Tels para reservas: 11- 8272-5978
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Dica para os amados amigos, alunos e clientes
um presente bom e barato em tempos de crise
CD FIO DA CANÇÃO
À venda:
Todas as Livrarias Culturas do Brasil
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MODERN SOUND do Rio em Copacabana
(Tel: 21 – 2548-5005)
Todas as Livrarias da Vila de São Paulo
(Tels: 11- 3814-5811 ou 3073-0513 ou 3062-1063 ou 3755-5811)
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Ontem no New Jazz o show foi
explosivo e sensacional!!!!!!!!!!!
Alex,Adauto,Marcio e Paganini
arrasaram!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Casa
lotadaça!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
HOJE TEM MAIS!!!!!!
Autor: lunarplace@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:Walker Quintet
show lançamento CD
Fio da Canção
no New Jazz em São Paulo
O cantor e compositor Carlos Walker,
acompanhado pelo Walker Quintet estará se
apresentando nos dias 13(sexta) e 14(sábado)
de novembro às 22:00 hs no New Jazz, palco
e point onde reúnem-se os grandes músicos e
professores de música de São Paulo.
“Eu e o Lúcio decidimos, então, recriar, por meio do uso de elementos
retrô-chiques da própria estética bossanovista”, relata.
O show terá participação especial de Lúcio Gregori, grata revelação musical, que acompanhará no piano o seu parceiro Walker.
Walker Quintet é formado por: Alex Correa, piano, Márcio Mutalupi no baixo, Adauto Mesquita, violão e Paganini na bateria. Este conta com a participação do trombonista Dico Las Casas.
Myspace: www.myspace.com/carloswalker2009
New Jazz: rua João Moura 739 – Pinheiros
Telefone: 11- 3060-9802
Entrada: R$15,00 (sem consumação obrigatória)
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Laércio de Freitas, o tão querido Tio, arranjador magistral, pianista idem, que fez todos os arranjos e tocou no CD FIO DA CANÇÃO.
Laércio está atuando na atual novela do Manoel Carlos, Viver a Vida fazendo o papel de pai da linda e mega talentosa Taís Araújo.
Estamos sempre torcendo pelo Tio!!!!
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Trecho critico Mauro Ferreira do jornal O DIA (RJ)
Walker retorna no fio
de 12 canções de Gregori
Então com o nome artístico de Wauke, Carlos Walker obteve boa repercussão em 1987 ao abordar a obra de Tom Jobim (1927 – 1994) no álbum Onda com aval de ninguém menos do que João Gilberto. Porém é como Carlos Walker – nome adotado pelo cantor já em 1974, ano em que despontou na cena musical por conta da propagação da música Alfazema na trilha sonora da novela O Espigão – que o artista volta à cena, trinta e cinco anos depois de sua projeção inicial, com o CD Fio da Canção – Carlos Walker Interpreta Lúcio Gregori, gravado com arranjos do pianista Laércio de Freitas. Pelo filtro da bossa, o cantor passa 12 temas autorais compostos por Gregori e letrados por Walker em parceria que abre amplo leque rítmico para englobar sambas, boleros, sambas-canções, choros e até uma valsa, a Valsa da Onda que Volta, gravada com a adesão de Ná Ozzetti…. Autor: lunarplace@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Trechos critica do CD Fio da Canção
Jornal Estado de Minas
Carlos Walker – Música de um outro tempo
Kiko Ferreira – EM Cultura
O disco Onda, de 1987, é um daqueles que ficam na estante de raridades de colecionadores de MPB. O cantor, Wauke, comemora, ali, os 60 anos de Tom Jobim, recriando a obra jobiniana sob olhar de aprovação de João Gilberto.
Com timbre pouco comum, ele retoma o nome do início de carreira, Carlos Walker, e volta à cena com seu terceiro trabalho e primeiro de inéditas. No caso, composições do engenheiro Lúcio Gregori, que se lança como autor aos 72 anos, com letras do próprio Walker.
As 11 músicas, que mesclam samba de breque (Já sei), valsa (Valsa da onda que volta, em dueto com Ná Ozzetti), bossa (Dia em que a noite deixou) e temas que lembram Francis Hime (Depois da tempestade, O fio da canção) e até Luiz Tatit (Mora na questão), soam bem nos arranjos do pianista Laércio de Freitas, temperadas com as finas ervas das cordas do Quarteto Portinari.
