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Arquivo de março, 2009

29/03/2009 - 12:16

Eng agronomo Telmo Heinen – converse com ele.

Envie sua mensgem para Telmo Heinen e tire suas dúvidas sobre comercialização da sua safra, Leilões, Biodiesel, FAT, ect.

Se você tem dúvidas sobre o Mercado Futuro, Títulos do Agronegócio, Seguro Rural, Índices, Biocombustíveis e Meio Ambiente, pergunte ao Telmo.
enunciado@yahoo.com.brTelmo Heinen é Diretor Executivo da Abrasgrãos (Formosa-GO) e engenheiro agrônomo com experiência na comercialização, no mercado futuro e dos novos títulos do agronegócio.

Para conversar como o Telmo é só enviar uma mensagem pelo <Fale Conosco> do nosso site. Somente algumas perguntas serão selecionadas e expostas aqui, porém todas receberão resposta pelo e-mail do remetente. Por isto roga-se deixar e-mail válido…

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS Tags:
29/03/2009 - 11:40

A SANGRIA DE IMPOSTOS VAI PARA INVASORES DE TERRAS PARTICULARES

Eng. Agronomos
prestem muita atenção para o desvio de dinheiro dos impostos que esta sendo dragado para ontidades ligadas aos invasores de terras pertencentes aos nossos clientes e contratantes.
Veja o estão fazendo com o imposto que vc paga, depois verifiquem a composição do conama.
E pensem a respeito…
Eng Agr. Gert Roland Fischer
CREA-SC 128I8-4 – CREA NAC. 250.1375890
 
São Paulo, domingo, 29 de março de 2009
   
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Desde que Lula assumiu, 43 ONGs que têm alguma ligação com o movimento sem terra já receberam R$ 152 milhões
Instituto criado em 2006, depois que braços jurídicos do MST se tornaram alvo de investigações por supostos desvios, já lidera captação

MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Sem placa na porta, uma sala no centro comercial de Brasília abriga, desde 2006, a discreta sede do Itac (Instituto Técnico de Estudos Agrários e Cooperativismo). Criado após os principais braços jurídicos do MST tornarem-se alvo de investigações por desvio de recursos, o instituto conquistou, no ano seguinte, a liderança na captação de verbas federais entre entidades que prestam serviços a sem-terra e assentados, ao receber mais de R$ 4 milhões.
Ao lado de outras 42 entidades que receberam dinheiro em parcerias com o governo, o Itac é comandado por pessoas vinculadas ao movimento dos sem-terra. Seus dirigentes -Paulo Ueti e Gustavo Moura- aparecem como representantes oficiais do MST no “Diário Oficial” da União. O rastreamento dos vínculos, feito pela ONG Contas Abertas e pela Folha, mostra que o repasse de verbas a entidades ligadas ao movimento desde 2003 se aproxima dos R$ 152 milhões.
O valor é mais de três vezes maior que os números conhecidos até aqui das transferências feitas a quatro entidades associadas aos sem-terra -e dos quais o TCU (Tribunal de Contas da União) busca reaver R$ 22 milhões supostamente desviados em uma década.
Aos 25 anos, o MST nunca existiu juridicamente, não tem registro na Receita, não pode fazer convênios com a União nem receber verbas diretamente. Por participar de invasões de terras e prédios, também estaria impedido de receber dinheiro do contribuinte.
Diferentemente do que afirmou o governo após as recentes invasões e as críticas por descumprimento da lei lançadas pelo presidente do Supremo, Gilmar Mendes, os repasses continuam ocorrendo. Eles beneficiam entidades menos visadas, como a Cepatec, prima-irmã da Anca (Associação Nacional de Cooperação Agrícola), que teve os bens bloqueados.
Na soma dos dois últimos anos, os repasses já ultrapassam aqueles feitos nos dois primeiros anos de mandato de Lula (2003-2004): foram R$ 42 milhões para 34 entidades contra R$ 37 milhões para 26.
No período do governo Lula, 2005 registrou o maior volume de pagamentos ao grupo de entidades ligadas ao movimento, justamente o ano da CPI da Terra e de investigações no TCU apontarem o relacionamento. Em menos de dois meses e meio, pagamentos feitos em 2009 a entidades cujos dirigentes mantêm vínculos com o MST somavam, até o último dia 13, R$ 6,5 milhões, segundo o Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União).
“Essas são entidades privadas cujos responsáveis pelos convênios têm relação direta com o MST, os repasses podem ser ainda maiores e é preciso investigar se os recursos foram aplicados de forma legítima”, avalia o economista Gil Castelo Branco, do Contas Abertas. Dos 925 convênios firmados por órgãos da União com 43 ONGs com vínculos com o MST, 114 estão inadimplentes.
Nos últimos anos, a Anca, o mais conhecido braço do MST, ao lado da Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária), perdeu espaço na captação de verbas públicas. Em 2007, o lugar foi assumido pelo Itac. Desde o ano passado, a liderança é ocupada pela Cotrasc (Cooperativa dos Trabalhadores da Reforma Agrária de Santa Catarina), quinta colocada no ranking dos repasses no período do governo Lula.
À sua frente, em terceiro lugar, destaca-se a Copetec (Cooperativa de Prestação de Serviços Técnicos do Rio Grande do Sul). Por meio de um único convênio, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) pagou R$ 8,3 milhões por “alternativas viável [sic] para a solução de problemas básicos da sociedade brasileira”, segundo justificativa lançada no Siafi.
Álvaro Dellatorre, responsável pela Copetec, diz que o dinheiro só foi repassado mediante a prestação de contas de serviços de assistência técnica e apoio na execução de linhas de crédito do governo aos assentados, além de laudos de vistoria encomendados pelo Incra. “É que misturam, falam que é repasse para o MST porque a entidade é ligada ao movimento, mas são coisas diferentes”, afirmou Dellatorre.

