Dedico o clipe ao meu amigo Luiz Paulo! Até hoje não fizemos a paródia!
Variedades na sua vida!
Dedico o clipe ao meu amigo Luiz Paulo! Até hoje não fizemos a paródia!
Quem pensava que o reinado do Queen havia terminado em 1991, com a morte de Freddie Mercury, pode se preparar para saudar a volta da “Rainha”. Foi o que fez o público que esteve no Via Funchal, em São Paulo, nesta quarta-feira (26).
Longe de ter a casa lotada –o local comporta 6.000 pessoas, mas a assessoria de imprensa não tinha o total de público até a madrugada desta quarta–, Queen + Paul Rodgers tocou para fãs fiéis e dispostos a manifestar adoração durante duas horas e meia de show, sem qualquer indício de cansaço.
A incógnita da noite era ver Paul Rodgers ocupando o lugar que já foi de Freddie Mercury. Com um currículo invejável de experiência no palco à frente do Free e do Bad Company, o vocalista mostrou uma postura inteligente: não querer tomar o lugar de ninguém.
Paul vem de outra escola, nada exuberante ou excessiva como a cartilha de Mercury, mas tem carisma de sobra. Ele empresta sua voz às músicas que todos tiram de letra e deixa os holofotes sob os integrantes originais do Queen: o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor.
Agregado à banda, Paul não canta todas as músicas, de um repertório de 27 canções. May e Taylor também protagonizam seus próprios shows, seja assumindo os vocais em temas como “I’m In Love With My Car” e “Under Pressure” ou apresentando solos intermináveis no palco.
Sem John Deacon no baixo, o novo condutor do instrumento é Danny Miranda, ex-Blue Öyster Cult. Ao grupo somam-se ainda Jamie Moses na guitarra e Spike Edney no piano e no acordeon. Cada um com seu ato principal para encenar.
Clichês e reverências
O show é repleto de clichês e vícios de grandiosidade, como uma estrutura de palco imponente com jogos de luzes, um enorme telão e até globo espelhado. A fórmula é certeira para pegar os fãs mais heterogêneos possíveis: de famílias inteiras a cinqüentões e adolescentes.
“Nunca pensei que pudesse ouvir ‘Bohemian Rhapsody’ ao vivo”, disse um fã aos prantos, logo depois de a ópera-rock ser executada e se apresentar como o grande momento da noite, em que Freddie Mercury aparece no telão e sua voz ecoa por toda a casa.
Em “Love of My Life”, May deixou a guitarra de lado para brilhar sozinho com um violão a tiracolo. O vocal também era dele, mas o público fez coro do início ao fim. Visivelmente emocionado, o guitarrista agradeceu pelo apoio e foi literalmente reverenciado pela turma do gargarejo.
As obrigatórias “We Will Rock You” e “Radio Ga Ga” ganharam uma eficiente assistência de palmas e braços ao alto. As novas, como “Surf’s Up… School’s Out”, serviram como uma espécie de ponte de descanso para que o público conseguisse continuar até o fim, com o hino “We Are The Champions”.
E os fãs de Queen ainda levaram de presente um competente pocket-show do Bad Company/Free, com “Seagull”, “Bad Company” e “All Right Now”.
O Queen + Paul Rodgers poderia ser um engodo de roqueiros decadentes, dispostos a capitalizar em cima de um passado de glórias, mas se transforma numa banda que parece ainda ser apaixonada pelo rock. E por isso o público fica satisfeito em ver apenas metade da formação original.
Apesar de “God Save The Queen” ter sido executada como música ambiente no encerramento do show, os fãs sabem que, neste caso, Paul Rodgers é quem salvou a “Rainha”. Ou o que restou dela.
A turnê, que faz parte do lançamento do álbum “The Cosmos Rocks”, continua no Brasil até o final de semana. Nesta quinta-feira (27), a banda volta ao Via Funchal para mais um show. No dia 29, encerram o passeio pelo país no Rio de Janeiro, no HSBC Arena.
