11/10/2009 - 21:05
Gente,
Tenho o maior apreço a um jornmalista que completou esta semana 45 anos de carreira ativos. Isso não é para qualquer um não. Somente pessoas como David Nasser, Adopho Bloch e poucos outros conseguiram ter tamanha credibilidade e respeito por todos os niveis sociais, culturais e políticos, sendo imparcial apesar da amizade com Lula e politicos do PT seu partido simpatizante. Seu blog bateu esta semana records de visitas, gente que aprecia seu layout mental de colocar as palavras,e outoros parcos que chamamos de urubus, poeusando para colocar em palavras ofensivas a inveja que possui dele. Por isso, coloco aqui a minha homenagem a este Monstro sagrado do Jornalismo, Ricardo Kotsho.
Ricardo,
Fiquei feliz em ver a quantidade astronomica para um blog no Brasil de comentrarios que recebeu esta semana.
Será que os deuses do jornalismo te deram este presente?
Com certeza sim. Jornalistas do seu nível com seu tempo de carreira depois de um certo momento de teclado se transforma em uma espécie de patinho de parque de diversão pois pelo moral, respeito profissional e credibilidade se expõe aos que possuem a inveja como capacidade em vez da cultura e do respeito, tacando em sua aura bolas de algodão pensando que vão derrubar este “monstro sagrado” que por pura capacidade hoje és.
Não adianta ter o dom da escrita se a mente não foi presenteada com o dom do bom senso. Não adianta ter o dom da palavra se se não consegues colocar no papel uma foto em forma de texto transmitindo a notícia fidedignamente como ela é.
E você, um jovem jornalista, possui toda esta magia que na mitologia da comunicação foi agraciado pelos deuses em ser um semi deus do jornalismo porque Deus mesmo só tem um e te permitiu isso tudo.
Você estudou, como eu e muitos que te admiram. Mas, sentimos claramente que foi forjado no dia a dia das redações, em uma época rica de fatos que te abriram a mente, o coração te transformando em poeta, crítico e um mago da informação.
Cara, sua humildade em aceitar que um ururbu pouse em seus textos e te chame de puxa saco, perdido e outros adjetivos e você ainda publica é uma grande lição jornalistica para muitos profissionais que se julgam o supra sumo da notícia, o papa do jornalismo se esquecendo de nomes como David Naser, Arthur da Távola ( meu professor) e você, senhor das palavras.
Como todo profissional bem na profissão, tens a aura azul.
Arrebanhar esta porrada de comentários, ser lido por tanta gente é sinal que tens o borogodó necessario para isto por tanto, 45 anos de profissão é algo que temos que tirar o chapéu e reverenciar a sua prosopopéia.
Como fala o Jair Rodrigues: ” Deixe o que dizem , o que pensam e o que falam, deixa isso pra la…” continue escrevendo, se empolgando com um tema que gosta, colocando sua opinião mesmo que os urubus não goste, continue torcendo pelo São Paulo apesar da derrota de ontem, continue sendo amigo do Lula e de tantos outros que acompanhou e te acompanharam te presenteando até com uma máquina de escrever Remington sem você esperar.
Ricardo, você conseguiu! Realizado na profissão que abraçou, tem uma esposa companheira, filhas inteligentes que te deram a alegria de ve-las subirem no pódio da vida, presenteado com três netos que são a certeza de que seu DNA continuará na face da terra por muito tempo, Vivenciou os mais tristes capitulos do pais e os mais alegres. Ganhou prêmios, aplausos e carinho e vai continuar ganhando prêmios, aplausos e muito mais carinho.
Fundaram até um boteco virtual em sua homenagem! E melhor, bebemos palavras a rodo e ninguem sai de porre.
Parabens mestre Ricardo por estes 45 anos de jornalismo vivo, sadio, protegido por todos os deuses, anjos, santos, Orixás, elementais e o mais importante com a benção de Deus, nosso pai e criador.
Amigo,
Imitando Lula, que tanto adimiras, te falo: “Yes, you can!”
ou melhor, “You are the champion”!!! em ingles sim pois ainda é a lingua universal e voce, por toda a sua obra se tornou Universal.
Se tornou referencia, não por sua calvice, mas pela sua inteligência e profissionalismo.
Resta a mim, rogar a Nossa Senhora Aparecida que continue energisando sua vida, sua mente e que possamos, todos nós, seus admiradores celebrar muito e muitos aniversários de profissão junto com você.
Parabéns!!!
Marcus Benedictus
Vai na íntegra, sem revisão ortografica ou gramatical pois esta é a linguagem do coração.
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17/09/2009 - 11:12
09/09/2009 – 19:22 Enviado por: Marcus benedictus
Ricardo,
Há um mês, também acordei com uma noticia assim. Meu amigo João partiu para o outro lado da ponte, descobrindo,afinal, o que nos perturba a vida inteira mesmo sabendo que um dia vamos saber.(assim falou Sartre)
A morte, é uma passagem obrigatória para a vida acontecer. A semente morre para a arvore nascer. A flor ,morre para o fruto nascer, o fruto morre para a semente nascer e assim vai em um motuo perpétuo que chamamos de vida.
A morte é a única coisa que temos certeza na vida. Por que será?
Mas mesmo assim sofremos, morremos junto deixando aflorar a dor do sentimento magoado pela perda do ente querido, do companheiro de luta, de fé e de copo.
A morte nos chega, geralmente para nos acordar para a vida. Para nos mostrar que continuamos nossa andança que coincidentemente segue na mesma direção do João, do Pluto e de tantos outros que partiram exatamente para preparar uma festa para nós quando chegarmos aos umbrais do lada de lá.
Cristo, conforme o evangelho apócrifo de Judas, pediu ao apóstolo que o libertasse da roupa de homem que ele vestia. Muita gente me apedreja quando coloco essa frase em algum artigo mas é a pura verdade. Somos um espírito com um corpo. E, o corpo é simplesmente um veículo que nossa alma utiliza para santificarse. (detalhe: a alma é o espírito encarnado.) Esta é a missão de todos nós, viventes.
Sofremos a ausência e a lembrança. Sofremos porque amávamos, ou melhor, amamos quem se foi. Chega ser egoísta nosso comportamento, deveríamos festejar, pois o espírito se libertou, cumpriu a missão e voltou à eternidade que a todos nos pertence. Mas somos humanos, donos de sentimentos puros, amor, amizade, carinho, ternura e, são estes e outros sentimentos que nesta hora afloram e nos faz sentir no peito a angustia, a saudade que arrebenta o coração.
