Reflexões diárias, anuais, milenares sobre tudo e todos, achados, criados e misturados. Uma salada virtual de política, humor, Educação(ou falta), Artes(desastre) e demais assuntos que der na telha.
Comumente sou péssimo em desculpas esfarrapadas. Fosse um detestável político jamais conseguiria levar a cabo promessas irrealizáveis e depois…dar uma palavrinha qualquer, como faz, por exemplo, nosso ídrulu Ocara.
Estou pensando em uma que permita que vocês me perdoem pela ausência constante e prepare vossos benevolentes corações para novos desaparecimentos programados…
Na lista das mais comuns e desejáveis que pensei poderia enumerar: estou viajando; estou doente; cansado; sem tempo(poderosa); minha bisavó morreu; fui levar meu cachorro para vacinar; fui (re)preencher o cartão do fome zero; estive correndo para me preparar para a Rio2009 (aquela do helicóptero fumaçante); estive passeando com a esposa que estava muito brava pois terá uma dúzia de filhos de uma única vez sem a lipospiração; estive visitando os colegas virtuais(epa, essa é uma mentira deslavada); peguei uma fila do INSS e nunca mais consegui sair; estou sem acesso à internet por conta da greve dos bancários que não me permitiu pagar o boleto do provedor; fui para os jogos do meu glorioso Sport Recife e fiquei desiludido da vida; estou preso com ZéGaia na embaixadura Tupiniquim em Honduras; estive surfando em Boa Viagem e um tubarão me proibiu de navegar na net; pediram meu PC emprestado e jamais devolveram; estou tão cansado, mas, tão cansado que não consigo nem terminar esse post; não tenho o que dizer por isso não escrevo; o elevador do meu prédio quebrou e não consigo descer cento e setenta e oito lanços de escada; não acontece nada de interessante que mereça intervenção blogosférica; estive acompanhando o casal Ocaras no percurso lúdico pelo interior pernambucano; fui picado pela tsé-tsé e agora só durmo e sonho postando e quando levanto é hora de dormir de novo; (…) estou brigando dia e noite contra as reticências, assim, não tenho como postar…(elas novamente!).
Morte aos três pontinhos, viva as mil desculpas que ainda inventarei!
Falando um pouco sério, o jovem Bruno Kazuhiro vai fomentando, ao longo do último ano, um dos melhores espaços de discussão política da internet com tolerância e bom senso. É por essas e por outras que ainda acredito na nossa gloriosa república da Banânia.
Existe mundo inteligente além dos Ocaras da vida…
Aos meus caros colegas da virtualidade ratifico minhas desculpas pela ausência, mas, aos poucos estarei em suas aconchegantes casas blogosféricas…
Mudando de tema e voltando ao mesmo… Tratarei da educação sob o ponto de vista das classes abastadas ou pelos contrastes entre os modelos de escola. O Apartheid educacional.
Grosso modo, passa-se a impressão que a rede privada é diferente da escola pública de ensino. estadual e municipal Façamos o seguinte, a partir dos problemas renitentes, comentaremos os fatos. Como trabalhei (trabalho) em ambos estabelecimentos dito educacionais não terei dificuldade em legitimar os dados expostos.
O menos favorecido vai à instituição pública “fugir” quase sempre dos problemas de sua família, do seu bairro, da violência, por não “poder pagar a uma escola melhor” ou simplesmente por conta da merenda – a fome de conhecimento perde espaço para inaceitável situação social. Já os pais riquinhos matriculam os filhos em instituições que geram repercussão social: “Fulaninho, teu filho estuda onde? Ah, aquele colégio é muito bom e caro…” enfim, os filhos estão a serviço da hipocrisia, da idiotice, sendo apenas moeda da vaidade de alguns tolos a quem a vida só mascarou a superficialidade de suas concepções morais. Recalques insuperáveis, mesmo com a conta do analista chegando no final do mês. Analista também é chique e existem os que estão na moda.
Ao pobre cabe um excessivo esforço de aprendizagem para temas, às vezes, complexos, reflexivos e em turmas com pelo menos 60 colegas abarrotados em salas quentes, sujas e sem a menor capacidade de suscitar interesse pelo convívio com as letras e os números. A fome, a dor, a humilhação, o desamor, a falta de perspectiva caminha de mãos dadas com a falta de estrutura física dos colégios, do engenho psíquico e da precária formação dos professores maltrapilhos, comumente estes também de desprezível saber – caíram nas malhas da licenciatura por falta de outra oportunidade na vida. Os alunos que saem pela porta da frente, vindo da escola pública, estão firmemente com os pés fincados nos preceitos ligados à eficácia humana: trabalho, reflexão e suor. Ao contrário do que é passado pelas propagandas eleitorais e pelos piegas programas televisivos do tipo “soupobrinhoedeicerto”, não são poucos os que se sobressaem pela via do vigor da alma.
