07/07/2009 - 11:45

Olá pessoal!
Vamos lá, de novo, pensando, refletindo sobre este mundo que vivemos hoje, as belezas e as dificuldades, as alegrias e as tristezas, o sorriso e o choro, o amor e o ódio, a paz e a guerra. Neste caso, agora, filosofando mais sobre as loucuras da vida moderna (o vício em trabalho, o trânsito, a “correria”, a falta de tempo, a falta de descanso… a vida como um robô!). Por isso, repasso para vocês um texto escrito em 1882 que trata deste assunto e em seguida um outro de minha autoria, de 2007.
É só dedicar um tempinho, ler, pensar, exercitar um pouco o cérebro e se quiser deixe o seu comentário!
Abraços, Ernesto
Ócio e ociosidade
Existe uma selvageria própria de pele-vermelha, portanto, particular ao sangue índio, na maneira como os americanos aspiram ao ouro; e o seu frenesi no trabalho – o verdadeiro vício do Novo Mundo – começa já a barbarizar, por contágio, a velha Europa, dizimando uma estranha ausência de espírito. Tem-se agora vergonha do descanso; quase se experimentaria um remorso com a reflexão mais demorada. Pensa-se de relógio na mão, mesmo quando se está a almoçar, com um olho no correio da bolsa; vive-se permanentemente como alguém que tem medo de “perder” alguma coisa. “Mais vale agir do que não fazer nada”, eis ainda um desses princípios de carregar pela boca que correm o risco de vibrar o golpe de misericórdia a qualquer cultura e qualquer gosto superior. Este frenesi no trabalho dobra os afinados de todos os modos; pior, enterra o próprio sentimento desta forma, o senso melódico do movimento; as pessoas tornam-se cegas e surdas a todas as suas harmonias. A prova está na pesada precisão que se exige agora em todas as situações em que o homem quer estar honestamente diante do seu semelhante, nas suas relações com amigos, mulheres, pais, filhos, patrões, alunos, guias e príncipes; tem-se falta de tempo, tem-se falta de força para consagrar à cerimônia, os meneios da cortesia, o espírito da conversa e o ócio de uma maneira geral. Uma vez que a vida, tornada caça ao lucro, obriga o espírito a esgotar-se sem repouso no jogo de dissimular, de iludir ou de prevenir o adversário; a verdadeira virtude consiste agora em fazer uma coisa mais depressa do que um outro. Dessa forma, só em raras horas é que as pessoas se podem permitir ser sinceras: e nessas horas, está-se tão cansado que se aspira não somente a “deixar correr”, mas a estender-se pesadamente, a deitar-se. É esta inclinação que dá o tom da correspondência agora; e, o estilo e o espírito das cartas, serão sempre o verdadeiro “sinal do tempo”. Se ainda se encontra prazer na sociedade e nas artes, é um prazer do gênero daqueles que podem encontrar os escravos mortos de trabalho. Oh! Como alegram-se por pouca coisa essa gente do momento, com ou sem cultura, como é modesta nas suas “alegrias”! Que vergonha a suspeita que atraem, cada vez mais severamente, sobre si! Todos os dias o trabalho domina mais e mais a consciência em seu proveito: o gosto da alegria já se chama “necessidade de descanso”; começa a corar de si próprio. “Temos de fazer isto em função da saúde”, diz-se às pessoas que vos surpreendem em uma volta pelo campo. Neste ritmo as coisas poderão ir, rapidamente, tão longe que não se ousará mais ceder, sem desprezo por si próprio e sem experimentar remorso ao gosto pela vida contemplativa, ao desejo de passear em companhia de pensamentos e de amigos. Pois, antigamente, a maneira era inversa: era o trabalho que sofria de má consciência. Um homem bem nascido escondia o seu trabalho, se a necessidade o constrangia a fazer um. O escravo trabalhava esmagado pelo sentimento de fazer alguma coisa desprezível: “fazer” já o era por si só desprezível. “Somente há nobreza e honra no otium (ócio) e no bellum (guerra)”, assim falava o preconceito antigo! Friedrich Nietzsche, “A Gaia Ciência”, 1882
SOBREVIVI
De que vale a vida?
