22/10/2010 - 16:08
O britânico nasceu com os pés para dentro e procurou o esporte para melhorar seu desempenho motor

Thomas Robinson começou a praticar snowboard há um ano e meio na esperança de que pudesse melhorar sua circulação e equilíbrio e fortalecer as pernas, danificadas por conta de uma grave doença no quadril. O que o menino não esperava, no entanto, era que pudesse vencer uma importante competição européia, a Westbeach Snowflex Freestyle, realizada na França, na categoria sub 16. Para surpresa dos jurados, ele conseguiu realizar manobras espetaculares.
A condição do menino se deve ao fato de que o ele nasceu com uma rotação anormal dos ossos da coxa. Por isso, seus pés são voltados para dentro. É comum bebês que apresentam esse problema conseguirem se livrar dele quando crescem. Mas, no caso de Thomas, mesmo com o uso de moldes e calçados especiais, isso não aconteceu. Sua mãe, Lynda, disse ao Daily Mail que o filho tinha dificuldades para caminhar e não conseguia jogar futebol ou andar de bicicleta.
Uma das alternativas de tratamento, uma cirurgia no fêmur, não agradou a mãe. “Fiquei com medo, pois havia risco de paralisia”, explicou ela ao Daily Mail. Foi então que ela soube sobre os possíveis benefícios do snowboard e matriculou o menino num curso. Rapidamente ele melhorou sua capacidade de controlar as pernas e tomou gosto pelo esporte. Chegou, inclusive, a ganhar medalhas de prata e bronze em campeonatos locais da Inglaterra.
A mãe contou ainda ao jornal britânico que a princípio proibiu o menino de participar do campeonato europeu, pois ele estava se recuperando de um braço quebrado. “Relutante, após Thomas pedir muito, deixei que ele participasse. Mas avisei que não queria vê-lo fazendo nenhuma manobra muito arriscada”, disse ela. Mas o menino não obedeceu a mãe e, justamente por isso, venceu a competição e recebeu a quantia de 3 mil libras (aproximadamente 7.900 reais). Treinando quatro vezes por semana, Thomas agora tem o sonho de se tornar campeão mundial de snowboard e de competir nas Olimpíadas.
Deborah Eastwood, ortopedista pediátrica, disse ao jornal britânico que assim como recomenda o ballet para as meninas, indica o snowboard para os meninos como forma de melhorar problemas nos pés. “Ao mantê-los em linha reta, ou apontando ligeiramente para fora, o esporte ajuda a controlar a posição enquanto trabalha o quadril também. Isso pode alongar os músculos e estimular a elasticidade”, explicou a médica.
Fonte: Revista Crescer
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/1,,EMI181364-17729,00.html
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22/10/2010 - 11:04
O atleta paraense Bruno Lins, 26 anos, é o único velocista com paralisia cerebral a competir do Estado na equoterapia. Bruno participou recentemente da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Equitação em Fortaleza (CE), em junho. Na competição, ficou em primeiro lugar na prova de 100 metros, conquistando a medalha de ouro, e em segundo lugar nos 400 metros, ficando com a medalha de prata.
Em setembro, Bruno participou do campeonato brasileiro, em São Paulo. Na disputa, ficou em terceiro lugar na prova dos 100 metros e em segundo nos 400 metros. Para ele, foi uma prova bem diferente das que tem participado. Além dos brasileiros, também participaram atletas do México, Japão, Argentina, Uruguai, Inglaterra e Chile. A próxima etapa do campeonato será na cidade de Porto Alegre (RS), de 3 a 5 de dezembro.
Formado na área de recursos humanos, já fez vestibular para Direito, e foi aprovado. Atualmente cursa a faculdade de Educação Física. Ele pretende dar aulas de educação física para pessoas com deficiência.
Fonte: Jornal Amazônia
http://www.orm.com.br/amazoniajornal/interna/default.asp?modulo=994&codigo=496248
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18/08/2010 - 11:23