O Pluto se foi, em parte. O Pluto ainda está aqui, perto de você Ricardo, senão você não contaria às histórias que viveu com ele nem o almoço com o cozido vendo o jogo do Tricolor Paulista.
Cada vinho que você provar vai ter um sopro em sua mente do amigo somalier dizendo: ” Ei Ricardo, este vinho é uma bosta! Escolhe outro, vai véio”!
Por isso, tenho a certeza de que a morte não é o fim. Simplesmente é para quem se vai um começo e para quem fica uma continuação de uma maneira diferente, Lembra quando escrevi para você sobre a mudança, sobre os objetos que trazem lembranças? No final coloquei aquela frase: “Recordar é viver, eu ontem sonhei com você”? È exatamente isso que mantém vivo o João, o Pluto e uma dezena de gente que partiram para o lado de lá. Por mais quem sejamos espiritualistas, sempre seremos materialistas. Na morte choramos a matéria, a ausência que sentiremos o amor que sentimos. Acho que ainda não atingimos o grau de desprendimento tal que nos faça amar o etéreo, Por isso somos humanos. E o ser humano ( ser verbo) é sentir com toda a força a tristeza pelo amigo jornalista e mestre nos “comes e bebes” que se foi. Isso é amor. E amor é para ser dito, mostrado, sentido, chorado em fim vivido, pois, dentro de nossa cultura materialista é uma homenagem pura para aquele ser humano (ser substantivo) que nos proporcionou uma vida de acontecimentos.
Só posso te dizer para curtir este momento. Brindar cada lágrima que derrame abertamente ou em silêncio. E a vida continua.
Que legal, ele se foi no dia 9 do nove de 2009, numero logicamente falando a soma dos números termina em nove, o que segundo os chineses siguinifica mudança. Simplesmente ele mudou de endereço, apenas isso.
Abraços,
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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06/09/2009 - 00:25
Não existe nada mais gostoso do que ouvir a voz do Galvão Bueno gritar Brasil, quando nossos atletas conseguem um tento seja em que esporte for.
Nada melhor do que ver a nossa seleção brasileira vencer um jogo. Principalmente um jogo contra a Argentina seja em que esporte for, a vitória tem um sabor muito especial.
Vi nossa seleção de futebol jogar neste sábado contra a Argentina. Li a semana inteira a arrogância e o pedantismo dos jogadores e principalmente do Maradona que armou tudo para vencer nossa seleção. Escolheu o campo, em Rosário, pois a torcida fica no ouvido dos atletas. Mandou molhar o campo antes do jogo, chamou a torcida para gritar o tempo todo, anunciou em todos os jornais que iria massacrar a seleção canarinho, que ia dar show.
Mas, o pedantismo argentino mais uma vez rolou pelo bueiro aberto pelas línguas firinas dos argentinos que se acham o supra sumo de tudo não só do futebol.
Não gosto dos argentinos. Gosto da Argentina, do país, do tango, das milongas, da parrillada, dos chocolates de Bariloche, do perfume artimatic que meu pai trazia de Buenos Aires quando eu ainda era pequenino. Gosto da beleza das mulheres de lá. São equilibradas nas feições.
Melhor que os três a um do placar desta partida de cinco de setembro de 2009 foi ver em close a cara que o Maradona fazia ao ver estampado no placar uma derrota de sua seleção a qual é técnico, logo para seu maior adversário, o Brasil, pais de Pelé, cravo de aço em sua chuteira.
Existe todo um colorido nesta vitória. O pedantismo mais uma vez foi vencido pela humildade de pessoas como Dunga. Mais uma vez o orgulho portenho ficou em baixo das chuteiras de Kaka, Robilho, Lucio, Elano, Luiz Fabiano e nas mãos de Julio Cezar, grande goleiro que mostrou a todos que arrogância não cabe em lugar nenhum.
Não gosto do povo argentino. Me desculpe, é uma verdade que não posso esconder. Pode ser pecado. Posso voltar Argentino em uma próxima geração, mas, se desconfiar disso, darei um jeito de desencarnar rapidinho.
Tudo que nós, cariocas, detestamos vem da Argentina. Frente Fria, Maradona e Gripe Suína.
Gostei! Gosto de ver as derrotas do Maradona. A cara de bunda que ele estava foi o supra-sumo da felicidade pára mim. Minha repelência ao Dieguito veio desde o dia em que se declarou melhor que Pelé. A repugna veio quando ele fez aquele gol com a mão e correu para as câmeras de TV com aquela cara de drogado. O pior que naquele jogo ele foi pego no doping.
Os argentinos são sujos. Lembram da confissão do Maradona dizendo que colocaram narcótico na água oferecida ao Branco naquela copa? Até hoje não tenho notícias de alguma punição da FIFA ao fato.
Como fala o Galvão, ganhar da Argentina tem outro sabor, chega ser anticristão o que sentimos ao ver o time azul e branco arrasado no gramado. Chegamos ao orgasmo observar os milongueiros com cara triste e fechada receber uma medalha de segundo lugar. São tão chucros que a fisionomia não é de tristeza. É de raiva, inveja, ódio.
Imaginemos só o que se passa na cabeça de Maradona, de seus jogadores e do povo inteirinho! Perder de três a um do Brasil dentro de casa! E ainda poder perder a vaga para ir á copa do mundo. Se o povo portenho tiver vergonha, vai mandar Maradona para os quintos dos infernos!
Para mim, depois que se aposentou deixou de ser um ser humano e passou a ser uma coisa. Alcoólatra, viciado em cocaína, não é exemplo para nenhum atleta. E se diz melhor que Pelé.
Coitado,
Oremos por ele.
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03/09/2009 - 23:28
Hoje a tarde estava passeando pelo centro do Rio de Janeiro e visitei uma loja de hobby que desde meu tempo de criança tenho fascinação por ela. Vi uma vitrine com soldadinhos de chumbo, e dentre eles uma legião de cruzados com suas espadas, cavalos, escudos e armaduras me transportando a minha infância quando ficava louco para ver na televisão o novo episódio de Ivanhoé.
