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Arquivo de maio, 2009

31/05/2009 - 21:51

O Parque de Dona Lindu

Carnaval fora de época – Dona Lindu Fest

Para não ser incoerente com outras postagens sobre o carnaval…mea-culpa. Não é de todo ruim. O vídeo abaixo é uma montagem a partir da paródia feita pelo grupo carnavalesco Quanta Ladeira que ano a ano vem trazendo temáticas diferentes para a festa de Momo sempre ligadas ao momento político.

Contextualizando…O Parque Dona Lindu está sendo construído na Av. Beira Mar de Boa Viagem, região mais  nobre do Recife, para quem não conhece. A comunidade (Dona Zelite) não aceitou a quantidade de concreto  aparente numa área hostil pela própria discrepância social. O Projeto é de uma babação explícita  e vontade pessoal do ex-prefeito do Recife João Paulo que agora, em troca, humilhantemente passa dias e dias a espera de um auxilio do presidente. Puxa-saquismo não é uma boa estratégia, o ex-prefeito não conseguiu nada com o presidente dos pobres e desvalidos que gosta também dos monumentos milionários em benefício dele próprio. Evo e Chávez são fichinhas…

O Parque já foi inaugurado várias vezes pelo filodadonalindu e continua inacabado. É uma obra estranha do arquiteto comunista mais rico que conheço, aliás, como são todos os comunistas que conheço. Um poema concreto à desfaçatez política e ética.

Deixemos de conversa e vamos à paródia da turma do Lenine e cia…

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Abobrinhas, Humor, Música, Política, Sem categoria Tags:
27/05/2009 - 11:32

Cuitelinho, Cio da Terra e outros brasis

A tua saudade corta
Como aço de navaia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
Os óio se enche d`água
Que até a vista se atrapaia, ai, ai, ai

Renato Teixeira, Rolando Boldrin, Almir Sater, Pena Branca, Xavantinho, Elomar, Xangai, Vital Farias, Dominguinhos e tantos outros exprimem bem o que deveria ser a música brasileira de verdade, a MBV. Não só pelas romarias, saraus e cantorias que promovem pelos quatro cantos dos rincões esquecidos, tampouco por representar um Brasil rural que talvez seja a verdadeira vocação nacional, mas, e, principalmente pelos resgates de entes extraordinários perdidos nesse mundão de (sem) Deus. No Brasil profundo, o homem é o retrato do Cuitelinho, a procura das próprias revoluções, com a saudade de um mundo que nunca presenciou, a não ser nos causos, cordéis ou canções heróicas repassadas através das gerações.

Impressiona em Cuitelinho, de domínio público resgatado por Paulo Vanzolini e Antonio Xandó, a verdadeira socialização do saber popular. Assim, a esta música são acrescentados estrofes ao sabor do autor, sua vivência e leitura do mundo. Talvez até por essa característica, a música tenha sido interpretada por tantos artistas, inclusive estrangeiros.

Esses menestréis são simbólicos por levar ao povo aquilo que, na verdade, pertence a eles próprios. Interessante e sugestivo. Cuitelinho bem como Cio da Terra são odes ao sofrimento com ternura  e também um nobre “sonho pouco, pois não precisamos de muito”. São muito mais que canções populares, suas letras simples e brasileiras tem uma espécie de singeleza em extinção nos grandes centros urbanos. Para ratificar  as nossas diferenças basta ver no youtube a versão de Cio da Terra pelo afobado Lirinha do Cordel do Fogo Encantado.

A impressão que se tem é que quem escuta de fato essas “modas” não rouba, mata ou corrompe. São solidários e com implicações que esse altruísmo venha ocasionar. Visão romântica Freyreana de nosso país…

Pelas inferências, tem no Cio da Terra um pouco de Asa Branca (Luiz Gonzaga) mais universal, menos marcadamente nordestina. Tem também um pouco dos índios que fecundavam o chão com mestria. Ainda contempla o negro pela lida no campo, nos engenhos se lambuzando com mel dos senhores(em todos ingratos sentidos da palavra). Um país por inteiro na sua heterogeneidade e pelo milagre da verdadeira divisão do pão para todos.

