Ontem no New Jazz o show foi
explosivo e sensacional!!!!!!!!!!!
Alex,Adauto,Marcio e Paganini
arrasaram!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Casa
lotadaça!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
HOJE TEM MAIS!!!!!!
Walker Quintet
show lançamento CD
Fio da Canção
no New Jazz em São Paulo
O cantor e compositor Carlos Walker,
acompanhado pelo Walker Quintet estará se
apresentando nos dias 13(sexta) e 14(sábado)
de novembro às 22:00 hs no New Jazz, palco
e point onde reúnem-se os grandes músicos e
professores de música de São Paulo.
“Eu e o Lúcio decidimos, então, recriar, por meio do uso de elementos
retrô-chiques da própria estética bossanovista”, relata.
O show terá participação especial de Lúcio Gregori, grata revelação musical, que acompanhará no piano o seu parceiro Walker.
Walker Quintet é formado por: Alex Correa, piano, Márcio Mutalupi no baixo, Adauto Mesquita, violão e Paganini na bateria. Este conta com a participação do trombonista Dico Las Casas.
Myspace: www.myspace.com/carloswalker2009
New Jazz: rua João Moura 739 – Pinheiros
Telefone: 11- 3060-9802
Entrada: R$15,00 (sem consumação obrigatória)
Laércio de Freitas, o tão querido Tio, arranjador magistral, pianista idem, que fez todos os arranjos e tocou no CD FIO DA CANÇÃO.
Laércio está atuando na atual novela do Manoel Carlos, Viver a Vida fazendo o papel de pai da linda e mega talentosa Taís Araújo.
Estamos sempre torcendo pelo Tio!!!!
Trecho critico Mauro Ferreira do jornal O DIA (RJ)
Walker retorna no fio
de 12 canções de Gregori
Então com o nome artístico de Wauke, Carlos Walker obteve boa repercussão em 1987 ao abordar a obra de Tom Jobim (1927 – 1994) no álbum Onda com aval de ninguém menos do que João Gilberto. Porém é como Carlos Walker – nome adotado pelo cantor já em 1974, ano em que despontou na cena musical por conta da propagação da música Alfazema na trilha sonora da novela O Espigão – que o artista volta à cena, trinta e cinco anos depois de sua projeção inicial, com o CD Fio da Canção – Carlos Walker Interpreta Lúcio Gregori, gravado com arranjos do pianista Laércio de Freitas. Pelo filtro da bossa, o cantor passa 12 temas autorais compostos por Gregori e letrados por Walker em parceria que abre amplo leque rítmico para englobar sambas, boleros, sambas-canções, choros e até uma valsa, a Valsa da Onda que Volta, gravada com a adesão de Ná Ozzetti….
Trechos critica do CD Fio da Canção
Jornal Estado de Minas
Carlos Walker – Música de um outro tempo
Kiko Ferreira – EM Cultura
O disco Onda, de 1987, é um daqueles que ficam na estante de raridades de colecionadores de MPB. O cantor, Wauke, comemora, ali, os 60 anos de Tom Jobim, recriando a obra jobiniana sob olhar de aprovação de João Gilberto.
Com timbre pouco comum, ele retoma o nome do início de carreira, Carlos Walker, e volta à cena com seu terceiro trabalho e primeiro de inéditas. No caso, composições do engenheiro Lúcio Gregori, que se lança como autor aos 72 anos, com letras do próprio Walker.
As 11 músicas, que mesclam samba de breque (Já sei), valsa (Valsa da onda que volta, em dueto com Ná Ozzetti), bossa (Dia em que a noite deixou) e temas que lembram Francis Hime (Depois da tempestade, O fio da canção) e até Luiz Tatit (Mora na questão), soam bem nos arranjos do pianista Laércio de Freitas, temperadas com as finas ervas das cordas do Quarteto Portinari.
O cantor, que estreou aos 14 anos, ganhando o Festival da Moderna Música Popular, em Santos, tem parcerias com Hermeto Pascoal e Aldir Blanc, gravou com Egberto Gismonti e Piry Reis. Estreou em 1974, com o compacto Alfazema, tema da novela global O espigão, e esteve nas trilhas de Gabriela (relendo Adeus, de Caymmi) e Escalada. É astrólogo.