Vivida só pra você,
sem pensar no próximo,
sem saber o quê.
Qual é o sentido?
Deste mundo corrido,
sem tempo pra nada,
uma vida enganada.
Por quê ser correto?
Quando se é um objeto,
manipulado pela sociedade,
em busca da “tal” felicidade.
Estou cansado disso tudo,
ainda mais e sobretudo
quando nada sei,
nada fiz,
nada vi,
nada ouvi.
Apenas pensei, senti e sobrevivi!
Ernesto Wenth Filho
25/05/2007
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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19/06/2009 - 15:03

Caros amigos e amigas!
Cá estou eu, de novo, escrevendo e pensando no nosso amigo Cassiano. Olhando pra ele , aí em cima, na foto e no céu, não tenho dúvida que é assim que ele está, feliz e sorridente! A terra já lhe é leve e o céu é seu quintal.
Esses pensamentos me fazem pensar na amizade e junto com eles resolvi filosofar e repassar para vocês o texto abaixo retirado do livro “A gaia ciência”, de Friedrich W. Nietzche. Aproveitem, reflitam, comentem, critiquem, filosofem!
Ao que se chama de Amor
Cupidez e amor: como estas duas palavras soam diferentemente nos nossos corações!… Pode ser, no entanto, que exprimam ambas o mesmo instinto que receba dois nomes: o primeiro perjurativamente, do ponto de vista daquelas que já possuem, que têm um instinto de posse levemente satisfeito e que receiam entretanto pelos seus “bens”; a segunda elogiosamente, do ponto de vista dos insatisfeitos e dos ávidos que acham “bom este instinto”. O nosso amor pelo próximo não será o desejo imperioso de uma nova propriedade? E não sucede o mesmo com o nosso amor pela ciência, pelo saber, pela verdade? E igualmente com todos os desejos de novidade? Cansamo-nos pouco a pouco do antigo, do que possuímos com certeza, temos ainda necessidade de estender as mãos; mesmo a mais bela paisagem, quando vivemos diante dela mais de três meses, deixa de nos poder agradar, qualquer margem distante nos atrai mais: geralmente uma posse reduz-se com o uso. O prazer que tiramos a nós próprios procura manter-se, transformando sempre qualquer coisa nova em nós mesmos, é precisamente a isso que se chama possuir. Cansar-se de uma posse é cansar-se de si próprio (pode-se também sofrer com o excesso; à necessidade de jogar fora, de dar, pode assim atribuir-se o nome lisonjeiro de “amor”). Quando vemos sofrer uma pessoa, aproveitamos com gosto esta ocasião que se oferece de nos apoderarmos dela; é o que faz o homem caridoso, o indivíduo complacente; chama também de “amor” a este desejo de uma nova posse que despertou na sua alma e tem prazer nisso como diante de uma nova conquista iminente. Mas é o amor sexual que se revela mais nitidamente como um desejo de posse: aquele que ama quer ser possuidor exclusivo da pessoa que deseja, quer ter um poder absoluto tanto sobre a sua alma como sobre o seu corpo, quer ser amado unicamente, habitar e reinar na outra alma como o mais alto e o mais desejável. Se considerarmos que isto não significa outra coisa senão excluir o mundo inteiro do gozo de um bem, de uma felicidade preciosa; se pensarmos que aquele que ama visa empobrecer e privar todos os demais competidores, e tornar-se o dragão do seu tesouro, sendo o mais implacável e “conquistador”, o explorador mais egoísta; se imaginarmos, por fim, que todo o resto do mundo lhe parece indiferente, desbotado, sem valor, e que se encontra disposto a efetuar qualquer sacrifício, a perturbar qualquer ordem estabelecida, a relegar para segundo plano qualquer interesse: então, espantamo-nos que esta cupidez bárbara, esta furiosa injustiça do amor sexual tenha sido a tal ponto glorificada, divinizada, em todos os períodos da história, que se tenha extraído deste amor a idéia de amor concebida como contrária do egoísmo, quando representa talvez a sua expressão mais direta. Esse uso linguístico, evidentemente, deve ter sido criado por aqueles que não possuíam e desejavam possuir – talvez tenham provavelmente existido sempre em maior número. Aqueles que possuíram muito e que conheceram a saciedade, deixaram por vezes escapar uma palavra falando de “demônio furioso”, como Sófocles, o mais adorado e o mais amado dos atenienses; mas Eros sempre riu de semelhantes blasfemadores – eram os seus grandes favoritos. Existe realmente, aqui e além na terra, uma espécie de prolongamento do amor, no qual o desejo que dois seres experimentam um pelo outro dá lugar a um novo desejo, uma nova cobiça, a uma sede superior comum, a de um ideal que os ultrapassa a ambos: mas quem é que conhece tal amor? Quem já o viveu? O seu verdadeiro nome é amizade.
