Parece que foi ontem, mas já se passaram 15 anos da morte de um dos maiores pilotos de F1 de todos os tempos, Ayrton Senna. Eu lembro como se fosse hoje do acidente. Estava assistindo do sofá da minha casa, quando a Williams de número 2 do brasileiro bateu na curva Tamburello, do circuito de San Marino.
Depois da barida, pensei – “ele já vai sair do carro, e tudo volta ao normal”. Mas aos poucos fomos vendo que a coisa era mais grave do que pensavámos. Várias e várias pessoas chegando para ver o que tinha acontecido com Senna, ai o tempo passava, passava e parecia que a coisa estava feia.
Lembro que quando tiraram ele do carro, para atendê-lo e uma poça de sangue tinha surgido no chão, ai pensei – “ferrou” !
Ai depois foi aquela apreensão por noticias, quando por volta das 13h daquele começo de domingo, veio a notícia que todos temíamos. Senna tinha morrido.
Senão me falhe a memória, quem deu a notícia foi o jornalista, até então na TV Globo, Roberto Cabrini. O Brasil mergulharia numa catarse coletiva, num luto que duraria dias, dias e semanas.
Lembro também, que a tarde, jogaram São Paulo x Palmeiras pelo campeonato paulista daquele ano.
As duas torcidas cantando, OLÊ, OLÊ, O, LÁ ! Senna, Senna !
O Palmeiras tinha venceu o jogo por 3 x 2, de virada. Mas pouco importava o que tinha acontecido. Não havia clima para nada.
Não podemos esquecer que no sábado, o piloto austriaco Roland Ratzenberg, havia morrido após um acidente. Fora a batida de Rubens Barrichello, nos primeiros treinos, na sexta feira.
Com o acidente de Senna, terminava ali o prazer de acordar todo o domingo de manhã, para ver a F1.
Como o tempo passa !