Apareceu no livro Guinnes World Records, o comercial da águal mineral francesa Evian é a propaganda mais assistida na história da net. 45 milhões de visualização no YouTube.BAHBEI
O comercial chama-se Skating Babies (Bebês de Patins) foi criado pela agência francesa BETC Euro RSCG. O vídeo que tem 1 minuto mostra bebês dançando e fazendo estripulias em cima de patins ao som de Rapper’s Delight, do grupo Sugarhill Gang.
Hoje, dentro de uma relação de eternas indas e vindas, fiz as pazes com Caetano Veloso, só que desta vez é de verdade e pra valer.
Depois de ouvir uma entrevista , postada num dos blogs do O GLOBO, cheguei a conclusão do óbvio: não dá pra viver sem Caetano. E digo mais: a obra de Caetano deveria ser receitada como remédio para varios males do mundo moderno e deveria ser materia estudada na escola obrigatoriamente. Pensando bem, talvez ele nem gostasse disso né? rs*
Caê, sim porque voltei a ser intimo,rasga o verbo e fala sem pudores sobre varios temas, desde a polêmica com o nosso presidente LULA, passando sobre o seu processo de composição até chegar na sua tietagem explícita a João Gilberto e Chico Buarque de Holanda. Bahbem. Ou não!
Bem, como O BAHBA AINDA não tem cacife pra entrevistar Caê, posto aqui os links para a entrevista:
Menino! O que Lua Nova tem de bom mesmo é a Trilha Sonora. Tanto a incidental quanto a cantada é bem rocker, bem alternativa. Será que os fás do Radiohead, do Grizzly Bear, iriam ao cinema pra ver Crepúsculo?
Tem de tudo no album oficial: a experimentação do Thom Yorke cantando sem o Radiohead, o rock cabeça do Death Cab For Cutie, melancolia com Lykke Li, pop-Killers, mistério com Bon Iver e St Vicent. Bahbei
Mesmo a trilha incidental do filme é bem legal. Muito importante para criar o climão (muitas vezes a principal responsável).
Tem alguns artistas que eu não conhecia. Preciso baixar conhecer isso já!
Está em cartaz no MOMA em NY, desde 22/11/09 uma retrospectiva da obra do diretor TIM BURTON.
A exposição retrata varias fases do artista que é considerado por muitos críticos , “o novo Andy Warhol” tanto pela forma como o trabalho de ambos transita entre o popular e o erudito quanto por cada um, na sua época , ter criado uma linguagem muito própria a partir de um vocabulário multimidia.
São mais de 700 obras do artista entre esculturas, desenhos , pinturas,fotografias e textos dos personagens criados pelo diretor .Os objetos selecionados para retratar esta viagem no tempo vão desde a máscara de Batman a outros que remetem aos personagens de Beetlejuice, Fantástica Fábricade Chocolates e ao clássico Edward Mãos-de-Tesoura.
A exposição TIM BURTON AT MOMA fica em cartaz até 26/04/10.
Será que daqui até lá ganharei na MEGA SENA? “rs”
Dá só uma olhada em algumas fotinhas da exposição que catei por aí:
Como se não bastasse “apenas” ser filha do poeta e cantor francês Serge Gainsbourg com a atriz Jane Birkin, Charlotte Gainsbourg resolveu seguir a carreira dos pais.Versátil e com relativo talento no que faz, ela acaba de lançar este clip bizarrinho e charmoso em parceria com o também bizarrinho mas nem tão charmoso ,Beck. A musica chama-se Heaven Can Wait e faz parte do novo projeto musical de Charlotte seu terceiro Cd,até então chamado de IRM e, que tem lançamento previsto para janeiro de 2010.
É apenas impressão minha ou o clip tem personagens que entrariam fácil em Anticristo ,o ultimo filme da Charlotte?
Eu Bahbei e vcs?
Depois de várias derrapadas Janet Jackson está de volta, com seu novo single MAKE ME.Estou nervoso, esperando pela chegada do novo cd,pois, ela é a unica Jackson que pode nos confortar depois da partida de MJ. BAHBEI pelo clip com cara de anos 90 e a musica gruuudooooou aqui no pé do meu ouvido! Aguardemos o Cd!