Transferência
Logo depois de a Anca perder terreno na captação de recursos, a responsável legal por parte de seus convênios, Gislei Siqueira Knierim, foi transferida para a Cepatec (Centro de Formação e Pesquisa), listada entre as dez entidades que mais receberam verbas federais no governo Lula: R$ 5,8 milhões.
Com sede em São Paulo, a entidade usou termos agora considerados inadequados pelo governo para justificar o convênio com o Incra, que bancou reuniões e distribuição de cartilhas para assentados: “Apesar do compromisso do governo brasileiro com a questão, há setores da sociedade, sobretudo o latifúndio, que não veem os ganhos coletivos da reforma, senão suas próprias perdas, engajadas em maquinações políticas e jurídicas para barrar a luta dos trabalhadores”.
Localizada pela Folha no escritório do MST em Brasília, Gislei preferiu se calar sobre a atividade da entidade. “Eu já fui procuradora [da Cepatec], mas não sou mais”, disse. Ela teve o nome mencionado no relatório final da CPI da Terra por ter supostamente desviado R$ 19,5 mil de um dos convênios assinados com a União, quando era representante da Anca. Há três semanas, a entidade teve os bens bloqueados.

Texto Anterior: Lula dobra valor de patrocínios estatais

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): AMIGOS DA AEASC BABITONGA, Notícias, Sem categoria Tags:
26/03/2009 - 14:28

A grofuels: vegetable oils are on a par with diesel

 

 

A grofuels: vegetable oils are on a par with diesel

06 March 2009

While vegetable oils cannot be adapted to engines, there is no reason why engines should not be adapted to vegetable oils. The main question is how to go about it. A PhD student from Burkina Faso, jointly supervised by CIRAD, has just answered that question by determining the characteristics of efficient combustion of such oils.

Using vegetable oil in engines or boilers? What a ridiculous idea! This was what scientists thought until recently. The drops of such oil injected into engines are much too large compared to diesel. However, a PhD student from the University of Ouagadougou, jointly supervised by CIRAD, has just proved that on the contrary, vegetable oils could be suitable for use in engines or boilers. Two characteristics govern their suitability: their viscosity, and thus their temperature, and the temperature of the environment into which the oil is injected. Provided these two conditions are met in engines, vegetable oils perform in a similar way to domestic fuel oil.