Veja as músicas que o Queen + Paul Rodgers tocou em São Paulo:
“Hammer To Fall”
“Tie Your Mother Down”
“Fat Bottomed Girls”
“Another One Bites The Dust”
“I Want It All”
“I Want To Break Free”
“C-lebrity”
“Surf’s Up… School’s Out”
“Seagull”
“Love Of My Life”
“‘39″
“I’m In Love With My Car”
“A Kind Of Magic”
“Say It’s Not True”
“Bad Company”
“We Believe”
“Bijou”
“Last Horizon”
“Under Pressure”
“Radio Ga Ga”
“Crazy Little Thing Called Love”
“The Show Must Go On”
“Bohemian Rhapsody”
(bis)
“The Cosmos Rockin’”
“All Right Now”
“We Will Rock You”
“We Are The Champions”
A alteração do sistema de pontos da Fórmula 1 para a entrega de medalhas de ouro, prata e bronze alteraria drasticamente a história da principal categoria do automobilismo mundial – sobretudo o Brasil, que teria seis em vez de oito títulos em sua história. Felipe Massa ganharia um troféu, enquanto o tricampeão Nelson Piquet não teria conquista alguma.
De acordo com a idéia do chefão da F-1, o inglês Bernie Ecclestone, a pontuação distribuída aos oito primeiros colocados de cada corrida seria extinta. Em compensação, o vencedor de cada prova receberia a medalha de ouro, o vice ficaria com a prata e o terceiro, com o bronze. Quem colecionasse mais prêmios dourados seria o campeão – semelhante ao que acontece no quadro de medalhas de uma Olimpíada.
O site inglês Eurosport levantou a seguinte questão: se esse sistema sempre tivesse vigorado na categoria, como a história de campeões seria alterada? No Brasil, por exemplo, drásticas mudanças teriam lugar. A começar pelo ano passado.
Massa amargou o vice-campeonato da temporada 2008 por causa de um ponto: terminou com 97, contra 98 de Lewis Hamilton, mesmo tendo vencido mais provas no ano do que o inglês (6 a 5 para o brasileiro). Além disso, o brasileiro da Ferrari deixou de levantar a taça graças a uma ultrapassagem do rival da McLaren, que conquistou a quinta posição na prova de Interlagos na última volta, sobre o alemão Timo Glock.
Em compensação, o tricampeão Nelson Piquet não teria jamais faturado o tri da F-1. Em 1981, ano de sua primeira conquista, o piloto teria recebido três medalhas de ouro e uma de prata – e não os 50 pontos que lhe deram o troféu. O campeão do ano seria o francês Alain Prost, apenas o quinto colocado com 43 pontos, que em troca teria ficado com três ouros e duas pratas. Piquet também perderia o título de 83 para Prost. Na temporada de 25 anos atrás, o brasileiro teria conquistado três medalhas de ouro de Ecclestone, outras três de prata e duas de bronze. O francês, vice-campeão com 57 pontos (dois a menos que Piquet) levaria a melhor por causa de quatro ouros.
Em 1987, o campeão em vez de Piquet seria o inglês Nigel Mansell, com cinco prêmios dourados. O representante nacional, vencedor daquele ano com 76 pontos (15 a mais do que o britânico vice), seria apenas o segundo colocado, com três medalhas de ouro, sete de prata e uma de bronze.
Outro campeão que ficaria sem troféu seria o finlandês Keke Rosberg, vencedor em 1982. O pai do alemão Nico Rosberg, aliás, seria apenas o sexto do ano, com um ouro, três pratas e dois bronzes. O melhor piloto daquele ano conforme o sistema proposto por Ecclestone seria o inglês John Watson, terceiro colocado no sistema de pontos, mas que receberia duas medalhas douradas, duas prateadas e uma de bronze.
Fonte: Uai
“PRENDA-ME SE FOR CAPAZ”
Falsificador de documentos é detido após 6 meses de investigação
O filme norte-americano “Prenda-me se for capaz”, estrelado por Leonardo DiCaprio, teria servido de inspiração para as ações do estelionatário Gildo Rosimar Minguelli, de 32 anos. Ele foi apresentado na tarde de ontem pela Polícia Civil, em Belo Horizonte. Segundo a polícia, o acusado foi preso em 5 de novembro, em Lagoa Santa.
Miguelli é investigado por falsificar documentos em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, e em outras regiões do Estado. A obra hollywoodiana conta a história real de Frank Abagnale Júnior, especialista em enganar a polícia e que se tornou um gênio em falsificação.
Conforme o delegado Antônio Carlos Corrêa de Faria, chefe do Departamento de Investigações, Minguelli era procurado pela polícia há mais de seis meses. “Ele é tão audacioso que criou uma página na Internet com o nome do filme que o inspirou. Acredito que ele lançou o site para mostrar que era esperto e que, como no filme, poderia enganar a polícia.” O delegado disse que o suspeito falsificava carteiras de identidade, passaportes, certidões de nascimento e até mesmo receitas de medicamentos.