Nas grandes estórias épicas do cinema e da literatura as cruzadas inspiraram sucessos, pois me parece que a humanidade tem uma queda particular por estes cavaleiros que imbuídos por uma fé deixavam para traz seus reinos e riquezas para defenderem a Terra Santa dos pagãos como piamente acreditavam estes meus heróis de capa e espada.
A história da igreja moderna se mistura a este movimento repleto de lendas e fantasias para transformar em heróis da Santa Sé estes cavaleiros que na realidade se transformaram em um exército de saqueadores e opressores dos povos que derrotavam matando em nome de Deus, o que não era crime nem pecado. Estavam abençoados pelo Papa. Muitos nobres realmente engordaram as fileiras dos cruzados. Não por fé, muito menos pelo altruísmo de largarem seus reinos e riquezas. A grande maioria era nobre que não eram primogênitos das famílias por tanto, sem direito a herança do reino e das riquezas. Como nas cruzadas os membros tinham direito a requisitarem as terras conquistadas, estes nobres se alistavam para poder criar seus reinos e terem uma riqueza. Ao todo foram oito cruzadas montadas pelo Vaticano entre os anos de 1096 e 1270.
Contam, os historiadores que no fim do século XI o Papa Urbano II em pleno Concílio de Clermont lançou o movimento aos participantes que aceitaram de pronto a idéia colocando a serviço da igreja suas vidas na luta contra os pagãos na Terra Santa. Tinham até um grito de guerra “DEUS O QUER”. Mas, existem várias coisas escondidas nas verdadeiras intenções do Papa em criar esta força militar. Estabelecer uma rota segura de comércio entre o oriente e o ocidente, proteger os monumentos santos de expedições científicas buscando relíquias históricas que poderiam incriminar a igreja como a arca da aliança ou outros pergaminhos escondidos. Foi fácil para os mercadores incentivarem estas expedições militares, pois melhoraram a segurança no transporte das preciosas mercadorias até o mercado europeu em amplo crescimento. Com o aumento do fluxo de peregrinos devido à igreja ter colocado as peregrinações como penitencia, surgiu à necessidade de criar movimentos paramilitares objetivando dar apoio como atendimento médico, policiamento, organização jurídica das terras conquistadas entre outras funções sendo assim criado bases para surgir mais tarde às ordens que eram grupos militares com fortes princípios religiosos como os Cavaleiros Templários a mais famosa e poderosa ordem.
Hughes de Payns e Godefroy de Bouvillon tiveram a idéia de cuidar dos peregrinos quem iam entre Jafa e Jerusalém o que daria a eles a chance de ficarem no templo construído sobre as ruínas do templo de Salomão. Hughes viajou para Jerusalém com oito cavaleiros para se apresentar ao rei Balduino que autoriza usarem o templo como base os tornando conhecidos pelo nome de Cavaleiros Templários. Após sua primeira viagem a França, Hughes contatou um Abade o levando para Jerusalém para estudar os pergaminhos em hebraico o que mais tarde o motivou a construir uma Abadia para o amigo ter mais conforto nos seus estudos que já contava com o auxilio de 12 monges. A abadia recebeu o nome de Clairuaux. Existe um relato que entre 1119 e 1130 os templários permaneceram trancados dentro do templo apesar dos constantes ataques a cidade por Turcos, Egípcios e outros mulçumanos o que reforça a teoria de que estavam em busca da chamada “arca da aliança” em escavações dentro do templo. Para muitos eles buscavam o santo Graal fato que era incentivado a acreditarem para despistarem o verdadeiro motivo. Esta missão foi programada pelo Papa para descobrirem a Arca que possuía vários documentos apropriados por Moisés para ser o guia do povo, mas também muitos pergaminhos contando a verdadeira história de Cristo inclusive o famoso documento Q escrito pelo próprio mestre o qual até a igreja afirma sua existência. Não é impossível a existência deste documento, pois era comum entre os Judeus fazerem um diário.
O concilio de Troyes em 1128 reconheceu a ordem dos Templários tendo como padrinho São Bernardo que escreveu a doutrina a ser seguida pelos membros. Esta doutrina era bastante rígida onde exigia entrega total dos cavaleiros. “NOM NOBIS, DOMINE, NOM NOBIS, SED NOMINI TUO AD GLORIAM” (Não por nós, mas para que teu nome tenha a glória) mostra claramente o grau de entrega. Ganharam uma túnica branca com uma cruz vermelha com os quatro braços do mesmo tamanho, como o símbolo suíço.
Os Templários cresceram muito tanto militarmente como economicamente. Nada me faz pensar contra a idéia de que a força adquirida por esta ordem deve-se ao fato de eles terem descoberto os famosos pergaminhos e deixaram a igreja em suspense sem mexer muito com eles evitando revelarem o que descobriram ao mundo.
Eles cresceram tanto que chegaram a ser um poder paralelo a margem da igreja e do estado. Criaram um sistema financeiro, sendo os precursores do atual sistema bancário, onde os viajantes depositavam certa quantia nas mãos dos templários na França ou em qualquer lugar que estivessem presentes em troca de uma “letra de câmbio” que no destino trocaria pelo dinheiro depositado deixando uma taxa de serviço a ordem. Possuíam várias faixas de terras na França, no Oriente, na península Ibérica e onde estivessem. Desenvolveram um sistema de agricultura onde aproveitavam os vassalos saídos dos feudos onde eram explorados ao extremo e davam a eles espaços para cultivarem fazendo o seu sustento sem cobrarem taxas ou impostos. A espada Templária estava sempre pronta a defender os injustiçados. Reis e rainhas doavam a ordem castelos e fortunas bem como construíam outros principalmente na Espanha onde capturaram muitas fortalezas dos Mulçumanos onde ajudaram a libertar as terras Ibéricas dos mouros. Os negócios foram crescendo de tal maneira que os templários construíram uma enorme rede de estradas cortando os reinos da Europa indo até o oriente para dar vazão as mercadorias e aos peregrinos com mais conforto e segurança. Ofereciam as estradas aos comerciantes que poderiam viajar pela rede sem pagar os pesados pedágios cobrados pelos senhores feudais cobravam para usarem suas estradas. Não tenho duvidas de que podem ter utilizado muitas estradas romanas. Com o surgimento das moedas de prata, no fim da idade média, os pesquisadores atribuem á ordem a entrada do metal na Europa. Só existiam poucas minas de prata na Alemanha onde eram exploradas desde a época dos romanos e não produziam quantidade suficiente para abastecer toda a Europa. Como os Templários possuíam uma boa frota de barcos e, com o conhecimento de que os Fenícios visitaram a America devido a seus contatos no oriente onde valorizavam mais a prata do que o ouro, historiadores afirmam que vieram a America estabelecendo uma rota perene entre os dois continentes trazendo o metal. Somente alguns séculos depois a América foi descoberta por Colombo oficialmente. Esta tese é confirmada pelo fato de manterem sua base marinha na cidade de Rochele a margem do oceano Atlântico, de onde partia toda a malha de estrada templaria. O objetivo deles em trazer a prata era, com certeza, criar um novo padrão financeiro sobre o controle da ordem reforçando o sistema bancário. Os Templários ficaram tão ricos que emprestavam valores altíssimos para o Estado, comerciantes e até a igreja. Desenvolveram na época uma cultura pesada de trigo e sevada para diminuir o impacto da fome que naquela época assombrava a França. Montaram em suas terras oficinas diversas onde os profissionais trabalhavam livremente sem impostos. Olhando mais fundo na cultura templária chego a conclusão de que partiu deles a idéia Marxista de comunismo, pois no fundo pregavam uma sociedade igualitária. Essa mentalidade colocava em risco os dois poderes oficiais da época. O estado e a Igreja.