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Artes, Humor, Música, Pessoal, Sem categoria Tags:
24/05/2009 - 00:18

Estranho…

Estranho

Dizem que lá pras bandas das Cordilheiras dos Andes existe um pássaro singular. Não sei qual é seu nome, não lembro. Assim reconheço a ave apenas por sua maior e visível qualidade: Estranho.

Estranho tem os olhos esbugalhados, saltados para além da órbita ocular, chamativos e exaltados. Suas penas são de tamanho diferente – em desnível natural incrível, pois, a não similaridade na natureza não é comum.

O coitado do pássaro, o Estranho, ainda tem uma beleza peculiar e por isso é caçado por todos e, vale uma nota no mercado negro do tráfico de animais silvestres, assim, está em vias de extinção, claro.

O passarinho é mais impressionante ainda nos ares. A variação provocada pelo tamanho diferente das penas acetinadas ocasiona uma mudança de cores que passam por todas as matizes do arco-íris criando um espetáculo de imagens maravilhosas e surpreendentes.

O professor é um passarinho estranho…

É estranho quando com os olhos esbugalhados, a la Juliana Paes, vê o mundo sob prisma diferente, de cima, das nuvens, humano. Impressiona e deixa-se impressionar pelo impuro, pelo que esbugalha ou deveria.

É estranho quando, assim como as penas do Estranho, ver beleza nas diferenças entre indivíduos. Quando nota nas inquietudes, dores e sofrimentos um aperfeiçoamento simples, inevitável, natural. Não sendo comum na sua singularidade, aceita e estimula as discordâncias, a diversidade. No desnível das penas encontra a (des)harmonia em conviver e tornar-se melhor ou pior a cada batida de asa.

Não tem medo das alturas nem de não pertencer ao grupo homogêneo dos que fazem sempre o politicamente correto – verdadeiro empecilho às verdadeiras revoluções.

É estranho ainda quando bate asas… É, o professor, normalmente um pássaro sem asas,sem cor. Castrado na magnitude de seu recurso produtivo primordial: a palavra. Podado pelos poderes gravitacionais negativos: política, ética, distribuição de renda e outros sabotadores do voo.

Ainda assim, alguns conseguem se livrar das intempéries do cotidiano e se lançam no mundo para um bater asas sem volta, belo, pungente e revelador.

É a educação para a beleza do voo.

É o professor um pássaro Estranho.

“Ah, estranha forma de vida…”

Carlos Caldas, Gravatá – PE – 21/05/2009

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Educação, Pessoal, Sem categoria Tags:
22/05/2009 - 17:58

A liberdade sou eu

“O homem é o único quadrúpede de duas patas”

Chumy Chúmez

Dê dinheiro, mas não dê liberdade à blogueiro…

Este post é somente para lembrar que a liberdade de opinar é de todos…Ainda bem!

Neste nosso espaço aceito todos comentários…. Então não ativei a moderação, mas, algo que não me agrade ou não encha os olhos da justiça dos homens tratarei com o mesmo rigor que Fidel, Mao e Che dispensaram aos seus opositores – guilhotina(ou melhor, moderação nelles).

Não é o caso, pois, até que aceito contraditório, desde que obedeça aos preceitos da verossimilhança. As construções ficcionais dos amigos reais e virtuais dessa forma são bem-vindas, exemplo: o presidente dos pobres e não banqueiros; o melhor presidente; presidente ético…Enfim, criem o que quiserem, principalmente baseados em Machado de Assis e Dostoévski. No entanto, cheirem bem, para textos imundos e nojentos ideologicamente continuarei com o procedimento que adotei até agora e, só terei o trabalho de marcar coments e créu! Nem leio, aliás, como o pessoal que gosta dessa espécie de música.