Assistir às vitórias de Daniel Dias em televisões holandesas é programa raro
Foto: Beto Monteiro/Exemplus/Divulgação
A cena é inacreditável. Philip Craven, presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, se dirige para uma entrevista coletiva por ocasião do Mundial de Natação em Eindhoven. Há apenas oito jornalistas da sala de imprensa, sendo cinco brasileiros. País-sede da competição que reúne 55 nações diferentes, a Holanda está representada por apenas um repórter.
Apesar do público razoável e geralmente caloroso durante o Mundial, a imprensa holandesa ignora o Mundial Paraolímpico de forma que constrange até mesmo Philip Craven. “Esperamos a mídia local para as finais. Esse é um processo de desenvolvimento do esporte, vamos esperar que a cobertura cresça ainda mais”, afirmou o presidente.
Na última semana, declarações fortes de Mart Smeets, um dos jornalistas mais tradicionais da mídia holandesa, chocou organizadores do Mundial Paraolímpico de Eindhoven. Em uma de suas aparições na NOS, emissora local, ele desmereceu a competição falando em nome da audiência.
“Não é algo interessante. Não se trata de preconceito, mas as pessoas não querem ver os paraolímpicos”, disse Smeets. Em televisões holandesas é algo raríssimo encontrar qualquer menção ao Mundial. De natação, se fala exaustivamente a respeito do Campeonato Europeu, disputado nos últimos dias em Budapeste, capital da Hungria.
A exceção é o jornal Eindhovens Dagblad, o principal da cidade. Na terça-feira, dia seguinte ao início do evento, a publicação dedicou sua manchete de capa ao Mundial Paraolímpico. Destacou a medalha de ouro de Mike Van Der Zanden, nadador holandês, e ainda relatou a presença nula da imprensa local.
Nesse sentido, a mídia do Brasil se mostra pioneira em relação à cobertura do Mundial em Eindhoven. A convite do Comitê Paraolímpico Brasileiro, seis órgãos da imprensa nacional estão representados na Holanda, inclusive o Terra.
Em contatos com os jornalistas, os nadadores paraolímpicos do Brasil constantemente, como um mantra, repetem que gostariam de ser tratados apenas como atletas que são. Alvos de elogios, críticas e sujeitos aos rótulos de herói ou vilão, comum a personalidades públicas.
Esse é um conceito já bastante disseminado entre os paraolímpicos. Só precisa se espalhar por todo o mundo.
Fonte: Portal Terra
http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI4628151-EI1137,00-Midia+holandesa+ignora+Mundial+Paraolimpico+e+constrange+organizacao.html
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06/06/2010 - 20:55
Henry Brody está com 76 anos.
Ele ganhou mais de 30 corridas em um ano.
Henry Brody está com 76 anos, tem apenas um olho e um quadril artificial. No entanto, isso não o impede de continuar guiando sua moto. E mais: competindo com motociclistas mais novos que ele.

Henry Brody já ganhou 30 corridas em menos de um ano
(Foto: Clare Kendall/Barcroft Media/Getty Images)
Brody demonstra muita disposição. Tanta, que nos últimos 12 meses ele venceu 30 corridas com sua moto Doulgas de 1929.
O inglês de Somerset começou a participar de corridas quando ainda era adolescente, aos 17 anos. Casado, ele afirma que sua mulher o apoia em tudo. “Para Norma, é preferível que eu quebre a moto a chegar em segundo lugar em uma corrida”, brincou ele em entrevista ao jornal “Daily Mail”.
Fonte: Portal G1
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/06/idoso-de-um-olho-e-quadril-artificial-e-campeao-em-corridas-de-moto.html
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Tags: Esporte, Idoso, Moto, Superação
03/06/2010 - 12:51
Dave Hartsock está sendo considerado herói pela família de Shirley Dygert, que havia saltado para comemorar seu 54º aniversário.
Um instrutor de paraquedismo americano está sendo considerado um herói depois de usar o próprio corpo para amortecer a queda e proteger uma mulher de 54 anos de idade quando o equipamento que os dois utilizavam falhou.
Dave Hartsock, de 44 anos, sofreu lesões na espinha dorsal que o deixaram quase totalmente paralisado do pescoço para baixo. Uma petição para arrecadar fundos para o seu tratamento tinha angariado quase US$ 50 mil quando o período para as doações terminou, na semana passada.
O incidente ocorreu em agosto de 2009, no Texas. A mulher que ele salvou, Shirley Dygert, havia decidido realizar o salto de paraquedas para comemorar seu aniversário.

