22/09/2009 - 18:27
Há um destino penoso que omite o sonho
Defronte do clarão dos raios solares
O nosso futuro tem formas nefelóides
Próximo do inconsequente, algo estranho.
Amor! Doma o tempo- um segundo são horas-
Na qual o tempo é remorado
Aí a vida faz sentido
E tem o “que” audaz.
Esta longiqua força que invade o corpo
Que nos persegue desde os primórdios
E que de certa forma exerce influência.
A linha da existência
É preenchida com escolhas
E cores que ditam a harmonia.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas
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30/08/2009 - 11:03
A névoa que encontra minhas palpebras
As tornando em certo momento pesadas
Me permitem ver algo surreal.
São campos, rios e céu anil.
Cantos, sol e encantos mil.
Tudo aqui é lindo e imune a todo mal.
Nossa que lugar lindo!
A névoa passa e leva este cenário
Em meu corpo chagas e dores
Vã fuga.
Imóvel continua a pedra.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas, Sem categoria
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23/08/2009 - 14:01
Minha ideologia
Engessou-se com o tempo.
Permaneço sendo o mesmo
Contudo a vida é quem muda.
Em alguns momentos
Eu direcionei o dedo
E hoje de forma múltipla
Estes remetem a mim.
Por fim, alguém viu minha ideologia?
Não sei falar!
Talvez esteja em minha incoerência.
Meus inimigos até outrora longínqua
São no momento, fraternos.
Minha condição é importante
Todavia que para suster o mesmo
Eu perca malas, cuecas e ternos.
Minha caridade enche barrigas
E perpetua alienadas cabeças.
Os anos e os artistas
Findos e vivos
Em sanidade se os permitem
Sabem onde se redimem,omitem e mentem.
Não me vejo em meu espelho.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas, Sem categoria
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22/08/2009 - 22:18
Quero te sentir
No sentido abstrato
Da palavra.
Não quero ficar,
Quero estar.
Não queria ter,
Quero ser.
Não se pode definir
O que é indefinível.
Senti-se…
Nem tente,
Não minta.
Caminho sobre o vel
Para chegar ao céu,
Num estado sublime
Onde imprime
A pureza das ações.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas
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15/08/2009 - 14:57
Nenhum traço
De criatividade
E lá se vara
A noite
A difteria mental
Afetou a imunidade
Literal
O silêncio
O breu
Onde estão os versos?
O punho parado
Na batida compassada
Do sangue na veia
E nada
Somente agonia,
A agonia dum poeta.
A inspiração faliu.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas
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15/08/2009 - 14:51
Eu beijo sua alma
E te deixo sem nada.
Me chame de Sida.
O perfume que entranha
Em sua pele
Vence e fede.
Desde então
Vista terno de faia.
Gosto dele ou dela?
Para mim tanto faz
O que vier eu traço.
Qualquer etnia me seduz.
Sigo o exemplo
Do meu mestre
E nele me espelho.
Koch amava muitos
Mas hoje não tão ativamente
Pois alguém conseguiu censura-lo.
Meu nome é Sida
Estou em qualquer esquina
E para os mais íntimos
Dou terno de faia, lárice, olmo…
Tem que estar bem alinhado
Para viagem ao desconhecido.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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15/08/2009 - 14:39
Vida
Abstrata as pessoas
Tristeza, alegria,tudo que se constrata.
A felicidade leva a um estado de leveza,
Mas a tristeza nos deprime,
O sentido da vida.
Vida!
O desequilíbrio entre o nascimento e a morte é vida
A ocupação, a necessidade, a subsistência.
Vida, a existência espiritual após a morte,
Vida a bem-aventurança.
Às vezes uma página sem vida
Que não existe
igual a vida mansa do vagabundo
Ou o humilde suor do trabalhador,
Talvez muitas vezes não reconhecido
Uma desigualdade sem escrúpulos.
Não sei, biografo minha história
Indago minha vida,
Talvez por que ainda esteja vivo!
Vida, a doação ao meretrício,
Quando não existe saída.
Vida, as funções vitais: O corpo!
De tão complexo comparado a máquina.
Vida, que muitas vezes levamos
Nos faz esquecer as vidas que muitas vezes perdemos.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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15/08/2009 - 14:12
Um poial de palavra
Que logo se ara.
Uma legião infame.
Hoje a verdade é um crime
A veracidade encurta a vida
Enquanto o crime a prolonga.
A equidade
É decadente,
Está jusante
Deixando reinar a maldade.
Quem tem
Não quer perder
É muito lucro,
É muito recurso,
É pouca decência,
É pouca indigência.
É uma ilusão verbal
Num paraíso de verba.
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15/08/2009 - 13:33
O menino chora,
Num mundo diferente
Daquele que os anos distanciam.
Nem o que reluz
Traz contentamento,
Nem traz o esquecimento.
Chora o menino
Num mundo incompatível
Ao que o corpo delimita.
O homem-menino
Chora em seus pesares
Com glamour dos ares
E a seqüela da vida.
Chora o homem-menino.
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas
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23/05/2009 - 20:46
Qual o vazio
Que desnorteia seu caminho?
Falsos sorrisos
Em pó
Ou em outro formato
Patrocinam a ignorância
Em fatos perdidos
Nos mais diversos
Tipos de vítimas.
Inocentes ou não?
Qual o calibre?
Pra se ter paz
É preciso guerra?
Meu cofre esta cheio
Então resta a vocês
Mendigarem.
Lute na riqueza da cédula
Ou na ausência do saber
Por que a força distingue.
Pense ou calibre!
Autor: titto_silva@ig.com.br - Categoria(s): Poemas
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