Arquivo de maio, 2009
29/05/2009 - 18:39
O produto chamado 2,4-D em mínimas quantidades, mata os parreirais, as árvores de angico, e cinamomos. As moléculas deste produto vão a grandes altitudes, e ao voltarem ao solo, já a grandes distâncias do local de aplicação, causam a morte das plantas. Aqui na nossa região, desapareceram os angicos, e a maioria das parreiras. Cinamomos amarelam as folhas e vão morrendo aos poucos.
29/05/2009 – 01h05
Nova soja transgênica pode trazer à cena o agente laranja |

Multinacional Dow AgroSciences pediu à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberação de estudos de nova soja transgênica. Suspeita-se que a variedade seja resistente à um antigo herbicida, o 2,4-D, componente do agente laranja.
Segundo boletim da Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos, o uso do glifosato, herbicida aplicado em transgênicos liberados, está perdendo a eficácia pois as plantas `invasoras` estão cada vez mais resistentes.
Esse é o motivo das empresas começarem a usar herbicidas ainda mais tóxicos, como o 2,4-D. Em 5 de fevereiro, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
Esta substância é um dos componentes do agente laranja, usado na Guerra do Vietnã pelos Estados Unidos para desfolhar matagais e bosques.Extremamente tóxico, o herbicida é responsável pelo aparecimento de milhares de casos de câncer, doenças neurológicas e pelo nascimento de crianças deficientes no Vietnã.
A Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos sugere que a divulgação pública do nome 2,4-D poderia impedir a liberação dos estudos. Por isso a Dow teria omitido o nome do herbicida no pedido feito à CTNBio.
No pedido, consta apenas a descrição de “soja transgênica tolerante a herbicidas”.
Fonte: Agência Pulsar
(Envolverde/Ecoagência)
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Tecnologia
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28/05/2009 - 22:06
Para conhecimento de todos os colegas!!!!
Caros cooperados da UNEAGRO e Colegas
Nossa luta em pleitear um código específico para processos de averbação de área de reserva legal deu certo. O CREA, através da equipe técnica que ficou encarregada de avaliar nossas justificativas/reivindicações, somadas às da ACEF (Associação Catarinense dos Engenheiros Florestais), considerou necessária e as câmaras setoriais do CREA aprovaram a necessidade de ser considerado como um trabalho técnico o processo de averbação da área de reserva legal. Assim, criou o código específico que deve ser utilizado junto com os demais, dependendo dos serviços realizados pelo profissional para realização dos procedimentos técnicos de averbação da área de reserva legal. Assim, fica claro, penso, que, obrigatoriamente, para elaborar um projeto de averbação de área de reserva legal deve participar ou um engenheiro agrônomo ou um engenheiro florestal, mesmo que parte do trabalho possa ter a participação de outros profissionais, pois envolve vegetação e uso do solo.
Queremos, aqui, agradecer ao SEAGRO e a AEASC que quando consultados e convidados nos deram todo seu apoio, além de terem orientados seus representantes junto ao CREA no sentido de mais apoio à aporovação.
Em anexo segue a publicação copiada da revista do CREA/SC (página 08, n° 65 – março/abril).
Att.
Diogenes Eleison y Castro
Diretor Presidente – UNEAGRO/SC
Tel: 48 - 30257600
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): AMIGOS DA AEASC BABITONGA, Notícias, OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS
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25/05/2009 - 09:51
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POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS — Número 442 – 22 de maio de 2009
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Uma matéria publicada no jornal Gazeta Mercantil em 18 de maio informa que a Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, vai entrar no mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. O pedido para testes de campo já foi encaminhado à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
A matéria não informa especificamente a qual herbicida a nova soja será tolerante. O diretor de sementes e biotecnologia da empresa apenas informa que “serão novos eventos tolerantes aos auxínicos, um regulador de crescimento que quando aplicado em doses adequadas atua como um herbicida”.
A Dow é fabricante o herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).
Curiosamente, a pauta da 123a reunião ordinária da CTNBio, onde consta o pedido para liberação planejada (teste de campo) para esta soja, também não informa a qual herbicida ela é tolerante. Genericamente, diz apenas “soja geneticamente modificada tolerante a herbicidas”.