Reinava na França o rei Felipe, O Belo. Esperto e ganancioso analisou este poder templário vendo o risco que corria e silenciosamente decidiu pelo fim da ordem.
Os Templários são responsáveis por varias construções na França dentre elas são atribuídas as 25 catedrais existentes em Paris de uma arquitetura fabulosa, levando a crer que o conhecimento de engenharia deles foi passado a população que ficou com um bom numero de profissionais. Importante este dado, pois poderiam projetar igrejas com passagens ou câmaras escondidas para abrigarem seus tesouros.
O rei Felipe era bastante ganancioso e discutia muito o poder que a igreja possuía. Sua ambição era tão grande que resolveu cobrar impostos do clero francês o que gerou uma revolta do Vaticano, indo contra totalmente a decisão do rei. Estava no trono o Papa Bonifácio VII que após o rei mandar prender o bispo de Panier, ameaçou o rei de excomunhão. Em 1303 o rei enviou soldados a Florença prendendo o Papa por uma semana até a sociedade italiana se revoltar. Um mês depois o Papa faleceu devido a sua idade avançada. Subiu ao trono Bento IX que continuou atacando impiedosamente o rei. Misteriosamente morreu envenenado. Reinou apenas 10 meses. Com certeza que o rei Felipe foi acusado. Não existem registro sobre alguma investigação da igreja para descobrir o assassino. Só existem registro sobre a divisão ocorrida para a escolha do sucessor. Dois grupos divididos em apoiar e não apoiar a França. Após um ano mais ou menos resolveram a questão. Um grupo escolheria três nomes o outro grupo escolheria um nome entre os três que seria aclamado Papa. Por força do destino o grupo que ficou para a escolha do nome do futuro Papa foi o que apoiava Felipe.
Nos três nomes incluía o Bispo de Bordeus Bertrand Villardrant, de caráter fraco, fanfarrão e adorador de uma luxuria. Antes do pleito o Rei Felipe o convidou para uma conversa formal em seu castelo onde foram acertado seis itens a serem cumpridos caso fosse eleito o novo Papa.
Seriam estas as seis benéfices a serem cumpridas:
1- Reconciliação da Igreja com a França.
2- Perdoar o erro cometido com o papa Bonifácio
3- Ceder ao Rei da França os cinco anos de dízimos cobrados
4- Sumir com a memória do Papa Bonifácio
5- Restituir a diguinidade de cardeal a dez amigos do rei e fazer cardeais mais outros amigos do rei.
6- A sexta graça seria concedida há seu tempo.
Por se ambicioso, Bertrano concordou com tudo e foi eleito Papa sendo sua primeira demonstração de lealdade ao rei Felipe a sua fixação na frança contrariando os cardeais, sendo coroado cinco meses depois como Papa Clemente V fixando residência em Avignon.
As finanças da França iam de mal a pior. O povo se revoltava conta os impostos abusivos. Os economistas reais criaram uma moeda que reduziu a atual em metade do valor. A população se revoltou e marchou para a residência real obrigando o rei a se proteger pelo templários na câmara secreta onde os templários guardavam seus tesouros. A ganância do rei perante tamanha riqueza fez com que sua cabeça mirabolasse planos para confiscar aquela riqueza toda.
Sendo obrigado a voltar com a antiga moeda, o rei pode voltar em segurança para a sua residência resolvendo cobrar a sexta benéfice do Papa.
Obediente ao rei. Chama a sua presença o grão mestre da ordem dos templários Jaques de Molay. O artifício usado era a opinião sobre uma nova cruzada e a possibilidade de unir as grandes ordens Os Templários e os Hospitaleiros de São João.
Por serem obedientes ao papa, Jaques partiu em uma nova cruzada com 200 cavaleiros retornando a França com suas riquezas do oriente aproximadamente 150.000 peças de ouro e prata. Com relação à fusão entre as duas ordens não aceitaram, pois Jaques notou que quem comandaria a nova ordem seria o filho do rei devido à linhagem nobre.
Com esta posição o rei Felipe resolveu acusar os templários de cuspirem na cruz, praticarem sodomia, de negarem os sacramentos da igreja e adorarem ídolos em forma de diversas cabeças, de se beijarem na boca, na coluna, no anus e no ventre. Assim, atingiram todos os templários, mas não a ordem que dependia do papa. Para isso acontecer, o Papa envolveu toda a inquisição no processo através de Guilherme de Paris, inquisidor da fé desde 1303, convencendo o papa a iniciar o julgamento contra a ordem em todas as partes do velho Mundo. A inquisição queria o domínio da igreja e o rei queria a riqueza, e a ordem era um impedimento grande.
Conseguiram então a perseguição aos templários ser um sucesso culminando com a execução em praça pública de Jaques de Molay que se despiu mostrando que seria queimado o homem e não a ordem. Morreu preconizando a morte do Papa e do rei que coincidentemente ou não em seis meses o papa morreu de infecção e após um ano o rei faleceu de paralisia devido à queda de um cavalo.