Quem não aceitar, tchau! Beijos! Se é por falta da adeus até logo!

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Abobrinhas, Educação, Humor Tags:
17/05/2009 - 21:07

Curta as curtas…requentadas

A Poupança do Presidente Realmente a poupança ainda é a preferência nacional…Até o presidente Ocara está mexendo nela. Só falta agora uma plástica na Cara…

Medinho - O senador Heráclito Fortes está com medo, parece que o presidente dos brasileiros decentes vai bulir apenas com as grandes poupanças.

Cristovam Buraco - Senador da Educação retirou o nome da CPI…Buarque além de fechar o congresso, quer também acabar com a decência dos indecentes.

Infame - Falando em poupança…Segundo o novo acordo ortográfico: não trema na lingüiça!

Golpe militar - Só no ano passado os saques e compras com cartões corporativos no âmbito do Ministério da Defesa e das Três Armas somaram mais de R$ 2,2 milhões…Cuidado, Petistas!

29 meses de crise - Yeda, Cruzes!

3º Mandato Concordo com a tese de mais 4 anos para o presidente de todos os brasileiros… Afinal, melhor viver numa Venezuela que no Brasil de Lula.  Desenho?

O Homem sabe o que fala… Sobre a CPI da Petrobrás, do presidende Ocara “Eu até agora não sei o que está por trás disso. Possivelmente alguns que assinaram estavam querendo tirar das suas costas todo esse debate que a imprensa está fazendo sobre o Senado.” Não sei de nada, não me digue nada.

A gripe do bode “O Brasil não vai entregar alguém para ser bode expiatório na Itália.” Tarso, sogro de algum infeliz.

Ânimo novo -Susan Boyle, a caloura de programa de TV que encantou o mundo, vai procurar o médico da mulher que anda com Ocara.

Instintos primitivos – O R. Jefferson quer agora um encontro com Zé Dirceu, segundo o Lauro Jardim. Coisa linda é o amor…

Ainda sobre Ocara no poder - (dados do Radar da Veja) Pesquisa da Arko Advice “Como o senhor votaria em uma proposta para permitir o terceiro mandato para Lula?”. A esmagadora maioria de 79% cravou “não”. O levantamento, feito na semana passada, ouviu 124 deputados governistas e 43 da oposição. O presidente de todos brasileiros parece que não é o presidente de todos-os-filhos-da-foto-acima…

MOEDA FORTE

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Abobrinhas, Humor, Notícias, Pessoal, Política, Sem categoria Tags:

15/05/2009 - 09:44

MPB, cenas culturais, política e outras coisas inúteis

Sabem de uma constatação que não vai agradar. A famigerada MPB não existe mais.  O Caldeirão de ritmos não ferve ou nunca antes neste país ficou tão frio…

Os governos progreçista deixaram a música politicamente correta, praticamente intragáveis (não considerem o trocadilho infame, por favor).

Tomemos como exemplo, uma chamada Nova Cena Pernambucana. Não venham com pegunta difícil; também não sei o que significa. Deve ser um grupo de teatro. Têm figuras realmente engraçadas nessa nova leva de candidatos a astros e estrelas. Uns mais, outros menos vão cumprindo a sina de levar a todos a constatação acima, a nota de falecimento. Alguns destes entes musicais fazem arte engajada, sem definição, queridos pela meninada e pelos meninotes, mídia e críticos tupiniquins. São os lindos que vão salvar o mundo das nefastas heranças malditas de Chiquinha Gonzaga e cia. É a geração dos Cara Pintada chegando às paradas do sucesso.  E por isso o fim está perto. As minorias intelectuais fazendo música para o povão do bonde do tigrão. O negócio é o seguinte, para fazer sucesso é preciso apenas uma carinha de anjo, um corpinho de pilão, tatuagem não mais de dragão, um piercing (ou o pírcingue português), cabelo colorido preferencialmente amarelo ou vermelho e, falar um monte de torpedos que ninguém entende, mas, todos “entendidos” aplaudem. Pronto. Confeccionado o novo astro. Simples, não?