Netão
Atualização: O single “MAKE ME” faz parte da coletanea “NUMBER ONES” da Janet, que acaba de sair do forno!Correndo pra baixar, porque sou desses! hauhauhaua
The Pursuit, seu novo album é uma corrida por vários estilos. O que é notável é que ele ainda parece um estreante, com fôlego de um garoto. A música tem um quê de ingenuidade e descoberta. Mesmo a imagem dele ainda é a de um adolescente superdotado.
A mistura do pop com o jazz encontra a voz de um jovem que ainda parece entar ficando rouco da maturidade. O resultado? Um album decididamente incisivo e corajoso. Ele fez uma versão de Don’t Stop The Music da Rihanna! Ousadia que dá certo e tem um sabor de novidade.
You and Me Are Gone, acelerada em sua melodia, e We Run Things, com ótimo arranjo, também destacam-se.
Olha aí o clipe de I’m all over it, primeiro single do album:
Tomara que ele demore ainda um pouco mais pra ficar velho!
Num mundo dominado por mulheres, David Guetta é o cara que sabe tirar o melhor das suas vozes femininas. O album tem alma de pista e só rola pancada do início ao fim! Elas gooostam….
Olha aí Mr Guetta e Estelle em One Love, single do disco homônimo. Bahbado!
Lady Gaga com as suas roupas extravagantes? Madonna e seu domínio das mídias? Alicia Keys e sua atitude? Beyoncé e a sua exuberância?
Rihanna quer ser todas e tem porque querer. A sua voz linda e a beleza exótica é um pouco do que todas querem alcançar. Ela quer é mostrar que pode e por isso está em todas! Até concorrer de igual pra igual com as moças do momento e jogar pesado.
O disco novo é uma prova disso. Bem eclético e ao mesmo tempo coeso com a proposta do seu movimento Rated R é muito dançante nas músicas mais animadas (e bem animadas!) e bem acabado quando quer ser pop-meloso. E só ela poderia fazê-lo: nem Bey, nem Madge, nem Gaga tem a pegada R&B como ela. E Rihi a usa como exoesqueleto do seu album. Coisa que só os garotos têm feito ultimamente.
A gente bahbou por Stupid in Love, Rockstar 101, Russian Roullete, Fire Bomb, Photographs e Rude Boy. Quase tudo!
Ela não é uma vilã alienígena mas quer dominar sua mente!
Lady Gaga pode ter sido desacreditada pelos que torciam o nariz para as suas esquisitices. Mas agora mesmo eles podem se deixar render pelo sincero domínio da técnica de ser pop da performer. Ela parece calcular tudo aquilo. Pelo menos foi o que ela disse a Zeca Camargo no Fantástico.
Se não é esse o mundo que Lady Gaga quer dominar, é porque ela quer criar um outro paralelo pra ela. E nisso ela é bem sincera: o que ela faz é escapismo. Legal!
Quanto as armas para dominação ela acaba de jogar uma bomba nuclear! The Fame Monster que acaba de vazar é uma aula do melhor dos clichês pops montado na sua plataforma noventista dance.
Destacam-se logo na primeira audição o hit Bad Romance, Alejandro e sua discotecagem vintage a la Abba, a supercomercial Telephone e a incrível batida de Teeth.
Muito mais que uma parecer louca, Lady Gaga quer enlouquecer!
A Zara lançou as suas apostas para o inverno no hemisfério norte.
As cores sóbrias e peças bem masculinas compõem o seu look. Acho incrível essa nova moda que liberta a mulher destas roupas apertadas e nada sensuais (porque sensual é o que insinua e não o que expõe). Lindas!
Até pouco tempo atrás as grandes estrelas tinham superlançamentos de suas obras, com direito a um disco caprichadíssimo que tinha uma bela e enigmática capa e as pessoas corriam pra loja pra comprar, e a um senhor videoclipe pra passar na MTV e no Fantástico. Isso não tem mais: hoje as pessoas apenas gravam as músicas e lançam para os shows.