Entretanto, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou, em 05 de fevereiro último, sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
O “lançamento” desta soja tolerante ao 2,4-D é um escândalo! Todos sempre souberam que o uso intensivo de glifosato nas monoculturas de soja transgênica provocaria o desenvolvimento de mato resistente ao herbicida. À época da liberação da soja transgênica no Brasil, alertamos exaustivamente que isto já estava ocorrendo nos países que já cultivavam soja transgênica havia mais tempo, o que estava levando os agricultores a procurar herbicidas mais antigos e mais tóxicos como o 2,4-D.
A empresa e a CTNBio estão agora tentando “disfarçar” que a nova soja é tolerante ao 2,4-D justamente porque sabem que este herbicida é extremamente tóxico!
Para se ter uma idéia, o glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alerdeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV – Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I – Extremamente Tóxico”.
O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnam que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.
A fórmula soja transgênica + glifosato representa um desastre para os agricultores e uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro Roleta Genética, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes das autoridades da CNTBio, que sabem, tanto como nós, dos efeitos devastadores que uma produção como estas em larga escala poderá provocar.
Com informações de:
- Gazeta Mercantil, 18/05/2009.
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): transgenicos
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22/05/2009 - 19:15
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POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
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Car@s Amig@s,
Uma matéria publicada no jornal Gazeta Mercantil em 18 de maio informa que a Dow AgroSciences, subsidiária da americana Dow Chemical, vai entrar no mercado brasileiro de sementes de soja transgênica com uma nova variedade tolerante à aplicação de herbicidas. O pedido para testes de campo já foi encaminhado à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
A matéria não informa especificamente a qual herbicida a nova soja será tolerante. O diretor de sementes e biotecnologia da empresa apenas informa que “serão novos eventos tolerantes aos auxínicos, um regulador de crescimento que quando aplicado em doses adequadas atua como um herbicida”.
A Dow é fabricante o herbicida 2,4-D, um herbicida auxínico considerado muito mais tóxico do que o glifosato (também tóxico).
Curiosamente, a pauta da 123a reunião ordinária da CTNBio, onde consta o pedido para liberação planejada (teste de campo) para esta soja, também não informa a qual herbicida ela é tolerante. Genericamente, diz apenas “soja geneticamente modificada tolerante a herbicidas”.
Entretanto, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou, em 05 de fevereiro último, sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
O “lançamento” desta soja tolerante ao 2,4-D é um escândalo! Todos sempre souberam que o uso intensivo de glifosato nas monoculturas de soja transgênica provocaria o desenvolvimento de mato resistente ao herbicida. À época da liberação da soja transgênica no Brasil, alertamos exaustivamente que isto já estava ocorrendo nos países que já cultivavam soja transgênica havia mais tempo, o que estava levando os agricultores a procurar herbicidas mais antigos e mais tóxicos como o 2,4-D.
A empresa e a CTNBio estão agora tentando “disfarçar” que a nova soja é tolerante ao 2,4-D justamente porque sabem que este herbicida é extremamente tóxico!
Para se ter uma idéia, o glifosato, cujos males ao meio ambiente e à saúde humana vêm sendo alerdeados aos quatro ventos, é classificado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como de “Classe Toxicológica IV – Pouco Tóxico”. Já o 2,4-D é um herbicida “Classe I – Extremamente Tóxico”.
O 2,4-D é um dos dois componentes do famoso “agente laranja”, desfolhante utilizado na Guerra do Vietnam que provocou milhares de casos de cânceres, leucemias e patologias neurológicas, além do nascimento de bebês com deficiências físicas e mentais.
A fórmula soja transgênica + glifosato representa um desastre para os agricultores e uma ameaça à saúde dos consumidores (amplamente descrita no livro Roleta Genética, de Jeffrey Smith). E todos sabiam que sua eficácia agronômica duraria poucos anos. Substituí-la por outro pacote tecnológico muito mais nocivo para resolver os problemas causados pelo primeiro seria um crime sem precedentes das autoridades da CNTBio, que sabem, tanto como nós, dos efeitos devastadores que uma produção como estas em larga escala poderá provocar.
Com informações de:
- Gazeta Mercantil, 18/05/2009.
- Boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária, 05/02/2009.
- Pauta da 123a. Reunião Ordinária da CTNBio
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Por problemas com o servidor, o Boletim 441 não foi distribuído para a lista, mas está disponível em http://www.aspta.org.br/por-um-brasil-livre-de-transgenicos/boletim/boletim-441-15-de-maio-de-2009
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Tecnologia
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17/05/2009 - 10:22
Brasília, 14 de maio de 2009
Uma queda de braço entre ruralistas e ambientalistas no Congresso Nacional coloca no centro do debate a reforma do Código Florestal brasileiro. Os ruralistas apontam a necessidade de modernizar a legislação ambiental e fazem propostas que, segundo eles, vão dinamizar a atividade agrícola. Do outro lado, os ambientalistas argumentam a necessidade de preservar os biomas brasileiros e a manutenção do código para a sustentabilidade das futuras gerações.