Granulometry is what really governs good combustion: the aim is to obtain as fine an oil spray as possible, to ensure that the droplets evaporate efficiently. The researchers involved began by studying the correlations between the physicochemical characteristics of different oils, notably their viscosity, droplet size, evaporation and combustion. They demonstrated that the higher the viscosity of a given oil, the larger the droplets. Moreover, for a given droplet size, vegetable oils evaporate less than heating oil at temperatures of below 500°C. Furthermore, combustion is significantly better for saturated vegetable oils such as palm or coconut than for unsaturated oils such as rapeseed, soybean or sunflower. Cottonseed oil, which was also used in the study, falls somewhere in between. As using these oils in engines did not produce the desired result, the researchers took the necessary steps to ensure that the oil droplets were the same size as fuel oil droplets. The result was almost instantaneous: once vegetable oils reach a temperature of 150°C, droplet size is the same as for fuel oil. The second stage was to control evaporation. Again, it is temperature (that of the environment in which evaporation takes place) that can be used to achieve the desired result. Provided that temperature exceeds 500°C, vegetable oil evaporation is similar to that of diesel.

The recipe obviously requires appropriate equipment, and thus means modifying engines and boilers in line with these usage parameters. A range of models has already been developed with the Italian manufacturer Riello. Tests conducted with an 80-kilowatt boiler have produced results similar to those of diesel engines, provided the temperature was sufficient for good combustion. Socfin, a rubber company, has already ordered such boilers for the driers at its plant in Ivory Coast. A boiler fuelled by palm oil was installed there in 2008. By the end of 2009, all the plant’s boilers will have been replaced.

As regards polluting exhaust gas emissions, there is little difference between diesel and vegetable oils, except for fine particles. There are no regulations concerning fine particles as yet, but emissions from vegetable oils are 25% lower than from diesel, which is not to be sniffed at. Regulated emissions, carbon dioxide and nitrogen oxide (NOx), are equivalent to those of diesel, if not slightly lower.

[ Contact ]

Tizane Daho, tizane_daho@yahoo.fr
Gilles Vaitilingom,
gilles.vaitilingom@cirad.fr

Biomass and Energy Research Unit

 

[ For further information ]

On the Internet

Biomass and Energy Research Unit

Literature

Daho T., 2008. Contribution à l’étude des conditions optimales de combustion des huiles végétales dans les moteurs Diesel et les brûleurs : cas de l’huile de coton.
Thesis, University of Ouagadougou.

Daho T., Vaitilingom G., Sanogo O., 2009. Optimization of the combustion of blends of diesel and cottonseed oil in a non-modified boiler. Fuel:  doi:10.1016/j.fuel.2008.12.021

Vaitilingom G., 2006. Utilisations énergétiques de l’huile de coton. Cahiers Agriculture, 15 (1): 144-149.

Partners

- CIRAD
- University of Ouagadougou (Burkina Faso)
- Centre national de la recherche scientifique et technique (CNRST, Burkina Faso)
- Institut international d’ingénierie de l’eau et de l’environnement (2IE, Burkina Faso)

 

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Tecnologia Tags:
24/03/2009 - 11:25

VELHOS MOVEIS , LINHA BRANCA, ETC. CHAME (47) 34368090

ATENÇÃO
 
CONTRIBUINTES DE IPTU, TAXA DE LIXO, ISS, E MAIS OUTROS 30 IMPOSTOS.
 
 
CHAME BAGULHOS PARA RETIRAR MOVEIS E ELETRODOMESTICOS VELHOS DE SUA CASA
 
O TELEFONE DA PMJ É O N. 34368090
 
SERVIÇO DE COLETA GRATUITO OFERECIDO PELA PREFEITURA PELO IMPOSTO QUE VOCE PAGA.
 
ESSE É UM DOS RETORNOS QUE O CIDADÃO E CONTRIBUINTE DEVEM RECEBER.
 
SEJA CIDADADÃO.
 
 

APREMA-SC
SE VOCE NÃO FOR ATENDIDO FAÇA CONTATO COM A APREMA-SC TEL. N. 3422 4874
 
     
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): UTILIDADE PUBLICA Tags:
22/03/2009 - 10:11

PMDB lança em Toledo programa para estimular os criadores

O politico que não administrar com o povo estará fora.