Já estou com enrolada. Voltando a falar de Pernambuco…Temos um agradável povo ordeiro e alegre que respeita as minorias. China, Mombojó, Otto e tantos outros fazem música para o governo do estado e secretarias municipais de cultura como  a de Recife. O Estado politicamente correto financia os shows desse pessoal, na verdade financiamos. Da mesma forma que existe o MST aparece também MSP (Movimento dos Sem público). O ouvinte cativo é sempre o mesmo, “um vai ao show do outro e o outro vai ao show do um” e depois saem propagando: Irado, cara! Já o povão, não consultado, preferiria um bom brega rasgado e um churrasquinho de gato, como circo e o pão já é fornecido pela Bolsa Esmola. A verdadeira encarnação minorias… O mesmo princípio das ONGs financiadas com o nosso dinheiro: “dá a quem não pede e pede a quem deu(nas campanhas políticas)”.

Há uma tentativa de promover novos lundus (pintura de Rugendas) nessas novas cenas culturais. Com ou sem sucesso? Não importa mande a conta que pagamos. E a influência africana está garantida, isso dá IBOPE e real…O grupo Mombojó tem uma letra de uma complexidade fenomenal que trata dessa grande festa: “Eu quero ver quando eu chegar/E te chamar para dançar /O que é que você vai dizer/ Se vai querer, se vai negar/Tá todo mundo dançando/Eu também quero dançar” Lindo! Eu também vou dançar!

Falando de letras brasileiras de qualidade…Esse povo nasceu pra isso! Viva! Como exemplo, a professora Sandy (irmã do Júnior, da antiga dupla Sandy & Júnior) que aderiu de vez à MPB. Fico emocionado quando escuto no alto de sua singeleza, a baixinha cantar “O que é imortal…não morre no final”. Profundo. Snif, snif. Deve ter bebido na fonte do eterno aprendiz, o Gonzaguinha, que escreveu uma modinha que embalou uma geração com olhos lacrimejantes “Eu fico com a pureza da resposta das crianças/É a vida, é bonita e é bonita/Viver e não ter a vergonha de ser feliz” Não tenha vergonha também de dizer que isso não é letra, é choro, lágrimas de crocodilo…

Não poderia esquecer que com o Jairzinho, Simoninha, Pedro Mariano, Vander Lee, Jorge Vercilo o futuro  musical do Brasil está garantido. Citando a Marina Lima(letra do A. Cícero), essa nata cultural  mostrará que a Banânia está no caminho certo: “Você me abre seus braços e a gente faz um país”. Dá para chorar também com esse verso…

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Abobrinhas, Artes, Humor, Música Tags:

08/05/2009 - 09:15

Paradoxo da escola moderna

“Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos. “
(Albert Einstein)

A vaga ideia de está sendo deixado para trás incomoda e nos remete ao lado contrário, ainda que seja para a contramão. Ninguém se sente encorajado a dizer: Pare o trem da história que quero descer!

Vamos ilustrar. Nos idos de 1960 John Dewey (foto) lançou os preceitos do que viria a ser chamado de Escola Nova. Nesse mundo ideal o saber está relacionado ao entrelaçamento das vivências com os conhecimentos. Daí professores e alunos estão no mesmo patamar e as informações devem ser compartilhadas. A criança, para Dewey, deveria por si só resolver seus problemas, propor soluções…

Aquela figura do professor que detinha o saber ficou para os bolorados museus da Educação. Quem ministrava aulas e borrava os quadros brancos agora seria mediador do saber não enciclopédico, prioritariamente vivencial.  Algo como a escola que vem das ruas – o som das latas e dos grafiteiros.

