Reflexões diárias, anuais, milenares sobre tudo e todos, achados, criados e misturados. Uma salada virtual de política, humor, Educação(ou falta), Artes(desastre) e demais assuntos que der na telha.
O Tropa de Elite já havia mostrado muito bem a hipocrisia insustentável dos famigerados politicamente corretos. Lembro, no filme, da cena chocante do policial revoltado com a passeata pela paz organizada e com alguns integrantes que andavam pelo morro comprando droga. No Rio de Janeiro a manifestação da ONG não-sei-que-lá com os atores(?) dentro dos carrinhos de compra simulando a horrível cena real foi mais ou menos o equivalente àquela passeata do filme ou pelo menos foi a impressão que tive.
A vida imita a arte. Um plágio terrível.
Não é novidade para ninguém que algumas categorias fazem uso de drogas ilícitas mais que as outras: artistas, no geral, e obviamente com exceções, os policamente corretos de ONGs, os saudosos da geração ‘paz e amor’…Enfim, categorias “progressistas”, sem generalizações.
Não me proponho a servir de Caxias, mas, esse pessoal todo não deveria fazer inúteis manifestações midiáticas. Seria de maior valia que deixassem de fomentar a indústria do tráfico e do crime e de fazer apologia a instituições que tivessem ligação íntima com o mundo das drogas, como As Farcs, Sendero, governo Boliviano…
A situação me parece mais complicada por existir uma corrente mundial pela descriminalização dos usuários, tendo-os, como sendo apenas “produto social” do esquema, vítima, sem merecer ser combatido. Usar drogas seria apenas uma escolha pessoal. Será mesmo?
A verdade é que pobre mesmo, para manter o vício, precisa entrar na criminalidade; classe média cada vez menos média, às vezes também. Os ricos não. Estes podem ajudar, impunemente, a criar as cenas que o Rio/Brasil exporta para o mundo. É o espetáculo do crescimento.
É o maior espetáculo da terra: As Narco-olimpíadas! Brasil, país de todos!
Comumente sou péssimo em desculpas esfarrapadas. Fosse um detestável político jamais conseguiria levar a cabo promessas irrealizáveis e depois…dar uma palavrinha qualquer, como faz, por exemplo, nosso ídrulu Ocara.
Estou pensando em uma que permita que vocês me perdoem pela ausência constante e prepare vossos benevolentes corações para novos desaparecimentos programados…
Na lista das mais comuns e desejáveis que pensei poderia enumerar: estou viajando; estou doente; cansado; sem tempo(poderosa); minha bisavó morreu; fui levar meu cachorro para vacinar; fui (re)preencher o cartão do fome zero; estive correndo para me preparar para a Rio2009 (aquela do helicóptero fumaçante); estive passeando com a esposa que estava muito brava pois terá uma dúzia de filhos de uma única vez sem a lipospiração; estive visitando os colegas virtuais(epa, essa é uma mentira deslavada); peguei uma fila do INSS e nunca mais consegui sair; estou sem acesso à internet por conta da greve dos bancários que não me permitiu pagar o boleto do provedor; fui para os jogos do meu glorioso Sport Recife e fiquei desiludido da vida; estou preso com ZéGaia na embaixadura Tupiniquim em Honduras; estive surfando em Boa Viagem e um tubarão me proibiu de navegar na net; pediram meu PC emprestado e jamais devolveram; estou tão cansado, mas, tão cansado que não consigo nem terminar esse post; não tenho o que dizer por isso não escrevo; o elevador do meu prédio quebrou e não consigo descer cento e setenta e oito lanços de escada; não acontece nada de interessante que mereça intervenção blogosférica; estive acompanhando o casal Ocaras no percurso lúdico pelo interior pernambucano; fui picado pela tsé-tsé e agora só durmo e sonho postando e quando levanto é hora de dormir de novo; (…) estou brigando dia e noite contra as reticências, assim, não tenho como postar…(elas novamente!).
Morte aos três pontinhos, viva as mil desculpas que ainda inventarei!
Na Roma antiga, durante os jogos era comum o povo querer do imperador a atenção para o espetáculo que se apresentava. Precisava o líder demonstrar todo seu sentimento. Em comemoração pela vinda das olímpíadas , Ocara chorou: snif, snif, snif. Juro por Deus e pelo Ocara que lembrei de um outro momento no qual a Banânia também foi de 1° mundo...
“Noventa Milhões em Ação
Pra Frente Brasil
Do Meu Coração
Todos juntos vamos
Pra Frente Brasil
Salve a Seleção
De repente é aquela corrente pra frente
Parece que todo Brasil deu a mão
Todos ligados na mesma emoção
Tudo é um só coração
Todos juntos vamos
Pra frente Brasil! Brasil !