Abraços a todos e muita amizade (verdadeira),
Ernesto
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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28/04/2009 - 11:49

Olá pessoal!!
Continuo aqui, escrevendo, viajando, pensando…. compartilhando com vocês palavras que escrevo das minhas vivências, do meu dia a dia. Sempre na espera de algum comentário, de palavras que me estimulem a escrever, de sentimentos que me dêem alegria em viver!
O texto desta vez é o “Lusco-fusco”, inspirado na natureza de um lugar maravilhoso que se chama Barra do Rio Itapocu, em Santa Catarina.
Abraços,
Ernesto
Lusco-fusco
É o fenômeno da transição do período da tarde para a noite.
É o anoitecer,
pouca luz,
difícil de se ver….
Voam vagalumes
e seus primos pirilampos,
sobrevoando os pequenos campos.
É aquela luz verdinha,
que vive piscando,
parece uma lampadinha,
que vem voando.
Os cachorros latem,
os grilos cantam,
as cigarras gritam
e o socó passa voando.
As ondas fazem barulho,
vindo lá do mar,
é um grande borbulho,
que começa a se levantar.
Chega de papo,
que agora já anoiteceu,
até já ouvi o sapo
e foi isso que aconteceu!
Ernesto Wenth Filho
10/03/2008
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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30/03/2009 - 10:21

Olá pessoal!!
Desta vez vou falar de surf, da emoção e do prazer que sentimos quando pegamos uma onda, do contato com o mar e das amizades que fazemos através deste esporte maravilhoso, onde o que nos “move” é a pura energia da natureza, assim, simples e fácil! O surf clássico, na busca única pelo prazer, pela diversão e alegria de dropar uma onda é o que mais me atrai, o que mais me deixa feliz, é claro que se rolar um tubo, fico mais feliz ainda! Do meu ponto de vista, as coisas mais importantes no surf são: a paciência, o respeito (pelo mar e pelos outros surfistas), a coragem e a alegria! O texto abaixo acho que demonstra um pouco essa sensação tão boa que é surfar!
Abraços e boas ondas,
Ernesto
Entubado
Surf,
Prainha,
ondas perfeitas,
esquerdas e direitas,
animando a galera,
tá cheio de gente,
só dá fera!
Fico no fundo, isolado,
na paciência, só observando,
a melhor onda, o melhor momento,
ela vem quando?
Lá vem ela,
grande, pavorosa,
forte e bela,
é a onda maravilhosa!
Pego a direita,
mais longa,
desafiadora,
na velocidade,
no gás,
na felicidade,
o quê eu quero mais?
Primeiro tubo,
saio “lançado”,
entro no segundo,
a espuma na cabeça,
tô lá dentro voando,
vejo a saída na frente,
me concentro,
exercito a mente,
saio feliz gritando,
empolgando muita gente!
Gente da praia,
que viu a “cena”,
o “cara” entubado,
feliz da vida,
todo empolgado,
se sentindo bem amado!
Valeu Mar, Valeu Natureza!