Veículo: ZOONEWS Data: 21/03/2009 Assunto:CONAB

NOTICIA :

Requião lança em Toledo programa para estimular os criadores de suínos

O governador Roberto Requião e o secretário da Agricultura e Abastecimento, Valter Bianchini, lançaram nesta sexta-feira (20) em Toledo o primeiro programa de incentivo a suinocultura no Paraná: o Programa Prosuíno. O objetivo é reduzir o custo da criação de porcos, dando desconto de 70%, sobre o valor da energia rural, durante a noite – entre 21h e 6h – aos produtores inscritos no programa. Além disso, a Secretaria de Estado da Educação incluirá a carne suína na merenda escolar para aumentar o consumo interno do produto.  

“Com a capitalização da produção agrícola e do campo, o ciclo virtuoso da economia acelera. O homem do campo capitalizado compra nas lojas, que aumenta o potencial da indústria, que contrata mais operários. Mais operários, mais salários e a economia renasce a partir deste esforço do campo”, afirmou o governador Requião aos falar para os suinocultores da região Oeste e membros da Associação Paranaense de Suinocultores (ASP).

“Os suinocultores paranaenses terão um desconto de 70% sobre a energia rural, o que resultará em um valor irrisório a ser pago no final do mês. Além disso, estamos implantando definitivamente o suíno maravilhoso que o Paraná produz na merenda das escolas”, declarou o governador. Segundo ele, nutricionistas da Secretaria de Educação já estão estudando a freqüência semanal que a carne suína pode ser incluída no cardápio das escolas. 

DIVULGAÇÃO – O governador Requião também abriu espaço para que a prefeitura de Toledo realize, no Parque Newton Freire Maia, em Curitiba, uma Festa do Porco no Rolete nos mesmos moldes e simultaneamente à tradicional festa promovida anualmente no município.  

“Em Toledo o consumo de carne suína é de 22 quilos por ano, o dobro do que em outras cidades. Toledo poderia promover uma festa do Porco no Rolete para estimular o consumo interno na maior concentração do Paraná, que é Curitiba. O Estado entra com a campanha de divulgação e estaremos esclarecendo a população este importante produto que desenvolvemos no Paraná, que é o porco magro”, propôs o governador.  

REGRAS – O secretário da Agricultura, Valter Bianchini, explicou que a partir da próxima semana todos os escritórios locais da Emater já estarão fazendo o cadastramento dos produtores que quiserem participar do Programa Prosuíno.  

“Estamos trabalhando há duas semanas para desenvolver este projeto – que já beneficia os avicultores – na suinocultura e com isso, será possível reduzir em 15% o custo da energia e dar um incremento às propriedades”, explicou Bianchini. 

Ele contou ainda, que uma campanha educativa faz parte da proposta de inclusão da carne suína na merenda escolar. “É uma parceria com a Secretaria de Educação e com a ASP que prevê a elaboração de gibis, cartilhas e boletins técnicos para esclarecer a importância nutricional e protéica do consumo de carne suína”, destacou o secretário. 

Outra medida importante que será pleiteada pela Secretaria de Agricultura do Paraná junto ao Ministério da Agricultura é o estabelecimento de um preço-mínimo de referência em torno de R$ 2,10 a R$ 2,20 o quilo de suíno vivo. Além disso, Bianchini disse que irá propor a possibilidade da CONAB fazer um Plano de Escoamento da Produção (PEP) para carne suína. 

“Há uma crise e dificuldade de colocação dos nossos produtos no mercado externo. Para isso, os produtores terão o apoio do Banco do Brasil, que será nosso parceiro e liberará recursos para capital de giro. Teremos apoio tanbém da Agência de Fomento. Sem dúvidas, temos que agradecer o apoio que Requião vem dando aos produtores paranaenses para enfrentarmos as dificuldades neste ano de 2009 “, finalizou Bianchini. 

RECONHECIMENTO – O presidente da APS, Irineu Wessler, disse que cada suinocultor poderá ter uma economia de aproximadamente R$ 700,00 por mês. Segundo ele, os suinocultores utilizam muita energia elétrica na preparação da ração na propriedade e no aquecimento dos leitões.  

“É um marco para a suinocultura e um passo importante para resolver a crise. Nos preparamos para exportar e não conseguimos. O excedente foi colocado no mercado, fazendo os preços despencarem”, explicou Irineu. “Por isso, esta introdução da carne suína na merenda será ainda mais importante para o desenvolvimento da produção e aumento do consumo interno. Em nome dos suinocultores do Paraná, agradeço ao governador Requião”, disse Irineu. 