No caso da instituição privada de ensino, mesmo em espaços climatizadas, com aparatos tecnológicos de última geração e com todo conforto, os estudantes também estão apinhados em salas que, na verdade, servem apenas para conter, reter e não para educar. Deixa-se claro que essa clientela já tem futuro garantido, não precisam de esforço. Estão na melhor escola, no judô, no inglês, espanhol, na dança de salão, no Jiu Jitsu, nas aulas de apoio como numa contemplação passiva. “meu filho, tem todo o tempo preenchido” diz aqulela mãe, feliz pela simplicidade que é criar um filho no mundo das aulas e dos esportes. São os filhos da geração “sabemqueméomeupai?”. Fazem parte do futuro do Brasil que aparecem nos encontros da fina flor da sociedade como: “ah, meu filho só tira dez! A professora me disse que ele sabe tudo. Recebeu até um prêmio com troféu e tudo…” É a representação do absurdo da educação que não educa, apenas transfere status. Transfere como um investimento no qual o lucro cabe ao investidor (pais). Os filhos são os produtos. Não dá para esquecer que alguns cursos não tratam mais de mensalidade e sim de ‘investimento”. Nada mais claro…
Para finalizar, entendo a educação (Fundamental, principalmente) como tripê escola-família-comprometimento, na escola pública não temos nenhum desses pés funcionando como seria aceitável. Falta principalmente o arcabouço, a base familiar que nos encaminha durante os nossos períodos de formação intelectual e psicológica. Os outros pilares já foram tratados anteriormente. Nos colégios dos endieirados temos algo bem parecido a um circo de horrores. Os professores são malabaristas e comumente também palhaços encenando a grotesca peça para a qual são pagos (normalmente bem mal pagos, os calabocas). A família também não dá as caras, a não ser quando a mãe vem perguntar o motivo pelo qual o seu filhotinho (o santo) foi destratado pelo professor Sicrano ou porque a nota do filhinho foi tão baixa: “o professor não está vendo isso!” pergunta a mainha indignada ao diretor, pois, já pulou a coordenação pedagógica que na sua visão não pode resolver a situação, o poder indica que somente o docente sendo demitido será apazinhago os ânimos da progenitora, elas “podem”…Respondendo diretamenta a ela:
Madame, somos todos cegos, a serviço da Educação faz-de-conta dos Bacanas…
Tratarei de um tema polêmico dentro do contexto da educação formal: a inclusão social (terminologia progressista) a partir da interferência da Escola, como falácia dos profissionais engajados da área. Temos imediatamente dois opostos, paroxismos da educação. De um lado – e maioria – os pedagogos e professores com um pé no futuro e que “reinventaram” a arte de ensinar sem esforço algum por parte do aluno e, muitas vezes, sem seguir nem vestígios de quaisquer preceitos éticos que funcionariam, comumente, como condutores dos relacionamentos. Obviamente, do outro lado está os acomodados que não aceitam as mudanças porque não foram preparados para tal. Daí o medo de dizer o que aponta a razão: o problema não parece estar somente circunscrito à escola e aos professores como simplificam os mais entendidos. Surgem então os psicólogos logo atrás, com as placas indicando que falta mesmo é limite, palavrinha coringa essa. Parece até que trabalham no Detran. Não duvido que estejam certos, mas, na verdade, poderiam avançar um pouco mais no simplismo que indica a dificuldade de convivência e vivências do jovem como reflexo de um mal bem mais arraigado e de combate no básico tripé que existe desde que o mundo convencionou chamar mundo por mundo e está no âmbito social/familiar/escolar.
Como disse, o antigo parâmetro do professor versus alunos não é mais suportável, então, simploriamente é oferecido ao estudante o papo cabeça imediatamente contrário: docente e discentes são farinha do mesmo saco. Será?
Alunos e professores por participarem do mesmo processo de ensino-aprendizagem estão sujeitos a essas, digamos, facilidades reducionistas, simplificadoras, da modernidade. No nosso tempo pode-se misturar para depois obter-se resultados – é o mesmo preceito que rege a pós-modernidade nas artes. Da mesma forma que há uma necessidade básica dos pais falarem “a mesma língua” dos filhos, como é apregoado pelas cartilhas da psicologia e da pedagogia moderna. Será mesmo isso tão necessário?