O pensador americano queria uma democratização das possibilidades geradas pela Educação, no entanto, o máximo que conseguiu foi a demonização das outras teorias do ensino-aprendizagem anteriores. Pensava em um mundo menos preconceituoso e conseguiu traumas, ojerizas ao tradicional, visto como conservador. Em termos estava lançada as bases da escola moderna independente da perspectiva que adote. É a nefasta uniformização de Orwell. Os preceitos formulados pela Nova Escola pertencem então ao ministério da verdade da oceania (em Novilíngua), não convém contradizê-los. É o duplippensar orwelliano “Guerra é paz; Liberdade é escravidão; Ignorância é força.”

Todo esse preâmbulo servirá apenas para alcançar o ponto que deve incomodar os que conseguem dissipar a cortina de fumaça,  principalmente nos nossos dias politicamente corretos: a escola da modernidade faliu, companheiros! O progressista Paulo Freire permitiu que muitos lessem Paulo Coelho e  que estes incluídos jamais chegassem a um Dostoievski ou Joyce. O estudante virou um não-estudante, o professor um fantoche do sistema inoperante e a escola o grande circo dos horrores. Permitiu ainda que se visse o mundo sob a ótica progressista, mas, infelizmente, não permitiu ver as diversas matizes, as escolas dentro da escola e tudo que estava ao seu redor. Assim, a diversidade progressista esbarra na liberdade de não ser progressista, não acreditar naqueles dinossauros da modernidade. Professor, ou melhor e mais politicamente correto, educador tem que acreditar cegamente nos mantras proferidos pelos sindicatos, partidos “preocupados” com educação, pensadores, professores e políticos que dizem entender o processo escolar como único caminho.

A nossa escola contemporânea criou o monstro da intolerância a título de combater quem? A intolerância. Não acreditam? Então façam o seguinte: conversem um dia com algum professor progressista (99% do total, comumente 100%) de universidade na área de educação. Perguntem: professor queria quando me formar seguir uma tendência mais tradicional que é o que realmente acredito, queria quem sabe trabalhar no Colégio Militar ou nas Damas… Prepare-se para aguentar gancho de direita ou melhor, esquerda! Pau!

Parodiando os Titãs…a escola na modernidade nos deixou burro, muito burro, demais. Fato. Mas, vai dizer isso a alguém, seu reacionário!

Então, já que não podemos pensar, copiemos. Voltando ao Dostoevski que tem solução para todos os males da modernidade… Ele disse algo que nos coloca no difícil e perigoso nível da reflexão:

A falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inenarrável é não se poder estar sozinho.

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Educação, Política, Sem categoria Tags:
05/05/2009 - 08:37

Quem é o camarada? 2

Sei que vocês responderão sem pestanejar, ainda mais com todas as dez dicas que seguem:

  1. O exército o julga um “exímio atirador”;
  2. Ele próprio se determina, ironicamente, como sendo de alta “periculosidade” na época em que atuou durante o regime militar;
  3. Fez curso de guerrilha em Cuba aprendendo as táticas da violência política, intimidação da imprensa e manuseio de explosivos;
  4. No alto de seus 1,94m de altura não acredita no mensalão que para ele é/foi golpe da direita e da mídia oligárquica;
  5. Dorme(ou não) com a cruel dúvida: planejar e executar sequestro é ou não um ato terrorista, no momento, promove projetos ligados à apresentação maquiadas de projetos governamentais inexistentes;
  6. Fez parte da “Dissidência Comunista da Guanabara”;
  7. Depois da queda de algumas esquerdas totalitárias no mundo ganhou uma sinecura no império global que ajudou a combater;
  8. Não direi que o camarada é comparado a Gobbels – ministro do povo e da propaganda de Hitler. Mas, dizem que o homem tem tanto poder quanto…
  9. Quem não o conhece, também não conhecerá o irmão detentor de reais petrolíferos – alvo de CPI abortada com sucesso;
  10. Interlocutor constante para assuntos não republicanos do presidente quase republicano.

Autor: Carlos Caldas - Categoria(s): Abobrinhas, Humor, Política, Sem categoria Tags:
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