Salve a seleção! ”
Ao “Viva” do panis et circensis responda sempre com hip, hip, hurra! Viva o presidente, Ocara!
Viva o dinheiro nosso que será gasto com a RIO 2016! Viva a pobreza no resto do país!
Viva o circo! Viva os hospitais do SUS! Viva a neblina que envolve as informações!
Zé Gaia está solto q’nem pinto na bosta seca. O homem é o grande beneficiado do projeto do ZAmorim “minha embaixada, minha vida”. Tenho uma sugestão ao COI… Tegucigalpa 2020! A embaixada do Brasil pode sediar alguns jogos…
Lembrei da ex-mulher do Ronaldo, fenômeno, aquela que fazia embaixadinhas. O pessoal do Bussunda alcunhou de “a embuxadinha”. Insuperáveis. Zé Gaia é o embaixadinho.
A piada pronta: Suplicy que ir visitar Zé Gaia na emburradinha em Honduras… Dinheiro fácil ganham os humoristas na Gloriosa República da Banânia 2016!
Estou um pouco ausente. Sei, não nego, volto quando puder.
Não sou da área, no entanto, queria ajudar à nobre candidata Ocara nas questões geográficas. Segue trecho do discurso da “doutora-canditada”(Folha de SP) e depois minha humilde e insensata tentativa de alavancar o empacado repertório de alianças e conjecturas na gloriosa Banânia…Fala, ministra!
“Esse país está mudando, e Rondônia mudando mais rápido que nosso país”, discursou Dilma Rousseff para cerca de 15 mil pessoas em Boa Vista, capital de Roraima. Ao perceber um silêncio seguido de vaias, a ministra se deu conta da gafe e se desculpou. Dilma retomou as viagens pelo país com o presidente Lula.
Ministra Ocara, posso desenhar? Lá vai…é singela, mas, de coração. Olhe no mapa e acompanhe a complexidade do raciocínio. Façamos analogias e regras mnemónicas para ajudar. Entende o verde escuro(lembra dos milicos?) é Roraima; verde claro (lembra da Marina Silva?) é Rondônia. Está tudinho assinalado no mapa. Espero ter ajudado, prezada Doutora, mestra e futura Presidente da Banânia, sucessora do inigualável Ocara que por acaso também é doutor honoris sem causa em tudo.
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou os críticos do programa Bolsa Família de ignorantes e imbecis. A afirmação foi feita na sexta-feira, mesmo dia em que foi anunciado reajuste de 9,67% no benefício.”
Não sei como conseguem falar mal de um programa (software) que retira tanta gente da vontade de trabalhar. Concordo, presidente! Imbecil mesmo!
Segundo a Wikipédia o imbecilé caracterizado por sujeitar-se facilmente às sugestões, podendo constituir-se em perigo a outrem, por conta disso: se sugestionado para o mal, não têm os freios morais para questionar. Realmente, caro Ocara, sou um completo imbecil. Sujeito-me ao bigodudo, aos Delúbios(este, no singular, foi recebido pelo nobre presidente da Banânia), Waldomiros, Paloccis e demais espertos – contrapondo a minha infinita imbecilidade.
Também em qualquer dicionário, vossa majestade vai encontrar que Im.be.cilé comum aos dois gêneros (plural: imbecis) e diz-se da pessoa que diz ou que faz imbecilidades. Outra dentro, presidente! Também sou imbecil por não respeitar o cargo que ocupo e, viver abrindo a boca e a fossa ao mesmo tempo para o mundo, como se estivesse lá no boteco do Zé.
(ops! fui “salvar a imagem” do presidente Ocara e do bigodudo para colocar aqui nesse espaço, mas, não consegui.) Desculpem! Além de imbecil, sou também:
Atendendo ao chamado do blogueiro amigo Do estaremos na “blogagem coletiva” que acontecerá no próximo dia 10 de Agosto. Todos convocados! (vejam de que se trata no blog do caro colega).
Em tempo, foi muito legal e histórica a apresentação do trio Ternura formado pela tropa do choque elétrico (Collor e Renan) e o Simon Parlapatão…Esse país é realmente um País de Todos!
Pudor Zero - Quem é capaz de mentir sobre ter feito mestrado e doutorado pode muito bem ficar no lugar do presidente Ocara… ÓPAC, fala pra mãe! Como diz o presidente Ocara: temos que respeitar a biografia alheia!