Gravado com o objetivo de fazer homenagem aos 50 anos da bossa nova fugindo das releituras repetitivas, Fio da canção soa, para o bem e para o mal, como obra de outro tempo. Tempo em que os que gostavam de música, antes de se reunir para buscar fama e dinheiro, se encontravam para fazer… música.
Luíz Fernando Vianna
crítico Folha de São Paulo
trechos da crítica do CD no caderno do Ilustrada / 29/04/2009
Carlos Walker reaparece com um disco só de parcerias com Lúcio Gregori, uma revelação aos 72 anos. Com seu timbre andrógino, a afinação impecável e amparado por arranjos do mestre Laércio de Freitas Walker exibe o bom gosto de sempre.
Tanto no peso de faixas como no “Choro do Tempo” e “Fio da Canção” (a melhor do disco), quanto no suingue de “Mora na questão e Joaninha boa de bossa”, ouve-se um intérprete maduro num projeto idem.
Lúcio e Walker são bons discípulos da Bossa Nova andando de maneira original no terreno em que se formaram.

O presente está vivo em Fio da Canção, CD autoral de Carlos Walker e Lúcio Gregori
Antes de qualquer outra coisa, ao ouvir o CD independente gravado por Walker, carioca de nascimento, mas paulistano de coração, e pelo paulistano Gregori impressionam a voz e as letras do primeiro e as composições do segundo. Principalmente a voz do cantor, ela que fala ao coração de quem escuta os múltiplos ritmos das músicas escolhidas como repertório do álbum.
Neste, sente-se que em cada nota há um fiapo de luz atado, lumiando o tocar, e que cada vez que o tempo galopa dentro da noite ou do dia, um fio contorna a silhueta da vida e traz à tona a música que deságua no hoje e no amanhã.
Em Fio da Canção, CD de dois músicos tão competentes quanto veteranos, todas as faixas são inéditas e compostas em parceria pelos dois. Mas o fio que enlaça a música de Lúcio Gregori e Carlos Walker não é figurado. Ele, o fio, tem nome, sobrenome e apelido: Laércio de Freitas, o Tio.
Tudo começa com “Depois da Tempestade”. À introdução, tocada pelo Quarteto Portinari (dois violinos, viola e cello), segue-se o som das flautas. Logo vem o piano, em seguida o violão. Na segunda parte entra a cozinha. E o piano dedilha notas soltas até que venham os sopros (sax, trompete e as flautas). Tudo tão bem orquestrado e interpretado que se tem a certeza de estar diante de um trabalho de fôlego, muito bem mixado.
O repertório traz canções e sambas, bossas e valsas. Contudo, são as primeiras, as mais suaves, que dão à voz de Carlos Walker a oportunidade de revelar-se mais instigante e de se esbaldar em personalíssima performance, na qual seus agudos se rivalizam em precisão e afinação com seus graves redondos e claros, estes revelados, notadamente, em “Dia Que a Noite Deixou” – samba lento, no qual as cordas e a flauta, amparadas pelas vassourinhas na bateria, revelam a delicadeza da melodia e o apuro da harmonia desenvolvidas pelo talento de Gregori. Aliás, as músicas de Gregori são plenas de nuances e de criatividade, o que as torna especialmente sedutoras e ricas. Dois parceiros a complementar e a multiplicar suas aptidões.
“O Fio da Canção”, samba lento que dá título ao álbum, tem cordas e o piano em doce sintonia, resultando em mágico lirismo. Aqui os agudos de Walker se fazem tônica e dominante. Sua voz, aliás, tanto pode nos remeter a Mário Reis (ao cantar, por exemplo, “Mora na Questão”) quanto a Alaíde Costa (quando canta pungentemente “Choro do Tempo”, tendo a acompanhá-lo apenas o piano de Laércio de Freitas – e pra quê mais?)
Em “Valsa da Onda Que Volta”, o cello e o piano encarregam-se de dar vida à harmonia emoldurada pela bela melodia abrigada na voz de Ná Ozzetti, que divide o canto com Walker num CD onde o vento balança o fio que une a poesia das palavras à graça das melodias. E, juntas, viram bela música cantada e atada a um futuro a ser construído a cada minuto do agora, imediatamente.
