Será que teremos de novo uma mulher na Fórmula 1?
Hoje li uma notícia que me deixou muito feliz como fã de automobilismo e mulher. O Grande Prêmio divulgou que a piloto da F-Indy Danica Patrick não descarta a possibilidade de tentar uma vaga na F-1 no futuro.
A norte-americana de 26 anos venceu a etapa de Motegi, no Japão, e ganhou muitos elogios de pilotos e ex-pilotos, além da cantora Alanis Morissette e da senadora Hillary Clinton.
Danica chegou à categoria em 2005 e agora acumula 50 corridas disputadas, com 3 pole positions e 82 voltas lideradas.
Espaço feminino na F-1
Em 58 anos de competições, tivemos apenas cinco mulheres na Fórmula 1: as italianas Maria Teresa de Filippis e Lella Lombardi, a inglesa Divina Galica, Desire Wilson e Giovanna Amati.
Maria Teresa de Fillipis correu entre 1958 e 1959, disputando quatro GPs pela equipe Maserati e um pela Porsche. Sua melhor atuação foi em sua segunda corrida, na Bélgica em 1958, quando largou em 15ª e terminou em 10ª.
Lella Lombardi, a segunda representante do sexo feminino a pilotar um carro de Fórmula 1, estreou no GP da Grã-Bretanha de 1974, pela equipe Brabham.
Ela conquistou a melhor colocação de uma mulher na categoria e se tornou a única a pontuar ao conseguir a sexta posição no trágico GP da Espanha de 1975, disputado no circuito de rua de Montjuich, em Barcelona, em que cinco espectadores morreram em um acidente envolvendo a queda do aerofólio traseiro de Rolf Stommelen.
Divina Galica disputou treinos para três GPs entre 1976 e 1978, sem se classificar para nenhuma prova. Já Desiree Wilson tentou classificar-se para o GP da África do Sul de 1980, mas não obteve êxito.
A última mulher a competir na categoria foi Giovanna Amati, que tentou se classificar para três GPs em 1992 (África do Sul, México e Brasil), sem sucesso.
O que eles têm a dizer
“Cedo ou tarde teremos uma mulher na F-1 e isso me agrada. É um esporte mais difícil para elas do que para os homens, até porque a questão do esforço físico pesa, mas as mulheres podem chegar à categoria pela qualidade”, afirmou Pedro de la Rosa, piloto de testes da McLaren.
“Não vejo razão para uma mulher não ter capacidade de fazer o que fazemos, honestamente. Você vê algumas atletas por aí e eu penso que elas são mais bem preparadas do que nós”, diz o pentacampeão heptacampeão Michael Schumacher.
SE UMA MULHER IR PARA FORMULA SERÁ UM DESASTRE, DAI SIM ESTARÁ CHEGANDO O FIM DO MUNDO, ELAS SÓ SERVEM PARA ANIMAR A TORCIDA.
Danica Patrick ela deveria entrar na Honda no lugar do Rubinho.
Mulher deve pilotar um fogão de marca formula 1, so pode ser.
se algum dia uma homem ficasse parado e pedisse para uma mulher lhe dar um apen com muita vontade, mesmo que essa mulher fosse franzina, pode ter certeza que seria NOCAUTE!
Micael Schumacher é hepta campeão, e não penta.
Ora Ora … por que tanto preconceito ??? já vi “homens” na direção fazendo tanta besteira chega a ser engraçado; pq qdo é uma mulher dizem logo : olha só a braçona… qdo é um homem logo dizem : O carro deve estar com algum problema; qdo na realidade o único problema é a ” peça atrás ” do volante !!! Talvez os mais preconceituosos tenham receio que venha a surgir uma “ótima piloto” e pq não até ” uma campeã” .