No esteio dessas contradições há, pelo menos para mim, uma diferença e delimitação básica entre aluno e estudante. Nas minhas intervenções em sala, de nada me vale tentar incutir em um camarada com 18 anos, por exemplo, algo que deveria ter sido apreendido aos oito. Improdutivo. Nisso as teorias da psicologia da educação são bastante claras (vide Piaget): aprendizados diferentes, idades ideais diferentes. Sim, mas, voltemos. Aluno são aqueles que fazem número na sala e que aparecem nas atas, chamadas e números do governo para obter recursos dos bancos mundiais de financiamento e quase sempre usados em campanhas eleitorais em gráficos multimídia. Já os estudantes – além da diferença terminológica sugerida pelos policamente corretos da educação – são os únicos beneficiários do atual sistema escolar. São eles que fazem diferença e não os professores como supõe a maioria da categoria docente. São eles que ultrapassam as condições horríveis de uma educação “gotancitiana” em que a maioria dita o que não vai ser objeto de estudo da minoria realmente interessada em desenvolver potenciais. Estudo é esforço, o resto é apenas mensagem…
São também, estudantes, o exemplo claro que demonstra que o bom senso não pode ser ensinado de forma voluntária; são respeitosos (no sentido amplo) no momento em que essa qualidade é cafona (até mesmo o termo cafona está obsoleto); são criativos e não apenas inventivos como todos são em fases iniciais do aprendizado. São também jovens e se misturam aos outros transformando todo contexto em massa falida. Será mesmo? Ou será que estamos misturando joio, trigo e gasolina?
Notem que trato apenas da escola formal e não dos mecanismos informais, sem intervenção direta do estado.
Defendo a escola para quem quer escola. Universidade para quem quer universidade. Mudar circunstâncias adversas para quem reaje às adversidades. Daí também defendo oportunidades para todos, e principalmente, para os que veem na escola algo que a rua, a família, a marginalidade não pode dar. Defendo essa minoria. Acho que sou/estou meio cafona… Contestar o que mantém o status quo da escola moderna não parece um bom caminho que escolhi… Colocar no colo do aluno um pouco de responsabilidade também vai gerar os “traumas” cansativamente repetidos pelos policamente corretos. Parece que estou vendo o rebu: “seu reacionário! Você não sabe o que e com quem está falando!”
Antônimos perfeitos, os Pecados Capitais são diretamente opostos às Sete Virtudes. Estas são as possibilidades de salvação dos pecadores. Daí nosso post…
Havia uma cotrovérsia clara quanto ao pecado da Melancolia…Vago demais, poético demais, como discursos políticos. Então, nada mais justo que a substituição pela preguiça, outro grande atributo da raça.
Mas, vamos ao que interessa.
Ao sabor do tempo e do momento histórico-religioso, os filósofos/teólogos foram estudando as vissicitudes e modificando o quadro das faltas humanas. Em São Tomás de Aquino a classificação dos pecados foram reconstituídas e, chegamos à seguinte lista:
Vaidade;
Inveja;
Ira;
Preguiça;
Avareza;
Gula;
Luxúria
Sendo assim, tenho a árdua tarefa de eleger fatos que justifiquem “todos” estes pecados. Tadinho. Não se acanhem caso não concordem com os “eleitos”. Sei que será uma grande maldade que apareçam tantos dos nosso representantes, mas, é um meio de purificação: do pecado para a virtude. É assim desde Cabral…
Vaidade - O príncipe dos sociólogos, o venerável, excelente, glorioso…Pai do Real!
Inveja – Pecado que movimenta os políticos. Alguns têm inveja até dos que já morreram como Juscelino e Vargas;
Ira -ódio guardado a sete chaves das zelite que faz o mundo cada vez mais sem sentido;
Preguiça – O Rei da Banânia trabalha pouco. Virtude dos grandes populistas. O contrário dos homens que dão movimento ao mundo. Também o Judiciário perde por pouco a vaga…
Avareza – O Grande Pirangueiro é o Senado da República. Dali não sai nada, nadinha. Tudo delles!
Gula – Minha culpa, minha máxima culpa… Mas, tratarei apenas da voracidade no trato com o erário. Então, sabem onde vai dar essa conversa.
Luxúria – O estupendo grupo do Homem de Ribeirão Preto, ex-ministro do Rei da Banânia, exterminador de Francenildos…Era cada festa! Tudo acaba em festa. Viva! Atos Secretos!
Como foi dito essa lista serve apenas para ajudamos nossos representantes no simples e sincero processo de purificação. Amém! Amém!