Ele aproveitou a oportunidade para convidar o governador para o XIII Seminário Internacional de Desenvolvimento da Suinocultura, que será realizado entre os dias 01 e 03 de julho, em Foz do Iguaçu e que reunirá produtores de todo o país para tratar da conquista do mercado interno. 

O prefeito de Toledo, José Carlos Schiavinatto, também disse estar satisfeito com as medidas trazidas por Requião ao município e à região. Toledo é um dos maiores produtores de carne suína do Paraná com 400 mil unidades e sedia o maior frigorífico da América Latina.  

“É um programa inteligente e que barateia o custo da produção rural. Em nome da força do campo, eu agradeço ao governador Requião. É bom para nós sabermos que os governantes têm responsabilidade e competência para cuidar do homem do campo”, ressaltou o prefeito. 

As exportações de carne suína, que eram em torno de 600 mil toneladas em 2007, caíram para 520 mil toneladas em 2008, e o excedente de 80 mil toneladas está sendo desovado no mercado interno, o que derrubou as cotações nos preços pagos ao produtor. 

Os deputados estaduais Elton Velter e Luciana Rafagnin, que ocupa a presidência da Comissão da Agricultura na Assembléia Legislativa, também estiveram no lançamento. 

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, Sem categoria Tags:
19/03/2009 - 09:36

VEREADORES DE APUCARANA LEGISLAM SOBRE APPs.

Os proprietários rurais de Apucarana, cidade de 120 mil habitantes do Norte do Paraná, que mantêm suas nascentes preservadas de acordo com as normas ambientais e aqueles que, a partir de agora iniciarem ações de recuperação, tornando-as áreas de preservação permanente, vão receber apoio técnico e financeiro por parte da prefeitura. Chamado de “Projeto Oásis/Apucarana”, o incentivo consta em uma lei municipal aprovada pela Câmara de Vereadores e que vai ser sancionada pelo prefeito João Carlos de Oliveira (PMDB), nesta segunda-feira (23/03), às 15 horas, em uma solenidade no Cine Teatro Fênix. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente está convidando autoridades ambientais de todo o Paraná para o ato, que celebra o Dia Mundial da Água – 22 de março. “Trata-se de uma iniciativa que vai além do fator financeiro, pois estamos falando em ganho ambiental, qualidade de vida para essa e gerações vindouras”, analisa o prefeito João Carlos. Durante a solenidade de sanção da lei, vai ocorrer um pré-cadastro dos interessados.

A longo prazo, o projeto vai abranger as três bacias hidrográficas: Pirapó, Tibagi e Ivaí, contudo, em um primeiro momento a iniciativa via trabalhar com ruralistas do Rio Pirapó que, dentro dos limites de Apucarana, atinge mais de 550 propriedades em uma área de aproximadamente 170 km². “Queremos a melhoria da vida e da qualidade da água fornecida pelas referidas nascentes ao manancial de abastecimento de Apucarana e Maringá, que utilizam diretamente as águas do Rio Pirapó”, informa o prefeito.

Para pleitear o benefício, que é de quatro anos, prorrogável por igual período, o proprietário rural vai precisar se cadastrar junto ao município que, por sua vez, através de uma comissão técnica, vai analisar “in loco” se a nascente está devidamente protegida de acordo com que prevê a Lei Federal nº 4.771/65. Se não estiver em dia, a pessoa vai receber toda a assessoria necessária para promover a recuperação ambiental. Ao aderir ao projeto, o ruralista deverá promover a averbação de reserva legal, que terá que estar reflorestada ou em processo de reflorestamento, além atender outras medidas que serão definidas por um regulamento.