Dave e Shirley se reencontram pela primeira vez após o acidente (Foto: Barcroft Media)
Após uma manhã de curso, os dois saltaram juntos, mas o primeiro paraquedas não abriu. Acelerando a mais de 60 km/h e despencando em espiral, o instrutor não conseguiu liberar o artefato com defeito.
Dave decidiu acionar o equipamento sobressalente, mas o segundo paraquedas ficou preso no primeiro. A ação reduziu a velocidade da queda, mas o par continuou a despencar em alta velocidade.
Foi então que o instrutor decidiu puxar as cordas para inverter a posição do seu próprio corpo em relação ao da aprendiz.
O impacto deixou Shirley com diversas vértebras do pescoço danificadas e Dave teve lesões na espinha dorsal. Após uma operação e uma semana na UTI ela foi liberada, mas ele saiu do incidente com movimentos apenas limitados no braço direito.
Reencontro
Os dois se reencontraram no início de maio no hospital TIRR Memorial Hermann em Houston, no Texas.
“Eu chorei logo de cara, mas Dave estava fazendo muitas piadas e me fazendo rir”, disse Shirley.
Brincando, o instrutor convidou Shirley para outro salto. Ele afirmou que agora os dois são “à prova de acidentes”, porque são pequenas as chances de que um incidente semelhante ocorra novamente.
A arrecadação de fundos organizada na internet angariou recursos para financiar o tratamento do instrutor e a adaptação da infra-estrutura em sua casa.
Segundo os organizadores da arrecadação, Dave está sendo acompanhado em tempo integral por sua mãe, de 72 anos, que abriu mão de sua própria vida e tem trabalhado “dia e noite” para cuidar do filho.
De acordo com a rede CBS, ele tem mantido o bom-humor e sua condição física tem melhorado a cada dia.
“Sua perseverança nessa luta inspirou muitas pessoas entre seus parentes e amigos, mas eles precisam de ajuda”, disseram os organizadores do movimento na internet.
“O maior presente que um ser humano pode receber é a dádiva da vida, e ele (Dave) abriu mão de seu próprio corpo sem egoísmo para que outra pessoa pudesse viver.”
Fonte: Portal G1
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/06/paraquedista-fica-paraplegico-ao-amortecer-queda-de-aluna.html
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Tags: Esporte, Paraplégico, Paraquedista
01/06/2010 - 16:16
Philippe Croizon, que teve os membros ambutados, treina na costa da cidade de Gendarmerie
Foto: AFP
Um francês de 42 anos, que perdeu os braços e as pernas em um acidente em 1994, está se preparando para um desafio difícil até mesmo para as pessoas que têm todos os membros: a travessia do Canal da Mancha.
Para realizar a façanha, Philippe Croizon usará uma roupa especialmente desenhada para ele, com uma nadadeira especial e um snorkel adaptado.
Croizon vem treinando há dois anos, por até 30 horas por semana, para a travessia, que ele pretende realizar em setembro.
Ele espera concluir o trajeto de 35 quilômetros entre Folkestone, na Grã-Bretanha, a Cap-Gris-Nez, na França, em cerca de 24 horas.
O recorde para a travessia é de pouco menos de sete horas.
Choque
Croizon perdeu os braços e as pernas em 1994, ao levar um choque de 20 mil volts quando tentava consertar uma antena de TV que tocou uma linha de transmissão de energia.
A descarga elétrica provocou a amputação de suas pernas na altura do joelho e dos braços na altura do cotovelo.
Ele disse ter se inspirado a realizar a façanha logo após o acidente, há 16 anos, ainda em seu leito de hospital, quando assistiu a um documentário na TV sobre a travessia do Canal da Mancha.
“Este é um sonho e estou determinado a cumpri-lo”, afirma.
A travessia do canal não é a primeira experiência de Croizon com esportes radicais após o acidente. Há três anos, ele saltou de paraquedas.
“Faço isso por mim, mas também como um símbolo para todos os deficientes físicos, para mostrar que a vida não é só sofrimento”, afirmou.
Fonte: Terra
http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI4461862-EI188,00.html
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21/05/2010 - 10:47
(ADD). O filme, que pode ser acessado pelo site www.fotografocego.com.br, discorre sobre a aproximação de Teco com o universo da fotografia e a sua técnica de captação de imagens. Teco Barbero é formado em jornalismo pela Universidade de Sorocaba. Tirou sua primeira foto aos 16 anos, numa viagem para a Suíça. Voltou a clicar aos 21, quando participou de um curso de fotografia para cegos idealizado pelo documentarista Werinton Kermes. Lá, aprendeu a fotografar usando o próprio corpo. No Brasil, Teco Barbero foi o primeiro fotógrafo deficiente visual a clicar uma campanha publicitária. O filme da campanha, que foi veiculada no ano passado, mostrou Teco fotografando um cadeirante da ADD. Além disso, a agência criou um making of da campanha e um hotsite exclusivo com todas as informações da ação. Para dar continuidade à comunicação, a Age pretende convidar fotógrafos renomados do mercado brasileiro para clicar de olhos vendados. “Para um fotógrafo cego, o enquadramento, o foco, a estética, pouco importa. O relevante é que pela foto posso mostrar a maneira que enxergo o mundo”, detalha Teco Barbero, em nota à imprensa. (WS)