Preferiria não comentar o assunto, mas, vamos bater na mosca morta mais poderosa da Banânia, o bigodudo. Dizem que não é difícil deixar o bigode crescer, mas, é complicado mantê-lo limpo…
Tem uma coisa impagável nessa história do Sarnento. Os Pestóides, os policamente corretos, o presidente Ocara defendendo a biografia do glorioso presidente do senado. Deus, Deus, onde estás que não me ouves?
É atribuída a S. Gregório a frase que diz que “A corrupção do melhor é a pior das corrupções”. Ocara, Sarnento, colegas dos diversos partidos aliados e família são os melhores! Que preço será pago pela eleição da Ocara de saias…
Enquanto isso, no Império: “Mais de 40 pessoas, entre rabinos, prefeitos e políticos de Nova York e Nova Jersey” foram presas, acusadas de atos ilícitos (secretos ou não).
Os americanos fazem umas coisitas que deve matar o Chavinho do coração. Imaginem prender políticos que não são de oposição! Isso é lá proposta Ética. Chavito, Avante! Honduras, te espera, hombre! Aproveita e leva o Lulito também. Chamemos os assalariados da UNE! Viva a Revolução! Abaixo o império que não suporta corruptos! E a massa estudantil-comunista grita a todo vapor, em uníssono: “Ah, ah, ah, se mexer com Sarney vai apanhar!” / “Lula, minha manhezinha/somos Sarney desde menininha.”; “Sarney é revolução / tira do povo pra encher o cuecão.”
Enquanto isso na Sala da Justiça de Brasília: Tenho que concordar com Ocara, por isso teremos muito cuidado para que não enterrem biografias de políticos e seus bigodes maravilhosos. O Chico canta: “hoje a gente anda distante, v. só dá chá dançante onde não sou convidado. Hoje o samba saiu…”
Sei que nossos intervalos entre postagens estão aumentando. Não é por falta de vontade de postar. O problema é que ainda não consegui em um ato secreto esconder o meu emprego o suficiente…Vou falar com o Bigode!
Tratarei de um tema polêmico dentro do contexto da educação formal: a inclusão social (terminologia progressista) a partir da interferência da Escola, como falácia dos profissionais engajados da área. Temos imediatamente dois opostos, paroxismos da educação. De um lado – e maioria – os pedagogos e professores com um pé no futuro e que “reinventaram” a arte de ensinar sem esforço algum por parte do aluno e, muitas vezes, sem seguir nem vestígios de quaisquer preceitos éticos que funcionariam, comumente, como condutores dos relacionamentos. Obviamente, do outro lado está os acomodados que não aceitam as mudanças porque não foram preparados para tal. Daí o medo de dizer o que aponta a razão: o problema não parece estar somente circunscrito à escola e aos professores como simplificam os mais entendidos. Surgem então os psicólogos logo atrás, com as placas indicando que falta mesmo é limite, palavrinha coringa essa. Parece até que trabalham no Detran. Não duvido que estejam certos, mas, na verdade, poderiam avançar um pouco mais no simplismo que indica a dificuldade de convivência e vivências do jovem como reflexo de um mal bem mais arraigado e de combate no básico tripé que existe desde que o mundo convencionou chamar mundo por mundo e está no âmbito social/familiar/escolar.
Como disse, o antigo parâmetro do professor versus alunos não é mais suportável, então, simploriamente é oferecido ao estudante o papo cabeça imediatamente contrário: docente e discentes são farinha do mesmo saco. Será?
Alunos e professores por participarem do mesmo processo de ensino-aprendizagem estão sujeitos a essas, digamos, facilidades reducionistas, simplificadoras, da modernidade. No nosso tempo pode-se misturar para depois obter-se resultados – é o mesmo preceito que rege a pós-modernidade nas artes. Da mesma forma que há uma necessidade básica dos pais falarem “a mesma língua” dos filhos, como é apregoado pelas cartilhas da psicologia e da pedagogia moderna. Será mesmo isso tão necessário?