Pena. O videoclipe também é uma arte de linguagem própria e formas incríveis de expressão.
O exemplo é o matador novo vídeo da Lady Gaga. Bad Romance seria um clipe pra sair direto do Disk MTV!
A música continua uma boa expressão do pop anos 90 da cantora e deve causar nas pistas e rádios. Mas o clipe é pra detonar no YouTube!
Embora seja bem exemplo deste novo mundo pop em que os clipes não têm apenas que nos prender em frente a TV. Eles precisam ser uma sucessão de imagens arrasadoras, e não precisam necessariamente significar algo. É tudo conceito e imagem. E nisso eles têm que ser muito habilidosos para prenderem uma audiência ainda mais dispersa em meio às tantas atrações da rede.
Olha ele aí! Lady Gaga é um ser em conflito num mundo paralelo e sádico :
Ela veio de avião, ela voa de jatinho, ela vai pro Afroraggae, ela quer discutir os problemas sociais, ela anda de Mercedes, ela gosta pro Rio, ela está no Brasil: puta que pariu!
Se os bons atores em Hollywood têm realmente esse poder todo para atrair os melhores para uma produção, então ninguém tem mais condições hoje de fazer coisa boa do que Angelina Jolie e Jhonny Depp.
Depp e Jolie: tudo pra dar certo
Pois é! Eles estão juntos em The Tourist. God save us! Vai ser um filmão..
Clipe espetacular do Muse. Undisclosed Desires é bahbado e ganha um clipe superfodão!
Alás, The Resistance, seu novo album, tem alguns momentos incríveis e outros bem fraquinhos. United States of Eurasia e as três incursões entituladas Exogenesis chegam a ser muito abaixo da média. Mas as demais deixam uma boa dose de Muse na veia.
E por falar em veias e artérias, o novo clipe é um passeio esperto pelo coração da banda. Formado de cabos e luzes, ele bate forte enquanto as câmeras o invadem como o sangue que pulsa sincronizado com a batida característica da banda. E ele tem ritmo e nos conquista, como o som do Muse.
O Grammy latino de melhor Cantor/Compositor ficou com Caetano Veloso pelo album Zii e Zie.
O disco é realmente um sopro de ar revigorado nesta MPB que vive de fazer a mesma coisa. Muito pouco se tenta de nova sonoridade e mesmo os mais novos não tem apresentado muita novidade. A dieta é sempre a mesma: samba, alguma rala mistura de música nordestina e cópia citação dos grandes compositores. Sobra pros de sempre nos fazer respirar ar renovado.
Caetano e a Banda Cê: Grammy merecido e ar novo
Zii e Zie traz de novidade as experimentações de Caetano com a sua Banda Cê. Eles trouxeram o que chamaram de transamba: uma deliciosa batida dura de samba tocada por uma banda básica de rock. Esta nova fase de Caetano, na verdade começou com Cê, o seu disco anterior, e tem sido muito aplaudida por aí. É uma homenagem ao Rio e uma viagem.
Caetano continua novo e ao mesmo tempo reitera suas propostas. Isso consegue fazer lembrar do tanto de coisas que eu gosto e o quanto ele, no comando daquela geração de tropicalistas, gerou de arquitetura rica de misturas na música brasileira. Tem quem não goste dele. Mas ninguém pode negar que ele é um sujeito transformador..
Os dissidentes do talvez falecido The Strokes estão soltando as asinhas em produções muito dignas e surpreendentes. Depois do encanto praieiro do Little Joy do baterista Fabrizio Moretti, agora chega o album solo de Julian Casablancas.
Realmente bom Julian!
As misturas que ele destila em camadas de sons nunca poderiam ser cantadas pelos Strokes. Porque se eles fizessem tanta bagunça iriam perder o posto de banda de rock alternativo. Por isso, o seu (talvez ex) vocalista encontra redenção com um album que mistura o country, o disco e o rocker sem perder o make up que lhe dá liga. Embora assimétrico Phrazes for The Young, apresenta um desenho coeso e divertido, sobretudo quando deixamos de ouvir a melodia e nos deixamos na companhia da voz entediada do Sr Casablancas..