E o presente está vivo na música de Fio da Canção.
FIO DA CANÇÃO
ABARROTA TEATRO DA LIVRARIA CULTURA DE SP
Dia 21 de junho, domingão de sol invernal. Mas até na Livraria Cultura havia uma temeridade… Afinal era dia de jogo do Brasil e na seqüência, do Corinthians.
Mas o teatro da Livraria Cultura do Shopping Bourbon explodiu de gente!!
Já que as cadeiras estavam todas lotadas, algumas pessoas tiveram que sentar no chão e outras ficaram em pé mesmo.
O pocket show de lançamento do Cd Fio da Canção foi um sucesso total!!!
O jornalista Chico Fukushima nos presenteou com esta foto e as amigas, clientes, alunos e fãs dentre eles, Diana Sanchez e Marília Tarantino também fotografaram o evento especial.
Em virtude do Lúcio Gregori ter sido Secretário do Governo de São Paulo, gente das altas esferas do PSDB e PT estavam presentes, assim como artistas e diretores de agências de publicidade bacanérrimas, como o amigo especial e inteligente, Daniel Somaio.
Natália Gonzalez, big-boss da empresa Gonzalez & Mirandola, como também Malu Russo Damasceno do Instituto Goffi estavam irradiando alegria com suas presenças.
Os meninos do Walker Quarteto surpreenderam e contagiaram o público: Alex Correa, pianista de mão cheia, Adauto Mesquita, o guitar-violonista revelação, o pernalonga e mão longa, Bruno Veríssimo com seu baixo-acústico elegante e o talento do Paganini Batera com seu suingue de sempre.
Após o show formou-se uma fila imensa, e eu e Lúcio tivemos que gastar canetas, que falhavam após tantos autógrafos. A Livraria Cultura realizando coisas bonitas e plurais. O meu obrigado a Andréia e Adriana Giglio da LC.
Lúcio Gregori emocionou a platéia tocando Choro do Tempo.
Breve postarei um vídeo do evento.
Sem dúvida um final de tarde glorioso num dos espaços mais refinados e culturais do Brasil: o show de lançamento do Cd Fio da Canção.
Omar Paixão e Márcia Schiesari, assim como Nilton Vieira, meu escudeiro produtor deram a infra para tornar o pocket-show mais aconchegante e logístico.
Se outras pessoas tivessem que chegar mais , infelizmente teriam que voltar para casa pois não havia mais espaço para tanta gente.
Um dos Portais mais importantes da Europa: www.palcoprincipal.com.br cobriu o evento convidando o músico e especial artista plástico Demma K para escrever sobre o show.
Meu grato carinho a todos.
bjão
Carlos Walker retorna ao disco com “Fio da Canção”. Os arranjos e regência das músicas, criadas em parceria com Lúcio Gregori, são dosados na
medida certa por Laércio de Freitas, e resultam num CD com a qualidade dos álbuns anteriores, “Frauta de Pã” (1975) e “Onda”, tributo de 1987 ao 60º
aniversário de Tom Jobim.
O interprete, mais maduro e seguro de si, com sua afinada voz andrógina, conduz o ouvinte por um passeio musical que começa com a suavidade de“Depois da tempestade” e “O fio da canção”. A viagem prossegue com o samba de breque “Já sei”, faz parada no doce balanço de “Sinal aberto”,passa pela bossanovista “Dia que a noite deixou”, dá um tempo à tristeza em “Choro do tempo”, e recupera a alegria no suingue de “Joaninha boa de bossa”, “Mora na questão” e “Na bossa da tradição”.
Essas canções seriam suficientes para justificar a manutenção do disco no CD Player. No entanto, Carlos Walker ainda contempla o público com a belíssima “Valsa da onda que volta”, na qual divide vocal com Ná Ozzetti. O álbum encerra em ritmo de festa com a instrumental “É só tocar que eu atendo”, também presente em versão solo, e deixa no ouvinte a certeza de que valeu a pena esperar pelo fim do jejum.
Francisco Fukushima
jornalista
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