Ernesto Wenth Filho
17/03/2009
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/03/2009 - 15:33

Olá Pessoal!!
Continuo vivo, na ativa, pensando e escrevendo! O texto deste “post” é muito especial, diz respeito a um ser maravilhoso que convive conosco e que nos traz (aos homens) muita alegria, muita felicidade, muito sorriso, muito amor, às vezes dor no coração, tristeza e amargura, mas com certeza devemos nos lembrar mais dos momentos de satisfação, de pureza e amizade que este ser nos proporciona. Como esta é a semana que antecede ao Dia Internacional da Mulher, aguardei este momento para mostrar a minha homenagem às mulheres, através deste texto que mostra o quanto elas são importantes para nós homens!
Viva a mulher e parabéns pelo seu dia!
Abraços,
Ernesto
08 de Março
Um dia comum?
Um dia normal?
Com certeza não,
não é um outro dia igual!
É o dia internacional da mulher,
comemorado no mundo inteiro,
um dia de valor e de fato verdadeiro.
Vocês são a alma, o prazer que acalma!
Vocês são a alegria, no nosso dia a dia!
Vocês são a beleza, em seu mais alto grau de pureza!
Vocês são felizes e sorridentes, contagiando as nossas mentes!
Vocês são sensíveis e amadas,
belas e formosas,
as nossas verdadeiras rosas!
Mulher,
obrigado pela sua existência,
pela sua tranqüilidade,
pela sua persistência,
e por toda sua felicidade!
Viva a mulher!
Aquela verdadeira,
aquela de bem,
que gosta de uma brincadeira
e não faz mal a ninguém!
Ernesto Wenth Filho
08/03/2008
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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07/02/2009 - 13:41

Olá Pessoal!!
Sem mais delongas, vou direto ao assunto deste post: indicar para vocês uma banda muito boa, não tão recente, formada por caras da cidade de Sacramento, na Califórnia, em 1991 e que até agora lançaram apenas 05 discos e não estão nem um pouco preocupados com a “indústria fonográfica” e seus “caminhos”.
Vale a pena conferir…….
Com vocês, CAKE!
Abraços,
Ernesto
Cake
Que banda!! Que som!!
Tem trumpete…
Tem até “theremin”,
baixo, bateria e guitarra
e um vocal sem fim.
Tem letras divertidas,
diferentes,
inteligentes,
às vezes ácidas,
às vezes doces.
Uma música dançante,
cheia de detalhes,
intrigante,
misteriosa,
contagiante,
gostosa!
É espetacular o som desses caras,
cativante,
sem aparas,
perfurante,
elegante!
Sem Cake o mundo piora!!
Ernesto Wenth Filho
17/06/2008
*OBS.: Uma breve explicação sobre o Theremin -
O theremin foi inventado em 1919 pelo físico Russo Lev Termen (seu nome foi mudado mais tarde para Leon Theremin). Hoje, este instrumento maravilhoso está de volta ao cenário musical.Além de ter uma aparência como nenhum outro instrumento tem, o theremin é único instrumento que se toca sem tocá-lo. Duas antenas projetam-se do theremin sendo que uma controla o Tom, e outra controle o Volume(pitch/volume).
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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23/01/2009 - 15:20

Olá pessoal!!
Pois é, escrevi os dois últimos textos no blog porém a repercussão foi praticamente nenhuma….sei que foi um período de fim de ano, festas, etc. Mas estou aí, de novo, insistindo, mexendo com a paciência de vocês, tentando mostrar alguns pensamentos e sentimentos que tive e tenho na minha vida, compartilhando estes momentos e aprendendo sempre com as palavras e comentários colocados por vocês no blog.
Bem, desta vez quero contar uma pequena história que aconteceu no 10º andar de nosso apartamento. Foi a chegada em nosso lar de um passarinho, que demos o nome de “Free” (vejam a foto), ele chegou pela sacada e logo ficou amigo de todos, subia no ombro, ficava em nossos dedos e comia na mão. Realmente foi um momento muito lindo e puro da Natureza! Inesquecível!