Em 1965, a Lei 4.771 instituiu o Código Florestal – um mecanismo de proteção ao meio ambiente de norte a sul do Brasil para preservar, entre outras coberturas vegetais, a Amazônia, a Mata Atlântica, a Caatinga e o Cerrado. Entre suas determinações, a exploração das florestas, tanto de domínio público como privado, passou a depender da autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA – bem como as técnicas de condução, manejo, exploração e reposição florestal de acordo com os diferentes ecossistemas. O código, com as alterações promovidas pela MP 2166-67/2001, tenta compatibilizar meio ambiente e agronegócio.
“Trabalho constantemente com o Código Florestal e o considero perfeito e muito útil. É um instrumento para termos o mínimo de proteção ao meio ambiente neste país. Somente em relação aos centros urbanos, alguns tópicos poderiam ser adaptados”, definiu o engenheiro eletricista José Chacon de Assis, membro do Grupo de Trabalho de Meio Ambiente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) e coordenador nacional do Movimento de Cidadania pelas Águas Brasil.
Em linhas gerais, os ruralistas querem reduzir os percentuais de conservação obrigatória (reserva legal), permitir a recomposição florestal com espécies exóticas comerciais, além de obter financiamento para áreas degradadas. Os ambientalistas não concordam com essas mudanças.
A Frente Parlamentar da Agropecuária da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Valdir Colatto (PMDB/SC) e composta por 208 deputados federais e 35 senadores, propõe a substituição do Código Florestal, considerado atrasado pela Frente, pelo Código Ambiental nacional – idealizado aos moldes do instituído em Santa Catarina. A ideia é descentralizar a lei e considerar as características de cada estado. A proposta será encaminhada ao Congresso Nacional neste mês de maio. “É inadmissível que o mesmo Código seja igual para a Amazônia e para Santa Catarina”, ressaltou Valdir Colatto. (Obs: Neste parágrafo, em específico na parte grifada, se desnuda totalmente a intenção urdida por detrás do Código Ambiental Catarinense…).
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, afirma que a mudança na legislação ambiental é fundamental para o progresso econômico do país. Ele disse estar ao lado dos produtores rurais, e tem viajado pelo Brasil para debater o assunto.
Em outra iniciativa, o Governo Federal criou a Medida Provisória 458/09 para fazer a regularização fundiária das ocupações na Amazônia Legal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A MP teve seu texto original modificado e aprovado nesta quarta-feira (13/05). O relator Asdrubal Bentes (PMDB/PA) disse que a medida vai permitir a regularização de mais de 400 mil posses, beneficiando cerca de 1,2 milhão de pessoas. O posseiro que descumprir as regras, chamadas cláusulas resolutivas, poderá perder a titularidade da terra.
O presidente da Sociedade Brasileira dos Engenheiros Florestais (Colégio de Entidades Nacionais do Sistema Confea/Crea) e Membro da Comissão Nacional das Florestas, Glauber Pinheiro, afirmou que a regularização fundiária, de um modo geral, é fundamental para conter o desmatamento e a grilagem. “Historicamente as áreas mais desmatadas são públicas e o Governo não tem controle. É fundamental saber quem são os donos das terras para moralizarmos essa questão. Por outro lado, não é preciso aumentar a área agricultável para aumentar a produção. Alguns países têm menos espaço territorial que o Brasil e se utilizam da tecnologia para aumentar a produção. Existem muitos leigos trabalhando no setor produtivo. Para eles, aumentar a área é o melhor caminho”.
O debate sobre a legislação ambiental levanta outro aspecto não menos importante na visão do engenheiro florestal Glauber Pinheiro: a necessidade de a exploração florestal e a agricultura em larga escala terem um engenheiro agrônomo como responsável técnico, com conhecimento científico que permita a sustentabilidade da atividade. “O Sistema Confea/Crea tem papel primordial na fiscalização do exercício ilegal no agronegócio. O país conta com áreas enormes e é preciso estabelecer critérios. Segundo a Lei 6.496/77, para execução desta atividade é necessário fazer uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) por profissional devidamente habilitado. Mesmo os cortes de vegetação legalizados com a autorização do IBAMA, muitas vezes, também não contam com um responsável técnico”, completou ele.