Da moral - Elaborado na hora do almoço e exposto em plenário no meio da tarde, o pacote de “moralização” do Senado contava, na noite passada, com a adesão de 20 senadores. (texto do Josias de Souza)
Espetáculo do crescimento – Aumento do número de vereadores. Mais 7343 mamadões…
O FED é phoda! - Fed ganha superpoder para controlar mercado nos EUA.
Presidente Ocara e suas falas maravilhosas ou pru mode não te cala, home - Ocara disse que na reeleição do democrata Mahmoud Ahmadinejab não poderia ter havido fraude. Realmente Ocara está certo mais uma vez. Aqui mesmo na Banânia tem gente direitinha que no esteio de votos fraudados ou não julgam não precisar responder pelos mensalões da vida…
Humor negro, não se brinca com dois desastres! – O avião já caiu, juros cairão agora devagar…
Pornô - Bons tempos eram aqueles em que os atos secretos eram apenas os prazeres mundanos…
Privatização já! - O senador Cristovam Buarque já quis fechar o senado. Para quem diz defender a Educação foi um ato terrorista, mas, concordo com uma privatização do senado. Queria ver os bons-mocinhos defendendo Sarney: “O senado é nosso! Fora, capitalistas!”
Eu já sabia… Collor disse que faria a mesma coisa que o presidente Ocara faz, só que de maneira diferente. Pensando bem, elle tem razão. Fiat Elba, cuecas recheadas, Lulinha Filho e Telemar, mensalões tem tudo a ver, mas, são diferentes, Ocara ainda está lá.
Lembrando uma época remota…”Estou cada vez mais convencido da minha inocência” disse o Zé, antigamente da casa civil. Pensando bem eu também vou mentalizar “estou convencido de estar cada vez mais magro”
Presidente amigo – Presidente Ocara saiu em defesa do glorioso Sarney. “Penso que ele (Sarney) tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.” Novamente, ponto para Ocara! Sabe das coisas! Gente boa! Acho até que Ocara e Sarney formariam uma chapa eleitoral imbatível… Quem sabe se ele não vai ser vice da presidente Ocara? Tudo em casa.
Comissão já identificou 650 atos secretos no Senado – Isso é o que a gente não ver, imagine o que a gente ver?
Obama e as moscas – Obama mata moscas, aqui na Banânia, comemos! Ocara, Ocara, se eu fosse v. gravava um vídeo comendo uma varejeira…Faria o maior sucesso no youtube.
A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
Os óio se enche d`água
Que até a vista se atrapaia, ai, ai, ai
Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Almir Sater, Pena Branca, Xavantinho, Elomar, Xangai, Vital Farias, Dominguinhos e tantos outros exprimem bem o que deveria ser a música brasileira de verdade, a MBV. Não só pelas romarias, saraus e cantorias que promovem pelos quatro cantos dos rincões esquecidos, tampouco por representar um Brasil rural que talvez seja a verdadeira vocação nacional, mas, e, principalmente pelos resgates de entes extraordinários perdidos nesse mundão de (sem) Deus. No Brasil profundo, o homem é o retrato do Cuitelinho, a procura das próprias revoluções, com a saudade de um mundo que nunca presenciou, a não ser nos causos, cordéis ou canções heróicas repassadas através das gerações.
Impressiona em Cuitelinho, de domínio público resgatado por Paulo Vanzolini e Antonio Xandó, a verdadeira socialização do saber popular. Assim, a esta música são acrescentados estrofes ao sabor do autor, sua vivência e leitura do mundo. Talvez até por essa característica, a música tenha sido interpretada por tantos artistas, inclusive estrangeiros.
Esses menestréis são simbólicos por levar ao povo aquilo que, na verdade, pertence a eles próprios. Interessante e sugestivo. Cuitelinho bem como Cio da Terra são odes ao sofrimento com ternura e também um nobre “sonho pouco, pois não precisamos de muito”. São muito mais que canções populares, suas letras simples e brasileiras tem uma espécie de singeleza em extinção nos grandes centros urbanos. Para ratificar as nossas diferenças basta ver no youtube a versão de Cio da Terra pelo afobado Lirinha do Cordel do Fogo Encantado.
A impressão que se tem é que quem escuta de fato essas “modas” não rouba, mata ou corrompe. São solidários e com implicações que esse altruísmo venha ocasionar. Visão romântica Freyreana de nosso país…
Pelas inferências, tem no Cio da Terra um pouco de Asa Branca (Luiz Gonzaga) mais universal, menos marcadamente nordestina. Tem também um pouco dos índios que fecundavam o chão com mestria. Ainda contempla o negro pela lida no campo, nos engenhos se lambuzando com mel dos senhores(em todos ingratos sentidos da palavra). Um país por inteiro na sua heterogeneidade e pelo milagre da verdadeira divisão do pão para todos.