O apoio financeiro será definido através da medição da vazão da nascente, a ser medida nos meses de março a abril de cada ano. Para cada nascente será destinado o valor mensal de até três Unidades Fiscais do Município (UFM) – hoje cada UFM equivale a R$35. Para uma nascente com vazão até 1,5 mil litros por hora será pago uma UFM; acima de 1,5 mil a 3 mil litros por hora, duas UFM e com vazão acima de 3 mil litros por hora, três UFM ou o mesmo que R$105 por mês. “Os recursos correrão por conta de dotações próprias consignadas no orçamento municipal vigente, de provenientes do Fundo Municipal de Meio Ambiente, ICMS Ecológico das unidades de conservação, Reserva Permanente do Patrimônio Natural (RPPNs), parte de multas ambientais aplicadas pelo Ministério Público e ou órgãos competentes, e mediante convênios a serem firmados com Organizações Não-governamentais (ONGs) e outras entidades”, esclarece João Batista Beltrame (Joba), secretário Municipal de Meio Ambiente e Turismo (Sematur).

 

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): Notícias, OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS, tema para discussão Tags:
18/03/2009 - 12:02

Cidadão Anderson Porto requer cancelamento no CTNbio

 

SOSVERDE,
Anderson Porto, lhe recomenda o artigo ‘E lá foi a minha cartinha…‘.

Coment.:
Não sei se vai chegar a tempo, nem se vai produzir algum efeito, mas eu tinha que tentar de alguma forma.

……E lá foi a minha cartinha…
Enviado por Anderson Porto na Categoria 18 de Março de 2009 @ 11:54

 

Carta à CTNBio, pedindo o cancelamento do processo de liberação do arroz transgênico da Bayer.

Creio que se pelo menos umas 500 mil pessoas fizessem o mesmo, enviando uma carta registrada com aviso de recebimento (AR), o incômodo surtiria efeito.

Bem… Eu fiz a minha parte. E você?

Anderson … ………………………………………………………………………..

Artigo do blog.tudosobreplantas.com.br – http://blog.tudosobreplantas.com.br
URL para o artigo: http://blog.tudosobreplantas.com.br/2009/03/18/e-la-foi-a-minha-cartinha/

 

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): JUSTIÇA, transgenicos Tags:
18/03/2009 - 09:59

CRIANDO UM ESTADO DE CALAMIDADE PUBLICA

  Colunistas de ISTO É independente    
 
Marcos Sá Corrêa

O governador Luís Henrique faz o possível para ser lembrado como o político que passou para o sucessor um estado de calamidade pública

O governador de Santa Catarina, Luís Henrique da Silveira, finalmente se convenceu de que anda à solta por aí uma tal de desordem climática. Foi ela, pelo menos, a desculpa que o acudiu para definir o tipo de tragédia que derreteu encostas no Estado e matou dezenas de pessoas. É, governador, essas coisas acontecem.

Talvez sejam em vasta medida inevitáveis. Mas tendem a pegar mais pesado quem estava desprevenido. E, se estiver interessado em conferir o que quer dizer isso, pode folhear o Código Estadual de Meio Ambiente, que sob seu patrocínio está secando, mesmo debaixo de chuva, a caminho da Assembléia Legislativa.

Ele foi saindo cada vez mais torto, à medida que passava por audiências públicas. Pegou o mesmo tipo de resistência que, três anos atrás, defendeu Santa Catarina da criação de parques nacionais em lugares ainda abençoados por florestas de araucárias. Armou-se de dispositivos estranhos, senão agourentos, como a aprovação automática das licenças ambientais, se em 60 dias os técnicos não derem sua palavra final sobre projetos.

Tende a ser uma lei dura. Mas só é dura com aquilo que o governador já chamou na tevê de “oposição meio ambiental”. Pode ser coincidência, mas o rascunho está cada vez mais parecido com suas idéias, e, principalmente, com suas idiossincrasias.

Mesmo com a chuva caindo, ele riscou qualquer menção à “vida aquática”, na parte referente aos “recursos hídricos”. Pois é, trata-se de abrir alas à construção de hidrelétricas. Ele nunca engoliu os argumentos que o impediram de autorizar, como queria, quando prefeito de Joinville, a instalação de uma usina na serra catarinense. E acredita, ou professa, que toda precaução é um instrumento do “medievalismo”.

Como nunca esclareceu exatamente o que quer dizer com essa palavra, presume-se que não se trate da Idade Média original, a européia, marcada pela eliminação quase total das florestas no continente, pela transformação dos rios em esgotos fedorentos e por uma guerra milenar contra a fauna silvestre.