Nesse quebra-cabeça também entra em cena a opinião pública. Uma pesquisa encomendada pela entidade Amigos da Terra – Amazônia Brasileira ao Instituto de Pesquisas Datafolha, com 2.055 brasileiros acima de 18 anos, em todo o país, em abril de 2009, revelou que 94% dos entrevistados querem o fim do desmatamento, mesmo que isso signifique abrir mão de mais produção agropecuária, e ainda pretendem punir no voto os políticos que se destacarem por defendê-lo. Além disso, a grande maioria deseja que os custos gerados pelos danos ambientais sejam cobrados de quem desmatou, mesmo que isso resulte no aumento dos preços dos alimentos. Sobre o Código Florestal, 91% querem “leis mais rigorosas para impedir o desmatamento”, 5% acham que as “leis podem continuar inalteradas” e 4% desejam “leis menos rigorosas para a produção de alimentos que estão na ilegalidade”.
“Nós queremos ter mais produção com mais proteção. A tragédia que aconteceu em Santa Catarina serve para mostrar o que acontece quando não se respeita o meio ambiente: a natureza se vinga”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Nesta quarta-feira (13/05), o movimento Amazônia para Sempre, liderado pela atriz Christiane Torloni, realizou uma vigília em defesa da floresta. Dentro do plenário do Senado, em Brasília, os parlamentares receberam um manifesto com um milhão de assinaturas, que aponta ações contra o desmatamento. A senadora Marina Silva esteve presente e manifestou a sua posição contra a MP 458/09.
Melissa Ornelas
Assessoria de Comunicação do Confea
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): opinião
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15/05/2009 - 17:53
Compensação Ambiental
Decreto nº 6.848, que faz alterações ao Decreto nº 4.340/2002, para regulamentar a
compensação ambiental.
A partir de agora, caberá ao Ibama estabelecer o grau de impacto a partir de estudo prévio de impacto ambiental e respectivo relatório ? EIA/RIMA, ocasião em que considerará, exclusivamente, os impactos ambientais negativos sobre o meio ambiente.
O valor da compensação ambiental será o produto de dois fatores:
· o Valor de Referência (VR), que é o somatório dos investimentos necessários para implantação do empreendimento, não incluídos os investimentos referentes aos planos, projetos e programas exigidos no procedimento de licenciamento ambiental para mitigação de impactos causados pelo empreendimento, bem como os encargos e custos incidentes sobre o financiamento do empreendimento, inclusive os relativos às garantias, e os custos com apólices e prêmios de seguros pessoais e reais; e
· o Grau de Impacto nos ecossistemas (GI), podendo atingir valores de 0 a 0,5%. O Decreto ainda traz em seu anexo a fixação de diretrizes para o cálculo do grau de impacto nos ecossistemas.
Prof. Guilhardes Júnior
Universidade Estadual de Santa Cruz/BA
http://guilhardes.wordpress.com
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Sem categoria
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15/05/2009 - 17:52
DDT proibido
A nova Lei proíbe em todo o território nacional a importação, exportação, manutenção em estoque, comercialização e uso do DDT, um produto químico altamente nocivo para o ambiente e a saúde humana. Os efeitos nocivos do DDT são contados num clássico do ambientalismo mundial, Primavera Silenciosa, da escritora Rachel Carson.
Os estoques de produtos contendo DDT, existentes no País, deverão ser incinerados no prazo de 30 dias, a contar da publicação da Lei, tomadas as devidas cautelas para impedir a poluição do ambiente e riscos para a saúde humana e animal. Além disso, a Lei manda que o Poder Executivo realize, no prazo de 2 anos, estudo de avaliação do impacto ambiental e sanitário causado pelo uso de DDT para controle de vetores de doenças humanas na Amazônia.
Foi vetado o art. 3º, aprovado pelo Congresso, o qual dizia ser crime ambiental, nos termos do art. 54 da Lei de Crimes Ambientais, a fabricação, exportação, comercialização, manutenção em estoque e uso do produto.
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Sem categoria
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11/05/2009 - 15:04

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O DEDÃO DO COLATTO-PMDB, COMANDO ACIONADO POR LHS CONSTRANGENDO MINC sinalizando a batalha armada entre os que desejam usar o restinho do suco do limão, para lucros privados ofertados pela natureza, deixando o prejuizo total para a sociedade brasileira que devera sofrer e pagar com sangue essa conta.