Mas a filosofia da ordem não morreu. Membros que conseguiram fugir parra a escócia continuaram secretamente alem de templários de Portugal e Espanha receberam autorização para entrarem em outras ordens.
Há quem diga que ordens como Rosa Cruz e a Maçonaria são oriundas dos templários. O fato maior é que mais uma vez na história a Igreja e a política se confundem em interesses totalmente fora dos princípios cristãos. Como até o dia de hoje vemos muitas coisas acontecerem que nos lembra muito estas épocas. È só ir um pouco mais
Fundo no assunto.
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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03/09/2009 - 18:25
Creio que após esta longa estiada em uma fase que não qualificaria de árida, mas sim de contemplativa, volto a escrever sobre algo que realmente me fascina ao ponto de me fazer embrenhar horas a fio em pesquisas pela internet e em leituras que me levam a cada vez mais acreditar que fomos terrivelmente enganados pelos senhores donos da história do mundo que se escondem na instituição igreja como sábios acima do bem e do mal.
O acontecimento ocorrido no princípio em Março de 2009 na cidade de Recife, estado de Pernambuco, onde mais uma vez um membro da igreja católica cria uma polêmica universal. Imbuído de sua condição de Bispo o que então lhe concerne o poder de julgar, sentenciar, segundo o código canônico e os olhos de Deus, excomungou a mãe e os médicos que induziram uma menina de nove anos a abortar os gêmeos que estavam germinando em seu pequeno ventre levando-a a estar em risco de morte devido a sua fragilidade física ainda em amadurecimento sendo, esta gravidez, fruto de um estupro por parte de seu padastro. Se a gravidez não fosse interrompida, o óbito da criança e dos fetos seria inevitável o que levou a mãe a autorizar o aborto e os médicos a executarem o procedimento amparado pela lei (dos homens) e pela plena consciência da profissão, me levou a retomar esta bandeira que carrego a muitos anos objetivando a esclarecer de uma forma mais simples que existem duas religiões, grosso modo falando. Uma: aquela que foi totalmente manipulada pelos doutos católicos induzindo-nos a acreditar em coisas que transformaram o Cristo em um ser divino, um ser fora da naturalidade humana. A outra é aquela que segue o ensinamento deste homem fantástico, humano, mortal chamado Cristo que nos ensina a viver dentro das leis do universo, dentro das leis de Deus sem muita historinha, mas com muita sabedoria.
O fato de eu ter escrito um esboço a qual batizei de “Espírito da coisa” há 10 anos passado, fervilhou este tempo todo dentro de mim me fazendo ver que não tenho o direito de julgar e ridicularizar seja que religião for por não enxergarem o que enxergo. Se o fundador da igreja fundou o culto ou seita visando um lucro financeiro, não é problema meu. Com certeza ele irá prestar contas de seus atos quando fizer sua passagem. Tenho que me ater às intenções daquelas pessoas que buscaram nas “religiões” suas formas de salvação bem como serem agraciados com uma benção dos céus para uma melhorada na vida. As intenções são as melhores possíveis, seus corações estão repletos de simplicidade apesar de muitos parecerem donos da verdade, é naquilo que acreditam, é naquelas palavras, daquele jeito que entendem a palavra e, a palavra, chega até eles.
De que adianta eu chegar a um templo evangélico e dizer que a estrela de Belém foi uma conjunção astronômica entre Júpiter e Saturno na constelação de Peixes e devido à importância astrológica destes planetas envolvidos para os Judeus, os doutores colocaram como um sinal divino anunciando o nascimento de Jesus Cristo. Com certeza a grande massa não irá entender nada e ainda irão me expulsar do templo como herege, pecador ou outro adjetivo qualquer. Foi exatamente este ponto que eu amadureci. Não é o famoso “Jogar pérolas aos porcos.” È entender a fé que eles possuem. È entender que para eles pouco importa se foi Júpiter ou Saturno, importa sim que um dia, lá nas arábias, nasceu o mestre Jesus que é a salvação. È entender que quando eles falam que “Jesus é o salvador”, estão querendo dizer à mesma coisa que eu, que os ensinamentos de Jesus nos levam a viver de acordo com as leis cósmicas.
Não somente os evangélicos, mas também os católicos que são os mais enganados, pois tudo relativo à religião aqui no ocidente saíram do seio da santa madre igreja inclusive muitos costumes e verbetes utilizados são oriundos de lendas e hábitos como, por exemplo, a palavra “vilã” que surgiu devido a pessoas que vinham das vilas fora dos grandes centros os quais, por serem hereges, por terem sido canonizados, escolheram permanecer no antigo culto, o povo achava que eles vinham à cidade para fazer maldades.
O dogma mais contundente para mim é sobre a virgindade de Maria. Como isso me incomoda! Mas, de que adianta eu chegar numa roda de católicos praticantes e contar que pegaram a estória do deus Horus que é filho de Isis, que foi fecundada por uma divindade e adaptaram para a estória de Jesus dando um ar divino ao mestre. Vão me excomungar com todas as letras. Mas, quem tem fé em Maria tem uma grande força de oração e é isso que interessa; não a fé em Maria, mas a intenção e a energia colocadas no momento da oração.
È importante conhecer a verdadeira história do cristianismo, de como veio crescendo ao ponto de ameaçar Roma e forçar ao imperador Constantino a decretar, após uma série de mudanças que se arrastam até hoje, religião oficial de Roma. Ver as lendas, como o santo Graal, acontecerem na humanidade e entender porque surgiram. Descobrir a humanidade de Cristo, ver um homem comum igual a nós e, então, paulatinamente sentir a nossa fé ir pegando um caminho mais firme, mais verdadeiro e muito mais forte, pois quem nos ensina a viver, foi um homem igual a nós, simples mortais, um grande profeta.
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/09/2009 - 03:00
Resolvi mudar a cara do blog para prestar uma homenagem ao meu time de coração.
Sei que atravessa um momento dificil no brasileirão carregando a lanterna do campeonato preste a ir para a segunda divisão ( mais uma vez). Ora! Que torcedor seria eu se nas dificuldades abandono o time me excluindo dos comentários picantes ou ardilosos dos flamenguistas, vascainos e botafoguenses?
Torcer para um time é o mesmo que um casamento por amor. Na alegria e na tristeza. Na saude ou na doença ficaremos juntos para o que der e vier.