Um abraço a todos e até o próximo texto!
Ernesto
Free
A pureza da Natureza apareceu em nosso lar,
tão pequeno, tão frágil,
impossível não querer cuidar.
O seu sonho era ser livre, era voar,
encontrar amigos
e juntos poder cantar.
Cedo ele se foi, com os anjos estar,
fica a sua imagem e alegria,
para nossos corações encantar!
Ernesto Wenth Filho
2006
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/01/2009 - 14:32
Olá Pessoal!
Feliz Ano Novo para todos!! Que 2009 seja no mínimo melhor que 2008, mas sempre com muita Paz, Amor e Saúde!
O verão está aí e o calor chegou, praias cheias, estradas lotadas, férias para uns e muito trabalho para outros. O importante é que haja respeito e educação entre turistas e moradores de cidades praianas, uma vez que o trânsito fica complicado, os mercados ficam cheios, o espaço na areia é disputado e, portanto, devemos tentar evitar o “stress” e buscar uma relação de harmonia.
Bem, neste clima de “temporada” segue um texto que escrevi sobre o calor.
Abraços,
Ernesto
Calor Infernal!
Calor infernal,
sol a pino,
40 graus,
sol queimando
e eu aqui torrando!
É muito suor,
é muita butuca,
é muita sede,
é muita moleza,
é difícil controlar a natureza!
O negócio é um banho de mar,
correr e pular
e daí mergulhar!
A água refresca,
o sal “descarrega”,
só assim o calor nos da uma trégua!
Também tem o vento,
a brisa do mar,
a água da chuva,
para nos refrescar!
E assim vamos indo,
nos adaptando,
sempre sorrindo
e o sol queimando!
Ernesto Wenth Filho
06/03/2008
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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20/12/2008 - 10:38
Olá pessoal!!
Depois de uma semana sem textos (peço desculpas), estou novamente aqui para que possamos continuar a trocar idéias, refletir, dar risadas, interagir através das palavras.
Palavras, textos que às vezes nos tranquilizam, nos animam, nos trazem alegria e outras vezes nos fazem “fritar os miolos”, tamanha é a profundidade do seu teor nos levando a perguntas difíceis de serem respondidas.
Pois é, mas esta semana não estou a fim de “fritar” nada, quero leveza, quero palavras mais brandas, mais divertidas, por isso escolhi o texto que fala de um amigo meu!
Forte abraço a todos e um Natal com muita Paz, Saúde e Amor!
Ernesto
Meu grilo amigo!
De vez em quando ele aparece,
lá pelo fim da tarde,
vem manso, sem alarde.
Daí eu “boto” um som prá rolá
e o grilo começa a cantá!
A sintonia é perfeita:
o grilo e a música,
a música e o grilo.
E neste meio estou eu…
Por inteiro,
nem o último, nem o primeiro,
mas quem sabe o terceiro,
feliz, satisfeito, tranqüilo,
em paz e com bons sentimentos.
Aliás, antes que me esqueça,
ou melhor,
antes que me falhe a cabeça,
o nome de meu amigo grilo
é “Jay Brown”.
Primo terceiro,
com ligação causídica esquizofrênica atemporal direita,
focoluminosa atraente,
ou seja, parente
de James Brown!
Ernesto Wenth Filho
02/09/2008
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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06/12/2008 - 15:38
Olá Pessoal!!
Esta semana vou fazer diferente, vou instigar a sua mente, vou tomar a liberdade (num gole só!) de mostrar a realidade, na verdade mostrar a sua capacidade ou melhor a sua vontade… de um ser livre….
Abraços,
Ernesto
Liberdade
Vontade,
simplicidade,
lealdade,
dignidade,
vivacidade,
bondade,
tranqüilidade,
felicidade,
amizade,
criatividade,
fecundidade,
honestidade,
cumplicidade,
amabilidade,
sinceridade,
verdade
e por fim………
humildade.
Ernesto Wenth Filho
29/07/2008
Autor: pedracomprida@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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