O europeu do século XX também se distingue de seus antepassados medievais por ter mais árvores. Ou pela prerrogativa de pescar em rios límpidos no centro de Estocolmo. E até por não dar mais a seus políticos o direito de fazer em público as declarações que o governador faz em entrevistas. Muito menos de governar um Estado que é recordista nacional de devastação da mata atlântica, em nome do “aproveitamento sustentável da natureza” e da ojeriza à “obtusidade”.

Não adianta apontar para o céu. As chuvas podem fazer grandes estragos, mas dão e passam. Como nenhuma chuva chove dois mandatos, quase sempre há tempo de sobra para apagar os sinais deixados por sua passagem antes que venha a inundação seguinte. E as obras feitas aqui embaixo tendem a durar mais do que as pessoas que as deixaram.

E, na batida em que vai, o governador Luís Henrique está fazendo o possível para ser lembrado como o político que tomou posse de um Estado invejado nacionalmente pela beleza natural e passou para o sucessor um estado de calamidade pública.

Marcos Sá Correa é jornalista e editor da revista Piauí

 

 

 
 
Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): opinião Tags:
17/03/2009 - 14:11

TRABALHO BOM PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS

 

Identica, porém muitissimo pior é a situação de mais de 100 lixões do Estado de SC, que estão sendo controlados pelo MP estadual. Como os promotores judiciais do estado são coleguinhas dos prefeitos e dos vereadores fazendo parte da mesma  corporação que é paga pelos contribuintes, nada acontece. Tudo continua sendo empurrado de barriga.

Se o MPE continuasse a ser um organismo de defesa do consumidor e do meio ambiente conforme estabelece a lei 7347, certamente teriamos serviços tecnicos para centenas de engenheiros agronomos em SC. 

A FATMA – presidida por Eng. Agronomo tambem não toma atitudes que venha a dar soluções, Tambem seus funcionarios, diretores e presidente, tambem pertence à mesma corporação dos Promotores Judiciais Estaduais, dos times de Prefeitos e dos milhares de vereadores e assim nada acontece.

Na justiça catarinense os processos ambientais  se empilham escandalosamente nos foruns e não são designados peritos judiciais em crimes ambientais para lhes dar agilidade. As prefeituras não respeitam as decisões e os ajustes ce conduta impostos pelo MP. Nada anda. Tudo emperra. São crises estaduais fabricadas. Por outro lado a sociedade de contribuines se encontra engessada, sequer consegue ainda pagar os impostos e o que se verá em breve deixara de ser um trem da ALEGRIA, para ser um funeral de quebradeiras. O maior prejudicado,  o de sempre, o unico será o CONTRIBUINTE. 

Enquanto vendemos as ferramentas de trabalho para pagar impostos, sabe-se que os governos farão emprestimos internacionais a juros soltos, para cumprir os pagamentos de salaraios oficiais.

 Nemhum servidor publico estadual, prefeito e vereadores, deixa de receber religiosamente os elevadissimos proventos que se auto conferem 

Resta-nos como pagantess desses corporados, exigir que cumpram o estatuto do Fuincionario Publico e pratiquem a ética.

Os profissionais consultores não tem serviço, a Fatma não implanta as consultorias compulsorias, o MP alega que tem pouca gente para tantos processos, e o bla-bla-bla, não muda, mudam os governos e tudo fica na mesmo.

Esta na hora dos profissionais do agronegocio e do ambiente natural protegido,  se manifestar.

Fica o recado colegas.

 

Eng Agr. Gert Roland Fischer

CREA 250.1375890

 

 

 

 

Cetesb Aguarda estudo sobre contaminação em aterro

16.03.2009 – Jornal ABCD Maior

Por: Vanessa Selicani  (vanessa@abcdmaior.com.br )

 

 

 

Documento tem de apresentar estudo detalhado sobre possível contaminação em terreno de Sto.André

A Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) aguarda desde 2005 um relatório sobre os níveis de contaminação do Aterro Sanitário de Santo André. Depois de uma análise no lençol freático do aterro, a Cetesb percebeu níveis alterados de substâncias que indicavam contaminação. A Companhia pediu, na ocasião, um estudo detalhado sobre uma possível contaminação em todo o terreno.