Quem sou eu para ser ouvido pelos cartolas do meu Fluminense! Se tivesse voz para gritar e ser escutado diria que a culpa não é dos técnicos que comandaram o time neste ano. Mas até parece coisa de novela! Para a diretoria do clube só existe 3 técnicos! Parreira, Renato Gaucho e agora o Cuca, de novo. Para que demitir? Para gastar uma verba recisória? Esta verba poderia ajudar a trazer uns jogadores para a defeza.
Por que se contrata sómente atacantes e meio campistas? A defeza também é importante.
A impressão que me deu foi que o Renato chegou no Branco e falou que não tinha mais o que fazer e que não queria levar a fama de ter rebaixado o time. AÍ gritou: “FUIIII!”!
Mas meu Fluminense vai se levantar! Fè em Deus!
João de Deus vai abençoar o time que cantou o hino!
È! O Flu é igual a Norminha da novela!
Você não vale nada mas, eu gosto de você!!!
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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02/09/2009 - 02:18
Conforme vamos nos aprofundando em leituras, estudos e conversas sobre aquilo que gostamos de estudar, vamos concluindo e descobrindo coisas que nunca passaram por nossas cabeças por estarmos envolvidos até a alma com uma filosofia implantada desde nosso nascimento em nossas mentes ainda em formação sem as informações necessárias para analises mais libertas do condicionamento feito principalmente se estivermos ligados a uma religião seja a Católica ou Evangélica, pois as outras são menos controladoras, mas também alienam se forem mal dirigidas.
Estava lendo um texto sobre os Templários que fala da aniquilação da ordem determinada pelo rei Felipe da França e, uma das acusações que pesava sobre a ordem, era que cuspiam na cruz. Mais a frente o texto explica que realmente os templários abominavam a cruz romana, adotada pelo cristianismo, por ser um instrumento de tortura onde milhares de pessoas foram mortas inclusive o Cristo veio a perecer.
Aí, estalou na cabeça a grande verdade que é esta questão. Nós, cristãos adoramos um instrumento de tortura, carregamos no peito um instrumento feito para matar vagarosamente aqueles que iam contra o regime romano e pior, carregamos muitas vezes o instrumento com o cadáver. Para que? Para lembrar o sofrimento que Cristo passou para nos salvar? Salvar de que? Se o que nos “salva” é a vida dele, as palavras dele, o legado espiritual que nos deixou e foi barbaramente aviltado pelos senhores da Santa Madre Igreja desde que Constantino resolveu transformar o Cristianismo na religião oficial de Roma.
Reconheço o simbolismo da cruz. Não da cruz romana ou latina, que Cristo, Spartacus, Pedro (de cabeça para baixo) e tantos outros pereceram. Mas a cruz que representa o céu e terra se unindo como a cruz Ançada ou a cruz Templária com os quatro braços do mesmo tamanho.
A cruz indiana, Suástica alada, é a forma mais antiga conhecida e significa “Boa Sorte”, a qual Hitler, com seus conhecimentos exotéricos, a fez ao contrário, ou seja, girando da esquerda para direita, no sentido anti- horário que segundo os estudiosos, esta caracterização da suástica atrai as forças do mal, e utilizou como símbolo do Nazismo.
Os egípcios chamavam sua cruz de ANKH e era considerada uma chave que abria as portas da imortalidade. Pitágoras relacionou a cruz ao símbolo quatro. A encontramos em varias culturas antigas antes do cristianismo. Mas, nenhuma delas significando morte, sofrimento ou outro qualquer tipo de tortura.
Somente no cristianismo o culto a cruz está relacionado ao sofrimento, por ser onde Cristo deu sua vida por nós. E a adoramos, a usamos como adereço da fé e, carregamos no pescoço, um instrumento de tortura. È como se os torturadores dos anos de chumbo carregassem um “pau de arara” como pingente em um cordão de ouro. Todas as variantes da cruz cristã significam morte e sofrimento.
Por que não incluíram no enredo a ressurreição de Cristo? Não seria este símbolo o mais forte e mais coerente com o que veio nos ensinar do que a sua paixão? Sim, seria mais importante, mas não prenderia tanto os fiéis como o sofrimento, é o mundo cão sendo usado na bíblia. O nascimento do filho de alguém famoso não vende tanto jornal como a morte deste famoso! O mesmo acontece com Cristo. Ele ressurgiu dos mortos, e daí? Ele morreu na cruz! Oh, coitadinho! Vamos fazer jejum! Não vamos comer carne na sexta feira santa! Vamos à procissão do Senhor Morto! Quanta “festa” para um velório! Um domingo somente para a Páscoa! Ovos de chocolate para as crianças e bacalhau com vinho no almoço e acabou!
Se pegarmos a profundidade da palavra páscoa, veremos que significa passagem. Quando alguém morre falamos que fez a passagem? Não é coincidência de mais a ressurreição de Cristo está ligado a esta palavra? Isso não significa nas entrelinhas a libertação do espírito do corpo? A passagem para a vida eterna, ou seja, a alma, que é o espírito encarnado retornando a sua condição natural?
No evangelho apócrifo de Judas existe uma passagem a qual Cristo vira para o apóstolo e o pede que o liberte do homem que ele veste naquela vida. Cristo sabia que nosso corpo é uma prisão para nosso espírito. È o instrumento de Deus para cumprirmos nossas “Penas” rumo a nossa santificação. Vivemos no vir a ser. Nestas vidas nuca somos. Estamos sempre “vindo a ser”. Então, se Cristo se libertou de sua prisão por que cultuarmos o instrumento de tortura e o corpo morto preso a ele.
Se a igreja católica retirar de seus anais o símbolo da cruz, o crucifixo com a imagem do senhor morto e outros mais a fé irá se abalar? Se isso ocorrer, a fé é um castelinho de areia que a primeira onda se desmancha.
A grande mudança é a fé de cada um tem que estar embasada no que Cristo ensinou. Infelizmente, muito pouco das verdades se encontram na bíblia que se limita a contar fatos e casos ocorridos com o mestre. Resta o Pai Nosso, o Sermão da montanha e a Bem Aventuranças. Os Salmos de Davi são uma fonte dos ensinamentos. E os demais evangelhos, chamados de apócrifos, hereges, são desconhecidos da maioria dos cristãos que os condenam por que a igreja despreza. Neles, encontramos as verdadeiras mensagens do mestre, as passagens sem qualquer adulteração de imagem. Encontramos o Cristo homem, igual a nós, filho de Deus, como nós. Vemos Tomé, Judas, Maria Madalena vivendo uma comunidade onde todos são iguais reservando as particularidades individuais e aprendendo o que o mestre ensinava.