Fonte: Portal da Propaganda
http://www.portaldapropaganda.com/
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Tags: deficiente visual, Documentário, Esporte, Fotografia
09/05/2010 - 22:34
Ex-BBB e atleta conquistou o título em La Plata, na Argentina.
O ex-BBB e atleta Fernando Fernandes conquistou mais uma vitória. Ele foi campeão sulamericano de paracanoagem em disputa realizada em La Plata, na Argentina. Após a competição, Fernando aproveitou para passear pela cidade e visitar a catedral de la Plata.
Fernando Fernandes
Fernando Fernandes
Fernando Fernandes comemora com a equipe Paraolimpica brasileira
Fernando Fernandes
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Tags: Esporte, Paracanoagem, Superação, Vitória
02/05/2010 - 19:46
Belém – A capoeira utilizada como um instrumento de inclusão social. Esse é o lema do projeto Capoeira Inclusiva, desenvolvido pelo educador e filósofo Heraldo Gabriel, o mestre Beija-Flor, como é conhecido no esporte. A proposta nasceu há 14 anos, em Sergipe, cidade natal de Beija-Flor, se expandiu e foi implantada em diversos lugares do país como São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus e Recife. A ideia do projeto é incluir deficientes físicos no universo esportivo. “O preconceito ainda é muito forte na sociedade e vem principalmente das instituições educacionais, igrejas e televisão. Não nascemos preconceituosos. Nos ensinam a ser preconceituosos”, analisa. Para além dos benefícios dos exercícios físicos que a capoeira traz ao corpo, o mestre adianta: “Nós procuramos trabalhar nos grupos não somente o lado esportivo, mas também o lado emocional dos alunos, a igualdade e o respeito ao próximo. É uma forma de terapia”, garante.
Agora, o objetivo é fixar o “Capoeira Inclusiva” no Pará. Na próxima terça e quarta-feira, será realizado, em Belém, um curso para qualificar capoeiristas e interessados na área, para dar aulas de capoeira para as pessoas pessoas com algum tipo de deficiência física. Além do mestre Beija-Flor, quem está à frente do projeto na cidade é o professor Rodrigo Vella. O projeto ainda será apresentado às escolas e secretarias do Estado.
Para os interessados em participar do curso, a inscrição deverá ser feita no Apoema – Pólo Esportivo da Funpapa – onde será realizada a oficina, nos próximos dias 4 e 5 de maio, de 8h às 13h. Informações: (91) 8841-4121/ (91) 8251-5536/ mestrebeijaflor at hotmail.com.
Fonte: Jornal Amazônia
http://www.portalorm.com.br/amazoniajornal/interna/default.asp?modulo=222&codigo=469076
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Tags: Capoeira, Esporte, Inclusão, Pessoa com Deficiência
26/04/2010 - 11:36
Primeira parcial do Projeto Vamos em Sinais 2010.

Projeto Vamos em Sinais 2010
Encerrada a primeira etapa do projeto Vamos em Sinais 2010 que ocorreu do dia 19 de Março a 10 de Abril, quando foi realizado um trajeto de 730Km pelos cicloturistas, amantes da LIBRAS e vegetarianos, Raquel Couto Amaral (surda) e Diego Ferrari Bruno (ouvinte).
Saindo de São Paulo-SP, a dupla seguiu pelo litoral paulista em direção ao sul passando pelo estado do Paraná até a cidade de Joinville em Santa Catarina. Durante este trajeto, foram realizadas 22 oficinas em escolas, faculdades de pedagogia e outros locais, com o objetivo de incentivar o conhecimento e aprofundamento do estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) além de mostrar um pouco da cultura dos surdos e alertar para as dificuldades que essas pessoas enfrentam na comunicação do dia a dia, o preconceito e principalmente sobre a problemática do sistema de educação inclusiva no Brasil.

Projeto Vamos em Sinais 2010
“Podemos dizer que estamos bem satisfeitos com os resultados alcançados e esperamos que na segunda etapa (Nordeste), possamos ir pouco além, uma vez que contaremos com a colaboração de mais uma participante.”
O Projeto é patrocinado por Caloi, Instituto Vivo, Koller, Curtlo, Magda Bruno Design de Interiores, Irene Amaral, Vó Agda e “SUR10 COMUNICA!” e tem o apoio do Instituto Mara Gabrilli, Educa LIBRAS, INIS, Associação dos Surdos de São Paulo e da ODMSP – Nós Podemos São Paulo. (Ainda precisamos de patrocinadores…)
Para mais informações acesse http://www.vamosemsinais.com.br ou envie-nos um e-mail com as questões que responderemos com prazer.
Fonte: Vamos em Sinais
http://www.vamosemsinais.com.br
Autor: edinamarcorrea@ig.com.br - Categoria(s): Acessibilidade, Educação, Eventos, Inclusão, Notícias, Pessoal, Saúde
Tags: Acessibilidade, Ciclismo, Esporte, Libras, Projeto
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