawn, em Hollywood Hills, segundo a polÃcia de Los Angeles.
Apelidado de “cemitério das estrelas’’, é onde estão os túmulos de personalidades como Bette Davis, Lucille Ball e, mais recentemente, David Carradine.
Os Jackson não confirmaram se o corpo do músico será enterrado ali. Jermaine, um de seu oito irmãos, disse que lutaria para que fosse em Neverland, rancho a 200 km da cidade. As leis estaduais proÃbem.
A investigação não-criminal em torno da morte de Jackson centra-se em cinco médicos que teriam feito prescrição de remédios controlados em nome dele. Na casa do cantor, em Los Angeles, foram achados frascos de sedativos.
Fonte: Super
Meninos e meninas redescobrem o escotismo
Movimento se moderniza para atrair as novas gerações
Sábado à tarde, quando o apito soa alto no parque das Mangabeiras, Paulo Roberto Medeiros Ferreira, de 9 anos, o Paulinho, corre para perto das bandeiras do Brasil, de Minas e do 21° Grupo Escoteiro Mangabeiras. Vestido de uniforme azul marinho, e com distintivo de um lobo e lenço roxo, ele se junta aos outros lobinhos (nome dado aos escoteiros de 7 a 10 anos) para compor a “alcateia” e seguir valores como respeitar o próximo, obedecer aos mais velhos, amar a natureza e a pátria.
Paulinho é um dos cerca de 1.300 escoteiros que pertencem ao movimento em Belo Horizonte e Grande BH, segundo dados da União dos Escoteiros do Brasil – Regional Metropolitana. São crianças, jovens e adultos que estão “Sempre Alerta”, como diz o lema do movimento, e participam de atividades prazerosas e educativas como jogos, acampamentos, simulações de salvamento e noções de culinária em plena era da garotada cada vez mais plugada em tecnologia e em shoppings centers.
A modernização das atividades e técnicas empregadas são um trunfo para atrair a nova geração. “Fazemos, por exemplo, um futebol avacalhado em que vale de tudo no primeiro tempo e com as regras no segundo. Eles preferem a partida com regras”, diz Flávio Vieira, presidente do grupo Mangabeiras.
Em 102 anos de história, o escotismo alternou perÃodos de alta e baixa. E, atualmente, parece estar longe de ser uma atividade careta. Os participantes levam o aprendizado a sério. “Quando chego em casa, desço com o lixo antes mesmo de minha mãe chegar do trabalho”, exemplifica o lobinho Paulinho.
Fonte: Super
Caso Aline: crime não desvendado
Após cinco dias de julgamento, os quatro acusados da morte da estudante Aline Soares, ocorrida em 14 de outubro de 2001, em Ouro Preto, foram absolvidos do crime pela Justiça. Os sete jurados decidiram, ontem, em pouco mais de uma hora, pela inocência dos réus. A absolvição foi proferida pela juÃza Lúcia Albuquerque Silva.
Os réus Camila Dolabella, de 26 anos e prima da vÃtima, Cassiano Inácio Garcia, de 27 anos, Edson Poloni Lobo Aguiar, de 27, e Maicon Fernandes Lopes, também de 27 anos, rezaram um pai nosso e uma ave-maria junto com os parentes e amigos após a leitura da sentença.
Apesar do julgamento, o crime, contado pelo Ministério Público como se tivesse ocorrido por influência do jogo Role Playing Game (RPG), ficará em aberto para a famÃlia da vÃtima. A autoria do assassinato dificilmente será revelada, já que a promotoria optou por considerar o caso como encerrado.
As últimas 16 horas de debate entre acusação e defesa foram imprescindÃveis para a decisão. Os três advogados dos acusados evidenciaram a falta de provas que vinculassem seus clientes ao assassinato. Até a promotora LuÃza Helena Fonseca admitiu falha na investigação. Ela chegou a mostrar uma blusa da vÃtima suja de sêmen e sangue. Os vestÃgios poderiam levar ao suspeito, mas não foram analisados na época certa. Três anos depois do crime, a promotora encontrou a veste guardada em um saco. “Essas falhas foram preponderantes para a sentença. Tentar recuperar provas depois de muito tempo é difÃcil, os autos e as provas têm que ser feitos na época certa.”
Depois da declarada a absolvição, a mãe da vÃtima, Maria José Silveira Soares, resignou-se diante do que ouviu. Ela não pretende recorrer da decisão e nem continuar as buscas pelo culpado do crime. “Estou cansada, exaurida mesmo.” A promotora LuÃza Helena também disse que considera o caso encerrado. “Também não devo pedir a abertura de novo inquérito por não haver um fato novo”.
Tese
O Ministério Público defendia a tese de que Aline havia sido morta em um ritual de magia negra, influenciado pelo jogo RPG. O corpo desnudo da vÃtima estava sobre um túmulo no cemitério da igreja Nossa Senhora das Mercês e Misericórida, em posição de crucificação. A forma como ela havia sido deixada no local levantou a hipótese de práticas satânicas.
Porém, a acusação não explicou a dinâmica do crime nem quem teria dado as 17 facadas na estudante.
Apesar de fazer associação com o RPG, devido aos materiais recolhidos na república onde os três rapazes moravam (Sonata), a promotoria não confirmou que os quatro suspeitos e a vÃtima teriam jogado nos dias que Aline esteve em Ouro Preto.
Fonte: Super