Dizem que lá pras bandas das Cordilheiras dos Andes existe um pássaro singular. Não sei qual é seu nome, não lembro. Assim reconheço a ave apenas por sua maior e visível qualidade: Estranho.
Estranho tem os olhos esbugalhados, saltados para além da órbita ocular, chamativos e exaltados. Suas penas são de tamanho diferente – em desnível natural incrível, pois, a não similaridade na natureza não é comum.
O coitado do pássaro, o Estranho, ainda tem uma beleza peculiar e por isso é caçado por todos e, vale uma nota no mercado negro do tráfico de animais silvestres, assim, está em vias de extinção, claro.
O passarinho é mais impressionante ainda nos ares. A variação provocada pelo tamanho diferente das penas acetinadas ocasiona uma mudança de cores que passam por todas as matizes do arco-íris criando um espetáculo de imagens maravilhosas e surpreendentes.
O professor é um passarinho estranho…
É estranho quando com os olhos esbugalhados, a la Juliana Paes, vê o mundo sob prisma diferente, de cima, das nuvens, humano. Impressiona e deixa-se impressionar pelo impuro, pelo que esbugalha ou deveria.
É estranho quando, assim como as penas do Estranho, ver beleza nas diferenças entre indivíduos. Quando nota nas inquietudes, dores e sofrimentos um aperfeiçoamento simples, inevitável, natural.Não sendo comum na sua singularidade, aceita e estimula as discordâncias, a diversidade. No desnível das penas encontra a (des)harmonia em conviver e tornar-se melhor ou pior a cada batida de asa.
Não tem medo das alturas nem de não pertencer ao grupo homogêneo dos que fazem sempre o politicamente correto – verdadeiro empecilho às verdadeiras revoluções.
É estranho ainda quando bate asas… É, o professor, normalmente um pássaro sem asas,sem cor. Castrado na magnitude de seu recurso produtivo primordial: a palavra. Podado pelos poderes gravitacionais negativos: política, ética, distribuição de renda e outros sabotadores do voo.
Ainda assim, alguns conseguem se livrar das intempéries do cotidiano e se lançam no mundo para um bater asas sem volta, belo, pungente e revelador.
A Poupança do Presidente Realmente a poupança ainda é a preferência nacional…Até o presidente Ocara está mexendo nela. Só falta agora uma plástica na Cara…
Medinho - O senador Heráclito Fortes está com medo, parece que o presidente dos brasileiros decentes vai bulir apenas com as grandes poupanças.
Cristovam Buraco - Senador da Educação retirou o nome da CPI…Buarque além de fechar o congresso, quer também acabar com a decência dos indecentes.
Infame - Falando em poupança…Segundo o novo acordo ortográfico: não trema na lingüiça!
Golpe militar - Só no ano passado os saques e compras com cartões corporativos no âmbito do Ministério da Defesa e das Três Armas somaram mais de R$ 2,2 milhões…Cuidado, Petistas!
29 meses de crise - Yeda, Cruzes!
3º Mandato Concordo com a tese de mais 4 anos para o presidente de todos os brasileiros… Afinal, melhor viver numa Venezuela que no Brasil de Lula. Desenho?
O Homem sabe o que fala… Sobre a CPI da Petrobrás, do presidende Ocara “Eu até agora não sei o que está por trás disso. Possivelmente alguns que assinaram estavam querendo tirar das suas costas todo esse debate que a imprensa está fazendo sobre o Senado.” Não sei de nada, não me digue nada.
A gripe do bode “O Brasil não vai entregar alguém para ser bode expiatório na Itália.” Tarso, sogro de algum infeliz.
Ânimo novo -Susan Boyle, a caloura de programa de TV que encantou o mundo, vai procurar o médico da mulher que anda com Ocara.
Instintos primitivos – O R. Jefferson quer agora um encontro com Zé Dirceu, segundo o Lauro Jardim. Coisa linda é o amor…
Ainda sobre Ocara no poder - (dados do Radar da Veja) Pesquisa da Arko Advice “Como o senhor votaria em uma proposta para permitir o terceiro mandato para Lula?”. A esmagadora maioria de 79% cravou “não”. O levantamento, feito na semana passada, ouviu 124 deputados governistas e 43 da oposição. O presidente de todos brasileiros parece que não é o presidente de todos-os-filhos-da-foto-acima…