A nós, cabe paulatinamente deglutir o que nos foi embutido e mantermos a nossa fé inabalada, embasada em sentimentos verdadeiros e simples onde o principal esteio é a ligação, a confiança e a certeza de que Deus é o nosso pastor e com seu cajado sempre nos resgata quando caímos nos barrancos do vale das sombras.
Que os quatro braços de nossa cruz seja sempre a fé, a caridade, o perdão e o amor. Nunca o ódio, a inveja, a ganância e a intolerância.
Deus nos abençoe e nos livre da cruz.(literalmente)
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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05/08/2009 - 21:15
Pena que a UNE não é mais aquela em que nos anos 80 colocou nas ruas um exército de estudantes em um movimento chamado de “Os caras pintadas”.
Está na hora dos jovens e os demais brasileiros ressurgirem com este movimento pedindo a saída do Sarney e o fim do Senado. Cada dia, como bom brasileiro, fico triste em ver que novos embates e escândalos surgem na casa que deveria dar as bases sólidas e honestas para nosso país.
Ver, com cara de demônio, Fernando Collor mandar o Senador Pedro Simon engolir as palavras antes de pronunciar seu nome em plenário é uma afirmação patética de quem um dia jogou o próprio nome, seu moral e caráter na lama, ao pensar que poderia enganar o povo com suas maracutais e engodos do seu titulo de Caçador de Marajás. E, hoje tem muitos senadores ali que chutaram o Collor e agora se unem a ele na defesa do grande marajá maranhense. E ainda sou obrigado a ouvir do Senador Wellington Salgado, que nem eleito foi, mas, suplente, entrou de carona no clube, que são uma “Tropa de elite”, em vez de tropa de choque. Para mim é uma tropa de interesseiros que estão ali para legislar em causa própria. Para que o país precisa de um Senado Federal que é um grande armário cheio de cabides onde apadrinhados ganham a mordomia nossa de cada dia? Para que o pais quer um Senado que usa uma verba mensal que poderia construir mensalmente algumas escolas onde o Brasil precisa como no interior do Maranhão e do Amapá?
Sarney, pelo menos para mim e alguns brasileiros de bom senso, é a gota que transbordou o oceano de vergonhas que se chama Senado. E uns Senadores ainda tentam bloquear com suas maletas 007 recheadas de falcatruas a tsunami política que esta gota gerou a qual o Lula já sentiu os pés molhados e se retirou para um lugar mais alto e seco ao dizer, nas entre linhas, que “Quem pariu Sarney, que o embale!”.
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/08/2009 - 23:53
ODE A UM AMIGO, MESTRE NA VIDA
Por mais espiritualizado que eu possa ser em algum ponto da minha alma, o lado humano grita e vem o egoísmo me trazer a dor da perda de um irmão.
Por mais intelectualizado que seja a minha estrutura, a saudade do velho amigo me faz chorar nas lembranças alegres que nosso convívio sempre proporcionou. Sempre alegrias, nunca nossos encontros foram tristes! Nem mesmo quando ele me visitou no CTI do CPN quando enfartei.
E tudo começou por causa de um cachorro!!!
Hoje à tarde quando ia fazer meu curativo na clinica, comentei com Tânia que cada pedaço de Itaipu existe uma lembrança do João. A Av. Central, o Goiabão, A pizzaria do shopping, uma farmácia, um quiosque em camboinhas, a estrada para cortar caminho para Maricá, em fim, até a casa que vocês moraram hoje moram um casal muito amigo também.
João esta presente na minha sala direto. O aparador do violão, que presente legal ele me deu! O Violão Falker, que tanto toquei Bob Dilan, e hoje devido a uma polineuropatia não posso mais tocar, é para mim um grande regalo desse cavanhaque de temperamento difícil, mas muito honesto franco e irmão.
No evangelho de Judas Iscariotes, existe uma passagem a qual Jesus pede a Judas para livrá-lo do homem que ele veste. Pois é, somos apenas uma roupa, uma prisão para nossa alma que é imortal. Meu amigo se libertou dessa roupa incomoda e teve a grande sorte de descobrir aquilo que nos perturba a vida inteira que é o que tem do lado de lá.
Sei que não está sendo fácil para ele. Mas seu espírito é muito inteligente e com certeza já descobriu que está liberto. Com certeza o velho Enéias veio recepcioná-lo junto com outros amigos a porta do paraíso.
Sei disso tudo! Mas Não consigo assimilar humanamente o fato e estou chorando neste momento a saudade.
Que força ele me deu na ultima ligação para mim no hospital. João, com seu jeito franco tinha o dom de acordar as pessoas que queriam despertar. Dizia-se ateu, mas tinha uma fé enorme na vida, e o que é a vida senão o próprio Deus?
João foi à frente para ajeitar o ambiente para cada um de nós quando chegar a nossa hora.
Garanto que ele deve estar perguntando pelo Tom Jobim, por onde anda Vinicius de Morais, procurando John Lenon e fugindo do Michel Jackson!
João não morreu! Ele amava tanto a vida que se desligou ao perceber que esta roupa não tinha mais concerto e estava fazendo muita gente sofrer. Afinal ele era um perfeccionista. Não gostava de nada com defeito.
Piscina me lembra João. Churrasco me lembra João. Cachorro me lembra João. Violão me lembra João. Bossa Nova, clarinete, o bar do Mineiro, cerveja lembra o meu amigo de fé.
Foi a primeira pessoa, depois da dinda que pegou Clara no colo e participou do primeiro lanche dela na casa do alemão na rio Petrópolis. Ela agarrada nas tetas da mãe eu e ele saboreando uns bolinhos de carne com chope preto. Dei de presente a ele um pão Petrópolis que tanto gostava.
A primeira luta do Popó eu vi ao lado dele lá em Santa Rosa.
São tantos momentos bons que não dá para ficar triste por muito tempo.
Mas, a vida nossa continua, na mesma direção que a dele, que a de todo mundo.