De acordo com a Cetesb, o detalhamento não foi entregue e não foi estipulado prazo para que isso ocorra. O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), responsável pelo aterro, confirmou o problema em 2005. De acordo com a versão da autarquia, o próprio Semasa informou a Cetesb sobre a alteração. Em nota, o serviço municipal disse que “na ocasião, foi observado que o nível de contaminação era irrisório, não levando prejuízos ao meio ambiente e à população”.

Mesmo assim, o Semasa informa que no mesmo ano foram realizadas intervenções, como a construção de uma barreira hidráulica e sete postos drenantes, para evitar problemas. A autarquia afirmou ainda monitorar mensalmente o aterro, em que os índices de contaminação estão sempre baixos.

O depósito de lixo funciona desde 1986 e está no limite de utilização. A capacidade do espaço de 217 mil metros quadrados termina em maio. O Semasa pleiteia junto a Cetesb autorização para utilizar um espaço de 43,5 mil metros quadrados dentro do próprio aterro por mais oito anos. A Cetesb disse que dará um parecer ainda nesta semana e que o estudo sobre a contaminação não impede a ampliação do aterro.

Para o próximo mês, o Semasa planeja realizar uma audiência pública sobre a vida útil do depósito, que recebe 20 mil toneladas por mês de lixo.

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): JUSTIÇA, OPORTUNIDADES PROFISSIONAIS, Tecnologia Tags:
17/03/2009 - 14:00

juiz condena IBAMA a multa de R$ 500,00 por sonegar informação

 
JUSTIÇA FEDERAL ”CONDENA” IBAMA POR OMITIR INFORMAÇÕES   

 

Porto Alegre, RS – Em julho de 2007, o Instituto Sea Shepherd Brasil ingressava com pedido liminar de exibição de documentos na Justiça Federal do Amapá, visando a obtenção do nome do proprietário da embarcação responsável pelo massacre ilegal de 83 golfinhos. O fato havia sido noticiado pelo Jornal Nacional da Rede Globo dias antes, com repercussão mundial.

O juiz federal José Renato Rodrigues, da 2ª Vara da Circunscrição do Amapá, deferiu ordem liminar contra o IBAMA para fornecer imediatamente os documentos referentes ao proprietário da embarcação envolvida, e ainda, condenou o órgão a pagar R$ 500 a título de honorários advocatícios.

“Vamos recorrer.

Acreditamos que o fraco efeito pedagógico produzido por essa quantia não cumpre o objetivo de constranger o órgão pelo ato ilegal de sonegar informações, já que é sabido que a instituição não pode negar a apresentação de documentos, pelo contrário, é obrigada a fornecê-lo para qualquer cidadão, por força de lei.

Foi um longo e penoso trabalho até a obtenção das informações, sem nenhum apoio voluntário no local do massacre, ou seja, diligenciamos tudo por telefone e correio”, explica Cristiano Pacheco, diretor executivo do Instituto Justiça Ambiental, organização não-governamental que atua em defesa do meio ambiente apoiando a Sea Shepherd Brasil, ONGs e o Poder Público.

Vamos recorrer a decisão porque o IBAMA e os cidadãos brasileiros que lutam pela justiça ambiental precisam saber que a lei nos pertence, que o país é nosso, e é nossa a responsabilidade de garantir um futuro saudável para nossos filhos e para a biodiversidade marinha”, comenta Daniel Vairo, presidente do Instituto Sea Shepherd Brasil.

 A Sea Shepherd lembra que a pesca predatória ilegal e o massacre de golfinhos se  estende por todo o litoral brasileiro, de forma descontrolada. Golfinhos são capturados, mortos e vendidos ainda em alto-mar por criminosos ambientais, para fazerem de sua carne uma isca para captura de tubarões. Tubarões são sacrificados por suas barbatanas, que são vendidas ilegalmente ao mercado asiático para fazer sopa e para o mercado farmacêutico – as pílulas de cartilagem. No Brasil, ainda há a crendice popular de que o olho do golfinho, quando carregado no bolso, ‘atrai dinheiro e mulher ‘, além do uso dos dentes para a fabricação de colares.

Autor: fedulis@ig.com.br - Categoria(s): PASMEM...... Tags:
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