No esteio dessas contradições há, pelo menos para mim, uma diferença e delimitação básica entre aluno e estudante. Nas minhas intervenções em sala, de nada me vale tentar incutir em um camarada com 18 anos, por exemplo, algo que deveria ter sido apreendido aos oito. Improdutivo. Nisso as teorias da psicologia da educação são bastante claras (vide Piaget): aprendizados diferentes, idades ideais diferentes. Sim, mas, voltemos. Aluno são aqueles que fazem número na sala e que aparecem nas atas, chamadas e números do governo para obter recursos dos bancos mundiais de financiamento e quase sempre usados em campanhas eleitorais em gráficos multimídia. Já os estudantes – além da diferença terminológica sugerida pelos policamente corretos da educação – são os únicos beneficiários do atual sistema escolar. São eles que fazem diferença e não os professores como supõe a maioria da categoria docente. São eles que ultrapassam as condições horríveis de uma educação “gotancitiana” em que a maioria dita o que não vai ser objeto de estudo da minoria realmente interessada em desenvolver potenciais. Estudo é esforço, o resto é apenas mensagem…
São também, estudantes, o exemplo claro que demonstra que o bom senso não pode ser ensinado de forma voluntária; são respeitosos (no sentido amplo) no momento em que essa qualidade é cafona (até mesmo o termo cafona está obsoleto); são criativos e não apenas inventivos como todos são em fases iniciais do aprendizado. São também jovens e se misturam aos outros transformando todo contexto em massa falida. Será mesmo? Ou será que estamos misturando joio, trigo e gasolina?
Notem que trato apenas da escola formal e não dos mecanismos informais, sem intervenção direta do estado.
Defendo a escola para quem quer escola. Universidade para quem quer universidade. Mudar circunstâncias adversas para quem reaje às adversidades. Daí também defendo oportunidades para todos, e principalmente, para os que veem na escola algo que a rua, a família, a marginalidade não pode dar. Defendo essa minoria. Acho que sou/estou meio cafona… Contestar o que mantém o status quo da escola moderna não parece um bom caminho que escolhi… Colocar no colo do aluno um pouco de responsabilidade também vai gerar os “traumas” cansativamente repetidos pelos policamente corretos. Parece que estou vendo o rebu: “seu reacionário! Você não sabe o que e com quem está falando!”
Caso eu acreditasse em Matrix…Esse site, computador, seja lá o que for não me obedece mais! As fontes são as que ele quer, tamanho, imagem, enfim. Está tudo dominado!
Tudo meio desconfigurado…em negrito, ops, desculpem, em afrodescendente ainda que eu queira meu texto claro de volta. Algo como obra do PAC, não estou conseguindo postar nada. Mas, não perderam grande coisa. De tando olhar para esses garranchos levemente baseados em aranha o raciocínio travou – a cachola tem HD de 10 e linux. Trava a todo instante. Obsoleto.
Assim que possível volto com um postagem de verdade! Um pouco menos ordinária…Quem sabe se não reproduzo a coluna semanal de Ocara? Esse sim pensa, logo, escreve.
O mesmo presidente dos pobres e corinthianos que foi dignificado com as palavras do Ronalducho. “O presidente Lula é quem mais está ajudando o Corinthians nessa fase. Ele está dando alguns contatos de empreiteiras que podem nos ajudar. O presidente está muito interessado no projeto do Corinthians. Ele é fanático, um corintiano roxo” falou o astro pançudo. Muy amigo.
Enquanto isso, na Banânia…Está sendo dito que haverá, com o PEC que está sendo aprovado – quase às escondidas, uma diminuição dos gastos com o aumento do número de vereadores. Eita lá, vai aguentar uma coisa dessas! É o tal Brasil Barroco da Banânia, vulgo BBB. Valei-me, meu tico e teco.
Fernando Ferro comanda o “trem” (Magno Martins)
Sob forte pressão, o Congresso dá encaminhamento a uma proposta no mínimo indecente – a que cria 7,4 mil vagas nas câmaras municipais. Já aprovada no Senado, a PEC – Proposta de Emenda Constitucional – ganhou na Câmara, ontem, uma Comissão Especial, presidida pelo deputado pernambucano Fernando Ferro (PT-PE).(…)
Felizmente, barrar o trem da alegria não depende apenas de Ferro. Se aprovada na comissão que ele passa a presidir, será remetida diretamente ao plenário da Câmara. Nesta fase final, terá de receber o voto favorável de 308 deputados em dois turnos.
Parlamentares que se contrapõem garantem que o projeto é flagrantemente inconstitucional, visto que levará, no mínimo, a uma recontagem de votos a eleição passada. Acrescente ao inconstitucional o termo imoral e vergonhoso.
Jornal do Vale: Na última semana, o senado, pressionado por vereadores e suplentes, aprovou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz os custos dos legislativos municipais. Na realidade não passa de um “acórdão político” entre deputados e senadores, ou seja, um pré requisito para a famosa ampliação do número de vagas nas câmaras de vereadores. O pagador de impostos e o eleitor devem estar atentos, porque se a câmara seguir o mesmo caminho, fatalmente teremos menos verbas para investimentos, apesar de que eles insistem em alegar que os gastos não aumentarão, algo impossível de acreditar neste país.
Para quem quiser saber mais sobre Trens de Alegria, PEC e outras putarias…