O levantamento feito pela EPAGRI de que existem 42% de mata atlantica cobrindo o estado de SC, não passa de mera fantasia e debocho. Está usando a EPAGRI como cobertura florestal, o capim colonião e os campos naturais de altitude como sendo cobertura florestal.
O que LHS quer a ferro e fogo, são projetos que usam as APPs (mangues e restingas – veja o Costão do Santinho do seu amigo MARCONDE DE MATOS – um dos indiciados e presos no processo MOEDA VERDE desencadeado pela PF. LHS ofereceu um jantar na casa paga pelos contribuintes, comida paga pelos contribuintes de SC, 40 indiciados quando foram libertados da prisão, um deboche que mostra a arrogancia desse governo estadual.
Luiz aprendeu quando da apresentação do projeto do IBAMA, A RESERVA DE FAUNA para a baia da Babitonga, que se aliando com pessoas que vinham prejudicando o bioma mais rico de santa catarina, inventando falácias de prejuizos aos empreendedores, às colonias de pesca e politicos carreiristas, vitorioso assistiu o RECUO humilhante do IBAMA, encorajado por Marina Silva.
Agora num passo maior, usando a estrutura paga pelos contribuintes, a EPAGRI, formatou uma suposta lei ambiental que não passa de uma lei de uso do solo ou mesmo um codigo do agronegocio sem limites, que chamou de CODIGO AMBIENTAL DE SC. As astucias da velha raposa convenceu até a totalidade dos deputados estaduais, num exemplo de submissão ao imperador. Os beneficiados desse codigo, serão todos os que desde 1965 vem usurpando em beneficio proprio e em prejuizo do total dos catarinense, as APPs, com a orientação tecnica de organismos de assistencia tecnica ao agronegocio, hoje representada pela EPAGRI.
Santa Catarina extirpou todas as várzeas onde criou solo para a produção de arroz quimico, que usa as cristalinas águas que vem das montanhas, passando-as pelas arrozeiras quimicas, liberando essas aguas contaminadas por perigosos agrotoxicos para os rios, que abatecem as ETAs da CASAM, SAMAES e companhia de águas concessionarias no fornecimento de aguas “tratadas”
Luiz Henrique tem como aliados os bananicultores financiados pelo BESC, BRDE, BB, BADESC, que viabilizaram plantios em encostas de alto risco, de APPs, tudo com a assistencia tecnica da EPAGRI.
Luiz Henrique foi para o Oeste de SC, que pelo 10° anos sofre com estiagens e presencia a quebradeira do agronegocio dos suinos e do leite, para buscar aliados que construiram a esmagadora maioria das pocilgas nas APPs, para poderem lançar a merda de suinos diretamente nos rios sem qualquer tratamento, aguas contaminadas que hoje se apresentam nos rios mal cheirosos de periodo de secas e ofertadas para os consumidores das cidades do Grande Oeste.
Todos os aliados de LHS, somando as loteadoras que querem utilizar os loteamentos até as margens dos rios, lagoas, represas para bons negocios imobiliarios privados, lucrando com tais empreendimentos e criando danos coletivos que toda a socieade de contribuintes de SC vai ter que pagar assistindo para a redução da qualidade de vida e o aumento dos riscas das catastrofes ambientais. Mas alguns milhares de catarinenses estarão construindo nas margens de rios e de represas, colocando em risco o caixa do Estado, que sem a ajuda federal, terá que indenizar esses enganados pelo governo.
Com mais essa vitoria, o LHS trouxe para SC o munistro Unger, que ficou influenciado pelos argumentos falsos do governador e que passou a ser o menino de recado encantado com esse codigo ambienal de SC.
Outros governadores que sempre incentivaram os lucros privados em prejuizo do social e limitando a qualidade de vida das gerações que estão nascendo e chegando, estão se alinhando com o PMDB de SC, e criando um grande grupo que nunca respeitou as APPs, e que as secretarias da agricultura desses estados, sempre encorajaram o desrespeito da LEI 4.771/65.
Organismos como o MPE e o MPF, estão sendo pressionados pelos governadores, como estratégias globais do capitalismo canibal que não inclui o social no banquete dos recursos naturais, mas o que promovem é a desgraça e o sofrimento do povo incluindo os que apoiam essas novas leis dando um tiro no proprio pé.