O cantor, que estreou aos 14 anos, ganhando o Festival da Moderna Música Popular, em Santos, tem parcerias com Hermeto Pascoal e Aldir Blanc, gravou com Egberto Gismonti e Piry Reis. Estreou em 1974, com o compacto Alfazema, tema da novela global O espigão, e esteve nas trilhas de Gabriela (relendo Adeus, de Caymmi) e Escalada. É astrólogo.
Gravado com o objetivo de fazer homenagem aos 50 anos da bossa nova fugindo das releituras repetitivas, Fio da canção soa, para o bem e para o mal, como obra de outro tempo. Tempo em que os que gostavam de música, antes de se reunir para buscar fama e dinheiro, se encontravam para fazer… música.
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Luíz Fernando Vianna
crítico Folha de São Paulo
trechos da crítica do CD no caderno do Ilustrada / 29/04/2009
Carlos Walker reaparece com um disco só de parcerias com Lúcio Gregori, uma revelação aos 72 anos. Com seu timbre andrógino, a afinação impecável e amparado por arranjos do mestre Laércio de Freitas Walker exibe o bom gosto de sempre.
Tanto no peso de faixas como no “Choro do Tempo” e “Fio da Canção” (a melhor do disco), quanto no suingue de “Mora na questão e Joaninha boa de bossa”, ouve-se um intérprete maduro num projeto idem.
Lúcio e Walker são bons discípulos da Bossa Nova andando de maneira original no terreno em que se formaram.
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O presente está vivo em Fio da Canção, CD autoral de Carlos Walker e Lúcio Gregori
Antes de qualquer outra coisa, ao ouvir o CD independente gravado por Walker, carioca de nascimento, mas paulistano de coração, e pelo paulistano Gregori impressionam a voz e as letras do primeiro e as composições do segundo. Principalmente a voz do cantor, ela que fala ao coração de quem escuta os múltiplos ritmos das músicas escolhidas como repertório do álbum.
Neste, sente-se que em cada nota há um fiapo de luz atado, lumiando o tocar, e que cada vez que o tempo galopa dentro da noite ou do dia, um fio contorna a silhueta da vida e traz à tona a música que deságua no hoje e no amanhã.
Em Fio da Canção, CD de dois músicos tão competentes quanto veteranos, todas as faixas são inéditas e compostas em parceria pelos dois. Mas o fio que enlaça a música de Lúcio Gregori e Carlos Walker não é figurado. Ele, o fio, tem nome, sobrenome e apelido: Laércio de Freitas, o Tio.
Tudo começa com “Depois da Tempestade”. À introdução, tocada pelo Quarteto Portinari (dois violinos, viola e cello), segue-se o som das flautas. Logo vem o piano, em seguida o violão. Na segunda parte entra a cozinha. E o piano dedilha notas soltas até que venham os sopros (sax, trompete e as flautas). Tudo tão bem orquestrado e interpretado que se tem a certeza de estar diante de um trabalho de fôlego, muito bem mixado.
O repertório traz canções e sambas, bossas e valsas. Contudo, são as primeiras, as mais suaves, que dão à voz de Carlos Walker a oportunidade de revelar-se mais instigante e de se esbaldar em personalíssima performance, na qual seus agudos se rivalizam em precisão e afinação com seus graves redondos e claros, estes revelados, notadamente, em “Dia Que a Noite Deixou” – samba lento, no qual as cordas e a flauta, amparadas pelas vassourinhas na bateria, revelam a delicadeza da melodia e o apuro da harmonia desenvolvidas pelo talento de Gregori. Aliás, as músicas de Gregori são plenas de nuances e de criatividade, o que as torna especialmente sedutoras e ricas. Dois parceiros a complementar e a multiplicar suas aptidões.
“O Fio da Canção”, samba lento que dá título ao álbum, tem cordas e o piano em doce sintonia, resultando em mágico lirismo. Aqui os agudos de Walker se fazem tônica e dominante. Sua voz, aliás, tanto pode nos remeter a Mário Reis (ao cantar, por exemplo, “Mora na Questão”) quanto a Alaíde Costa (quando canta pungentemente “Choro do Tempo”, tendo a acompanhá-lo apenas o piano de Laércio de Freitas – e pra quê mais?)
Em “Valsa da Onda Que Volta”, o cello e o piano encarregam-se de dar vida à harmonia emoldurada pela bela melodia abrigada na voz de Ná Ozzetti, que divide o canto com Walker num CD onde o vento balança o fio que une a poesia das palavras à graça das melodias. E, juntas, viram bela música cantada e atada a um futuro a ser construído a cada minuto do agora, imediatamente.
E o presente está vivo na música de Fio da Canção.