Minguelli é ainda acusado de enviar dezenas de pessoas irregularmente para os Estados Unidos, das quais cobrava US$ 10 mil. A polícia informou que muitos brasileiros que estão na América podem estar respondendo a processos no Brasil. Isso porque o suspeito teria usado documentos deles para comprar carros e alugar imóveis.
O acusado está preso no Ceresp da Gameleira, na capital. Ele vai cumprir quatro anos de detenção de senteça julgada, por coincidência, no dia em que ele foi preso, e pode pegar mais quatro anos pelos últimos crimes cometidos.
Fonte: O Tempo
Tempo ideal é de 20 minutos e problema está ligado à falta de especialistas
Seis horas de espera para marcação e apenas 12 minutos e 51 segundos de atendimento durante a consulta médica. Essa é a equação desleal que o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais tem imposto aos seus beneficiários quando o assunto é saúde. Depois de superar a longa espera para marcar uma consulta no Centro de Especialidades Médicas (CEM) enfrentando condições precárias de atendimento, os poucos minutos são o que restam ao paciente para detalhar seu histórico de saúde e receber um diagnóstico. A pressa, na avaliação dos próprios médicos, diminuiu a qualidade da consulta e cria conflitos profissionais. Na última semana, a reportagem de O TEMPO passou 18 horas no CEM e noticiou uma série de problemas enfrentados pelos usuários para conseguir agendar uma consulta especializada. Um deles é o tempo de espera que chega a seis horas, em média. A denúncia do curto tempo de atendimento nos consultórios foi feita ontem pelo clínico geral Ricardo Viegas Cançado, que há 28 anos trabalha no Ipsemg, mas foi também confirmada pelo próprio instituto. “Por serem rápidas, as consultas se tornam, por vezes, ineficazes”, afirma o médico.
Mudança. Anteriormente, os profissionais de saúde do Ipsemg atendiam a nove consultas. A partir de 2004, houve mudança na legislação e os atendimentos subiram para 12. Atualmente, eles já chegam a 14. Dez deles são primeiras consultas e outros quatro são retornos de pacientes que se consultaram há 30 dias. Outro problema apontado pelo profissional é que a clínica médica acaba recebendo pacientes que não conseguiram vaga em especialidades, o que cria conflitos com a prescrição de receitas médicas. Sem contar os diagnósticos superficiais por falta da história médica do paciente. O clínico afirma que o aumento na lista de atendimentos foi causado pela falta de especialistas no CEM e atribuiu a queda no quadro de médicos aos baixos salários pagos pela instituição. O salário dos médicos que iniciam carreira no Ipsemg, segundo Cançado, não ultrapassa R$ 1.000. O arrocho no tempo da consulta é reconhecido pelo coordenador do CEM, Rodrigo Romualdo. Segundo ele, estudos médicos comprovam que cada atendimento ao paciente deve ter, em média, 20 minutos. De acordo com Romualdo, a coordenação recebeu reinvidicação dos médicos, mas a mudança depende de aprovações internas.
Resposta
Salários. O coordenador do CEM, Rodrigo Romualdo, reconhece que o salário dos médicos é baixo. A Secretaria de Estado de Planejamento foi procurada, mas ninguém falou ontem sobre o assunto.
Números
1 milhão de servidores ativos e inativos usam os serviços do Ipsemg
3,2% do salário do servidor é abatido mensalmente para a saúde
2.600 consultas são marcadas diariamente no centro de especialidades
Atendimento
Agilidade nos guichês fica apenas na promessa
Muitos guichês, mas menos da metade em funcionamento. Essa é uma realidade que não mudou no Centro de Especialidades Médicas (CEM), mesmo com a promessa do coordenador da unidade, Rodrigo Romualdo, de ampliar o atendimento, após reportagem publicada em O TEMPO semana passada. Na ocasião, Romualdo prometeu que, em 15 dias, todos os guichês estariam em operação. O prazo venceu ontem. Como a demanda no setor de marcação de consultas é alta, as pessoas reclamam que grande parte do dia é desperdiçada na tentativa de fazer uma agendamento. Ontem, a professora Fátima Dias, 47, que mora em Dom Cavati, no Vale do Aço, teve que esperar três horas para ser atendida. Ela afirma que o atendimento nos guichês reflete a falta de preocupação do Ipsemg com o servidor. O aposentado Hugo Cordeiro, 59, que esteve ontem no CEM para marcar uma consulta, ficou impressionado com a demora. “Estou aqui há uma hora e meia e apenas metade das pessoas que estão na minha frente foi chamada.” Conforme o coordenador, hoje será feito um levantamento dos atendimentos para tentar resolver o problema. (VL)
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