Afinal estamos em um vir a ser. Aqui não somos. Sempre seremos algo que a morte vai nos dizer um dia.
Temos que acreditar que para o fruto nascer, a flor morre. Para a semente surgir, o fruto morre para árvore nascer à semente morre e por aí vai. È o ciclo da vida. Morte é mudança
Em todos os instrumentos divinatórios.
Agora, cumadi, é você e seu vir a ser. È a sua vida que continua, com saudade, com lembranças, mas buscando sempre aperfeiçoar esta sua encarnação. Afinal você também é um espírito vestido de mulher.
Conte com agente!
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/08/2009 - 23:03
Fico encafifado quando vejo filmes, estórias e livros abordando o tema Santo Graal como recentemente o livro “Código Da Vinci” trouxe de uma forma romanceada o tema, embasado em dados cientificamente comprovados pela arqueologia e uma imaginação fértil de seu autor.
Acontece que o simbolismo sempre foi o forte na história do cristianismo desde que os escribas e evangelistas deram início a contarem as peripécias de Cristo nas terras de Salomão dominadas por Roma. Nada mais justo estes escribas utilizarem alegorias e símbolos para disfarçarem as verdadeiras intenções das palavras de Cristo devido à perseguição romana e mesmo dos sacerdotes, aos ensinamentos do mestre que colocava em risco a soberania do estado, e logicamente a influencia dos sacerdotes na fé do povo Judeu.
Esta lenda representa dentro do meu ponto de vista o fundamento principal da religião cristã não divulgada por Roma que qualificou o Santo Graal como um cálice, ou melhor, o cálice que Jesus bebeu o vinho na santa ceia e que José de Arimatéia aparou o sangue do mestre na cruz. Varias escolas colocam que este cálice vem sendo utilizado desde os tempos da Rainha de Sabá passando por Salomão, Moisés e muitos vultos do velho testamento até chegar ás mãos de Cristo. Esta atribuição de uso deve ter sido criada para dar um valor maior ao Graal valorizando mais a lenda e despertando a ambição de muitos em sua busca.
Hoje, não vejo os cultos cristãos mencionar o Santo Graal, colocar em suas homilias ou discutir a lenda em algum movimento de grupos. Afinal, o novo Testamento omitiu qualquer menção ao fato, e a igreja segue literalmente os quatro evangelistas como os relatores da vida de Cristo em sua passagem pela terra. Se nos aprofundarmos no simbolismo existente na missa católica principalmente no que chamam de eucaristia, chegaremos a três símbolos presentes que são o vinho, o cálice e a hóstia. O vinho representa o sangue de Cristo que é colocado dentro do cálice sendo em seguida a hóstia, em forma de lua cheia, apresentada acima da cabeça do sacerdote que faz uma genuflexão como se naquele momento uma mágica acontece transformando aquele biscoito de farinha de trigo no corpo de Cristo. Este momento do ritual católico é o ápice de todo culto que naquele momento o Espírito Santo age e está presente, como também é o preâmbulo da comunhão a ser celebrada por toda a comunidade presente em um rito téofagico. Neste momento consigo enxergar a lenda do Santo Graal acontecendo em pleno século XXI. As palavras, “santo” e ”graal”, é uma variação de “sangraal” uma aglutinação de “sang real”, traduzindo para o português quer dizer “Sangue Real”. Cristo era descendente de David que por sua vez vinha da linhagem de Salomão o que concluímos que Cristo tinha sangue real. O vinho representa o sangue de Cristo que é colocado no cálice.
Uma das coisas mais importante que a igreja fez questão de abolir em tudo que envolve seus ritos e dogmas foi á figura do feminino, tão endeusada pelas religiões pagãs as quais muitas deram origem a ritos e tradições da igreja católica, inclusive a eucaristia que pode ter sido introduzida para facilitar a conversão ao cristianismo dos chamados pagãos, pois retrata o feminino nas entrelinhas. Muitas religiões cultuavam a Deusa, a mulher geradora da vida, sendo, o útero considerado sagrado por gerar a vida em seu interior, e a vagina, também considerada sagrada, pois através dela o ser humano entra na vida, tendo como símbolo uma rosa de seis pétalas. Quando o cristianismo surgiu, as velhas religiões não sumiram com facilidade e estes conceitos de sagrado permaneceram por muito tempo obrigando a igreja a disfarçar o feminino nos seus cultos, Como já mencionei. O culto ao feminino foi representado pelo cálice que tem o formato de um útero. O vinho colocado no cálice é a fecundação deste útero trazendo a Deusa, o feminino gerando a vida no simbolismo da lua cheia (grávida) representada pela hóstia consagrada que pode significar a Deusa Fecundada, a mulher consagrada com um filho em seu ventre. O ato sexual era um ritual sagrado. Deus é andrógeno. É ao mesmo tempo masculino e feminino por isso deu origem a vida. Segundo as escrituras ele nos fez a sua imagem e semelhança, criando os sexos, homem e mulher. São Tomaz de Aquino mencionou que o maior prazer que os humanos sentem é o gozo, o prazer sexual. No ato sexual, homem e mulher se fundem em um só corpo para gerar a vida, onde podemos concluir que neste momento o humano se torna Deus, por isso o gozo é tão prazeroso. Tudo isso foi abolido, pois sendo a igreja uma instituição masculina, o culto ao feminino dificultaria o crescimento. Endeusar a mulher seria altamente prejudicial às aspirações católicas, então inventaram Eva, submissa ao homem, pois saiu de uma costela de Adão, aproveitando sabiamente a anatomia do homem que tem uma costela a menos que a mulher que possui uma a mais exatamente para sustentar a barriga na gravidez, e que deu a Adão a maçã a qual gerou a expulsão do paraíso de toda a raça humana criando o pecado original. A partir de Eva a mulher deixou de ser sagrada e passou a ser a bruxa má. O Genesis foi à forma encontrada para abolir o feminino.
Deste movimento todo surgiu a lenda do Santo Graal, que muitos sábios usaram como sendo a busca ao cálice como a igreja queria, para esconder a real motivação que era encontrar manuscritos, documentos que resgatariam o verdadeiro sentido do cristianismo retornando o culto sagrado à mulher, a reapresentação de Cristo como humano que com certeza desbancaria toda estrutura montada que até hoje o Vaticano esconde.
Marcus Benedictus
Autor: rocha.rangel@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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