A GUERRA SOCIAL ESTA DECLARADA, os universitarios de Florianopolis constrangidos violentamente pelas forças policiais do Imperador escreveram mais uma pagina vergonhosa para todos os catarinenses.
É mais do que urgente a aglutinação de forças da sociedade civil organizada que vê com muita clareza os perigos de legislações classistas, para que organize-se, deixando de lado as diferenças e se coloque a campo, muitas saindo de cima do muro, por que se envolveram com parcerias duvidosas.
ATenciosamente
Gert Roland Fischer
Presidente da APREMA-SC
Manifestação anti-Código Ambiental Catarinense reprimida por tropa de choque
por
Vera Maria FleschEstivemos participando de manifestação contra o Código Ambiental hoje, cinco de maio, em passeata organizada por estudantes do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC, em caminhada desde a universidade até a casa do governador.
A manifestação era pacífica e silenciosa, ocupávamos duas pistas da Beira Mar Norte. Os automóveis passavam na terceira, tranquilamente, e muitos motoristas buzinavam em sinal de aprovação. Os estudantes
levavam seus banners confeccionados com papel pardo e ninguém queria gritar palavras de ordem.
Já perto do Angeloni, fomos cercados primeiro pela guarda de trânsito, depois por policiais do Pelotão de Patrulhamento Tático. Gente, somos importantes, a da elite da PM de SC! Os militares começaram a empurrar os estudantes (e nós também) para a calçada com grosseria, alguns seguravam metralhadora, outros ameaçavam usar cassetetes e gás de pimenta caso houvesse desobediência.
Um dos estudantes foi atingido por um jato desse gás e vários incidentes quase se converteram em um confronto maior, não fossem as insistentes conversas diplomáticas dos líderes. Porém, os militares se
negaram a ler a autorização para a passeata, que os jovens tinham em mãos. Tentamos convencê-los de que o tema interessava a eles, inclusive (que reclamam do governador melhores salários!).
Nesta manifestação, aparentemente não havia professores. Dela, participavam talvez dois ou três ambientalistas. Modesto Azevedo e João Carlos Silva representavam a UFECO e o Fórum da Cidade. Incrível, mas fomos reprimidos, na avenida Beira Mar, pela tropa de choque! Se eu não estivesse lá não teria acreditado na grosseria e truculência desses militares, contra uma manifestação pacífica, de interesse de todos os catarinenses.
A repressão mudou o ânimo dos estudantes. Quietos até então, começaram a cantar refrões contra o governador. E assim, fomos caminhando até a Casa da Agronômica, com um carro da patrulha à frente e outro atrás de nós -. Os buzinaços não paravam, o povo nos apoiava.
O governador estava em casa, mas se negou a receber qualquer manifestante, nem um grupo de dez, nem de cinco, nem um só, sozinho. Os jovens queriam apenas lhe entregar um manifesto, mas o chefe do
executivo mandou dizer que quem quisesse entregar qualquer papel para ele deveria marcar audiência lá no Centro Administrativo, que é onde sua excelência recebe as pessoas.
Os banners de papel pardo foram colados, com fita adesiva, no muro da casa ocupada por sua excelência – cujo aluguel é pago por nós. Os jovens receberam autorização para deixar os cartazes por pouco tempo,
o suficiente para registrar o ato em fotos, retirando-as em seguida. Autorização dada, logo foi ordenado, inclusive para mim, “e agora saia daqui” [da frente dos portões], com a mesma truculência de sempre.
Enquanto isso, o inquilino da ilustre Casa tinha acabado de decretar algumas medidas emergenciais para salvar os agricultores do Oeste catarinense, apavorados com os prejuízos da safra, provocados pela
estiagem prolongada. Entre as medidas, estão a isenção de taxa para quem quiser cavar poços, e o envio de caminhões-pipa com água (sabe-se lá de onde), com a sugestão de que os agricultores captem água da chuva, de agora em diante, para regar suas plantações. Captar como, se não chove?
Queiram, por gentileza, repassar esta mensagem às suas listas. Nós precisamos ampliar esse movimento!!
Vera Maria
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que você terá a oportunidade de ler o que os jornais não podem divulga por medo de perder anunciantes.
Nosso compromisso é com o coitado do contribuinte engandado e escravo desta democracia fajuta que vivemos.
Exerca o seu direito de CIDADÃO.
PLANTÃO AMBIENTAL
(47) 3422 4874
Presidência – (47) 99858647
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Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria, opinião
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